tumblr dot com
Cosimo Galluzzi
we're not kids anymore.
cherry valley forever
i don't do bad sauce passes

JBB: An Artblog!
ojovivo
Jules of Nature

blake kathryn
Not today Justin
Stranger Things
occasionally subtle

★

if i look back, i am lost
Lint Roller? I Barely Know Her
dirt enthusiast
RMH

Janaina Medeiros

⁂

shark vs the universe
seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Germany

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from Spain

seen from United States
seen from United States
seen from Netherlands
seen from Brazil

seen from Australia

seen from Türkiye
seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom
@kingofgxdo

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
conradherschel·
Conrad se sentia nervoso e também, um pouco inseguro. Sempre fora uma pessoa que não permitia o medo do desconhecido lhe paralisar, mas adentrar naquele ambiente no qual não era nem um pouco familiarizado, fazia o londrino se sentir como um cego em pleno campo de batalha. Você queria me beijar, disse Ajay. E as palavras ecoaram em uma repetição infinita dentro de sua mente, enquanto queria acabar de vez com a distância entre os dois e dizer. Sim, quero, muito. Talvez mais do que eu deveria. Desejava dizer baixo, a voz não passando de um sussurro, para poder sentir com calma o peso da confissão nas palavras ditas. Mas então Ajay lhe chamou pelo apelido que Conrad já havia se acostumado a escutar e, não pôde fazer nada a não ser sorrir. “So don’t”, disse, tão baixo quanto imaginava que sua voz fosse sair, antes de sentir o mais velho puxá-lo para um beijo. Era estranho. Diferente. Porque ao mesmo tempo que sentia a empolgação revirar seu estômago, suas ações estavam contidas, cautelosas, incertas, quase como se estivesse estudando inconscientemente o ato de beijar. Será que daria certo da mesma forma como ocorria com mulheres? Será que as bocas se encaixariam? Será que seria bom? Será que seria como imaginara em suas noites de insônia? Eram infinitas perguntas passando em sua mente numa velocidade de milésimos de segundo. Conrad queria todas as respostas prontas, de modo imediato, porque havia esperado tanto tempo por aquilo que não conseguia acreditar que estava realmente acontecendo. O mero toque dos lábios de Ajay contra os seus parecia ser uma sensação que por muito tempo estivera adormecida e subitamente despertara. Era bom. Quando, por fim, precisou se afastar por falta de ar, o londrino deu dois passos para trás e riu, passando a mão pelo cabelo em seu costumeiro gesto de nervosismo. “Hum, não tava esperando por isso”, mentiu, porque os dois sabiam que ele estava. “Você estava certo, afinal, é preciso experimentar para saber se gosta ou não”.
apesar de seu jeito de ser ajay sabia como era ter aquela dúvida e ter aquela experiência pela primeira vez. sabia que a ocasião demandava calma para que conrad tivesse seu tempo de analisar, sentir e tirar suas próprias conclusões sobre o que aquilo significava para ele. mesmo que fosse um simples beijo ainda tinha muito o que se pensar. querer ainda era diferente de gostar e era nisso que conrad precisava pensar. assim não apressou o beijo ou o aprofundou demais, deixando por conta do mais novo o passo que levariam. ao se afastarem riu, enfiando as mãos nos bolsos da calça novamente, fingindo acreditar na primeira frase proferida. é claro que ele estava esperando. ‹ gostou? você devia botar mais fé em mim, baby boy. e na próxima aula: drogas. › brincou para deixar o clima mais leve, imaginando que herschel estaria nervoso ou envergonhado com a situação. ‹ olha, eu vou ser sincero com você. pode ser que tenha curtido porque eu sou bom pra caralho beijando, mas pode ser que você realmente curta isso. experimenta com outras pessoas. › se encostou na parede do elevador, mexendo nos cabelos de maneira relaxada. ‹ com essa carinha e essa bunda não vai faltar pretendente pra você, con. › abriu o sorriso cafajeste tão característico, mordendo o lábio inferior sem esconder o fato de que tentava olhar para a bunda do mais novo. saindo de seu pequeno transe o americano voltou a encarar o rosto de conrad. ‹ desculpa, disse alguma coisa? sua bunda me distraiu. ›
@kingofgado
@kingofgado
phil dunphy is the type of parent i want to be

