melinawhitmore:
Não sei bem se é auto-preservação, mas começo a achar que os dias que antecedem o Halloween são a pior parte do ano.
Existem dias piores aqui? Estou surpreso, Melina. Conte mais sobre isso.

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@kingsleysamwell
melinawhitmore:
Não sei bem se é auto-preservação, mas começo a achar que os dias que antecedem o Halloween são a pior parte do ano.
Existem dias piores aqui? Estou surpreso, Melina. Conte mais sobre isso.

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iwillcontrolyou:
Eu estava apenas brincando…
Mas isso não importa, por que você disse mesmo isso? É alguma forma fofa ou estranha de me chamar pra ver um filme com você?
Não sei quando está brincando de ser idiota ou quando está sendo de fato.
É uma constatação, só isso. Não é forma nenhuma te de convidar para ver filme algum, aliás, por que diabos na terra eu faria isso? Não somos amigos.
“Does everything go away? Yeah, everything goes away. But I’m going to be here ‘til forever So just call when you’re around.”
Always Gold - Radical Face
fuckingscream-rp:
Desculpe-me, falou alguma coisa? Eu parei de prestar atenção quando você abriu a boca.
Uma dúvida: Você por acaso vomita na própria boca quando fala uma merda dessas?
iwillcontrolyou:
Você já ouviu falar em High School Musical? É um ótimo filme.
Você realmente tem problemas, não é?

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jess-hartley:
E isso foi meio que um elogio, né? Então, obrigada.
A meta diária é duas vezes, só foi uma até agora. Melhor do que eu você com certeza é, então não é tão ruim mesmo. Não sei, minha memória não é boa pra essas coisas, eu geralmente só lembro de coisas que chamam minha atenção, então ou eu nunca vi nada sobre o filme ou não achei ele legal. E talvez, seja melhor ver do que você me explicar.
É, pode-se dizer que sim.
Oh, não. Uma vez e está de bom tamanho, Jessica. Quer dizer que uma obra prima destas não chamaria sua atenção? Aposto que é a falta de cores vibrantes, personagens animados e dubladores infantis. Uma péssima combinação, se quer mesmo saber. Você aceitaria uma maratona da trilogia?
jess-hartley:
Mas eu leio sempre, não que eu entenda sempre o que eu leio, mas eu tento.
Hoje não, mas agora sim. Ou você é péssimo em datas de aniversário, o que eu realmente entendo. É tão ruim assim nunca ter visto? O primeiro filme que está fazendo trinta anos ou o último? Ok, não é velha. É um clássico. Mas sobre o que é mesmo?
Bom, que você andou melhorando é um fato.
There, cumpri a meta diária. Talvez seja um pouco de cada, mas eu não diria que sou tão ruim em datas, assim. O primeiro, Jessica. Você realmente nunca ouviu falar de nada em relação ao filme?! Estou quase considerando arranjar um jeito de te fazer assistir todos ao invés de explicar.
jess-hartley:
O que você quer dizer com “é um acontecimento e tanto”?
Sim. Não sei…Eu só nunca vi. Ok, então não vou falar que meu filme favorito é de…Não sei de que ano ele é, mas é desse século…Pera, eu falei que não ia falar. Ignora o que eu falei. Dezenove anos. Eu acho que já ouvi falar, mas nunca vi. Mas wow trinta anos? Esse filme é muito velho.
Que é quase uma revolução, Jessica. Deveria começar a ler dicionários.
Você é um desastre, Hartley, já te falei isso? E eu aparentemente sou péssimo em contas, o que só piora em mais um ano o fato de você jamais ter visto algum filme da trilogia. Sim, trilogia, são três filmes, não trinta anos de um só. E não chame-a de velha, Jessica! É um clássico.
jess-hartley:
Desculpa, eu juro que foi sem querer. Não queria ser mal educada, só que você sabe que não consigo prestar atenção em duas coisas ao mesmo tempo e eu estava lendo, esqueci até de comer meu doce.
Back to the future? Acho que nunca vi, ou se vi não lembro. Mas porque você está falando sobre isso?
Não ligo para o seu doce, Jessica. Mas deixarei essa passar somente porque estava lendo, o que é um acontecimento e tanto.
