BOMBARDA â Diretamente da casa CORVINAL de HOGWARTS, quem se aproxima Ă© MICHELLE LĂA ROSIER MACMILLAN. Com seus 17 ANOS, estĂĄ cursando seu SĂTIMO ANO e faz parte de POĂĂES AVANĂADAS e ESTUDOS ANTIGOS em sua escola. Seu status sanguĂneo Ă© PURO e dizem por aĂ que ela se parece muito com o trouxa DANIELLE ROSE RUSSELL, mas nĂŁo sabemos se Ă© verdade.
Dons mĂĄgicos: nĂŁo possui.
Quadribol: torcida.
Postos: monitora.
FICHA TĂCNICA
Nome: Michelle Léa Rosier Macmillan
Apelido: Elle, Ellie, Lea
Idade: 17 anos
GĂȘnero: Mulher cis
Sexualidade: Bissexual
Signo:Â CĂąncer
Filiação: Felicity Macmillan (neé Rosier) e Marcus Macmillan
Status SanguĂneo: Puro
FICHA ACADĂMICA
Escola: Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
Casa: Corvinal
Patrono: Lebre
Bicho de estimação: Luke, uma coruja (megascops flammeolus)
Extracurriculares: PoçÔes Avançadas e Estudos Antigos
HEADCANNONS
Apesar da uniĂŁo entre duas famĂlias tradicionais o casamento entre Felicity Rosier e Marcus Macmillan nĂŁo foi bem visto pela famĂlia da mulher, uma vez que os Macmillan estavam se revelando serem merecedores do termo âtraidores de sangueâ pela aproximação com as famĂlias trouxas e mestiças antes mesmo da Segunda Guerra. ApĂłs ser praticamente deserdada da famĂlia, Felicity e o marido se mudaram para a França onde decidiram recomeçar, uma vez que as raĂzes dos Rosier fossem francesas deixando a possibilidade de algum suporte da parte mais afastada da famĂlia, assim como a expansĂŁo dos negĂłcios dos Macmillan com as poçÔes.Â
Michelle nasceu em solo francĂȘs e passou grande parte da infĂąncia afastada da resto de suas duas famĂlias. Apesar de terem fugido por nĂŁo concordarem com os ideias puros, sobretudo no caso de Felicity, muitas das crenças ainda estavam enraizadas em seu comportamento, o que fez com que a pequena tivesse uma criação bastante rĂgida.
Demonstrou ser dona de uma magia poderosa desde a infĂąncia, em que os pais tiveram que enfrentar certos desafios para controlar os impulsos e encantamentos de Michelle. Marcus se lembrou bem da velha lenda de que sua famĂlia, por ser das Sagradas 28, jĂĄ havia sido responsĂĄvel por feitos inimaginĂĄveis no mundo bruxo, mas que a magia havia sido adormecida por algumas poçÔes e encantamentos por representarem certo risco para aqueles que nĂŁo tivessem condiçÔes de controlĂĄ-la e usĂĄ-la com sabedoria.Â
A entra para Beauxbatons foi cercada de muitos questionamentos, uma vez que ambos os pais tivessem estudado em Hogwarts. Com a vida mais estabelecida decidiram que seria melhor se ela permanecesse no paĂs natal, mandando-a para a escola francesa em que Michelle foi rapidamente selecionada para a casa Noble.
Haviam algumas regras para que ela seguisse para alĂ©m das que a escola pregava, uma dela dizia respeito a ela precisar chamar menos atenção possĂvel (isso incluĂa sempre usar o sobrenome do pai), nunca se envolver em nenhum tipo de briga e mandar pelo menos duas cartas semanais para os pais. A superproteção dos dois era diferente. O pai parecia se preocupar genuinamente com o bem-estar da filha, sobretudo em um lugar que ele nĂŁo conhecia. JĂĄ a mĂŁe parecia querer cercĂĄ-la e controlar seus passos a todo custo, o que dificultava qualquer tipo de flexibilidade.
Quando o lado de sua famĂlia Rosier veio Ă tona em seu quarto ano Michelle entendeu o motivo que fazia com que os pais preferissem que ele ficasse escondido. Os comentĂĄrios passaram a ser frequentes, começando com pequenos sussurros atĂ© ataques mais diretos a culpando por fazer parte de uma famĂlia terrĂvel como aquela. A medida que a vergonha e a raiva aumentavam, Michelle sentia algo se remexer dentro de si, sĂł nĂŁo esperava que as coisas saĂssem do controle tĂŁo rĂĄpido.
Estava no clube de duelos quando os xingamentos se fizeram presentes, seguidos por risinhos da plateia. Macmillan tentou ignorå-los ao måximo, mas depois de alguns golpes desferidos com a varinha e alguns feitiços de defesas com o timming errado que lhe renderam algumas marcas, se pegou olhando fixamente para o aluno rival. O resto pareceu um flash. O fogo cobriu parte da arena e se aproximou violentamente do bruxo. No momento seguinte ela estava sendo levada para a diretora, enquanto o outro era carregado para a enfermaria. Michelle ficou o resto do dia na sala de Madame Maxine até que os pais chegaram.
Depois de uma reuniĂŁo longa, os pertences da bruxa foram levados para a diretoria e ela saiu do castelo na companhia dos pais sem sequer compreender o que havia acabado de acontecer. A conversa que veio em seguida foi que aquele nĂŁo era o lugar certo para ela, mas que com o treinamento certo conseguiria controlar seus poderes sem colocar ninguĂ©m em perigo. No fundo, Michelle começou a deixar o medo de lado, sentindo certo alĂvio por parte de si, mesmo que inconsciente, ser capaz de protegĂȘ-la.
Os boatos foram minimizados de forma que sua entrada para Hogwarts parecesse apenas necessĂĄria para a mudança de cargo do pai, que precisava voltar a morar em solo britĂąnico e pela dificuldade de adaptação que Michelle havia tido nos anos iniciais da rĂgida escola francesa.Â
A volta para Beauxbatons, ainda que temporĂĄria, foi vista por Michelle como precoce. Estava se adaptando muito bem em Hogwarts e conseguindo deixar grande parte do passado para trĂĄs, entĂŁo por qual motivo ela colocaria tudo a perder? A famĂlia, como se costume. Sua ida nĂŁo seria simplesmente voluntĂĄria, mas sim estratĂ©gica, ainda que parte de si temesse pelo o que estava por vir, sendo ou nĂŁo campeĂŁ de sua atual escola, os riscos eram muitos para alguĂ©m que jĂĄ havia perdido o controle como ela.
@tripontos















