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@kyiabashirr
perigósah

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chimoos-shangliu:
“É um prazer vê-la vossa alteza, apesar das circunstâncias não serem das melhores. Poderíamos conversar um pouco? Eu teria marcado um horário, mas ainda estou me familiarizando por aqui e fiquei sem saber como proceder”.
@kyiabashirr
“Só Kiya, Liu. Digamos que formalidade demais deixa as coisas tensas sem necessidade. E, não se preocupe, não estava ocupada. Podemos conversar, como quiser. Precisa de algo?”
sethassad:
Ele meneou brevemente a cabeça, incerto com o que deveria dizer. Quis corrigir, pois certamente era um o que vamos e não um o que vão fazer para conter a situação. Afinal, aquele era o único objetivo do Arqueduque ali, não tinha interesse nenhum na Seleção, talvez só tivesse interesse a mais em material bélico e ajudas que pudesse receber, mas era pouco provável e ele preferia manter o silêncio sobre isso. “Pode ter certeza, Sua Alteza, que estamos… Quer dizer, que estão trabalhando em uma solução rápida.” Se referia a ela daquela forma de maneira proposital, sua risadinha era prova disso. Sabia que a cabeça alheia devia estar cheia de problemas naquele momento e, sinceramente, a sua presença seria só mais um, mas que culpa tinha se era o que lhe era imposto devido a sua posição e ao pedido do rei. “Eles não teriam me mandado ou me deixado vir se tudo não estivesse bem, você sabe.” Encurtou o assunto, procurando em seus bolsos um daqueles lenços que cavalheiros deviam sempre levar para entregar a ela, pois assim poderia limpar suas mãos em outro lugar que não fosse o vestido, por mais que este já estivesse sujo o suficiente. A cena era, no mínimo, adorável, e isso lhe roubou uma risadinha. “Está tudo certo em casa, lhe garanto.” Tornou a reafirmar, com o sorriso ainda nos lábios, enquanto virava-se na direção dela. Era a primeira vez que podiam conversar direito desde a primeira vez que haviam trocado algumas palavras. “Eu estava ocupado resolvendo alguns assuntos em casa, não pude chegar mais cedo. Mil perdões.” Dessa vez, o tom era irônico. “Mas você pode me contar sobre o que eu perdi, hm?”
Ainda era difícil se colocar no lugar de uma diplomata, mesmo que já tivesse feito isso inúmeras vezes, contudo, a mando do pai e isso era muito mais fácil. Mas tomar conta do seu povo era um assunto mais delicado, era uma responsabilidade que a princesa não sabia se podia tomar para si, principalmente num momento crítico. Mas não era hora de pensar em repasse de coroa, seu pai ainda estava bem e além de tudo ainda tinham seus irmãos.ninguém de fato sabia o que poderia acontecer. “Eu vou acreditar em você. Só dessa vez, e porque não quero pensar em muita coisa enquanto estou aqui.” deu de ombros. Ela realmente não preferia não pensar em assuntos sérios enquanto estivesse longe da África, ou só fazê-lo em ocasiões certas. Aceitou o lencinho oferecido, o que não foi tão necessário já que seu vestido havia feito a maior parte do trabalho. “Eu imagino, uma pessoa tão ocupada quanto você deve ter muito o que fazer mesmo.” limitou-se a emitir um breve riso anasalado antes de levantar-se do banco outra vez. “Bom, perdeu um assassinato, um apagão, uma nevasca... as coisas não parecem tão boas também pro lado de cá.” um vinco em sua testa podia ser visto, afinal, os eventos emocionantes de Ocenli não ficavam para trás no quesito problemas. “Enfim, terminei com as plantas. Provavelmente vou pra cidade ver o que há de novo. Já conhece Islay?”
