NOME DO LIVRO: O VISCONDE QUE ME AMAVA.
AUTORA: JULIA QUINN.
EDITORA: ARQUEIRO.
NOTA: 4/5.
"Seria possível apaixonar-se pela mesma pessoa sempre, todos os dias?" ⠀ Nesse segundo volume da série, "O visconde que me amava" nos aprofundamos na personalidade e sentimentos desse charmoso Visconde e um conhecido Libertino, assim mesmo com L maiúsculo, que decide que está na hora de se casar. ⠀ Se apaixonar pela futura esposa não é sua intenção, devido a uma superstição que ele acredita desde que o pai morreu. O que fazia de Edwina Sheffiled, a joia da estação, a candidata ideal. Sabendo disso ele resolve que ela será sua noiva sem nem mesmo conhecê-la. O que ele não esperava era que para chegar até ela seria necessário conquistar a confiança de sua irmã mais velha, Kate. Por outro lado, Kate não acredita que um libertino venha a ser um marido ideal, muito menos para a irmã, e ela está decidida a não deixar isso acontecer. E assim ele conhece a criatura mais irritante da face da Terra. Segundo ele. Entre tantas trocas de farpas, acontece o que ele menos queria, Anthony se apaixona. E não foi pela irmã Sheffield que ele esperava. ⠀ Como eu já esperava desse segundo volume da série "Os Bridgertons" foi uma leitura maravilhosa, gostosa e divertida. Julia Quinn conseguiu me arrancar várias risadas em diversas partes do livro, o que eu já percebi ser uma característica da autora. ⠀ Me apaixonei ainda mais por Anthony, mas minha maior paixão nesse livro foi Kate. Uma personagem irônica, totalmente devota a família, determinada e divertida. ⠀ O único ponto negativo nesse livro foi que eu esperava um clímax a mais na história. Um pouco antes de terminar o livro eu já senti como se a história tivesse acabado, e de fato. Apesar disso, o epílogo salvou esse finalzinho chato, por nos contar como Anthony supera a tal superstição. Eu esperava mais desse livro, então por enquanto, "O duque e eu", continua sendo meu favorito da série Os Bridgertons.













