▶ 𝑪𝑨𝑺𝑻𝑰𝑬𝑳 𝑾𝑰𝑵𝑫𝑺𝑶𝑹 𝒂𝒔 𝑪𝑹𝑶𝑵𝑶𝑺 ━ 𝒕𝒉𝒆 𝒈𝒐𝒅 𝒐𝒇 𝒕𝒊𝒎𝒆
olha lá o CHARLES HENRY JAMES “CASTIEL” WINDSOR nos corredores da truffaut! ele é um HOMEM CIS de DEZENOVE anos que é originalmente de LONDRES/INGLATERRA. é PAGANTE e se ele parece ser CARISMÁTICO, PROTETOR, PRETENSIOSO e RANCOROSO, é porque ele é de CAPRICÓRNIO. seu codinome é CRONOS e é do time dos TITÃS. por aí dizem que se parece com SHAWN MENDES.
𝑰'𝒎 𝒍𝒊𝒗𝒊𝒏𝒈 𝒑𝒓𝒐𝒐𝒇 𝒕𝒉𝒂𝒕 𝒕𝒉𝒆 𝒘𝒐𝒓𝒔𝒕 𝒄𝒂𝒏 𝒃𝒆 𝒃𝒆𝒂𝒕 𝑰𝒇 𝒚𝒂 𝒑𝒖𝒍𝒍 𝒚𝒐𝒖𝒓𝒔𝒆𝒍𝒇 𝒕𝒐𝒈𝒆𝒕𝒉𝒆𝒓, 𝒚𝒐𝒖 𝒄𝒂𝒏 𝒈𝒆𝒕 𝒐𝒏 𝒚𝒐𝒖𝒓 𝒇𝒆𝒆𝒕 ...
𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐂𝐀𝐒𝐓𝐈𝐄𝐋 ♦ 𝐓𝐈𝐌𝐄𝐋𝐈𝐍𝐄 ♦ 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ♦ 𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐀 𝐅𝐀𝐌𝐈́𝐋𝐈𝐀 𝐑𝐄𝐀𝐋 ♦ 𝐂𝐀𝐒𝐀
seu nascimento em 2002 foi motivo de comemoração nacional, e sua primeira aparição pública, logo após seu nascimento, foi transmitida mundialmente. charles henry james windsor viera ao mundo sob a luz dos holofotes, e fizera questão de fazer a luz refletir em seu sorriso perfeito sempre que possível. neto da rainha elizabeth ii do reino unido, filho do amado príncipe arthur, era assim que charles henry era anunciado, carregando consigo não somente o sobrenome de peso, mas também a graciosidade de conquistar sem esforços o carinho dos britânicos, e do restante do mundo. atualmente sendo o sétimo na linha de sucessão ao trono, não é como se precisasse se preocupar com a parte mais diplomática e burocrática da realeza, tendo mais liberdade para desfrutar apenas do lado bom. e desde pequeno, o que charles mais fez foi aproveitar: criança levada e mimada, com os pais geralmente ocupados demais para darem-lhe atenção o suficiente para pegá-lo no flagra e puni-lo, foi por um bom tempo o pesadelo dos funcionários que trabalhavam em sua casa. aos olhos do público, entretanto, as gracinhas de “castiel” - como fora carinhosamente apelidado - sempre foram tratadas como “carisma”, que quebrava um pouco o ar de seriedade da realeza.
estudou em um dos melhores colégios da inglaterra, e apesar das médias altas, não era o que os professores poderiam considerar um bom aluno. ja não bastasse a popularidade nata pelo nome, castiel também conquistou fama com seu carisma e suas brincadeiras, sempre tendo as ideias mirabolantes para enlouquecer o corpo docente. afinal, ele bem sabia que não se meteria em grandes encrencas, já que ninguém queria falar mal ou desrespeitar um membro da realeza. a impunidade não tardou a lhe subir a cabeça, e também não demorou para que os outros lhe colocassem uma coroa invisível na cabeça. era o rei da escola, tinha tudo o que queria, quando queria... e seria pecado não aproveitar! castiel aproveitou tanto que nem se deu conta de quando as coisas passaram dos limites... até que certa manhã, após uma festa, foi informado que aquele que considerava seu melhor amigo e braço direito havia colocado nele a culpa por algo acontecido na noite anterior de bebedeira. afinal, ele sempre saía impune, não? aquela foi a desculpa dada pelo então “amigo” que traiu sua confiança no que nada mais foi do que um golpe dado por ele e sua ex-namorada, para que tirassem-no dali. era irritante, afinal, como ele simplesmente nunca era punido! e com a fama que lhe precedia, não adiantou ele jurar de pés juntos que não havia sido sua culpa... não era mais bem vindo naquela escola. a única informação que chegou à mídia, entretanto, era a de que o neto da rainha estava de mudança para a frança, onde faria o ensino médio, como parte de mais uma de suas aventuras pelo mundo. felizmente, nada sobre como a garota alegava ter sido drogada, ou como o amigo dizia tê-lo visto a assediando e tentando fazer coisas para as quais ela não estava em capacidade de dar consentimento. ele bem estava bêbado, mas não o suficiente para que a lembrança não passasse de um borrão, porém de nada lhe ajudou esse fato quando agregado ao de que eram dois contra um.