sethassad:
Apesar do pouco tempo de estadia, ele sabia o que precisava fazer e de quão sério é a situação em que se encontram. Não precisou de muito mais que uma conversa com um outro para saber que a princesa costumava ficar nos jardins, cuidando das plantas. Isso chegou a surpreender o Arqueduque, apesar de saber da natureza mais simples de Kiya. Ao chegar no local, Seth dava passos lentos e silenciosos, sem querer alertá-la. Não queria que ela soubesse que era proposital seu encontro, então andava olhando as plantas, com um livro na mão. Era um livro sobre estratégia militar que ele já tinha lido várias vezes, mas sempre recorria a ele quando se sentia perdido. Sentou em um banco próximo, distraindo-se com a leitura até ouvir a voz feminina lhe chamando. “Lendo.” Respondeu tranquilamente, sem nem erguer o olhar para fitar a figura conhecida; o sorrisinho continuava em seu rosto. “A Seleção, aconteceu. Achei que seria uma boa ideia visitar.” Continuou distraidamente, conforme lentamente fechava o livro em seu colo, mas sabia o motivo pelo qual ela estava tão preocupada, afinal ele também estava. “A situação está estável. Sem mais ataques, por enquanto. São só conversas nas ruas e alguns nobres se agitando, querendo saber o que vamos fazer para conter a situação.” Explicou rapidamente, não procurava se estender no assunto. “E a Sua Alteza Real, sujando suas mãos? Isso sim é algo que me preocupa.”
Kiya não era burra, podia ser desleixada e as vezes desligada, mas burra não era. A visita do arquiduque não parecia ser somente para a seleção, e em sua cabeça algo a mais poderia estar acontecendo em seu reino, mas achava melhor não se preocupar com aquilo antes de seu próprio pai entrar em contato. “Hum...” arqueou as sobrancelhas quase que numa expressão debochada, mas achou melhor não expressar tanto. “Estamos com a mesma dúvida então, o que vão fazer pra conter a situação.” suspirou pesadamente, cruzando os braços na frente do corpo. Definitivamente não tinha cabeça pra pensar naquilo, na verdade, estava fugindo de tudo que lhe fazia lembrar do atentado contra os irmãos, infelizmente o fato de estar longe ainda a deixava extremamente mal. “Coisas que aprendi quando estava entediada.” crispou os lábios em um meio sorriso extremamente sutil por terem trocado de assunto rápido, tentando mais uma vez limpar as mãos no vestido claro. Não sabendo o que era pior, o vestido sujo ou as mãos. “Veio mesmo só por conta da Seleção? Não é nada mais grave em casa?” a pergunta veio de forma cautelosa enquanto sentava-se ao lado do outro no banco. Kiya não queria mesmo que nada de mais grave estivesse acontecendo. “Na verdade está um pouco atrasado, mas tudo bem.”
Havia tido um pouco de paz nos últimos dias, e com o baile a princesa teve a chance de se divertir novamente. A verdade era que Kiya estava cansada de ficar só dentro do quarto, as coisas já haviam ocorrido com os irmãos e agora precisava dar um jeito de saber o que fazer, precisava de apoio político, da proteção de Ocenli e de uma certa luz do que fazer. Contudo, era difícil mudar anos de 'peraltices' em apenas alguns dias. Kiya realmente estava pensando em dar um tempo do palácio e visitar algum dos pubs da cidade como sempre fazia ao se entediar. Mas, por enquanto, continuaria onde estava: no jardim. Tinha um balde com ferramentas de jardinagem, ainda estava aprendendo, mas já havia conseguido fazer algumas das plantas brotarem e estava orgulhosa disso, era algo diferente e que não envolvia bebidas. Era um avanço. Os olhos que se mantinham ocupados nas plantas, por acaso, se desviaram e logo ali a figura masculina se fez presente. Sua testa se franziu de imediato enquanto se levantava e limpava as mãos sujas nas roupas. Conhecia muito bem o rosto do Arqueduque do Norte, já haviam discutido muito mais do que conversado em todos os lugares que se encontravam, e agora ele estava ali em Ocenli. Entretanto, diferente de todas as outras vezes, vê-lo ali a preocupou mais do que a irritou. "O que está fazendo aqui, Seth?" Perguntou quando estava perto o suficiente para que o rapaz ouvisse. "O que aconteceu dessa vez?"
@sethassad

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“You cannot just break into a palace like you own the place.”
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marioncastillo:
Podia não ter crescido em seu país natal, mas havia sido criada com mesmos costumes, seus pais nãos queriam que ela perdesse aquela essência isso incluia o gosto pela tequila, por tanto Marion já estava acostumada. No entanto ela já havia perdido as contas de quantas doses de tequila havia bebido naquela noite. Sentia-se solta e mais desinibida do que o normal e desmonstrava isso ao dançar de forma perfeita e coreografada ao rítmo da música. “Venga, vem dançar comigo. Disse puxando a pessoa que passava ao seu lado.”
