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Starting with the left foot || Sol & Blake
myled:
Aquela noite era muito importante para Blake Stella. Ainda não estava acreditando que iria receber um prêmio como Cheff. Seu restaurante - o Stella’s - iria entrar para o Circuito Novaiorquino de Restaurantes e ele estava tão orgulho de si e de sua equipe que toda a alegria era refletida em seu sorriso e olhos. Batalhou muito desde cedo para conseguir realizar seu sonho de ser Cheff de cozinha e agora estava começando a conquistar os louros.
Quando subiu até o pequeno palco para receber o prêmio ele falou bem pouco, agradecendo sua família e sua equipe - que estavam todos ali - e recebendo palmas e assovios. Gostaria de ter conseguido falar mais, mas estava tão feliz com aquele resultado que optou por dizer pouco e não correr o risco de soltar um palavrão de felicidade. Blake era considerado muito novo para receber tais honras e por isso mesmo precisava manter cautela pois os olhos estavam sobre ele, o esperando vacilar.
Voltando para seu lugar na mesa com seus pais, recebeu os cumprimentos daqueles que estavam mais perto e uma apresentação foi anunciada. Todos fizeram silêncio aguardando e a melodia começou. A princípio não se podia ver nada e apenas escutar e o efeito parecia ampliar os sentidos. Blake assim como todos os outros estavam envolvidos pela melodia quando a cortina levantou devagar e mostrou a bela cantora e pianista. Blake sentia-se hipnotizado com aquele vestido vermelho e a mulher dentro dele. Delicada e alheia a tudo ao seu redor, ela transmitia paz e deixava certo fascínio. Ele se perguntou se ela tinha ciência daquilo.
Quando a apresentação acabou, o rapaz se viu tentando caminhar para os fundos para encontra-la, mas não conseguiu localiza-la em lugar algum, como uma sereia que após cantar, sumia.
–xx—
Na segunda feira Blake estava bem cedo no restaurante. O local só abria a noite, mas o homem passava seus dias ali sempre criando novas receitas. Gostava da calma que era durante o dia, deixando sua mente fluir e as únicas companhias que tinha era dos ajudantes da limpeza que não lhe atrapalhavam em nada. Sempre eram muito discretos e atenciosos.
Ao caminhar até a elegante vitrine de vinhos que tinha na parte da frente do restaurante, pois precisava de um deles para o novo prato que estava criando, se separou com uma mulher olhando para dentro do estabelecimento. Reconheceu a cantora da outra noite na hora. Mesmo sem o vestido ele podia ver que era ela. Pensou que ela tivesse visto-o, mas então percebeu que ela apenas estava se olhando no reflexo dos vidros e percebeu que ela estava encharcada. Não a perderia de vista outra vez e como não estava com as chaves da porta da frente, caminhou para a saída dos fundos para correr até ela.
Ao abrir a porta Blake escutou um barulho do lado de fora e não foi rápido o suficiente para impedir que a mulher caísse no chão, derramando tudo que trazia nas mãos. “Merda.” Amaldiçoou baixo e se agachou perto dela para ajuda-la a levantar. “Você está bem? Desculpe, eu não vi você.” Obviamente que não, mas achou necessário falar. Ela estava molhada, suja de café e donuts a rodeavam no chão. “Essa era minha entrega?” Fez uma careta, não se importante realmente com o café da manhã, apenas querendo aliviar um pouco da tensão. “Venha, vamos te limpar.” Colocou-a de pé e olhou a teste dela. Ela daria sorte se não inchasse e tocou de leve o local, com isso tornando os corpos muito próximos um do outro.
O Stella’s era um restaurante muito conhecido, não apenas na região, mas Sol apenas ouviu falar dele algumas vezes sem prestar muita atenção, afinal era uma questão de sobrevivência ser discreta e nunca gostou de fofocas. Por sorte não derramou muito café sobre si, apenas um pouco na roupa que já estava molhada, portanto não chegou a se queimar. Não poderia dizer o mesmo de seu nariz, sentindo-o latejar e ao estender a mão em frente ao rosto percebeu que havia sangue ali. Soltou um suspirou frustrado e olhou com tristeza para os donuts no chão.
