㠀㠀ââ㠀㠀đđđ đđđđđđđă €đă €đđđđđđđ
㠀㠀đ€ă €ă €đđđ§đđđąđđšđă €ă €Ù ă €ă €vocĂȘ sĂł queria ser sujinha pelo seu namorado... bem sujinha.㠀㠀(đ«đ)㠀㠀
㠀㠀đđđđđ đđđđđ, đđđ'đ đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀 đ»đđđżđđđŸđđœââđđđđđđđă €&ă €đđđđđđââđ đŸđđđđđș.
㠀㠀đđđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀creampie, jungwon hard!dom, dirty talk, possessiveness, jealousy kink, brat taming, forced seduction, marking kink, praise kink, spanking, virginity loss, fingering, deep penetration, breath play, rough sex, clothing damage, size kink, blood kink, oral fixation, hair pulling, ownership, sem proteção (usem proteção).
㠀㠀đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀 repostando aqui pelo tumblr porque o spirit tĂĄ de tiração com a minha cara.
VocĂȘ nunca tinha conhecido alguĂ©m como Yang Jungwon.
Desde o primeiro dia, ele foi tudo. O sorriso torto que fazia seu estĂŽmago dar um nĂł, os olhos escuros que brilhavam como se guardassem segredos sĂł pra vocĂȘ, a voz grossa e macia ao mesmo tempo, capaz de te fazer arrepiar com um simples "Eae, gatinha". Ele era lindo de um jeito que doĂa â o tipo de beleza que te fazia segurar a respiração quando ele passava por vocĂȘ no corredor, o tipo de carisma que preenchia qualquer ambiente, o tipo de talento que te fazia ter orgulho sĂł de estar ao lado dele.
E o melhor? Ele era seu.
Jungwon era o namorado que vocĂȘ merecia, mas nunca achou que existia. Ele te levava para comer tteokbokki Ă s trĂȘs da manhĂŁ, porque vocĂȘ tinha vontade, ria das suas piadas ruins como se fossem o auge da comĂ©dia, te abraçava por trĂĄs enquanto vocĂȘ cozinhava e beijava seu ombro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele te chamava de "minha doçura", "meu sol", "minha gatinha" â e cada apelido soava como uma promessa, como se ele tivesse mil maneiras de te amar e ainda assim nĂŁo fosse suficiente.
VocĂȘ amava tudo nele. O jeito que ele passava os dedos pelo seu cabelo quando vocĂȘ deitava a cabeça no colo dele. O cheiro do perfume dele â algo cĂtrico misturado com um toque de suor de ensaio, porque Jungwon era trabalhador, e isso te excitava de um jeito que vocĂȘ nĂŁo ousava admitir. A forma como os mĂșsculos dos braços dele tensionavam quando ele te levantava no colo sĂł para te deitar na cama, como se vocĂȘ nĂŁo pesasse nada. E os beijos... Deus, os beijos.
No começo, eram sĂł selinhos. RĂĄpidos, doces, como se ele tivesse medo de te assustar. Mas vocĂȘ amava aqueles beijos. Amava a sensação do lĂĄbio inferior dele, macio e quente, roçando o seu. Amava quando ele segurava seu rosto com as duas mĂŁos, como se vocĂȘ fosse a coisa mais preciosa do mundo. Amava quando ele beijava sua testa, seu nariz, suas bochechas, como se quisesse memorizar cada centĂmetro do seu rosto.
Com o tempo, os beijos ficaram mais longos. Mais intensos. Uma vez, no apartamento dele, ele te empurrou contra a parede, o corpo dele colado no seu, e vocĂȘ sentiu tudo â o calor do peito dele, a respiração ofegante, a pressĂŁo dos dedos dele na sua cintura, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. E quando a boca dele desceu pelo seu pescoço, quente e Ășmida, vocĂȘ nĂŁo pĂŽde evitar: um suspiro escapou dos seus lĂĄbios, alto, desesperado, como se vocĂȘ estivesse se afogando e ele fosse o Ășnico ar que vocĂȘ precisava.