Está falando sério? Jessica Hartley, em que mundo você vive que nunca assistiu nenhum dos filmes da trilogia? Por Anubis, garota. Não me diga que seu filme favorito é alguma coisa desse século, porque eu ficaria bastante ofendido. E estou falando porque a trilogia completou trinta anos, então fico de fato surpreso que você tenha vivido dezoito anos, desses trinta, sem ouvir falar dela.
jess-hartley:
Aham? O que? Do que você está falando? Desculpa, eu estava prestando atenção em outra coisa.
Estava falando sobre como é mal educado esse costume das pessoas não prestarem atenção no que você fala e ainda te pedirem para repetir, sabe?
Back to the future, Jessica. A trilogia dos anos 80. Melhor filme inventado.

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Trinta anos depois e o cinema ainda não conseguiu produzir algo melhor do que Back To The Future.
Samwell Kingsley's moodboard (2/-)
featuring Jessica Hartley
i don't mind sentimental girls at times · @wolflower
Jessica raramente faltava aulas, ela podia contar nos dedos as poucas vezes que faltou e todas tinha um motivo maior pela falta. Ou era porque ela havia ficado até tarde tentando entender uma matéria e acabava perdendo a hora, ou porque por dormir muito tarde amanhecia com dor de cabeça. Mas naquele dia, o motivo era outro. A morena havia decidido passar o dia no quarto para treinar uma nova habilidade de seu poder, algo que ela ainda não tinha tentado e que não fazia ideia de como ou se ia conseguir fazer. Havia avisado Eileen quando a garota passou no horário habitual em que as duas saíam para tomar café e depois para a aula, que faltaria a aula aquele dia para treinar no quarto. Não queria que ninguém visse ela sendo um desastre mais uma vez. A verdade era que Jess não se incomodava mais de todo mundo ver ela cair, só ficava incomodada quando as pessoas riam dela. Mas quando o assunto era ela ser um desastre com seu poder, as coisas ficavam mais complicadas pra ela. As pessoas zombarem dela por ser o desastre em pessoa era uma coisa, agora por não saber usar o poder não era algo que ela se orgulhava.
Tinha tirado o dia para cuidar de uma flor que usaria pra treinar outras habilidades que seu poder lhe permitia, mas que ela ainda não havia tentando. Era mágico o que ela podia fazer com apenas um toque na pequena muda que estava em sua mão, em pouco tempo a muda já se transformava em caule maior e o caule fazia ramificações onde as folhas iam se formando, até que uma pequena flor vermelha aparecesse na ponta e logo depois já estivesse do tamanho normal. Jess sorriu com o resultado que pelos seus conhecimentos sobre o mundo humano demoraria certa de um mês e ela fez em um minuto. Assim que terminou, colocou a planta em um vaso, ajeitando-a para que as raízes ficassem confortáveis no pequeno espaço.
A morena estava completamente distraída dividindo sua atenção entre a flor a sua frente e o livro onde ela li tudo que precisava saber sobre a planta e sobre o que poderia fazer com ela, até que duas batidas na porta fez com que ela fechasse o livro sem querer e o derrubasse em seu pé – Ai, merda. – Disse baixinho fazendo uma careta de dor, enquanto se abaixava para pegar o livro. Ouviu a voz do outro lado da porta e sorriu ao reconhece-la. Se levantou da cadeira e caminhou até a porta, abrindo-a ainda com o sorriso no rosto. – Oi Sam! – Só então desfez o sorriso. Não tinha notado até agora que aquilo era estranho, Samwell raramente aparecia batendo no seu quarto e provavelmente aquele momento não era algo bom. – O que você faz por aqui? – Perguntou voltando a sorrir.
Se Samwell já achava que havia algo de errado com Jessica, teve uma certeza ainda maior quando, com tão aguçada audição, ouvira o som de algo caindo e o murmúrio de lamentação da amiga. Era de se esperar que Jessica estivesse aprontando qualquer coisa sozinha, já que a morena possuía o dom da destruição em massa mesmo sendo uma garota tão pequena (pelo menos em comparação à Sam), portanto, não pudera evitar franzir os lábios para esconder a faceta preocupada quando ela abriu a porta.
