valorizar-se,
é entender que antes de tu ele nós vós eles Vem eu.

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um conto sobre crimes premeditados (?)
que cansaço, que frustração, que inaptidão para escrever o mundo. organizar. não que tudo se defina ou compartimentalize, mas não seria eu a cética, ou mesmo limitada, ao me recusar a tirar qualquer padrão da experiência?
se a individualidade é dogma e tudo é único, o que, no fim, sei ou aprendi? se não me oriento pelo manual das vivências, se o subconsciente não internaliza nada que se aproveite, travo. porque é assustador navegar pela vida.
é que os poetas disseram-me que há certa beleza em abandonar estruturas. viver no que escapa, não se fixa, no que não dá para nomear.
o que é lindo quando nada está em jogo.
porque se o corpo exige respostas e trememos ante a possibilidade da compreensão, das certezas, a beleza do indefinido vira angústia.
o olhar que se demora; o que diz? essa curiosidade que me contorna, penetra, descobre, de onde a tiraste? não vês os riscos na forma que olhas?
é um convite. e ser vista assim implica ceder alguma coisa e você sabe e você fica.
me seduz ser vista sem recuos. eu sempre fui sensível a essas escolhas bonitas que soam como promessas.
você me faz questionar os ideais pelos quais pensei me governar. factualmente, parece que há coisas que sequer precisam ser aprendidas, a gente só reconhece..?
então de que vale qualquer método de apreensão da vida? talvez os poetas tenham razão: há coisas que não se explicam. não se interpretam. se impõem.
mas
não é nada.
não é nada não é nada não é nada.
como você ousa?
esse cuidado, demora, proximidade reduzidos a coisíssima nenhuma. cínica desalmada. ousar definir como nada o que se impõe como tudo. sustentar um olhar e negar o seu peso. há verdade demais para ser acidente. ou pior, há consciência?
nah. será erro meu, portanto?
eu, que inventei a cor dos céus. eu, que confundi as leis da física. eu, que não soube interpretar o ajuste dos corpos no mesmo espaço.
alucinei coerência.
não erro como cética. não erro como poeta. o meu erro é anterior. estrutural. não sei o que me escapa.
eu falhei na interpretação do mundo.
— Madu
Franz Kafka

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I think of you often and my love is with you wherever you are.
August 2nd, 1963 Anne Sexton: A Self-Portrait in Letters First published: 1977
renunciei a minha imagem por não gostar do que via. meu reflexo só existiu através dos teus olhos; você era fuga de mim, da minha solidão e espírito frouxo.
e eu te amei por isso.
— Madu

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peço perdão a quem me foi tão gentil e em retorno foi condenado ao esquecimento.
se ainda me pudessem assombrar as escolhas que não tomei, talvez o teu fantasma não se teria perdido nas minhas gavetas.
não há nada que ateste a minha covardia quando não escolhi a gente, eu deixei tudo queimar.
— Madu
Como, WA.
o que fica me mata aos poucos. nada é o que foi e eu sou viciada na melancolia da perda.
um dia, se calhar, o tempo vai levar tudo. talvez eu perceba que nada que me movia ainda existe... e quem sou eu sem passado para perder? sem tristeza para me dar forma?
— Madu.
Prints
...you're welcome? :D
meu silêncio
mais que ausência de som; ausência de mim. desapareço quando não forço notícia, engolida pelo vazio quando não me faço enxergar. o esquecimento rompe pela sala, me alcança à mesa enquanto escrevia mais umas quantas palavras que não tive a coragem de dizer. oh, meu Deus, que saudades de ti, e de quando as palavras saíam sem permissão, tão trôpegas quanto os nossos passos, quando ninguém tinha de ser sábia ou certa.
você me dava vontade de existir.
quando pensei ser invisível, você sorriu para mim. a única que me fez companhia no silêncio. às vezes, em meio a dissociações, algo me puxa… se ecos se pudessem distinguir nesse vazio, eu diria que é a tua voz, mas não passa de um sussuro: ainda ouço.
— Madu

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