Depois da disputa com Thomas, Kiya talvez já tivesse perdido o sentido a muito tempo, logo, a brincadeira com a língua e os convites feitos aos figurões das monarquias para uma dança refletiam bem seu estado de espírito. Estava melhor finalmente, ainda que bêbada, mas aquela tristeza toda já havia ido embora e a princesa esperava que não retornasse. Estava de olho na próxima vítima de alguma palhaçada sua quando ouviu a voz e sentiu o puxão de Marion em seu braço. “Eu não sei dançar essa música. Na verdade eu estou bêbada, Marion, eu nem sei como estou de pé ainda.” gargalhou, se tentando se mexer como ela.
yaboythommy:
“eu acho que..” ele respirou fundo, sentindo que sua cabeça começava a girar; ah como aquilo era divertido. de fato, Thomas nunca se cansaria de brincadeiras idiotas como àquela. e nunca se cansaria de beber até perder o rumo de casa, era o que ele pretendia naquela festa, mas com o rumo de seu próprio quarto. “eu acho que foi um empate.” ele olhou para o relógio, constatando a veracidade da afirmação. “sendo assim, princesa, acho que agora temos de direito de lançar um desafio para o outro. ladies first, eu sou um bom cavalheiro. essa é uma das minhas muitas qualidades.”
Um empate? Havia bebido tanto pra empatar e ter que cumprir outro desafio? Bem, era melhor do que ficar sem fazer nada além de tentar conversar se fingindo de sóbria naquele lugar. Kiya não queria ficar sóbria mesmo. Esperou que Thomas desse a ideia para o desempate e pediu um copo de água a um dos garçons, agradecendo por ser meio grande quando o mesmo chegou. Tomou a água como um beduíno perdido no deserto tomaria, colocando o copo pela metade sobre a mesa. “Cavalheirismo é realmente algo muito impressionante.” usou um tom jocoso, dando um sorriso brincalhão em seguida. “Certo, vamos ver o que vamos fazer. Olha, eu sou péssima com desafios, então se prepara, porque são coisas idiotas. Eu te desafio a fazer a dança do ventre na frente de alguém. Pode ser conhecido pra você não morrer de vergonha. Se fizer, eu tomo mais shots, se não fizer, você toma.”
ansahari:
A conversa entediante não enchia os ouvidos de Hari pois o príncipe tinha a mente ocupada com as exigências do pai. Recebera uma carta e nela lista a todas as alianças que o príncipe deveria conseguir antes de voltar para as índias. Iria, então, usar o baile atual para fechar a maioria daqueles, ou assim esperava. Por isso, aguentava o assunto chato que os nobres falavam ali. Isto é, até que Kiya aparecesse com aquela arte, arrancando de si um riso. Só dele mesmo. As pessoas idiotas do círculo encararam a princesa com estranheza. O indiano não hesitou então em romper com aquela rodinha, indo para o lado da jovem. ’ —— Ótimo, Alteza. Agora estou pensando no que essa língua pode ser capaz.’ brincou. ’ —— Que tal um pouco de água para… fazer o sentido voltar um pouco, Hm?’ sugeriu. O tom de voz, porém, já alertava um pouco que não desejava realmente dar água para a outra. O próprio Hari queria beber, afinal.
Os rostos com expressões estranhas, mesmo por baixo das máscaras, acabou deixando a princesa levemente sem graça pelo que havia feito. Normalmente ela não se sentiria assim, mas nem sempre a bebida tinha o efeito esperado algumas vezes. Pelo menos Hari tinha dado risada, o que a confortou um pouco, o acompanhando no riso. “É capaz de muita coisa.” brincou, franzindo o nariz conforme ambos saiam de perto dos outros na roda de conversas chatas. “Acho que realmente to precisando. Queimei a largada... como normalmente acontece, então tá tudo bem.” deu de ombros, o olhando. “Não atrapalhei você, né? Eu sei que os bailes servem pra fechar negócios, espero que não tenha te atrapalhado.”

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matakite:
› UMA DAS DESVANTAGENS DE comparecer a eventos daquele porte como um selecionado era o de ter de aguentar conversas de nobres e políticos que já estavam interessados em demonstrar poder e conseguir alianças políticas com (uma chance em oito) do próximo governante de ocenli. cada vez que um deles se aproximava, com sorrisos e ofertas de bebidas caras, spencer agradecia aos pais por todo o “treinamento” durante grande parte de sua vida, levando-o a grandes eventos e mostrando como era barganhar com peixes grandes. isso não deixava a tarefa ser menos entediante, porém, principalmente quando spencer não poderia estar menos entretido e confiante com as políticas que o duque lhe oferecia, principalmente por agora saber que ele havia sido atrevido demais com uma de suas amigas. foi então que uma figura conhecida surgiu ao seu lado, com um assunto tão aleatório que fez com que o loiro risse, e o conde simplesmente pedisse licença e fosse importunar outras pessoas.
