Faz tempo que nĂŁo te escrevo e mais ainda que nĂŁo te vejo. Antes escrevia para abster, agora escrevo para reter todas essas explosĂ”es de sentimentos por algo inevitavelmente lĂșgubre, mas belo. Escrevo por medo, mas tambĂ©m por coragem. Porque cada flash ainda estĂĄ a solenizar em minha mente em um carnaval de incertezas que deixam cair as asas de suas fantasias. Porque os incĂȘndios de pragmatismo atacam os meus jardins do entendimento humano. Porque a falta Ă© sentida.
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