Foi aĂ que ele riu, baixo, contra a sua pele, e murmurou, com a voz rouca:
â Que sensĂvel, gatinha⊠AtĂ© parece que Ă© a primeira vez.
E foi aĂ que o mundo parou.
Porque vocĂȘ, com o coração batendo tĂŁo forte que parecia que ia explodir, com as pernas tremendo, com a mente nublada pelo toque dele, abriu a boca e disse a coisa errada.
â Mas Ă©.
Jungwon congelou.
VocĂȘ sentiu o corpo dele tensionar, como se ele tivesse levado um soco. Os lĂĄbios dele pararam de roçar seu pescoço. Os dedos, que antes te apertavam com uma possessividade deliciosa, agora te seguravam com uma firmeza diferente â como se ele estivesse te impedindo de cair, de desaparecer, de sumir dali.
E entĂŁo, devagar, muito devagar, ele se afastou.
SĂł o suficiente pra olhĂĄ-la nos olhos.
E os olhos dele... Deus. Era como se alguĂ©m tivesse jogado um balde de ĂĄgua gelada nele. O brilho malicioso, o sorriso safado, a confiança de sempre â tudo sumiu. No lugar, havia apenas⊠choque. Puro. Absoluto. Como se vocĂȘ tivesse acabado de confessar que era uma assassina em sĂ©rie.
â O quĂȘ? â a voz dele saiu ĂĄspera, como se ele tivesse engolido vidro.
VocĂȘ engoliu em seco. De repente, o ar entre vocĂȘs ficou pesado, como se uma tempestade estivesse prestes a desabar. VocĂȘ nĂŁo entendeu. NĂŁo entendeu. Por que ele estava olhando para vocĂȘ assim? Como se vocĂȘ tivesse acabado de destruĂ-lo.
â Eu⊠eu sou. â vocĂȘ gaguejou, sentindo o rosto esquentar. NĂŁo era vergonha, nĂŁo exatamente. Era⊠pĂąnico. Porque o jeito que ele te olhava agora era diferente. Era como se ele estivesse vendo vocĂȘ pela primeira vez. E, de alguma forma, isso era pior do que se ele te odiasse.
Jungwon pisca. Uma vez. Duas. Como se ele estivesse esperando que vocĂȘ risse, dissesse que era brincadeira, que vocĂȘ sĂł estava brincando com ele. Mas vocĂȘ nĂŁo disse nada. SĂł assentiu, tĂmida, os dedos brincando com a barra da blusa dele, como se isso pudesse te trazer de volta para a realidade onde ele nĂŁo te olhava como se vocĂȘ fosse feita de vidro.
â VocĂȘ é⊠virgem? â ele pergunta, a voz um sussurro rouco.
VocĂȘ assente de novo, e dessa vez, algo dentro dele quebra.
Os braços dele te apertam com mais força, como se ele tivesse medo que vocĂȘ fosse se desmanchar ali mesmo. Os olhos, antes escuros e brilhantes, agora estĂŁo arregalados, como se ele tivesse cometido o maior crime da vida.
â Porra⊠â ele murmura, e o som do seu nome na boca dele, assim, soa como uma prece. Como se ele estivesse implorando pra algum deus que nĂŁo existia para desfazer aquilo.
VocĂȘ nĂŁo entende. NĂŁo entende. Por que ele estĂĄ agindo como se vocĂȘ tivesse acabado de morrer? Como se ele tivesse acabado de matar vocĂȘ?
â Jungwon? â vocĂȘ chama, a voz trĂȘmula. â O que foi? Eu⊠eu sĂł acho que a gente pode ir mais devagar, se vocĂȘ quiserâŠ
Ele balança a cabeça, como se estivesse saindo de um transe. Os dedos dele tremem quando ele afasta um fio de cabelo do seu rosto, como se vocĂȘ fosse algo frĂĄgil. Quebradiço.
â NĂŁo Ă© isso. â a voz dele estĂĄ estranha. Diferente. â Ă que⊠caralho, amor. Eu nĂŁo sabia.
