Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecida como MAID MARIAN FITZWALTER, do conto ROBIN HOOD antes da maldição atingir o seu mundo FLORESTA ENCANTADA e o seu reino CORONA. Agora, em Storybrooke, você é conhecida como LIESEL MARIA MEYER, uma CUIDADORA DE CRIANÇAS de 32 anos de idade. Você me lembra um pouco LILY JAMES, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
O PERSONAGEM ESTÁ ACORDADO? Não.
Os pais de Liesel eram pessoas terríveis, ou ao menos é isso que sua avó lhe contou a vida toda.
Os Meyers tinham todo tipo de luxo: dinheiro, carros, uma grande casa no centro. Isto era, até Matilda Meyer se casar com um incompetente que os arruinou. Liesel perguntou-se várias vezes se sua avó ou sua mãe não poderiam ter feito algo sobre isso - ao que a avó respondeu que não. Gretl Meyer era uma mulher difícil, de sangue alemão, que acreditava que todas as coisas deviam estar no seu devido lugar. E o dever de uma mulher era colocar tudo no lugar perfeito.
Não levou muito tempo para Liesel perceber que tudo aquilo era tolice, é claro. Esse tipo de mentalidade simplesmente não cabia para a mulher moderna. Havia muito mais com o que se preocupar do que religião, casamento e família. Ainda assim, ela seguia as regras de sua avó à risca, o que normalmente fazia com que tudo corresse bem para ela. Ela não tinha muita liberdade, mas sua personalidade tímida não se importava demais com não experimentar muito fora de casa e da escola.
Isto é, até ela começar a fazer amigos - alguns deles meninos - e enviar a avó em uma espiral que acabou com Liesel sendo mandada para um convento. A princípio, ela ficou bastante irritada, até descobrir que gostava do convento. Podia conversar com todas as meninas a hora que quisesse - e ela descobriu que na casa dos Meyers sempre tinham rezado ainda mais que no convento. E havia música… Tanta música maravilhosa no convento. Ela já tinha se decidido a tornar-se freira. Livrar-se das garras da avó para sempre - e ainda assumir um papel divino, para ajudar as almas perdidas.
Mas tudo mudou quando ela recebeu a notícia da morte da avó. Ela foi enviada para casa já que era a última família, para pensar no que essa notícia significava e se realmente queria tomar seus votos.
Diante da casa, Liesel percebeu que deixara a avó sozinha. E havia muitos outros sozinhos no mundo, pessoas que poderiam usar muito mais sua ajuda física do que espiritual se se dedicasse ao convento. Quando retornou para conversar com a Madre Superiora, estava decidida: dedicaria-se à caridade, mas sem tomar seus votos. Ela partiu com uma carta de recomendação para começar a trabalhar no orfanato da cidade, onde ela se encontrou.
Entre as crianças, Liesel descobriu que queria dar a elas a infância que não tinha tido: ensinar valores reais, úteis, torná-las pessoas melhores. Ao entrevistar os possíveis pais, queria ter certeza que nunca forçariam nos seus filhos o que a avó forçara nela: a falta de escolha.
HEADCANNONS:
Apesar de ter melhorado muito, Liesel ainda tem alguns pensamentos bastante conservadores que está constantemente tentando se livrar de - alguns mais difíceis que outros. Ela sempre prefere ser própria e educada e detesta quem não tem o mesmo cuidado
Durante a noite, Liesel começou a estudar Educação, para um dia seguir carreira no magistério, além de trabalhar no orfanato
Liesel ama música. Sua avó fez questão que ela fosse treinada em diversos instrumentos: a viola e o piano. Seu repertório é um pouco antiquado, mas encantador
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
fingiu um espanto, levando as mãos até a boca; não demorou para sua atuação se encerrar e logo permitir uma risada. “e eu pedindo james bond em casamento… muito bom.” debochou de si mesma, rindo mais uma vez enquanto negava com a cabeça. “parece aqueles famosos que dão nomes exoticamente ruins para os filhos. tipo bear? ou north?” fez uma careta. “liesel é ótimo. ainda bem que sempre chamei pelo nome certo.” deu uma piscadela. “hey, eu preciso checar uma amiga… mas depois eu te acho, ok? temos que planejar nosso casamento.” brincou, se afastando da loira depois.