❛ Obrigada, te devo uma. ❜ ›› sorriu, passando uma das mãos pelos ombros da princesa e a puxando para perto para sussurrá-la. deixou um beijo carinhoso na testa da melhor amiga antes de soltá-la, rindo.
❛ Isso é uma ótima forma de flertar. Já conseguiu ficar com alguém assim? Podia me ensinar para eu impressionar a princesa. ❜
Notou a cara feia que o homem ao lado de Spencer fez após sua demonstração de habilidade especial lingual e acabou rindo após ele virar as costas. “Já sabemos que talvez a esposa dele não seja tão satisfeita com o marido.” brincou, em meio a uma careta, passando o braço pelo tronco do outro, o abraçando de lado após ter recebido o beijo dele. “Você acha? Eu nunca tentei, na verdade.” revelou, levando a taça que segurava aos lábios, tomando mais um gole da champanhe. “Você vai impressionar a princesa com a língua, Spencer?” a princesa acabou dando uma gargalhada não tão baixa, levando a mão livre a boca para segurar o riso. “Ai, me desculpa, eu acho que vou dar uma pausa na bebida.” respirou fundo, colocando a taça sobre a bandeja de um garçom que passou por perto. “Mas, é sério, se quiser aprender você vai precisar de muita técnica, ou só tentar fazer ondinhas com a língua... mas eu não sei como ensinar porque eu acho que faço isso desde que nasci... sinto muito.” riu baixo, voltando a abraçar o outro. “Como está indo o baile? Bom, ruim ou mediano?”
octzvia:
a mão que segurava a máscara já estava cansada de seu trabalho. octavia não havia sido feita para eventos como aquele, mas havia adorado a sua produção para tal celebração. tudo tinha seu lado bom e lado ruim, e esse era um exemplo claro. o comentário da voz feminina fez com que a princesa soltasse um leve riso. ❛ preciso de muita para suportar certas coisas. ❜ confessou. e era verdade, estava com tanta coisa em sua mente desde o apagão que precisava espairecer. e com uma máscara, podia espairecer sem todos apontarem um dedo e criticá-la, mesmo que octavia fosse facilmente reconhecida. ❛ muito bem, alteza, e você? ❜ lançou-lhe a pergunta, dando um passo em sua direção enquanto esperava o garçom preparar seu drinque. ❛ o que vai beber? ❜
“Bom, nesse caso, boa vodca. E, seja o que for, boa sorte também.” ergueu os ombros, virando-se de frente para o balcão. Kiya não sabia muito sobre a outra, na verdade, sabia pouco sobre vários monarcas do globo, estava aos poucos começando a entrar no mundo da diplomacia e acordos comerciais entre os reinos, logo, era normal certo estranhamento a respeito dos demais. “Não tão bem quanto gostaria, mas hoje estou bem. Digamos que vou dar uma pausa na fossa pra aproveitar a festa.” explicou. “Eu pedi um drinque com frutas, não sei o que vai vir, eu só não quero começar indo de cabeça logo no início. Se eu der meus shows já no começo da festa talvez meu pai me deserde de vez.”
kyiabashirr·:
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“Está mesmo propondo isso pra mim, Thomas?” um sorriso quase que perverso surgiu no rosto da princesa. Kiya não era famosa por seu fígado resistente atoa. Estralou o pescoço e os dedos das mãos enquanto se preparava. Ela tinha até a impressão de que somente aqueles copos não iriam dar conta. A aposta era uma piada. Posicionou ambas as mãos sobre o tampo da mesa e inclinou-se levemente para conseguir uma posição melhor na hora de virar os objetos. “Vamos lá. Pode dar a largada.”
ele imitou a posição da princesa e arqueou uma sobrancelha; mesmo que a totalidade da expressão não pudesse ser vista, a presunção no rosto exposto era evidente. “você conhece meu histórico, princesa. creio que me deva mais um pouco de respeito pelos meus títulos de ‘difícil embriaguez’ conseguidos com muito esforço e treinamento” Thomas riu, esperou que o maior ponteiro começasse outra contagem e e gritou um ‘já!’. começou a virar copo atrás de copo– uau, como aquilo queimava. Kiya não estava nem um pouco atrás de si. talvez, finalmente tivesse conhecido alguém que o superasse em seu próprio jogo.