E entĂŁo, como se ele nĂŁo conseguisse mais te segurar, ele te solta. NĂŁo de um jeito brusco, nĂŁo como se ele nĂŁo te quisesse mais. Mas como se ele tivesse medo de te tocar. Medo de te machucar.
E Ă© aĂ que vocĂȘ entende.
VocĂȘ errou.
Porque, de repente, o Jungwon que te beijava como se vocĂȘ fosse o ar que ele precisava pra viver⊠desapareceu.
No lugar dele, havia um homem que te olhava como se vocĂȘ fosse uma boneca de porcelana.
Os dias que se seguiram foram⊠diferentes.
Jungwon ainda era o mesmo. Quase. Ele ainda te chamava de gatinha, ainda te abraçava, ainda te beijava. Mas era tudo⊠suave. Demasiado suave. Como se ele estivesse com medo de te quebrar.
Antes, ele te puxava para o colo sem aviso, te beijava atĂ© vocĂȘ ficar tonta, te apertava como se quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Agora? Agora ele te segurava como se vocĂȘ fosse feita de vidro. Os beijos eram rĂĄpidos, casto. Os abraços, cuidadosos. Como se ele estivesse com medo de que, se te apertasse forte demais, vocĂȘ fosse se espatifar no chĂŁo.
E o pior? Ele nĂŁo te olhava mais como antes.
Antes, os olhos dele queimavam quando te viam. Como se ele quisesse te devorar viva. Agora? Agora era como se ele estivesse olhando pra um quadro. Algo bonito. Algo intocĂĄvel.
â Jungwon⊠â vocĂȘ tenta uma noite, quando vocĂȘs estĂŁo deitados na cama, ele de costas para vocĂȘ, como se atĂ© dormir ao seu lado fosse um risco. â O que estĂĄ acontecendo?
Ele suspira, profundo, como se a pergunta dele doesse.
â Nada, gatinha. Só⊠tĂŽ tentando te tratar como vocĂȘ merece.
E é aà que o seu coração sangra.
Porque vocĂȘ sabe o que isso significa.
VocĂȘ sabe que, pra ele, tratar vocĂȘ como vocĂȘ merece Ă© te colocar em um pedestal. Ă te ver como algo puro. Algo que nĂŁo pode ser maculado. Algo que nĂŁo pode ser⊠sujo.
E vocĂȘ?
VocĂȘ nĂŁo quer ser pura.
VocĂȘ quer ser desejada. Quer ser possuĂda. Quer que ele te olhe como se vocĂȘ fosse a Ășnica coisa no mundo que ele precisa pra sobreviver.
VocĂȘ quer que ele te quebre.
Mas agora, vocĂȘ Ă© sĂł uma boneca. Delicada. FrĂĄgil. IntocĂĄvel.
E o pior de tudo?
Ele nĂŁo sabe que vocĂȘ tĂĄ morrendo de vontade de ser suja por ele.
â Wonnie⊠â manha, chorosa, se arrastando pelos lençóis na direção dele. â Por quĂȘâŠ
Ah, para ele, aquilo foi como um puta *golpe baixo, amor. Sua vozinha suave nĂŁo mexeu sĂł com o corpo dele â jĂĄ tenso, se agarrando a aquela mĂsera sanidade que ele protegia com tanto zelo dentro de si â, mas, principalmente, com um desejo mais⊠obscuro.
â Porque nĂŁo, princesa⊠O Wonnie nĂŁo podeâŠ
â Pode sim⊠â desliza a mĂŁozinha pelo ombro dele, sorrateira como era, mansinha.
â NĂŁo posso! Amor, vocĂȘ⊠vocĂȘ Ă© pura demais â te olha por cima do ombro e te faz travar por um segundo.
Jungwon se vira e pega seu rostinho entre os dedos, te fazendo olhĂĄ-lo nos olhos. A vastidĂŁo obscura do olhar dele te faz ficar entorpecida, jĂĄ fraquinha antes mesmo que ele abra a boca para dizer o que quer que fosse.