-- Sinto muito... O casamento era só parte da minha missão. Quando ela acabar eu vou ter que voltar para longe... Mas sempre vou me lembrar de você, eu prometo. Uma vez Bond girl, sempre Bond girl. -- Ela dirigiu uma piscadela a outra, embora a ação a tenha deixado completamente vermelha. -- Sim! Sim, exatamente a mesma ideia. Só que não celebridades. Só pessoas normais. -- Liesel assentiu, concordando. Gostava do próprio nome. -- Tudo bem. Boa sorte! Até mais!
era recomendado que ficasse de olho nos briguentos, em atitudes suspeitas, mas também em pessoas que não aparentavam estar em seu melhor estado. foi o caso da loira que, aos olhos de deon, nem parava de pé. manteve-se parado, aguardando o próximo movimento dela, torcendo muito para um táxi aparecer e levá-la para casa… mas não foi o que aconteceu. “você não planeja ir embora andando nesse estado, né?”
-- Eu poderia ir dirigindo, mas acho que isso seria muito pior, não seria? -- Liesel riu, o que elicitou um soluço da sua garganta, o que só a fez rir mais. Por fim, ela balançou a cabeça, tentando limpar um pouco a névoa que parecia se formar em seus olhos e ficar um pouco mais ereta como que para provar que conseguia fazer isso. -- Não tem problema. Storybrooke é completamente segura. Eu acho. Nunca encontrei ninguém que me dissesse ao contrário. Tem uma primeira vez para tudo.
❝Ah, vamos lá! Deve ter tido algum bom momento, vai!❞ Tentou ser otimista, ao menos um pouquinho com a história da amiga, adorava ouvir as histórias da Liesel. ❝Céus! Areia? Nossa, não tinha mais nem um pouco de limonada?❞ Questionou ainda na expectativa de que houvesse algum ponto bom, se bem que se não houvesse, ele sempre poderia criar um. ❝Ao menos você não bebeu areia, eu espero…❞ Ele riu ❝Devo comprar uma limonada pra você dá próxima vez que a ver? Ou prefere uma torta de limão? Eu estou louco por uma torta nos últimos tempos.❞
-- Ah, teve sim. A hora que eu peguei ele e fingi que ia jogar no lixo. Ele ficou desesperado. Eu levei uma advertência, mas valeu a pena. Nós somos amigos agora, e eu acho que ele têm boas chances de ser adotado apesar do seu histórico com areia. -- Liesel balançou a cabeça. -- Não, era o último copo que a tia da cantina do orfanato tinha guardado para mim. -- Ela não pôde deixar de rir mais uma vez. -- Eu nunca recusaria nenhuma torta. Olha, eu preciso do máximo de açucar possível para acompanhar a energia das crianças...
-- Assim? -- Marian rodou a arma na mão, conforme Robin tinha ensinado. Algo no próprio movimento ainda parecia muito mais instável do que parecia quando ele fazia. Ela soltou um suspiro irritado ao olhar para ele. Ali, na floresta escura e distante da segurança do palácio, ela sempre se sentia mais insegura nos próprios movimentos, embora tivesse certeza que tivesse conseguido fazê-los completamente essa manhã. -- Não... Acho que ainda não peguei. Ande, faça de novo, eu quero ver.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
-- Entenda, Alek, tudo que eu tinha era aquela limonada, entende? O dia todo tinha dado errado. E você sabe o que eles fizeram? -- Liesel perguntou, chegando ao fim da sua história enquanto esperava pelo seu café no Granny’s; provavelmente se atrasaria para o trabalho, mas enquanto pensava nos pestinhas, não conseguia se convencer a se apressar. -- Um deles entrou diante de mim, parou como se ele quisesse um abraço e jogou uma mãozada de areia dentro do meu copo... Eu nem sei onde ele poderia ter arranjado areia!
Era difícil por vezes calar a voz da sua avó na cabeça. Não era uma voz exatamente agradável de se ter ecoando.
Mas ela tinha aprendido que era mais fácil quando ela contrariava a tal da voz. Quando fazia tudo que a avó teria odiado. Foi assim que ela se viu em um clube, onde tinha ficado praticamente agarrada em uma privada praticamente o tempo todo depois da primeira hora, até que ela conseguiu cambalear para a porta de frente para ir embora.