Assim que ouviu a largada, Kiya pegou o primeiro copo e o virou sem pestanejar, apenas tentou decifrar o que era, assim podia ter uma ideia do quanto deveria beber antes de cair dura no chão. Aquele ardor característico não lhe era estranho, tequila prata, não era tão saborosa quanto a ouro, mas era tão perigosa quanto. Virava os copinhos um atrás do outro como se estivesse bebendo água, por vezes precisava parar pra tomar fôlego e conferir quantos ainda tinha. Já haviam se passado quantos? Oito? Dez? Ou estava tão perdida que talvez não fora tantos, só percebia que Thomas também não era amador naquela brincadeira. Terminou o último copinho que estava disposto para si, batendo-o forte contra a mesa, segurando a respiração para controlar a náusea. "Quem ganhou?" Perguntou meio grogue, mas de toda forma, risonha pela brincadeira nada saudável. "Meu deus eu vou desmaiar." voltou os olhos para o rapaz enquanto ria sobre os copos vazios.
Já sentia a bebida fazendo um leve efeito em sua cabeça, Kiya realmente não conseguia se controlar muito em bailes e, bem, ela nem queria de fato. Depois da tristeza imensa que vinha sentindo, queria dar um jeito de aproveitar o último dia do ano da melhor forma possível. Acabou se enturmando com alguns convidados enquanto falavam de coisas sérias, ou de viagens e papos diplomáticos, a princesa estava tão aérea que cortou o assunto para que pudesse fazer uma revelação muito séria. “Gente, olha só. Eu sei fazer a dança do ventre com a minha língua.”
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yaboythommy:
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“sim. isso é um desafio” Thomas sorriu para os vários pequenos copos de uma fortíssima bebida enfileirados em sua frente. inicialmente, iria tomar todos sozinho, mas a companhia era bem vinda, certamente mais tarde na vida o seu fígado agradeceria. resolveu, então, que tentaria deixar as coisas mais interessantes se fosse assim. por que não? afinal, era uma festa. “todas as cartas estão na mesa para quem conseguir virar mais em..” olhou para o relógio recém ganhado da princesa, em seu pulso esquerdo “dois minutos?” arqueou uma sobrancelha, aguardando a confirmação com o tão característico sorriso presunçoso, mesmo com o rosto mascarado.
“Está mesmo propondo isso pra mim, Thomas?” um sorriso quase que perverso surgiu no rosto da princesa. Kiya não era famosa por seu fígado resistente atoa. Estralou o pescoço e os dedos das mãos enquanto se preparava. Ela tinha até a impressão de que somente aqueles copos não iriam dar conta. A aposta era uma piada. Posicionou ambas as mãos sobre o tampo da mesa e inclinou-se levemente para conseguir uma posição melhor na hora de virar os objetos. “Vamos lá. Pode dar a largada.”

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octzvia:
octavia havia adorado sua escolha de vestido. quando suas criadas mostraram o desenho, ela pediu que inserissem o detalhe dourado na cintura, combinando com o acessório do cabelo. na mesa de bar, esperou o bartender lhe atender para dizer o que queria. ❛ um drink de menta com vodca, por favor. ❜ a princesa thariana ajeitou a máscara, que era segurada por um cabo preto, e sorriu, mesmo que tivesse dito aquelas palavras como uma ordem.
Tinha a máscara amarrada no rosto depois de muito pedir, não queria ter que ficar com a mão ocupada o tempo todo segurando um acessório ridículo no rosto. Bom, Kiya não era muito fã de máscaras. Finalmente o ponto preto em meio ao convidados conseguiu chegar até o bar e, assim, pediu um drink com frutas. Qualquer um. Tinha prometido a si mesma que iria dar um tempo na bebida, mas estava em um baile, iria se permitir. “Vodca? Já?Corajosa.” Kiya sorriu, na direção da outra. “Como val, Alteza?”
Princess Kiya Rashid Bashir → Masquerade Ball
Diferente do que pedia o dress code, Kiya se vestiu de preto. A virada do ano é uma época de grande importância com grandes significados, e, curiosamente, a região onde nasceu e cresceu é acostumada a ter a cor preta como símbolo de bom agouro. Preto é a cor do solo fértil, o solo que produz e traz boas condições de vida para todos através das plantações. Kiya entende que não está em casa, e justamente por isso não queria se distanciar mais ainda do lar, então não é uma afronta, é questão cultural a sua escolha.