â Olha pra vocĂȘ. TĂŁo linda, delicada e⊠frĂĄgil⊠â a voz dele arrasta cada palavra como se estivesse preso no feitiço da sua pureza, o olhar felino percorrendo cada mĂnimo traço do seu rostinho tĂŁo perto do dele. â Imagina sĂł. O Wonnie te quebraria atĂ© se te tocasse com carinho.
As mĂŁos dele se afastaram do seu rosto na mesma hora, como se o mĂsero contato queimasse. E queimava. Queimava nele de maneira dolorosa, porque ele nĂŁo queria admitir que simplesmente queria mais. Muito mais. Jungwon nĂŁo se contentaria com sĂł te ter debaixo dele, vermelhinha, nervosa como sempre se sentia quando trocava aqueles beijinhos mixurucas com ele. Se sĂł beijos te deixavam assim, quem dirĂĄ quando ele colocar aquelas mĂŁos dele em ti. NĂŁo aguentaria.
â NĂŁo Ă© verdade â tenta desmentir e faz biquinho.
â NĂŁo? â ele debocha e ri. Uma risada rouca e maldita que te faz estremecer, apertar as perninhas uma contra a outra sem muita consciĂȘncia do ato.
â NĂŁo⊠eu aguento, Wonnie! â tua tentativa de soar convincente fez ele rir e erguer o corpo um pouco mais pra te olhar.
â Prova.
O ar travou. Seus olhos se arregalaram na hora, como se Jungwon tivesse dito o ĂĄpice de um completo absurdo.
Como iria provar? Tinha tantas maneiras. Mas, óbvio, todas eram maneiras sujinhas pra caralho e, conhecendo seu namorado, temia que ele te parasse antes mesmo que começasse a provar pra valer.
Era uma garota suja por dentro, queria que teu namorado não tivesse dó, que esfolasse sua bucetinha com o caralho dele, que te deixasse entupidinha de porra, vazando, tremendo em espasmos pelo prazer fodidamente delicioso que ele te proporcionaria. Podia ser virgem, mas a mente⊠ah, sua mentezinha sabia ser depravada pra caralho quando o assunto era maquinar tudo que queria que ele fizesse contigo! Até porque, desde quando foder com Yang Jungwon iria ser algo ruim? Nunca, nunquinha seria, nem mesmo se ele começasse com um romancezinho antes de perder o controle e te foder até não aguentar mais.
E essa era a palavra: controle. Queria que Yang perdesse aquele maldito controle dele e finalmente te depravasse como bem queria. Wonnie nĂŁo fazia a mĂnima ideia de que a garotinha dele â na qual se encontrava tĂŁo imerso e tamanho obcecado na sua virgindade â era uma putinha desse tamanho.
EntĂŁo faria questĂŁo de mostrĂĄ-lo, claro que faria. Mostraria pro Yang o que ele tava perdendo com aquele joguinho dele e o quĂŁo bom seria se ele cedesse sĂł um pouquinho.
Fez um biquinho determinado e, apoiando as mĂŁozinhas no lençol da cama, inclinou-se pra frente. Sentiu ele tenso ao começar a dar beijinhos singelos, cuidadosos e levemente amuados no pescoço dele. Esfregou o nariz no local, perdendo o foco por um segundo â o cheiro cĂtrico, aromĂĄtico e apetitoso dele fez atĂ© mesmo a mĂnima fricção da sua intimidade com a tua calcinha se tornar angustiante. Mas continuou. Arrastava seus lĂĄbios pela pele gostosinha de se sentir contra eles e sentia Jungwon simplesmente começar a desmoronar, a duvidar e a desejar⊠ainda mais.
â Wonnie⊠â manha e sorri de levinho, traiçoeira, ao sentir o movimento do peito dele numa tentativa tosca de respirar fundo e se manter firme.
Distribue beijos molhados e estaladinhos atravĂ©s do pescoço, subindo pro maxilar travado, beijando o ossinho tenso dali atĂ© descer de novo, abaixando um pouco a camisa preta dele sĂł pra conseguir tocar os seus lĂĄbios na ĂĄrea da clavĂcula. Quase riu ao sentir ele se arrepiar e a pele sob seus lĂĄbios esquentar de leve.