Ela se viu do lado de fora, no frio da noite e soltou um longo suspiro. Cala a boca, ela pensou quando a risada da avó preenchia a própria cabeça. -- Ei... Para que lado fica a avenida Daggers, você sabe?
O que era realmente necessário para uma vida na floresta?
Nada, era o que Robin dizia. Mas certamente teriam que ser algumas coisas… Parecia um desperdício deixar para trás quando ela podia levá-las com ela. Mas cada coisa que colocava no alforje de viagem parecia pesado demais e fútil demais. Poderiam ser rastreados de volta para ela se ela tentasse vendê-los. Ela contentou-se com roupas - as mais simples, mais práticas. Incluiu até mesmo calças. Ah, como seus pais ficariam furiosos.
Marian ergueu seu colchão e retirou sua adaga. Robin a tinha dado para ela. Era uma beleza: prateada, equilibrada, discreta. Brilha como o seu sorriso. Uma promessa da vida que viveriam. Ela sorriu e guardou a arma na bainha, guardando-a em um dos bolsos do vestido. Só por via das dúvidas.
Ela pegou o alforge e respirou fundo. Deu um passo na direção do corredor e então outro. Amanhã… Lady Marian seria outra pessoa.
STORYBROOKE:
Um convento. Ela tinha que estar brincando. De todas as coisas mais estúpidas, das coisas mais incrivelmente terríveis que sua avó tinha tinha dito, essa tinha que estar em um dos primeiros lugares. E ela tinha dito muitas coisas péssimas.
Como se tudo que ela tivesse feito, todo o esforço, todo o voluntariado, todo o treinamento musical… Nada disso a convenceu de que ela seria boa se pudesse ter um pouco do mundo real. Um pouco de… Não sei, contato humano.
Liesel cuidadosamente começou a juntar seus pertences em uma mala. De vez em quando ela ouvia os passos tensos da avó passando pela porta, observando-a. Ela demonstrava total calma, perfeitamente composta. Ela terminou de arrumar a mala e a levou para o andar de baixo. E invés de esperar pela avó descer as escadas, ela saiu pela porta e não parou de andar.
A moça andou debaixo do sol de verão pelo centro da cidade, sua expressão ainda tão normal que ninguém suspeitaria o que estava acontecendo. Ela mesma não poderia dizer o que estava sentindo naquele momento. Não havia nada dentro de si. Só o próximo passo e o próximo.
Todos sabiam onde ficava a fronteira do município. Todos sabiam que não havia ônibus e os táxis não levavam para fora da cidade. Mas se ela continuasse andando, alguma hora ela encontraria outro lugar. Ela caminhou, além das lojas e dos apartamentos, das casas com quintal e das mansões nos limites da cidade. Ela finalmente parou em frente à placa que anunciava que ela estava deixando Storybrooke.
Liesel respirou fundo, fechando os olhos. Ela tentou se imaginar caminhando por dias, dormindo na beira da estrada, pegando uma carona. Ela tentou se ver conseguindo um emprego, tocando piano por gorjetas, ensinando crianças a tocar, distante e esquecida da avó.
E descobriu que não conseguia imaginar. Algo invisível e impossível de cortar a puxava de volta. A sensação de que por mais que tentasse não podia interromper sua vida ali, pelo menos não ainda. Aquela pessoa terrível na sua casa também tinha sido a pessoa a lhe dar música, a pessoa a lhe dar tudo. E havia uma possibilidade de liberdade, pelo menos por alguns anos.
Ela respirou fundo e apertou sua mão ao redor da alça da bolsa antes de dar um passo para trás e depois outro. Por fim, ela se virou e começou sua caminhada até o convento.
FLASHBACK:
Marian sentiu-se um pouco insultada quando nenhum dos guardas nem sequer suspeitou que fosse ela saindo da propriedade de seu pai, vestindo roupas de criada. Algo dentro dela pulsava com energia, com animação. Quando seus pés alcançaram a floresta, ela tinha vontade de correr, soltar o cabelo, gritar. Ela podia fazer essas coisas agora. Ela era uma mulher livre. Não tinha que fica se curvando a dramas de cortes, à papéis que ela nunca se encaixava, a nada que ela não quisesse.