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
janxsh
“— Bem lembrado.” Não que precisasse de lembrança, só de olhar o outo tirava essa conclusão, mas não falaria em voz alta. Assumir o que ainda sentia era alimentar algo que nem sabia o que era até pra si mesmo e não queria entrar o looping que tinha lhe tirado o sono recentemente. “— Eu devia comer coisa saudável no meio da semana… Devia, passado.” Sempre tinha alguém no seu pé pra comer melhor e era bem rígido com isso com Jamie, mas nunca negava ada ao filho em momentos de diversão e confessava que já estava entregue a ideia de cachorro quente no momento em que Ajay começou a falar.
“— Tudo bem.” Disse meio desconfortável e visivelmente evitando o olhar do mais novo pela mentira, pra não transparecer mais nada quanto a dor e pelo carinho que fizera. Procurava pela carteira, mas nem tinha a tirado do bolso. Só se tocou disso quando o filho se aproximou arrumando de novo o cabelo dele pra trás, mas parando quando desajustou o óculos do menor. “— Tem que cortar esse cabelo, tirar do olho. Não quer ficar igual ao tio Ajay ali ó, todo desgrenhado.” Agradeceu a distração porque foi mais fácil retomar a postura anterior, mas ainda sim brincando, amava o cabelo do ex namorado. Em meio a brincadeira podia pensar em outra coisa já que se continuassem daquela forma ia acabar beijando-o de novo. Então, com uma mão nas costas do filho o guiou pra porta da sala e ao passar por Valentina deu um beijo na mão da garotinha. Trancou a porta e segurando a mão do filho, fez sinal pra que começassem a andar.
em outros momentos teria continuado com as provocações e brincadeiras que poderiam ou não incomodar o policial, mas ajay não estava em seu estado normal nos últimos dias. além das questões pessoas que o fizeram pensar durante dias até chegar naquela decisão ainda havia o fato de que parecia não ter superado tudo o que havia acontecido entre ele e aaron. sempre achou que o término entre eles fora muito rápido e que havia muito o que falar ainda, não sendo necessariamente coisas ruins. eles não estavam na mesma frequência, mas ainda haviam sentimentos. ao menos por parte de ajay. ‹ uma vez só não faz mal. mas se quiser podemos comer algo “saudável”... quando voltarmos. › havia muita coisa pra dizer ainda e ele esperava que o mais velho entendesse que havia urgência.
fez uma expressão cômica, parecendo ofendido com o que o outro dissera sobre seu cabelo, mas sabia que era só uma brincadeira. tinha argumentos para rebater o que janosh disse, mas precisou morder a língua para não responder. haviam crianças por perto e nenhum de seus argumentos eram puros. se limitou a lançar um olhar maldoso para aaron. ‹ você pode me ajudar a cuidar disso depois então. › foi a última coisa que disse antes de sair do apartamento do ex namorado com a filha no colo. o trajeto que levaram até o parque foi rápido e basicamente silencioso já que ajay estava compenetrado em seus próprios pensamentos ao que valentina brincava com uma de suas mãos lhe lembrando o motivo de estar ali. assim que chegaram ao local deixou que a filha corresse livremente com jamie para brincar. ajay se sentou em um bando próximo as crianças, mas longe o suficiente para não ouvirem a conversa de adultos, e esperou que o alemão fizesse o mesmo. a todo momento se remexia, como se estivesse incomodado com algo ou com ele mesmo. estava procurando um meio de começar aquela conversa. ‹ então... ›
janxsh
Continuar lendo
deacxnt
“— Tento não pensar no Frank pra não rolar isso comigo também, se essa porra aparecesse pra mim ia ser a cura pra eu não fumar ou beber mais nada. A das batatas, claro. Da pra usar de jingle, quem sabe vender rpa alguma lanchonete pequena… Empreendedorismo meu caro. Mas a da camisinha não foi descartada.”
‹ foi tenso na hora mas depois ele ficou chapado comigo também. fomos num stripclub e... o resto eu não lembro. mas acordei no beco atrás do prédio com um gato tentando pisar na minha cara. imagina as crianças cantando e enchendo os pais pedindo batatas... quer saber?! eu tenho uma filha e não quero isso, mas você pode vender a ideia mesmo. a da camisinha teria me alertado melhor sobre as coisas. não que o meu pai enfiando uma na minha cara e dizendo “use” não tenha sido um bom alerta, mas... eu teria lembrado mais se tivesse uma música. ›