O palavrão proferido a fez corar chocada, por mais que estivesse acostumada ao modo de agir dos ocidentais, algumas coisas que eram tão diferentes em sua cultura não eram tão fáceis de aceitar. Não achou nada educado da parte dele e se pegou olhando para ele sem saber se aceitava a ajuda ou não, simplesmente porque não queria se igualar a ele e não ser educado. “Percebi...” Murmurou rabugenta e com uma expressão fechada na face, levantando-se e aceitando a ajuda dele, mantendo certa distância. “Não precisa, terei que buscar outro pedido para o senhor, me limparei no café...” Respondeu de pronto, ciente de aquilo seria descontado de seu salário, algo que não importava realmente. Como teria que buscar outra entrega, não teria problema em se trocar no café, apenas atrasaria ainda mais, talvez até lá o motoboy já tivesse chegado.
Piscou surpresa ao perceber o quanto estavam próximos, se perguntando quando e como aquilo havia acontecido. Conforme a mão dele se aproximava os olhos dela se arregalavam, e de alguma forma sua cabeça ia mais para trás, tentando em vão evitar o contato. “Nã.. Não me toque”. Gaguejou dando um passo para trás, pisando em falso, quase caindo novamente. O que a evitou de cair foi justamente ele, por reflexo segurou no braço dele e o fez de alavanca, acabando por chocar o corpo no dele bruscamente. O ato a fez corar, um forte sentimento de sair correndo a dominando. “Desculpe”. Murmurou baixando o olhar e se afastando imediatamente, dessa vez para o lado, de modo que não caísse de novo.
Nome: Naihe Xiau Feng
Aniversário: 13 de Setembro de 1994
Idade: 23
Um estudante de informática do 4º ano de ciência da computação e membro da equipe de basquete. Ele também é CEO da empresa de tecnologia Zhi Yi, uma empresa própria que ele desenvolveu com seus amigos e se mantém focado em projetos para que tenha estabilidade suficiente para trabalharem só nela após terminar a faculdade. Ele parece ser gentil, mas esconde uma personalidade astuta e astúcia, sempre muito polido, mas nem sempre exatamente educado. Conhecido pelo nome da web "Yixiao Naihe", ele é uma figura famosa e melhor jogador no jogo Dreaming of Jianghu . Na vida real, também é o cara mais popular na universidade.
Muito inteligente e focado, Naihe não perde tempo com coisas fúteis, dramas e principalmente garotas, já que a maioria vai atrás de si apenas por sua beleza. Ele é muito criterioso e por ser chinês prefere mulheres mais discretas e com menos iniciativa, algo comum em sua cultura. Seus pais são professores na universidade, a mãe é doutora em economia e o pai é doutor em história antiga.
@myled

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favorite otp moments ➝ love o2o (微微一笑很倾城)
↳ wei wei x xiao nai (5/?)
yoonau:
when your crush catches you taking a photo of him…
Something inside me is changed || Gemma & Eric
myled:
@your-led
Sexta-feira. Gemma estava espantada com a velocidade com que sua primeira semana como assistente de Eric Lennox havia passado. Mergulhou no trabalho, organizando arquivos, atualizando projetos, agendando reuniões com clientes e colocando em dia a agenda de Eric.
Conhecer toda a equipe facilitava muito sua nova posição dentro da empresa e lhe dava até mais confiança, mas ainda não tinha se encontrado com Eric agora que era assistente dele. O engenheiro estava em viagem aquela semana toda e a mulher estava nervosa sobre isso porque não conhecia Eric direito apesar de trabalharem no mesmo prédio. Sabia que ele era tão brilhante quanto dedicado ao trabalho e também já tinha ouvido falar de sua fama com belas mulheres, mas isso não lhe cabia julgar ou ter opinião sobre, a não ser acreditar que fosse verdade já que Eric Lennox era sem dúvida alguma o homem mais bonito que ela já tinha colocado os olhos.