Ela olhou para o céu, buscando a posição do sol como Little John tinha mostrado a ela. Ela virou-se no caminho certo, quando a luz acima desapareceu. Marian ergueu os olhos, a mão buscando a adaga. Acima dela, uma nuvem escura se espalhava pelo céu. Só precisava de um olhar para saber: aquilo não era tempestade nenhuma.
Marian começou a correr, tropeçando em galhos, em raízes, em pedras. De alguma maneira, ela se manteve em pé, os pés doendo dos tropeços. Algo ruim estava prestes acontecer e ali estava ela, sozinha. Ela correu e correu, mas sabia que ainda estava longe. A mulher começou a ver com o canto dos seus olhos o movimento de nuvens escuras, perto do chão, como uma terrível névoa se espalhando pelas árvores, que estalavam antes de desaparecer na escuridão.
Não, não, não. Ela sentiu quando a névoa se espalhou, primeiro nas suas costas, paralisando-a com o frio, e então por tudo. Ela olhou a floresta que planejava viver lentamente desaparecer e fechou os olhos, deixando uma lágrima escorrer. Robin, ela pensou. Seu maior arrependimento é de que não tiveram tido mais tempo.
STORYBROOKE:
Liesel dificilmente encontrava-se com tempo nas mãos. Sozinha na casa que costumava pertencer à avó, sozinha com os próprios pensamentos. Nada a fazer para o orfanato, nada a fazer para os seus voluntariados.
Era normalmente então que ela se sentava ao piano, erguendo a tampa. Seus dedos encontravam os lugares familiares, pressionando as teclas de marfim, tirando uma melodia. Seus instintos eram tocar as melodias conhecidas, sua vontade de compor enterrada junto com a criança que ela tinha sido, curiosa, animada. O sol bateu sobre as janelas grandes da casa, sobre ela.
Liesel se lembrou o dia que tinha chegado no convento, o quão perto tinha chego de ir embora, de viver outra vida. Ela sempre se perguntava se deveria ter ido embora quando a avó morreu, se tinha imaginado aquele puxão todos aqueles anos atrás. Mas então, ela o sentia novamente. Uma fisgada no peito, uma sensação. Ela abriu os olhos.
“você poderia ser uma agente secreta e ninguém iria desconfiar… ou iriam criar teorias da conspiração sem poder provar nada.” falou com um riso leve, nem considerando perguntar o motivo dela ser tão discreta. “entendi… aposto que os feios eram homenagens para parentes.” comentou com certo humor. “liesel é muito bonito… você é a menina que roubava livros. espero que saiba do que estou falando ou isso vai ficar estranho.” fez uma breve careta. “sério? nossa… que exigente. você prefere um dos dois ou tanto faz?”
-- E quem disse que eu já não sou? -- Liesel ergueu uma das sobrancelhas, mas não aguentou e riu da própria expressão. Ela seria uma péssima agente secreta. Não conseguiria se lembrar quanto tempo armou na bomba e se distrairia conversando com um inimigo antes que explodisse. -- Alguns. Outros tinham só pais maus mesmo. Tipo... Apple. Feio? Não. É de bom tom? Tambbém não. -- Liesel balançou a cabeça e riu. -- Ah, não, Liesel completamente. Quando as pessoas me chamam de Maria eu consigo ouvir a voz dela reclamando ainda.
“calma, é sério? ninguém cairia nessa comigo. mas talvez com você sim… não sei.” deu de ombros. “entendi… que bom mesmo. que não deu certo… porque não era o que você queria mesmo.” repetiu o que a loira disse, só que em outras palavras, acabando por dar de ombros. “a lista é tão extensa assim? ainda bem que meus pais tiveram o bom senso de me darem um bom nome. pelo menos uma coisa fizeram certo.”
