Vai comer o que?
Local: Paraty-RJ_Brasil
Data: 2018/01/04
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Arte de rua em Sampa; São Paulo tem Street art São Paulo, Brasil Local: Rua Medeiros de Albuquerque Data: 2024/01/27 Câmera: iPhone13 Foto: J Goncalves
Toda a tarde a terra cora e a gente chora porque finda a tarde! Local: Roma Itália Data: 2018/10 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
A composição de Oscar da Penha (Batatinha), na voz do Grupo Cama de Voz, é uma peça rica em crítica social. O texto evidencia com simplicidade e profundidade, as tensões vividas pelo trabalhador comum, especialmente em um contexto de desigualdade social e econômica.
A ironia da composição reforça o absurdo da necessidade de algo que, apesar de fundamental, é motivo de sofrimento para muitos.
O Inventor do Trabalho (Composição: Oscar da Penha (Batatinha)/1942) Intérprete: Grupo Cama de Voz
O tal que inventou o trabalho Só pode ter uma cabeça oca Pra conceber tal ideia Que coisa louca O trabalho dá trabalho demais E sem ele não se pode viver Mas há tanta gente no mundo Que trabalha sem nada obter Somente pra comer
Contradigo o meu protesto Com referência ao inventor A ele cabe menos culpa Por seu invento causar pavor Dona Necessidade é senhora absoluta da minha situação Trabalhar e batalhar por uma nota curta
Fonte: Centro de Memória Sindical
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art São Paulo_Brasil Local: Rua Dr José Almeida Camargo Data: 2023/11/05 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves

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Os barcos Local: São Petersburgo - Rússia Data: 2018/10/19 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
A praça e a pose Local: Veneza_Itália Data: 2010/05/07 Câmera: Konica Minolta DiMAGE Z3 Foto: J Goncalves
Arte de rua em Sampa;São Paulo tem Streetart São Paulo, Brasil Local: Beco do Batman Data: 2024/01/27 Câmera: iPhone13 Foto: J Goncalves
O sul do Brasil Local: Bento Gonçalves-RS Data: 2014/01/19 Câmera: iPhone 5s Foto: J Goncalves
Beira do Rio da Plata Local: Buenos Aires_Argentina Data: 2016/01/23 Câmera: iPhone 5s Data: J Goncalves

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Arte de rua em Sampa; São Paulo tem Street Art São Paulo, Brasil Local: Beco do Batman Data: 2024/06/09 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Parque do Ibirapuera Local: São Paulo-SP_Brasil Data: 2025/01/07 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Santos! Santos! Santos sempre Santos! Ponta da praia Local: Santos-SP, Brasil Data: 2023/05/13 Câmera: SONY_RX100M2 Foto: J Goncalves
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Local: Rua Fradique Coutinho Data: 2026/04/10 Câmera: iPhone16e Foto: J Goncalves
A música de 2005 retrata um cotidiano da classe trabalhadora que parece atravessar o tempo. Acordar cedo, enfrentar transporte lotado, traba
A música de 2005 retrata um cotidiano da classe trabalhadora que parece atravessar o tempo. Acordar cedo, enfrentar transporte lotado, trabalhar o dia inteiro e contar moedas no fim do mês são experiências que poderiam estar em um relato dos anos 1930 ou 1940. O Brasil mudou — urbanizou-se, industrializou-se, ampliou direitos —, mas a rotina dos trabalhadores segue marcada pela dureza e pelos pequenos prazeres.
É inegável que houve conquistas importantes ao longo do século XX, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a ampliação de políticas sociais. No entanto, esses avanços sempre foram contestados pelas elites e nunca conseguiram romper completamente a estrutura de desigualdade do país.
Além disso, a partir dos anos 1990 e 2000, novas formas de precarização passaram a conviver com direitos já conquistados: terceirização, informalidade e, mais recentemente, o trabalho mediado por plataformas digitais.
Mas perdura também, no povo, a capacidade de transformar pouco em muito. A letra mostra isso com sensibilidade: o café “pendurado”, o churrasquinho, a cerveja, o samba no fim de semana, o sol na laje, a família reunida.
São os pequenos prazeres, formas de resistência cotidiana, de preservação da dignidade e da alegria em meio à dureza da vida, que permitem que o trabalhador siga em frente fazendo o que sempre fez: resistir, criar, compartilhar — e transformar o pouco em festa, o cansaço em samba.
Vida da Gente Composição: (Alamir Kintal, Roberto Lopes/2005) Intérprete: Zeca Pagodinho
O galo canta e a nega me beija Marmita tá pronta e eu vou trabalhar Às cinco pego o meu trem lotado Meio amarrotado, pra sete estar lá Dou uma filada no jornal da banca Olho o futebol e filmo a "Playboy" Olha que eu sou gente fina, moço Me desculpe, mas não sou herói
E sem dinheiro tomo a minha média Pão francês na chapa mando pendurar Portuga sabe que eu sou gente fina Sou freguês da casa, não vou vacilar Volto pra casa e a nega me chama Seu amor é chama que me faz sonhar Confesso que eu não me acostumo Com os tombos que essa vida dá
Não é mole não Pra encarar essa rotina Tem que ser leão A gente rala no batente Pra ganhar o pão A gente vive honestamente Sem olhar pro chão Mas não tem nada A gente mostra no sorriso Nosso alto-astral Um churrasquinho no espeto E lá vai um real E desce uma cerveja pra ficar legal
Fim de semana curto samba E sol na laje Na caipirinha, eu esqueço a rotina Encho a piscina, criançada faz a farra E a nega bronzeia Muito sem Deus não adianta nada É o ditado que o povo diz Pouco com ele, a gente faz a festa Canta e é feliz
Fonte: Centro de Memória Sindical

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Os primeiros acordes de Fortunate Son imediatamente remetem à Guerra do Vietnã — um conflito que marcou de forma profunda o imaginário coletivo e o espírito ...
Os primeiros acordes de Fortunate Son imediatamente remetem à Guerra do Vietnã — um conflito que marcou de forma profunda o imaginário coletivo e o espírito do último quarto do século 20. Esse impacto se deve, em grande parte, à cobertura intensa de jornalistas e fotógrafos que, pela primeira vez, mostraram em tempo real para […]
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Brasil Local: Rua Gonçalo Afonso Data: 2016/05/07 Câmera: iPhone6s Foto: J Gonçalves
Arte de rua em Sampa; São Paulo tem street art Brasil Local: Rua Gonçalo Afonso Data: 2016/05/07 Câmera: iPhone6s Foto: J Gonçalves