park-kyungx:
Kyung ouviu o que o outro tinha a dizer. Em parte, estava certo e se lembrou por algum tempo da própria infância dentro dos esgotos de NYC. Apesar de um lugar insalubre, tivera boas lembranças, mas não deveria ser a mesma coisa. Poder ver a cidade a noite, coisa que ele não podia até seu pai ter a certeza de que conseguia fazer os trabalhos para os quais eram designado.
Um suspiro cansado saiu pelos lábios sem sua permissão. Odiava ficar vulnerável na frente dos dois amores, mas especialmente de Minhyuk. A sensação parecia ser um pouco mais desconfortável que o normal. “O que eu posso dizer, ele te ouve muito mais.” Encolheu os ombros. Talvez ter descontado a raiva dentro do octógono improvisado tivesse seus efeitos em Kyung ao ponto de não explodir novamente.
Sentiu o coração aquecido quando ouviu o outro dizer que amava seu café. Eram as coisas menores que deixavam-no muito mais feliz. E era por conta disso que ele fazia alguns mimos para os dois amores sempre que podia. “Não era pra você já ter ido pra cama?” Perguntou com um tom de voz grosso e sugestivo, enroscando as duas mãos por dentro dos cabelos lisos e deixando um leve puxão, somente para provocá-lo.
A provocação de Kyung não passou despercebida, ainda mais o jeito que ele puxou seu cabelo, o sorriso doce e calmo deu lugar a um sorriso safado e as mãos foram para a bunda do outro pegando-as com vontade enquanto se levantava. “Pode deixar, já estamos indo.” Falou mas antes de ir para o quarto, prensou o outro na parede atrás de si, as bocas se chocaram, ele não estava muito delicado, explorava a boca do outro enquanto sugava sua língua, as mãos passavam pelo corpo do outro, sem pudor nenhum, aquele era o efeito que o ruivo tinha sobre si, descontava toda a raiva dele na hora que eles estavam a sós, preferia os gritos dele na cama do que a briga corpo a corpo real.
Depois de alguns minutos prensando ele naquela parede, o segurou novamente, agora atacando o pescoço do rapaz enquanto andava pela casa e ia para seu quarto. Entrou e o jogou na cama, ficando por cima dele o beijou novamente, enquanto que com as mãos ia até a barra da camisa do outro, a mão adentrou ali e passava pelo tanquinho definido, passou por algumas cicatrizes e o segurou com vontade, roçando então suas intimidades, a dele já estava pulsando dentro da calça de moletom, implorando pelo toque do ruivo e percebia que a do outro também estava assim, arrancando a camiseta do outro, desceu beijando o peitoral definido.
Ficou um tempo nos mamilos os estimulando, um com a boca e o outro com os dedos, sem deixar de esfregar seu membro duro no outro. Então foi descendo sem deixar de morder e beijar todo o corpo do outro, gostava de mostrar como era apaixonado pelos corpos dos parceiros. Então as mãos apressadas abriram a calça do outro e a puxaram para baixo junto com a cueca, fazendo o membro do outro praticamente pular em seu rosto, o sorriso malicioso veio quando ele olhou nos olhos do outro e engoliu o membro inteiro de uma vez, sem cerimonias, e começou os movimentos de vai e vem curtos, com ele inteiro na boca, olhando nos olhos de Kyung enquanto as mãos foram para as bolas, acariciando-as gentilmente.