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
sjanosh
Vai ver eles perderam a memória no acidente… E esqueceram da Lilith, o que é o maior vacilo dessa teoria. Uma boa mistura, só espero que o cara não tenha parado no hospital depois dessa porque… Foi longe. Lógico, quem não curte? Ok, eu sei que tem gente que não curte, mas eu faço parte do pessoal que aprecia uma cervejinha. Festa open bar? Só vamos! É hoje isso?
‹ lilith? quem é essa? é gostosa? arrumou uma namoradinha, alejandro? se não foi pro hospital foi direto pro necrotério, man. o bagulho foi muito forte. cerveja é bom, mas eu tava pensando em algo um pouquinho mais alcoolico, hm?! olha, não é beeem open bar... quero dizer, não vamos gastar um centavo e podemos beber até cair, mas não fomos convidados e podemos sair de lá no carro da polícia. mas tá tudo bem! você tem cara de quem corre rápido e no pior dos casos... o seu irmão é policial. é só pedir ajuda, hm? ›
cwsillas
“Não… Não tenho usado muita erva nos últimos dias, o que me afasta de ter esse tipo de conversa, eu acho. Talvez você tenha usado, e a droga seja tão forte que você apenas não se lembre. É uma opção a se considerar, tem que ser muito forte pra galera chegar até esses papos.”
‹ talvez seja algum pó?! pode ter sido até cola. nah, eu usei a boa e velha mary jane... não é o suficiente pra me levar pra uma viagem dessas. apesar de que uma vez ela me fez esfaquear uma pessoa achando que essa pessoa era o teletubbie roxo. sempre odiei aquele desgraçado. ›
mnamber
Acho que você já está drogado demais para ficar pensando em outros entorpecentes, Ajay.
Mas a criatividade desse pessoal me surpreende… Mesmo que eu adore todo esse lance de teorias, acho que tem uma galera que realmente viaja. Você ficou sabendo da invasão que aconteceu na área 51? Pura maluquice!
‹ não existe essa expressão pra mim, baby girl. “drogado demais”?! até parece. sempre dá pra ficar um pouquinho mais loucão. hey! nós temos o direito de saber a verdade que rola lá dentro! eles escondem muitas coisas de nós, am. e eu só não participei dessa invasão porque estava de ressaca. mas queria. iria vestido de alf o eteimoso. ›
youngandmoony
Realmente, isso é viagem demais até pra mim. Olha que treco mais sem noção, nada faz sentido. Compensa mais clicar nesse artigo aqui do lado, olha, sobre reptilianos.
Ou ler meus artigos sobre terra plana, também é sempre uma ótima opção.
‹ se tiver foto do criador do facebook nesse artigo eu juro que vou enfiar um garfo no meu braço, princess. e desde quando você é terra planista? precisamos conversar sobre isso. ›
reneepace
Isso não faz o menor sentido. Se Adão e Eva realmente veio de outro planeta em uma nave, por que eles recomeçariam a vida deles aqui de forma tão primata?
Quer dizer, no mínimo eles teriam trazido alguma tecnologia junto com eles. Não faz sentido ter todo esse conhecimento para construir uma nave e acabar não usando isso na Terra. A não ser que… Será que apagaram a memória deles também?
‹ thank god! alguém que me entende. esse é o maior furo da teoria. só se eles fossem muito burros de quererem recomeçar tudo do zero apostando na humanidade de redescobrir cada coisa. pera... se apagaram a memória deles as coisas até podem fazer sentido. mas por que fariam isso? e o que aconteceu com os outros que viviam no outro planeta? ›

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
alohayla
“Er… Não? Eu deveria saber sobre isso? Nunca escutei nada parecido antes. Onde ficou sabendo sobre essa teoria? Quero saber mais sobre ela, sempre tive a suspeita que meus antepassados eram de alguma forma alienígenas. O que acha de pesquisarmos quem chegou essa conclusão? Daí perguntamos, se bem que tenho quase certeza que essa pessoa fumou manjericão.”
‹ acho que li sobre essa teoria no twitter. o cara tinha outros argumentos, mas tinha muitos furos que invalidam ela. não que eu ache que tudo na vida tem um motivo, mas por que adão e eva andariam por ai pelados e sem nada se eles claramente já tinham tecnologia capaz de leva-los pelo espaço?! pera, pera, pera... manjericão dá essas viagens? porra, mano. por que eu tava comendo esse tempo todo se podia ta fumando?! ›
“Don’t eat all your candy at once!” - sophie
- ̗̀ ❛ ❪ ✰ @sophxbrookefield
o casal se encontrava sentado no telhado da residência dos hills, o que não era o local mais seguro a se estar devida a altura, mas tanto ajay quanto sophie não se importavam. principalmente após aquele dia onde tiveram sucesso em conseguir doces. ajay comia os chocolates um após o outro quando ouviu a voz da namorada. como um cachorro pego fazendo basteira o moreno virou o rosto na direção de sophie, engolindo o doce antes de responder. ‹ em minha defesa é o meu doce favorito! › então se inclinou até estar próximo do ouvido dela, sussurrando com a voz mais aveludada possível. ‹ vamos, kitten… só dessa vez. › assim depositou um selar na têmpora da ruiva, afastando-se com um sorriso malicioso enquanto mostrava a sacola cheia com mais doces. ‹ e eu to guardando vários pra uma ocasião especial. ›