â O que foi, Wonnie?
â Filha da putaâŠ
O murmĂșrio dele fez tua bucetinha pulsar, desejosa. Era, na verdade, mais uma espĂ©cie de rosnado contido, como se cada corrente daquele controle imbecil que ele tentava manter começasse a estalar, a rachar, e assistir isso com os prĂłprios olhos era bom pra cacete, nĂŁo podia negar.
â Hm?
â Larga de ser sonsa, porra⊠o que Ă© isso? Minha princesa nĂŁo Ă© assimâŠ
Se afasta um pouquinho sĂł pra olhĂĄ-lo nos olhos. Teve de se segurar pra nĂŁo sorrir com a maneira como ele tava todo tenso, nervoso, claramente excitado.
â Ah, Wonnie⊠sĂł um pouquinho, vaiâŠ
Ele arqueia a sobrancelha e, olhando nos olhos dele, pega a mĂŁo mĂĄscula, pondo a lĂngua vermelhinha e molhada pra fora. Jungwon arfa, desacreditado, o cacete dele dentro da calça jĂĄ se sufocando contra o tecido â tolo, completamente tolo e hipnotizado na visĂŁo do teu rostinho casto e belo totalmente tomado por uma feição de uma vadia manhosa, suja e necessitada.
â O que vocĂȘ⊠AhâŠ
Ele prende a carnezinha do prĂłprio lĂĄbio entre os dentes assim que sente. Ah, o calor molhado e gostoso do mĂșsculo contra os dedos dele o faz delirar por dentro, sujo, perverso. O pior? A putinha enfia a boquinha nos dedos dele e faz uma sucção que faz ele ficar com os olhos vidrados na tua visĂŁo.
Ah, filha da puta suja e provocadora!
Ia conseguir deixar o Yang maluco em instantes. Mamava nos dedos longos dele com astĂșcia, estalado, o barulhinho molhado fazendo ele se inclinar pra frente, todo extasiado com o gesto, observando e se deleitando com a sensação da tua lĂngua rodeando a pontinha de cada um dos dedos dentro da boca.
â TĂĄ mamando como se fosse o meu pau, Ă©? Que puta suja⊠tudo isso por que quer pica? NĂŁo aguenta ficar sem, nĂŁo?
Nega, balançando a cabeça prontamente, meio chorosa. Jungwon ri com a tua manha descarada e revira os olhos, atento na sua boquinha se mexendo a cada movimento.
â Puta sonsa do caralho⊠o que Ă© que cĂȘ quer, hein? Quer que o Wonnie desista e arrombe essa tua buceta, cadela? â questiona, enfiando os dedos na tua boca um pouco mais fundo, te fazendo ficar com os olhos arregalados, a xota formigando, arruinando o tecido branco de renda da calcinha. â Deve tĂĄ ensopada, nĂ©? Deixa o Wonnie ver, amor, vai. â se move, pronta pra soltar os dedos dele. Mas Jungwon Ă© mais rĂĄpido; pega teu queixo, te mantendo ali, ainda chupando os dedos dele enquanto a segurava com aquela firmeza que fazia tuas perninhas ficarem bambas. â NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo solta. Mostra assim mesmo⊠Quero ver enquanto tu continua mamando igual uma putinha com fome, tĂĄ?
O tom sujo dele te faz derreter, molinha â amava ver ele falando de maneira tĂŁo suja contigo.
Levanta sua saia e vem um pouquinho mais pra frente dele, pra Jungwon ver melhor. Os olhos felinos voam direto pra aquela mancha transparente no tecido, jĂĄ meio grande e que ia se alargando por meio dele aos poucos, que fazia teu namoradinho presumir que chega dava pra sentir o cheirinho gostoso se chegasse sĂł um pouco mais perto.
â Tsc, tsc, que feio⊠Fica molhada sendo xingada desde quando, princesa?
