• Sorri abertamente para ele, sentindo o coração pulsar acelerado novamente ao ouvir sua confirmação. Não havia forma melhor de mostrar minha felicidade além da qual fiz, tomando seus lábios pra mim mais uma vez. Acariciei sua língua num gesto carinhoso e quente, enquanto meus dedos trabalhavam pra tirar vagarosamente o tecido que o cobria, sentindo o arrepio do frio eriçar seus poros ao toque de minhas maos enregeladas.
• Meus lábios deixaram aqueles que tanto desejei apenas pra se aproveitarem de sua pele macia e sedutora. Seu pescoço tão chamativo e de aparência suculenta, aquilo despertava em mim o instinto primitivo e bruto que havia aprendido a dominar sem sua tentação por perto
— Seu cheiro não muda. Seu sabor continua o mesmo. Seu calor aumentou incrivelmente. Você continua o mesmo de uma forma tao diferente… Minha sede por você só aumenta a cada segundo.
Retribuiu ao beijo do menor sem mais nem menos, sua línguas se entrelaçando fazendo-o suspirar apaixonado entre o ato, aos poucos se sentindo cada vez mais completo novamente. Arrepiou-se ao sentir seu corpo ser descoberto, o frio invadindo-o rapidamente fazendo-o encolher-se de leve em seus braços. Pendia a cabeça ao sentir os lábios do moreno tocarem a pele de seu pescoço, subindo as mãos por seu tronco até seus ombros, onde os apertou com leveza. — Como eu posso saciar a sua sede, Sehunnie? — sussurrou, arfando baixo.
--- Me dê sua vida mais uma vez. Esteja em minha cama agora, me deixe saborear seu sangue doce, me dê a provar de sua carne macia e suculenta, me ofereça seu corpo e seu coração, pois os meus, estes sempre lhe pertenceram. Minha vida sempre estará à mercê da sua, meu sangue será sua bebida e minha carne seu alimento. Meu corpo tem ainda suas marcas, que nem meu coração desesperado pôde apagar. Seja meu agora e esteja ao meu lado quando eu acordar, lugar que por direito será eternamente seu.
• As palavras fluíam entre sussurros, acompanhadas dos toques macios e delicados, dos quais senti extrema falta. As mãos traçavam novamente aquele caminho já conhecido por dentro das peças, me desfazendo de cada uma sem a menor pressa. Aquele momento devia ser eterno no corpo e almas de ambos, estar marcado e selado em nossas vidas.
• O medo e a angústia de acordar numa cama vazia de amor eram tremendos, mas nada me faria recuar novamente. Nada me convenceria de deixar aquele de quem minha vida necessitava para existir sair mais uma vez por aquela porta sem me dar uma razão pra continuar sem ele.
--- Seja... Meu. Somente meu.
• A pele morena e macia estava agora despida e totalmente visível a mim, me fazendo ansiar por um toque ousado, por prová-la, por tê-la em minha boca, mãos e corpo, reclamando minha posse em seu coração, vida e corpo como jamais deveria deixar de ser.










