Vai comer o que?
Local: Paraty-RJ_Brasil
Data: 2018/01/04
Câmera: SONY_RX100M2
Foto: J Goncalves

oozey mess
YOU ARE THE REASON

blake kathryn

tannertan36
we're not kids anymore.

@theartofmadeline
Today's Document
Jules of Nature
he wasn't even looking at me and he found me
RMH

pixel skylines
Sweet Seals For You, Always

Origami Around
Mike Driver
One Nice Bug Per Day

Kaledo Art

titsay
KIROKAZE

let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Netherlands

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from Germany

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Australia

seen from United States

seen from Malaysia
seen from Türkiye

seen from United States

seen from Spain
seen from United States
seen from United States

seen from Portugal
seen from Canada

seen from United States
@juruna53
Vai comer o que?
Local: Paraty-RJ_Brasil
Data: 2018/01/04
Câmera: SONY_RX100M2
Foto: J Goncalves

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem Street art São Paulo, Brasil Local: Rua Medeiros de Albuquerque Data: 2024/01/27 Câmera: iPhone13 Foto: J Goncalves
Toda a tarde a terra cora e a gente chora porque cora a tarde! Local: Roma Itália Data: 2018/10 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
A composição de Oscar da Penha (Batatinha), na voz do Grupo Cama de Voz, é uma peça rica em crítica social. O texto evidencia com simplicidade e profundidade, as tensões vividas pelo trabalhador comum, especialmente em um contexto de desigualdade social e econômica.
A ironia da composição reforça o absurdo da necessidade de algo que, apesar de fundamental, é motivo de sofrimento para muitos.
O Inventor do Trabalho (Composição: Oscar da Penha (Batatinha)/1942) Intérprete: Grupo Cama de Voz
O tal que inventou o trabalho Só pode ter uma cabeça oca Pra conceber tal ideia Que coisa louca O trabalho dá trabalho demais E sem ele não se pode viver Mas há tanta gente no mundo Que trabalha sem nada obter Somente pra comer
Contradigo o meu protesto Com referência ao inventor A ele cabe menos culpa Por seu invento causar pavor Dona Necessidade é senhora absoluta da minha situação Trabalhar e batalhar por uma nota curta
Fonte: Centro de Memória Sindical
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art São Paulo_Brasil Local: Rua Dr José Almeida Camargo Data: 2023/11/05 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Os barcos Local: São Petersburgo - Rússia Data: 2018/10/19 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
A praça e a pose Local: Veneza_Itália Data: 2010/05/07 Câmera: Konica Minolta DiMAGE Z3 Foto: J Goncalves
Arte de rua em Sampa;São Paulo tem Streetart São Paulo, Brasil Local: Beco do Batman Data: 2024/01/27 Câmera: iPhone13 Foto: J Goncalves
O sul do Brasil Local: Bento Gonçalves-RS Data: 2014/01/19 Câmera: iPhone 5s Foto: J Goncalves
Beira do Rio da Plata Local: Buenos Aires_Argentina Data: 2016/01/23 Câmera: iPhone 5s Data: J Goncalves

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem Street Art São Paulo, Brasil Local: Beco do Batman Data: 2024/06/09 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Parque do Ibirapuera Local: São Paulo-SP_Brasil Data: 2025/01/07 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Santos! Santos! Santos sempre Santos! Ponta da praia Local: Santos-SP, Brasil Data: 2023/05/13 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Local: Rua Fradique Coutinho Data: 2026/04/10 Câmera: iPhone16e Foto: J Goncalves
A música de 2005 retrata um cotidiano da classe trabalhadora que parece atravessar o tempo. Acordar cedo, enfrentar transporte lotado, traba
A música de 2005 retrata um cotidiano da classe trabalhadora que parece atravessar o tempo. Acordar cedo, enfrentar transporte lotado, trabalhar o dia inteiro e contar moedas no fim do mês são experiências que poderiam estar em um relato dos anos 1930 ou 1940. O Brasil mudou — urbanizou-se, industrializou-se, ampliou direitos —, mas a rotina dos trabalhadores segue marcada pela dureza e pelos pequenos prazeres.
É inegável que houve conquistas importantes ao longo do século XX, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a ampliação de políticas sociais. No entanto, esses avanços sempre foram contestados pelas elites e nunca conseguiram romper completamente a estrutura de desigualdade do país.
Além disso, a partir dos anos 1990 e 2000, novas formas de precarização passaram a conviver com direitos já conquistados: terceirização, informalidade e, mais recentemente, o trabalho mediado por plataformas digitais.
Mas perdura também, no povo, a capacidade de transformar pouco em muito. A letra mostra isso com sensibilidade: o café “pendurado”, o churrasquinho, a cerveja, o samba no fim de semana, o sol na laje, a família reunida.
São os pequenos prazeres, formas de resistência cotidiana, de preservação da dignidade e da alegria em meio à dureza da vida, que permitem que o trabalhador siga em frente fazendo o que sempre fez: resistir, criar, compartilhar — e transformar o pouco em festa, o cansaço em samba.
Vida da Gente Composição: (Alamir Kintal, Roberto Lopes/2005) Intérprete: Zeca Pagodinho
O galo canta e a nega me beija Marmita tá pronta e eu vou trabalhar Às cinco pego o meu trem lotado Meio amarrotado, pra sete estar lá Dou uma filada no jornal da banca Olho o futebol e filmo a "Playboy" Olha que eu sou gente fina, moço Me desculpe, mas não sou herói
E sem dinheiro tomo a minha média Pão francês na chapa mando pendurar Portuga sabe que eu sou gente fina Sou freguês da casa, não vou vacilar Volto pra casa e a nega me chama Seu amor é chama que me faz sonhar Confesso que eu não me acostumo Com os tombos que essa vida dá
Não é mole não Pra encarar essa rotina Tem que ser leão A gente rala no batente Pra ganhar o pão A gente vive honestamente Sem olhar pro chão Mas não tem nada A gente mostra no sorriso Nosso alto-astral Um churrasquinho no espeto E lá vai um real E desce uma cerveja pra ficar legal
Fim de semana curto samba E sol na laje Na caipirinha, eu esqueço a rotina Encho a piscina, criançada faz a farra E a nega bronzeia Muito sem Deus não adianta nada É o ditado que o povo diz Pouco com ele, a gente faz a festa Canta e é feliz
Fonte: Centro de Memória Sindical

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Os primeiros acordes de Fortunate Son imediatamente remetem à Guerra do Vietnã — um conflito que marcou de forma profunda o imaginário coletivo e o espírito ...
Os primeiros acordes de Fortunate Son imediatamente remetem à Guerra do Vietnã — um conflito que marcou de forma profunda o imaginário coletivo e o espírito do último quarto do século 20. Esse impacto se deve, em grande parte, à cobertura intensa de jornalistas e fotógrafos que, pela primeira vez, mostraram em tempo real para […]
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Brasil Local: Rua Gonçalo Afonso Data: 2016/05/07 Câmera: iPhone6s Foto: J Gonçalves
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Brasil Local: Rua Gonçalo Afonso Data: 2016/05/07 Câmera: iPhone6s Foto: J Gonçalves