Tira a boca dos dedos dele com um plopt molhado, fazendo bico enquanto o rebatia:
â VocĂȘ que nunca quis dar uma chance, Wonnie. VocĂȘ e esse seu⊠esse seu protecionismo ridĂculo!
Ele olha ti, ofendido. SĂł que aĂ depois ele ri, e essa risada⊠te cheirava a um dos problemas mais gostosos que vocĂȘ jĂĄ teve na vida.
â Ah Ă©? NĂŁo sabia que a minha princesinha era uma vadia, no final das contas â o comentĂĄrio dele te faz encolher, quase recuando se o ridĂculo nĂŁo tivesse te segurado pela calcinha. Sim, o filho da puta te puxou pro lugar que tava antes mesmo de que sequer se movesse direito pela parte da frente do tecido, com aqueles dedos molhados dele, ocasionando uma fricção escorregadia da renda contra tua xotinha encharcada. â Deixei tu fugir agora por acaso? NĂŁo era tu que tava cheia de marra, garota?
â WonnieâŠ
â Quieta â ele rosna pra ti e te puxa mais forte, pra mais perto dele.
Ofega, levando as mĂŁozinhas pros ombros dele, tentando se segurar, tentando, na verdade, nĂŁo cair sentada no caralho dele visivelmente duro sob a calça. Era ridĂculo e engraçado que, agora que via o tamanho, se sentia assustada sĂł com a ideia de cair sem querer ali. Com o puxĂŁo e, principalmente, com os dois dedos dele segurando a parte de cima da calcinha, rodeando as laterais e se fechando em punho ali, o tecido melado escorregou e se estreitou, reunindo-se num amontoadinho que se esfregou bem no teu clitĂłris. Gemeu, manhosa, fechando as perninhas e os olhos com o arrepio gostoso que percorreu teu corpinho na hora.
Jungwon percebeu, Ăłbvio que percebeu.
â Que que foi, hm? TĂĄ gemendo sĂł com isso, amor? â debocha, sorrindo daquele jeitinho filhadaputamente gostoso pra ti, elevando tua angĂșstia e intensificando teu desejo. Porra, como queria morrer de dar pra aquele homem.
Ele sĂł tira proveito disso, te puxa pela calcinha ainda mais, fazendo seus joelhos encostarem nas coxas dele, apenas facilitando pra que o tecido maldito se esfregasse ainda mais na tua xotinha, deixando ela vermelhinha sĂł pela aspereza do gesto.
â Arrombadinha, nem levou uma dedada ainda.
O desgraçado enrola o tecido em volta do pulso e aquele movimento sĂł faz a calcinha querer se enfiar dentro de ti, ser engolida de tĂŁo empapada que tava, chorosa, sĂł querendo uma surra do caralho dele. O mais ridĂculo era que aquele puto tava se divertindo com isso, porque ele sorria. Sorria ao ver o quĂŁo tenso o tecido tava contra a tua buceta, o quĂŁo encharcado, arruinado, pronto atĂ© mesmo pra ele meter os dentinhos ali e rasgar tudo na marra.
Só que a garotinha dele era uma puta suja, e se ela sentia tesão, e gemia igual uma gatinha indefesa pela dorzinha daquele esfrega esfrega tão constante na própria xotinha⊠não podia reclamar, fechou?
â JungwonâŠ
â CĂȘ nĂŁo queria isso? NĂŁo reclama, amor, eu poderia tĂĄ fazendo Ă© pior.
AĂ veio um estalo brusco e repentino contra a carne quentinha da tua buceta semi exposta. Doloroso, certeiro, tĂŁo gostoso que te deu um choque que fez tuas pernas tremerem na hora â o grito que deu foi inevitĂĄvel. Enterrou as unhas nos ombros dele e fez ele rir quando tombou teu corpinho frĂĄgil pra frente, toda arqueada pra ele. A visĂŁo fez o sorriso dele vacilar por um instante quando viu uma banda da tua bundinha pra fora da saia. Linda, arrebitada, como se pedisse silenciosamente pra ele enfiar a mĂŁo com força ali e judiar da carne entre os dedos. Ah, se ele pudesse⊠O olhar escureceu, mas, por um maldito instante, num estalo sĂșbito⊠ele voltou ao controle, como se tivesse acordado de um transe.