Era final de expediente e Gemma sentiu que estava tudo no seu devido lugar quando olhou para a sala organizada de Eric. Havia entrado ali apenas para deixar a agenda do homem no lugar e se pegou prendendo a respiração diante da bela vista do pôr do sol que entrava pelas enormes janelas de vidro. Ouviu um barulho atrás de si e assustou-se quando virou e encontrou Eric Lennox a encarando. “Boa tarde senhor. Só estava deixando sua agenda.” Mostrou o caderno que sem perceber, tinha prendido no peito enquanto olhava a vista lá fora. Sentiu-se embaraçada por ter sido pega fazendo nada que fosse útil já que passara a semana toda absorta em seus deveres. Ele não podia ter chegado dez minutos antes quando eu estava ativamente trabalhando? “Espero que tenha ocorrido tudo bem com a viagem.” Não sabia se devia se apresentar já que se conheciam, então caminhou até a mesa e deixou a agenda ali.
Gemma Wayne era uma mulher com grande potencial, Eric já havia constatado isso algumas vezes durante seu trabalho na empresa. Apesar de acompanhar de perto todos os funcionários contratações, pois, nem sempre tinha tempo hábil para isso, o homem tentava se inteirar do rendimento de seus funcionários e por isso confiava em um seleto grupo de coordenadores e gerentes. Wayne lhe chamou a atenção durante uma seleção que fez com seus funcionários para um projeto, o trabalho da jovem não apenas foi o vencedor, como também sua apresentação foi impecável. Alguns dias depois, Eric solicitou que a mesma fosse promovida a sua assistente, precisava de alguém competente na função e poderia explorar os talentos da garota, assim como ajudá-la a se estabelecer na área.
Com negócios e projetos espalhados por todo o mundo e país, Lennox viajava bastante, às vezes passava a semana fora, outras vezes apenas alguns dias, difícil mesmo era que permanecesse na empresa por um dia inteiro ininterruptamente. Aquela era a primeira semana de sua assistente, mas tomou todas as medidas necessárias, lhe enviando e-mails todos os dias com solicitações ou para saber como andavam alguns projetos. Até o momento estava satisfeito com o trabalho de Wayne, mas ainda faltavam algumas provações para confiar mais na mulher e ter certeza de sua competência, afinal Lennox era conhecido por ser exigente e desconfiado, infelizmente o mundo dos negócios e sua própria vida passada o fizeram aprender a ter cautela e se resguardar.
Lennox era uma máquina, não demonstrava cansaço e estava sempre trabalhando, um workaholic nato. Havia chegado de viagem no fim daquela tarde, mas ir para casa não era uma opção, falava ao telefone enquanto entrava na empresa e pegava o elevador em direção a sua sala. Qual não foi sua surpresa ao abrir a porta e encontrar sua assistente parada no meio da sala olhando a janela com um ar meio abobado? Interrompeu a fala ao telefone, erguendo uma sobrancelha enquanto um pequeno sorriso de canto se desenhava em seus lábios. A expressão em seu rosto era neutra, não demonstrava surpresa, um pouco de diversão talvez, não era muito claro de interpretar. “Envie o relatório que preciso hoje até 20h, mais tarde nos falamos”. Disse por fim, encerrando a ligação. Olhou o caderno nos braços da mulher e assentiu ao ouvir suas palavras. “Obrigado senhorita Wayne, conseguiu encaixar o Stephen Burke da Berkshire Hathaway para amanhã?”. Questionou se aproximando da mesa e sentando-se em seu cadeira. “Sente-se, gostaria de beber alguma coisa?” O tom era educado, mas continha uma certa autoridade. Sem esperar por uma resposta pegou o telefone sobre a mesa e pediu dois cafés à sua secretária. Fechou minimamente os olhos e afrouxou a gravata, uma vã tentativa de se sentir mais confortável, antes de voltar o olhar para as orbes claras de sua assistente.
