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@kaoruxtsu-blog

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にゃんにゃん—
Miau, miau, miau — era o som que preenchia a pequena casinha da família Uto, que não tinha portões nem muros, só a pequena propriedade enfiada no epaço de terra e árvores daquela parte mais humilde do bairro.
Depois da chuva, a missão do Kaoru foi mesmo de resgatar todos os gatos perdidos e machucados que ele encontrou pela frente. Alguns podiam ter dono e estar perdidos, porque tinham até coleira, mas outros mais magrinhos e mal cuidados deviam ser da rua mesmo - e mereciam uma família.
Será que minha vida é fazer cartazes? - Kaoru pensou, depois de terminar de pintar o pedaço de madeira velha que estava enfiado no chão pra servir de placa. GATINHOS PERDIDOS, leve eles daqui por favor. E lá estava ele, sentado no pouco de gramado que tinha na frente da casa, cercado por uma pilha de gatinhos que não deixavam ele em paz, subindo no colo, subindo no ombro, entrando no bolsão que o yukata formava no seu peito, quebrando coisas lá dentro da casa.
Honestamente, ele só estava cuidando desses nove gatos por menos de um dia, mas Kaoru já parecia ter envelhecido uns dez anos.
in my place were lines that I couldn't change. crossed lines I shouldn't have crossed - i was lost. how long must you wait for it? how long must you pay for it? how long must you wait for it? i was scared, tired and under prepared, but I wait for it. if you go, if you go - leave me down here on my own, then i'll wait for you.
@keikoxtsu no passado, adolescentes, antes do dia que mudaria a vida dos dois.
てるてる坊主 —
A calçada de pedra ainda estava toda molhada na frente do Kalimantan, as marcas dos dias intensos de chuva bem visíveis por todo lugar. Kaoru chegou cedo na loja pra não preocupar o pai, remendou vazamentos no telhado, secou o que estava molhado do chão, e quando tudo estava ajeitado pra abrir procurou a gaveta com materiais de papelaria pra escrever um cartaz.
Teru teru boozu na promoção! — 200Y —
Os pequenos bonequinhos de tecido para pendurar na janela e pedir por um clima bom. Teria feito mais sentido essa promoção antes das chuvas que ninguém conseguiu prever, mas não custava nada pendurar um Teru Teru Boozu na janela pra que as chuvas do futuro venham mais brandas.
Kaoru estava lá quando a sacerdotiza rezou para que a chuva monstruosa parasse. Ele também estava molhado e gelado até os ossos em frente ao templo, o japamala enrolado no pulso e nos dedos, meditando e orando e pedindo para que as chuvas parassem. Chuvas como aquela eram perigosas pra ilha, pra seu pai, pros negócios, pro mar.
Agora ele estava montando a mesinha em frente a loja e sua cadeira velha pra sentar e começar a fazer mais Teru Teru, desenhando os rostinhos nas bolinhas de tecido, alguns sorrindo, outros fazendo careta.
— Promoção, promoção, Teru Teru Boozu, amuletos pra clima bom, amuletos pra boa sorte, amuletos para boas energias no trabalho...! — Ele cantava entre um minuto e outro.
烏兎薫 UTO KAORU
O pai trabalhava de restaurador no templo Jigengi aos pés do monte Iimori. Restaurador era uma maneira chique de dizer que o pai dele era o quebra galho do templo, um ótimo marceneiro que não cobrava muito. Em sua curta vida de quatro anos de idade, depois de doar algumas moedas, Kaoru nunca tirou uma sorte ruim. Kaoru bem acreditava ser abençoado pelo templo, mas pra prevenir ele sempre andava com o bolso cheio de medalhões e um terço budista amarrado na mochila. Seu pulso, na época, ainda era muito pequeno para o bracelete.
— História completa
Kaoru Uto se escreve com os ideograma de 烏兎 — UTO, e 薫 — KAORU. No seu sobrenome o ideograma 兎 também pode ser lido como USAGI, que significa coelho em japonês, daí vem o apelido carinhoso de 토끼 — TOKKI, coelho em Coreano. Kaoru significa “fragrância cheirosa, agradável.”
Ele é muito supersticioso, sempre usa incensos e visita templos para orar. Na infância Kaoru nunca tirou uma sorte ruim no templo. Ele leva medalhões, papeis de boa sorte e usa seu bracelete o tempo todo.
Naturalmente Kaoru já tem uma cara de poucos amigos, de mal encarado, de quem não tem paciência - mas ele não é assim. Basta não se começar com o pé esquerdo que tudo vai ficar bem. Literalmente, porque começar com pé esquerdo é mal presságio.
Kaoru canta e toca guitarra, uma das coisas que traz mais felicidade pra ele atualmente. Se expressar com música é bem mais fácil que na vida real.
— Ficha Técnica
Pra resumir: Ele nasceu e cresceu com o pai trabalhando no templo xinto da ilha, sempre isolado e enfiado no mato até conhecer a melhor amiga de infância.
Quando adolescentes, Kaoru começou a andar com outros garotos e aprontar besteiras de adolescentes.
Uma noite enquanto os meninos e sua melhor amiga aprontavam perto do mar, aconteceu um acidente entre Kaoru, a melhor amiga e um dos seus amigos. Kaoru espancou esse garoto com um pedaço de pau, e ele ficou em estado grave e teve que ser levado para o hospital da capital.
Ninguém da ilha sabe explicar direito o que houve, mas os farotos se afastaram do Kaoru, seu pai foi afastado do templo, ele largou a escola, e deixou de ver a melhor amiga por um tempo.
Atualmente ele ainda mora com o pai em uma casa humilde, trabalha como atendente na loja de artigos religiosos (Kalimantan), mas ainda é mal visto por algumas pessoas da ilha, especialmente a família do rapaz (seu ex-amigo).
O label Yankee (ou yankii) surgiu porque nos tempos de ensino fundamental, Kaoru descoloriu os cabelos de loiro e raspou parte das sobrancelhas fora. Muitos diziam que ele combinava com o visual de delinquente. Aí casou a imagem do que as pessoas tinham dele e com o incidente violento, e fica fácil de acreditar que ele é um delinquente agressivo.
Quem quiser plottar comigo é só mandar mensagem que eu sempre respondo asap. GIF CHATS não são minha preferência mas aceito small/short paras. O Kaoru late e rosna, mas ele não faz mal a ninguém, eu prometo. Espero muito conseguir vários jogos com todo mundo, espero que vocês gostem da história dele, e espero que a gente se divirta.

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yankii, openly reject the rigidity of societal norms. It was a youth subculture based on rebellion and embracing of class distinctions. from adolescence, they embrace punkish rebellion and are often associated with Japan’s infamous motorcycle gangs, “speed tribes” known as bōsōzoku.
kaoru and the boys ;
photos of kaoru uto and his delinquent friends from japan on his rebel phase