â A-amor, a gente nĂŁo podeâŠ
E num momento vocĂȘ se encontrou frustrada, tendo de agarrar aquela mĂŁo no lugar que tava antes que ele se atrevesse a tirĂĄ-la dali. VocĂȘ segura a mĂŁo dele com força, os dedos trĂȘmulos, mas determinados. O biquinho no lĂĄbio inferior Ă© um misto de teimosia e desafio, como se cada fibra do seu ser estivesse gritando pra que ele entendesse: vocĂȘ nĂŁo Ă© frĂĄgil, nĂŁo Ă© intocĂĄvel, nĂŁo Ă© uma boneca. E, se ele nĂŁo fosse capaz de enxergar isso, vocĂȘ ia provar de outra forma.
â Se vocĂȘ nĂŁo quer⊠â a voz saĂra mais firme do que vocĂȘ esperava, mas o tremor nas mĂŁos traĂa o nervosismo. â Eu posso pedir pro Ni-ki. â O nome escapa dos seus lĂĄbios como um sussurro, mas o impacto Ă© imediato.
O ar entre vocĂȘs dois parece congelar.
Os olhos de Yang Jungwon, antes jĂĄ escurecidos pelo desejo contido, agora se transformam em uma tempestade. NĂŁo Ă© mais o brilho de um homem lutando contra a prĂłpria luxĂșria, nĂŁo Ă© mais o olhar de quem tenta se controlar. Ă algo mais primal. Mais possessivo. Mais perigoso.
â O que tem o Nishimura? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo e rouco, como se as palavras tivessem sido arrastadas de um lugar profundo, escuro, onde ele nĂŁo gostaria que vocĂȘ visse.
Seu coração pulsa com força. Nunca. VocĂȘ nunca o tinha ouvido chamar Riki pelo sobrenome. Era sempre Ni-ki, Riki, o apelido carinhoso que ele mesmo tinha dado ao amigo, como se o nome completo fosse pesado demais pra intimidade que eles compartilhavam. E agora, de repente, era Nishimura. Como se, ao pronunciar aquelas sĂlabas, Jungwon estivesse traçando uma linha entre o que era dele e o que nĂŁo era. Entre o que ele permitia e o que ele proibia.
VocĂȘ nĂŁo recua. NĂŁo agora. NĂŁo quando o fogo dentro de vocĂȘ estĂĄ queimando tĂŁo forte que quase doĂa.
â Eu posso pedir pro Ni-ki⊠â repete, e a simples menção do nome do amigo faz com que algo dentro dele estale. VocĂȘ sente o ar mudando, como se uma corrente elĂ©trica tivesse passado entre vocĂȘs. â Tirar minha virgindade⊠â a voz falha por um segundo, mas vocĂȘ se força a continuar, os dedos apertando a mĂŁo dele com mais força. â Ele ficaria feliz, nĂŁo? Em sentir minha bucetinha apertada que nĂŁo levou nenhum pau ainda.
As palavras saem sem filtro, sujas, provocativas. VocĂȘ nĂŁo sabe de onde tirou a coragem para dizer aquilo, mas sabe que nĂŁo Ă© mentira. Nishimura Riki era um safado. Um safado que nĂŁo hesitaria em te usar, em te marcar, em te fazer sua de todas as formas possĂveis. E, por algum motivo, essa ideia â a ideia de que outro homem pudesse te tocar, te possuir, te quebrar â acende algo em Jungwon que vocĂȘ nĂŁo tinha visto antes.
Os olhos dele queimam.
NĂŁo Ă© mais o olhar de um namorado carinhoso, nĂŁo Ă© mais o homem que te tratava como uma princesa. Ă o olhar de um predador que acabara de perceber que sua presa estĂĄ prestes a escapar. E predadores, vocĂȘ sabe, nĂŁo gostam de perder o que Ă© deles.