sua família juntou o útil ao agradável, então, ao que não era nada suspeito tendo em vista seu histórico e o apreço por realizar “imersões culturais”, e que em outro país, talvez ele se comportasse mais, ou ao menos tivessem olhos menos atentos a cada passo seu. notre-dame foi o destino escolhido, sendo uma instituição de ensino renomada, e onde castiel ergueria seu novo império. a língua, felizmente, não seria problema: havia aprendido o francês, espanhol, italiano, alemão e mandarim tão bem quanto a língua materna. e por mais que os franceses não fossem nem perto de tão calorosos quanto os britânicos em recepção à monarquia, castiel era novidade, e não demorou a tornar os burburinhos animados a seu respeito em amizades. com o sorriso contagiante e o jeito extrovertido, era a forma corpórea da frase clichê: “as garotas queriam estar com ele, e os garotos queriam ser ele”. castiel abriu seu espaço e não tardou a sentar a bunda no macio trono de rei da escola... aquele que sempre acreditara ser naturalmente seu lugar. o passado havia sido abafado, tinha a consciência limpa, a liberdade de explorar um novo lugar sem estar sob o olhar de responsáveis, notas ótimas, destaque em seus extracurriculares, a namorada perfeita, o grupo de amigos leais que o acompanhavam feito irmãos (e cães de guarda, ocasionalmente), o apartamento e o carro de luxo... em resumo, tinha a vida que qualquer um sonharia ter.
tinha tudo, até que viu o chão ceder com a notícia de que o instituto notre-dame toulouse fecharia as portas, e seus alunos seriam despachados diretamente para o inferno - ou, em outras palavras, para o colégio rival -, para a academia internacional francesa truffaut. acovardado pela possibilidade de novamente perder tudo o que construíra, e mais uma vez sem que fosse sua culpa, ele bem que tentou fazer com que o pai os salvasse da desgraça - e mais uma vez o fizesse o herói da notre-dame -, porém não parecia ser financeiro o problema a fechar a escola. ele bem que pensou em correr de volta para a amada pátria e tentar novamente a vida por lá, mas... era nobre não só no sentido de ser parte da realeza, agora que havia encontrado amigos pelos quais valia a pena lutar, ele sabia que não podia abandoná-los, não quando ele era para quem eles olhavam em busca de inspiração. havia perdido a coroa, era um fato inegável, e deixado bastante explícito pelos estudantes que dessa vez sopravam burburinhos com olhares enigmáticos ao vê-lo passar. entretanto, um reinado sempre fora muito mais do que uma mera coroa.
sem contar, também, que com o fim do ensino médio à vista, deveria olhar mais adiante para seu futuro. o pensamento sobre este, entretanto, que sempre fora tão certeiro sobre se passar na inglaterra, agora flexionava-se à dúvida com uma proposta tentadora da universidade d’harcourt... que, ainda por cima, veio com o bônus do convite de uma nova disputa contra aquele que mais odeia. agora, ficava a pergunta ecoando em sua mente: o que lhe é realmente importante?
𝐇𝐄𝐀𝐃𝐂𝐀𝐍𝐍𝐎𝐍𝐒
é de praxe que os homens da realeza britânica passem ao menos um pequeno tempo da vida servindo ao exército da pátria, mas isso não agrada nem um pouco castiel, que faz questão de adiar essa parte inevitável de seu futuro o máximo possível. afinal, é difícil para qualquer um imaginar o príncipe dos sapatos de solado vermelho e roupas engomadas no cenário de floresta, recebendo ordens e tendo que colocar de lado toda a sua vaidade e frescura. por enquanto, tendo a mesma visão dos pais de que sua educação acadêmica deve vir em primeiro lugar, tem um acordo com eles de que só servirá ao exército após receber seu diploma da faculdade. assim, reside em sua futura vida acadêmica sua esperança de adiar mais um pouquinho seu pesadelo... além disso ajudá-lo a manter-se relativamente “na linha”, afinal, parte do acordo também é que qualquer grave pisada em falso resultará no envio imediato de castiel para a área militar.
TW: DROGAS ILÍCITAS ━ quando o álcool não mais foi capaz de sedá-lo para a dor do término do namoro, castiel foi atrás de coisas mais fortes... no desespero da sede de sentir-se bem novamente, quiçá mesmo que apenas uma gota de felicidade que mal pudesse se passar por verdadeira, sucumbiu à sua própria idiotice e sua irresponsabilidade ao procurar auxílio em drogas um pouco mais fortes... experimentou um pouco do famoso pó branco e até mesmo testou os efeitos da heroína, mas passou a ver que as partes boas eram mínimas quando comparadas à desgraça que se seguia: além de todos os pensamentos ruins voltarem com dez vezes mais força, demorava um bom tempo para recuperar-se da “ressaca” que o atingia como um caminhão passando por cima. ainda por cima, ele sentia-se horrivelmente culpado, com medo da informação chegar aos ouvidos de seus pais... entretanto, ainda faz uso bastante esporádico - apenas nos piores momentos! - de cocaína. infelizmente foi pego no flagra durante uma de suas “compras”, porém felizmente quem viu jurou manter segredo.
𝐈𝐍𝐅𝐎
atividades: comitê de festas e eventos, esgrima, clube de luta.
hábitos: passa bastante tempo se exercitando na academia; fuma ocasionalmente.
moradia: vive na própria casa.
aniversário: 13 de janeiro
@gg-pontos