A primeira coisa que Samwell notara, com alívio, fora que o quarto adentro não estava em chamas. Pelo menos uma preocupação descartada. O rápido correr dos olhos pelo que a porta semiaberta mostrara logo acabou e as íris negras do inglês fitaram o rosto radiante da amiga, observando calma e silenciosamente como o sorriso dela parecera sumir por um instante, mas logo voltara com toda a usual força. É claro que jamais diria aquilo, mas ver tal cena causava um solavanco bem vindo em seu estômago.
A expressão fechada e minuciosa do tranformista se manteve mesmo quando Hartley questionou seu paradeiro ali, ao que Sam hesitou por um segundo, deixando que os olhos agora fizessem uma breve varredura na floracinética de cima à baixo, procurando arranhões que não fossem os da semana passada. Não tendo visto nada tão aterrorizante ou de grande porte, voltou a fitá-la nos olhos e suspirou uma curta e única vez. – Por que passou o dia em seu quarto? – A pergunta fora uma só, acompanhando o semicerrar das pálpebras de Samwell perante Jessica. Agora, mesmo que não quisesse, o tom questionador exibia a linha de preocupação que o trouxera ali, mas que não diria em voz alta.
Não quando mesmo Jessica, desligada como era, poderia perceber a falta que fizera na rotina matinal de Kingsley a ponto de fazê-lo procurá-la ali.
And it just keeps getting closer. || Samwell/Melina
Nunca pensara que um dia, suas ações poderiam se resumir em combinações químicas que só faziam alterar o funcionamento já problemático de sua capacidade crítica; mas a atipicidade do momento fazia com que Melina reconsiderasse o modo como agia. Não que isso não fosse uma das coisas mais comuns em sua vida (o cuidado com a impulsividadeexcessiva, a honestidade quase infantil de suas palavras e um monte de outras coisas) mas ainda assim,estar naquela parte do Instituto depois de sair clandestinamente em tempos tão tempestuosos era algo que de fato, sópoderia ser culpa da dosagem absurda de adrenalina e do frio excessivo quesentia. No entanto, ainda havia aquela chance ínfima de que no mais tardar ela pudesse começar a considerar que todo aquele conjunto de medidas acerca de um bicho machucado fosse apenas exagero de sua parte; como se todo estresse que vinha lhe acompanhando desde o ano novo tomasse forma de algo que ela podia controlar desta vez (não sozinha, obviamente), como tudo em sua vida, ou pelo menos, quase tudo.
Mas, particularmente, nem ao menos sabia o porquê de estar ali: esperando insistentemente que o inglês viesse ao seu encontro mesmo sendo tão tarde da noite. Aquele tempo que ficara parada, aguardando por Samwell, fizera com que pudesse enxergar com ainda mais perfeição as inúmeras falhas que cometia ao possivelmente acordá-lo; Whitmore não fazia ideia acerca de sua reação quando lhe visse (seu estado era no mínimo deplorável, diante de toda distração que ocorrera na floresta), muito menos quando lhe contasse suas reais intenções — a tal perpetuação filantrópica do atual momento — estar naquele local porque, apesar de chegarem a serem amigos, ela ainda possuía diversas dúvidas quanto o real temperamento e sentimentalidade do moreno. Era por isso que sua linguagem corporal expressavam tão obviamente uma inquietação tremenda: os lábios franzidos numa fina linha, os pés que batiam com certo ritmo no chão e as mãos que mesmo ocupadas por apertarem o casaco ao redor de seu corpo, ainda eram gesticuladas com uma rigidez nada característica.
Era, então, possível dizer que à altura que Kingsley abriu a porta, Melina já havia se tornado uma verdadeira pilha de nervos. O suspiro que soltara fora tremendo, expressando seu puro alívio. Entretanto, as ações que se seguiram por parte do moreno não foram exatamente acolhedoras: o timbre naturalmente rouco dele soara tão acusatório que a garota praticamente se sentiu ofendida, mesmo que soubesse que aquele definitivamente não era o momento para ter alguma ressalva quando a Samwell. E ela teria respondido sua pergunta. Na verdade, preparava-se para aquilo — já que ao mesmo momento que se ressentia de estar perturbando a quietude do inglês, ensaiava tudo que falaria para ele. — mas foi interrompida pelo brusco movimento que este fez ao puxá-la para dentro, desse modo, tornando protestos de genuína surpresa a única coisa a saírem de seus lábios.