Starting with the left foot || Sol & Blake
@myled
Já fazia quase um ano que Sol morava em Nova Iorque, a cidade era dinâmica comparada a vida pacata que vivia, mas aos poucos ela conseguiu se adaptar. Enviava dinheiro todos os meses para a mãe através de alguns conhecidos e tentava ao máximo não deixar rastros para que seu avô a encontrasse. Aquele era só mais um dia de trabalho qualquer, uma recepção de luxo em uma premiação gastronômica, ela não sabia muito sobre o evento e também não procurou saber, o quanto menos chamasse atenção para si, melhor. Se manteve focada em servir os clientes, já que aquele era um dos bicos que tinha em buffet.
Próximo ao fim da noite, os organizadores do evento ficaram tensos, a agitação na cozinha era grande, o pianista estava preso no trânsito e não chegaria a tempo. “A Sol toca piano!” Lisa comentou em alto e bom som, enquanto a coreana se encolhia e tentava fugir dali o mais rápido que podia, adorava Lisa e era grata por ter uma amiga tão boa em um país estranho, mas definitivamente Lisa era impulsiva demais e sempre a colocava em situações complicadas. Cabeças viraram em sua direção, Sol queria que um buraco se abrisse pra ela se enfiar dentro, o chefe dos organizadores do evento a olhou em dúvida, mas com certa esperança. Após algumas insistências, a morena foi convencida de forma relutante a tocar.
Um vestido vermelho surgiu sabe-se lá de onde, e logo seu cabelo e face eram arrumados, quando subiu ao palco, ainda queria se esconder e rezava para que não vazasse fotos suas na mídia e que ninguém da Coréia a reconhecesse. Suspirou frustrada e sentou-se no banco do piano, uma fina cortina branca a escondia da plateia. Sol não conhecia muitas músicas ocidentais, então foi acordado que ela tocaria uma sul coreana, ela poderia cantar, mas não o faria, só o piano era suficiente. Pediu para que seu nome não fosse revelado ou anunciado e assim foi feito, disseram para o público apenas que haveria uma apresentação especial naquela noite.
Respirando profundamente seus dedos tocaram delicadamente as teclas do piano, iniciando uma doce melodia, conforme a música avançava e encorpava, a cortina era suspensa de modo a revelar aos poucos quem tocava o instrumento. Sol não olhou para a plateia em nenhum momento, concentrou-se em sua música, mantendo os olhos fechados e um pequeno sorriso nos lábios, imersa no mundo particular que a música lhe proporcionava. Ao final da apresentação, levantou-se fazendo uma reverência para o público, mantendo a cabeça levemente abaixada.
Sol não permaneceu no evento por muito tempo, após a apresentação, era mais seguro ir direto para casa. Na segunda-feira, por volta das 9h da manhã um pedido foi feito no café em que trabalhava, o motoboy ainda não havia chegado e por isso seu chefe pediu que ela fizesse a entrega de seis cafés e uma caixa de donut’s no restaurante Stella’s, que ficava a uma quadra dali. Nova Iorque era uma cidade que chovia bastante, apesar de não estar chovendo naquele horário, haviam enormes poças na rua e Sol seguia seu caminho com rapidez e cuidado, o que não resolveu muito, quando virava a esquina que dava na entrada do restaurante um carro passou lhe molhando completamente. Xingou baixinho e coreano, olhando para seu reflexo molhado na porta do estabelecimento. Bufou chateada em saber ao certo o que fazer, não poderia entrar ali do jeito que estava e voltar no café para se trocar e pegar outro pedido só atrasaria a entrega. Por fim, resolveu que faria a entrega pelos fundos do estabelecimento, contornou o restaurante e quando já estava na porta dos fundos, a mesma foi aberta, batendo em cheio em seu rosto, fazendo-a se desequilibrar no degrau e cair, derramando todo o café.
“Definitivamente hoje não é meu dia!”. Murmurou com um careta de dor, a mão erguida em frente ao nariz e um olhar furioso sendo direcionado para o culpado daquilo.