-- Eu já fiz todo o trabalho de quase não ser vista. Se eu fosse vista o tempo todo, seria fácil assumir que existiriam duas de mim. -- Liesel riu em voz baixa. Era triste, de certa forma, que poucas pessoas a conhecessem o suficiente para que isso fosse crível. Mas era engraçado dentro da ironia da coisa toda. -- Ah, com certeza. -- Ela assentiu com a cabeça. -- Não muito. Tinha alguns só estranhos, alguns feios mas que eram de família então dava para perdoar... E tinha os que eram só... Peculiares. -- Liesel sorriu. -- Eu gosto do seu nome também. Eu não me importo muito com o meu. Minha avó se recusava a me chamar de Liesel. Era o nome que minha mãe tinha me dado. Ela só usava meu nome do meio, Maria, que era o que ela queria em primeiro lugar. Uma peça, a mulher.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
‘ com licença, desculpa te abordar assim… a educação que não possuía em uma base diária era toda posta ali, precisava se mostrar confiável de alguma forma e sabia que sua postura habitual passava um pouco longe disso. ‘ estamos buscando condições de vida igualitária para todos os cidadãos de storybrooke. para isso vamos construir algumas casas populares em terrenos cedidos e gostaríamos de contar com algumas doações. apontou para a mesa que contava apenas com um cartaz precário colado a ela - nunca poderia depender de seus dons artísticos - e um balde. ‘ também aceitamos doação de materiais e voluntários para mão de obra. ah… e pode assinar isso aqui? esticou uma prancheta com uma caneta pendurada a uma cordinha. ‘ vamos levar até a prefeitura solicitando doações de terrenos e a construção de casas de qualidade para quem vive em condições precárias.
ou comenta com um (🌻) para um starter aleatório fechado e/ou uma (🌼) para passar no seu chat combinar alguma coisa!
Liesel estava atrasada - como sempre - mas ela sempre parava para conversar com quem a parasse na rua. Já tinha feito muitas abordagens antes e sabia o quão frustrante poderia ser. -- Ah! É claro! Ah, que coisa... Eu não trouxe nada comigo. Saí atrasada, sabe como é. Mas o que vocês estão procurando? Comida, roupas? -- Ela assentiu com a cabeça animadamente. -- Ah, vocês aceitam voluntários para mão de obra? Eu adoraria participar, quando é? -- Ela bateu o dedo no queixo. -- Eu tenho o sopão no sábado a noite, mas fora isso... Ah, e a leitura no hospital na quarta a tarde. Mas fora isso eu estou livre. -- Liesel baixou o olhar para a petição e assentiu com a cabeça. -- Claro. -- Ela pegou a prancheta para assinar. -- Espero que isso funcione para vocês. Da última vez, quase enlouqueci a secretária do Pierre. Fico surpresa que eu fui convidada para o casamento dele, então acho que ele não me odeia. Mas ei, alguém precisava pedir uniformes novos de escola para o pessoal do orfanato. Enfim...
“ou você pode dizer que sua gêmea ficou noiva da minha gêmea.” sugeriu a ideia maluca, soltando uma risada depois. “lembrarei de você em todas as promoções, my dear.” falou dramaticamente, estendendo sua mão para segurar a dela, depois rindo novamente. “ah, é? não sabia que você tinha ido em um convento…” começou a dizer, sendo interrompida pela história do batismo, não conseguindo evitar sua risada mais alta. “mentira!! não é possível que alguém nomeou o filho assim.”
-- Essa é... Uma ótima ideia na verdade. -- Liesel riu alto, assentindo com a cabeça. Uma desculpa dessas seria muito útil. Uma gêmea para fazer as coisas estranhas que ela gostaria de fazer. Ela apertou a mão da outra antes de soltar. -- Ah, sim. Eu vivi tipo, uns cinco ou seis anos lá. Eu vivia querendo tomar os votos, mas não me deixaram. E ainda bem. Acho que eu só queria ficar livre da minha avó mesmo. -- Liesel assentiu com a cabeça. -- E esse não foi nem o pior nome. Mas foi o mais engraçado.
-- Eu não consigo parar de pensar no biquini que eu vi para vender online ontem... Eu sei que eu não tenho que racionalizar tudo que eu compro, mas qual foi a última vez que eu fui nadar? E de biquini ainda por cima? -- Liesel estava em um dos seus raros dias de folga - em que ela não tinha arranjado nenhum tipo de voluntariado e não estava perseguindo nenhum dos seus hobbies que sumiam em alguns dias. Ela tinha tido sorte de encontrar a amiga caminhando pela cidade. -- Eu nem sei se eu ia conseguir usar a coisa. Eu ia ficar ouvindo a voz da minha avó falando que eu parecia... Bem, não vou repetir as coisas feias que ela falava.
conteve uma risada, quase sem sucesso, com o complemento da loira. acenou com a cabeça enquanto a senhora partia, demorando um pouco para começar a rir, se soltando da amiga. “ela nem vai lembrar! você viu como ela estava falando?! está doidinha.” continuou a rir, sacudindo a cabeça para os lados. “mas… foi um prazer fingir ser sua noiva. deveríamos fazer isso mais vezes. aliás! quase morri de rir no final, caralho, muito difícil ser atriz.”