— Skít! — O resmungo em sua língua natal, fora subseqüente aos atos de Samwell. Ocupada demais tentando descobrir se ele estivera dormindo quando lhe chamava, conseguiu ver o livro grosso com uma escritura, a qual não pudera identificar o que dizia, mas com gravuras na frente que lhe remeteram às aulas de História Antiga quando ainda estava na escola. Sentiu-se outra vez aliviada. — Eu não fiz nada. — Disse em um tom onde a ofensa podia ser facilmente entendido, mas ainda assim continuava tão grata quanto surpresa por ele ter lhe plantado um casaco pesado nos ombros. — Pelo menos não ainda… Não sem a ajuda de alguém.
Particularmente, Samwell esperava uma Melina desajeitada e nervosa, certamente trêmula não somente pelo frio cortante daquela madrugada irlandesa, mas, sobretudo, pelo que significava estar fora de sua cama tão tarde assim. A garota desconhecia os prazeres de quebrar regras, logo, Sam só poderia supôr que todo possível estado nervoso também estaria sendo pilhado por aquilo. Não fosse Melina parecer ligeiramente mal humorada.
Tal impressão poderia ter feito o inglês sorrir, afinal, não era ele quem detinha o monopólio do humor negativo do instituto, como tantas pessoas, inclusive a loira encharcada adiante, insistia em afirmar? Ali, contudo, era Whitmore quem parecia uma pilha de nervos e suspiros pesados, chegando até mesmo a resmungar algo da língua materna que Kingsley desconhecia - mas que apostava seus belos traços em não ser exatamente uma palavra gentil.
Focado em jogar o pesado casaco nos ombros da loira e obter informações, todavia, deixou aquele sopro islandês passar despercebido, atento somente na forma como os olhos dela vagavam pelo seu quarto como se procurassem um motivo plausível para o moreno estar desperto àquele horário. Intimamente quis tranquilizar o comum descontrole emocional que Whitmore possuía, assegurando-a de que sua agradável e totalmente surpresa visita não havia lhe tirado da cama (não literalmente), porém, permaneceu vigilante somente ao tom ofendido da voz feminina.
Ainda que a expressão de Samwell já ostentasse a leve desconfiança, uma sobrancelha espessa e escura arqueou-se com a negativa da garota, permanecendo erguida em insatisfação com o final da fala dela e o que esta parecia implicar. Melina difícilmente aprontava (a descontar os episódios em que quebrava narizes por aí), logo, notar o evidente convite para uma aventura clandestina em plena madrugada congelada era, no mínimo, suspeito acima de qualquer factível empolgação provinda do ato.
– Geralmente não concordo em plantar pegadinhas por aí neste horário... – Começou no timbre calmo e pontuado, obviamente brincando apesar do semblante sério e desconfiado. É claro que Whitmore não queria ajuda para burlar o regulamento do Instituto. Pelo menos não em termos de trocar a água do bebedouro por groselha. A única razão que traria a islandesa à sua porta seria o fato de ela deparar-se com uma situação que, sozinha, não poderia reverter; onde a peça a completar o cenário seria, então, Kingsley. Com a leve pausa de um mísero segundo fitando os olhos amarronzados da loira, enfim prosseguiu sem mais delongas e sem afastar-se de sua posição ainda diante de Melina. – Mas posso abrir uma exceção. O que aconteceu?
Eu sou a melhor amiga dela, porque eu não deveria saber?
Não ache que ela conta tudo para você. Aliás, que pessoa alguma confiaria em você a esse ponto.

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Nada demais, você não precisa saber sobre isso.
E pelo visto da incerteza, nem você.
Não tenho culpa se você só me pergunta quando minha informações são inúteis. Não, a última vez que a vi foi na festa. Provavelmente está hibernando como sempre, ela ainda está…Esquece.
Faz parte do conjunto. Está?