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Nome: Cha Ye-Sol
Aniversário: 10 de Maio de 1994
Idade: 23
Sol nasceu em uma família muito humilde da Coreia do Sul, perdeu o pai muito cedo, sendo criada por sua mãe, uma empregada doméstica muda. A jovem sempre viveu uma vida muito simples, se esforçava para tirar boas notas na escola e passava a maior parte do tempo em empregos de meio período, juntando dinheiro para pagar uma faculdade, já que só o salário de sua mãe não era suficiente. Por causa disso, nunca teve tempo para namoros, o que para ela nunca foi um problema, já que tinha coisas mais importantes para se preocupar. Sua vida mudou completamente quando aos 18 anos, um homem bateu a porta de sua casa informando que era neta de Kang Jong-du e legítima herdeira do Kang Group.
Contra sua vontade, o avô lhe colocou em aulas de etiqueta e diversas outras coisas que eram importantes em sua nova posição social, saber se portar e vestir era essencial, já que toda a mídia sul coreana estava de olho na garota. Sol também cursou administração para que pudesse ocupar a presidência da empresa, apesar de sua vida ter mudado drasticamente em pouco tempo e não terem lhe dado uma qualquer liberdade de escolha, a garota aceitou seu destino e deu tudo de si, estava empenhada em sua nova realidade e já planejava uma pós graduação quando uma notícia a fez chegar em seu limite de tolerância.
Aos 22 anos, seu avô lhe arrumou um noivo e Sol simplesmente se rebelou. Sabendo que sua mãe estaria segura aos cuidados de seu melhor amigo, Sol fugiu para os EUA e atualmente trabalha como garçonete em um café, faz alguns bicos em buffet e consegue se sustentar . Ela não sabe se algum dia voltará para Coréia, e reza todas as noites para que seu avô ou o suposto noivo não a encontrem, de acordo com a mídia sul coreana Sol está debilitada e recuperando a saúde, um disfarce que seu avô usou para ganhar tempo e encontrá-la, já faz um ano e até agora não conseguiu.
Nome: Eric Lennox
Aniversário: 08 de Janeiro de 1982
Idade: 35
Eric Lennox é um empresário bem sucedido, formado em engenharia com pós em arquitetura, MBA em negócios e diversos outros diplomas que não caberão aqui, o homem é uma máquina de fazer dinheiro, astuto e disciplinado em tudo que faz. É um profissional que está sempre atualizado a respeito da área em que trabalha e está sempre em busca de novos desafios, nasceu e cresceu em Nova Iorque, o centro do mundo (para ele) e é lá onde ganha dinheiro.
A Lennox Corporation é uma das mais renomadas no ramo de engenharia, possui grandes parcerias com construtoras e outras empresas. Dizem que é um dos solteirões mais cobiçados do país, nunca foi visto em um relacionamento sério e mesmo que sempre seja visto com uma bela mulher nos eventos, sempre diz para a mídia que é apenas uma amiga. A verdade é que essas mulheres são realmente amigas, na maioria das vezes uma companhia para que não seja visto sozinho nos eventos, apenas uma forma de manter as aparências.
O moreno possui conflitos familiares, e traumas também, perdeu a mãe muito jovem, é o mais novo de quatro irmãos e filho bastardo de um magnata da bolsa de valores. Sua empresa atual é o resultado de muito esforço e suor, decidiu muito cedo que obteria sucesso sozinho, sem a ajuda do pai e principalmente de seu sobrenome. Mantém certa distância da família que nunca foi sua, mas costuma visitar os pais em algumas ocasiões. O problema é que Eric é o único homem de negócios entre os irmãos e seu pai decidiu que será é ele quem irá assumir a presidência da empresa familiar, o que resultou em mais conflitos familiares, mesmo que Eric não tenha assumido o cargo ainda. Além de não estar feliz com isso, Eric anda sendo alvo de ameaças anônimas, assim como seus projetos antropológicos, como os dutos que viabilizam água para comunidades carentes no Congo que andam sofrendo ataques e atrasando as obras. Quem estará por trás disso? Será que ele irá assumir a presidência?
Xiao Nai calling Bei Wei Wei “my wife”