-- Eu espero. Seria super embaraçoso. Eu acho que nós vamos na mesma igreja... Vou ter que trocar, aparentemente. -- Liesel continuou a rir, suspirando antes de jogar o cabelo por cima do ombro. -- Sim, sim, igualmente. Se quiser entrar em algum lugar com promoção de casal, já tem quem chamar. Sim, não é?! Felizmente, eu já tenho experiência. Eu já tive que segurar muito o riso no convento. Quero dizer, uma vez eu estava acompanhando um batismo e o nome da criança era Cletus. Foi um dos meus trabalhos mais difíceis não rir naquele momento.
Wow! — A exclamação era de pura surpresa. A morena sempre se surpreendia com as histórias fabricadas pelas mentes dos pobres mocinhos, e sempre tentava descobrir a verdadeira identidade das pessoas, mesmo que nem sempre acertasse. — Você tinha uma madrasta e duas meia-irmãs malvadas? — Brincou, usando a referência mais antiga de todas, o sorriso em seu rosto era ladino mas gentil, e estava realmente interessada na história da menina. — Prazer, Liesel. Sou Tamsin. — Se apresentou, expondo a mão direita para ela. — Eu posso ser sua guia do casamento se quiser, assim você me conta mais sobre a sua história. O que acha?
Liesel apertou as sobrancelhas, achando a pergunta estranha e riu em voz baixa. -- Ah, não. Só uma avó rígida. -- Ela sorriu, apertando a mão da outra, já esquecida do pequeno momento de tensão. -- Ah, por mim seria maravilhoso. Embora não tinha muita história para contar. O que você gostaria de saber?
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
“ Oh, compreendo. ” não que Sean tivesse problema com o excesso de pessoas, se esse fosse o caso ele não podia ter um pub que enchia de estranhos todas as noites, mas ele não a julgaria. “ longe de mim julgar o que é confortável para você ou não. ” acrescentou rapidamente, pois era a pura verdade, não podia julgá-la. “ eu acho que ninguém se lembra do dia que Pierre foi eleito, sendo bem sincero. ” abriu um sorriso lançando um olhar para a mesa do casal. “ e ele está satisfeito em gastar nosso dinheiro, não acha? ”
Liesel deu de ombros com um sorriso tímido. Ela tinha esperado que essas coisas melhorassem com o passar dos anos, que ela se adaptasse à vida em sociedade. Mas ela temia que algumas coisas eram permanentes. Ela assentiu, mais uma vez tentando pensar se já tinha presenciado alguma eleição. -- Ah, definitivamente. E é por isso que eu planejo comer tudo que eu ver pela minha frente essa noite. E depois os salgadinhos do quarto. Aqueles bem caros. Talvez até o champagne.
johnson não estava esperando que a história fosse escalonar tão rápido; com acidente e doença terminal. esperava que a senhora bebesse muito e esquecesse no dia seguinte ou seria trágico quando a reencontrasse na rua, aleatoriamente. “pois é… quando a gente acha a escolhida, é isso, né?” deu um beijo rápido na bochecha da loira, rindo depois. ao escutar a questão de como se conheceram, assumiu a frente. “foi mágico! a gente tava numa livraria e fomos pegar o mesmo livro… e nossas mãos se tocaram. na hora que eu olhei para ela, soube que era uma pessoa especial. e o livro era de romance, acredita? foi tudo orquestrado pelo pai maior.” apontou para cima com a mão livre, precisando se segurar muito para não soar como deboche.
Liesel assentiu, tentando não rir com as próprias adições à história, sorrindo como se lembrasse do momento da livraria. Ela teve que realmente se segurar quando ela falou do pai maior, mas não se atreveu a mencionar o convento. -- Sim. Ele olha por todos nós. Até para fazer casais. -- Ela adicionou. A senhora as elogiou e saiu andando, prometendo preces pelas duas. Liesel se sentiu mal, mas teve que rir assim que ela se afastou. -- Tudo bem, não quero ser maldosa por enganar as pessoas, mas isso foi hilário.