opanicoqueveiodeoutravidaâ:
âAssim, vocĂȘ pediu bastante bebida e depois apagou, nĂŁo diria que foi trabalho demais, o louco foi te trazer pra cĂĄ, mas tĂĄ tudo bem. SĂł espero que nĂŁo vire nenhuma rotina minha, trazer vocĂȘ foi tranquilo mesmo sendo mais baixo, mas nĂŁo sou tĂŁo forte pra aguentar homens ou sei lĂĄ o que.â Charlie começou a falar sem realmente saber se a garota o acompanhava, estava apenas mantendo um papo pra que nĂŁo ficasse ainda mais estranho. Sil~encio sempre o incomodava demais. âOps, acho que nem tem mais pizza velha, mas tem bacon, sempre tem bacon. Ă⊠relaxa, eu nĂŁo ia conseguir te deixar lĂĄ. Aceito um cafĂ©, outro dia, como pagamento.â
Ela começou a acompanhar o raciocĂnio do rapaz mas logo se perdeu e preferiu apenas assentir no final, ela acabou encontrando a bolsa e pegou o celular, tinham mensagens e ligaçÔes o suficiente pra saber que estava ferrada.
Um cafĂ© serĂĄ - ela respondeu sorrindo da maneira mais simpĂĄtica que a ressaca lhe permitia - VocĂȘ tem resto de comida que ainda presta na geladeira? Eu sou chefe de cozinha, se vocĂȘ quiser posso tentar começar a recompensar fazendo um cafĂ© da manhĂŁ com o que tem, o que acha? - ela falou respirando fundo tentando voltar a sanidade e a prĂłpria mente, jogando pro fundo qualquer parcela de alcool que ainda percorria nas veias dela.