â Ă o que sua, fedelhazinha?
Num movimento rĂĄpido, ele te empurra contra o colchĂŁo, os mĂșsculos dos braços tensionando enquanto ele se posiciona por cima de vocĂȘ. A respiração dele tĂĄ ofegante, quente, e vocĂȘ sente cada exalação como uma promessa de algo que estĂĄ por vir. Algo intenso. Algo violento.
â VocĂȘ nĂŁo vai pedir nada a ninguĂ©m, tĂĄ me ouvindo, pirralha? â a voz dele Ă© um rugido, uma mistura de raiva e desejo tĂŁo espesso que vocĂȘ sente o som vibrando no seu peito. Caralho, ele tava tĂŁo puto. Os punhos dele fecham em torno dos seus, e, antes que vocĂȘ possa reagir, ele os prende acima da sua cabeça, imobilizando vocĂȘ. NĂŁo com brutalidade, mas com uma firmeza que nĂŁo admite discussĂŁo.
â Como vocĂȘ vai me impedir? â vocĂȘ pergunta, o desafio na voz misturado com um tremor de excitação. Porque, por mais que ele esteja com raiva, por mais que os olhos dele estejam escuros como a noite, vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai te machucar. NĂŁo de verdade. Mas ele vai te fazer pagar por essa provocação.
E, pelo jeito que as coisas estĂŁo indo, vocĂȘ quer pagar.
A mĂŁo esquerda dele desce, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Os dedos frios â ou serĂĄ que Ă© a sua pele que tĂĄ queimando? â encontram a barra da sua saia, e vocĂȘ sente o tecido ser levantado, o ar fresco do quarto tocando a sua pele exposta. A mĂŁo direita dele ainda segura os seus punhos, e vocĂȘ tenta, por instinto, se soltar. Mas Ă© em vĂŁo. Ele Ă© mais forte. Mais determinado.
Os dedos dele, frios como o gelo, mal roçam a sua xotinha quente, Ășmida, necessitada. Apenas um toque. Apenas um contato. Mas Ă© o suficiente pra que todo o seu corpo estremeça, como se uma corrente elĂ©trica tivesse percorrido cada nervo, cada veia, cada centĂmetro da sua pele. VocĂȘ sente a sua bucetinha sensĂvel se contrair, como se estivesse pedindo por mais, como se estivesse suplicando por algo que sĂł ele poderia te dar.
E vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de vergonha. Ă um gemido de alĂvio, de desejo, de fome. Porque, porra, finalmente ele tĂĄ te tocando. Finalmente ele tĂĄ te sentindo. Finalmente ele tĂĄ cedendo.
â Nem te toquei direito e tu jĂĄ tĂĄ assim? A vadiazinha jĂĄ tĂĄ pingando? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, rouco, cheio de uma satisfação suja. Os dedos ainda pairam sobre vocĂȘ, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. â CĂȘ acha que o Ni-ki vai se importar? Garota, ele ia fazer sĂł isso.
E, sem aviso, sem preparação, ele enfia os dedos dentro de vocĂȘ.
NĂŁo Ă© um movimento suave. NĂŁo Ă© um carinho. Ă uma invasĂŁo. Uma reivindicação. Dois dedos, grossos, longos, gelados, se enterram na sua buceta virgem, esticando vocĂȘ de uma forma que vocĂȘ nunca tinha sentido antes. A queimação Ă© imediata, intensa, como se o seu interior estivesse sendo rasgado por dentro. VocĂȘ grita, o som saindo da sua garganta como um misto de dor e surpresa, as costas arqueando, os dedos se cravando na sua palma.
Mas, lĂĄ no fundo, lĂĄ no fundo, hĂĄ algo mais.
HĂĄ um prazer.
Um prazer quente, intenso, que começa a se espalhar pela sua barriga, como se cada movimento dos dedos dele estivesse acendendo uma faĂsca dentro de vocĂȘ. E, quando ele começa a mexer os dedos, devagar, carinhosamente, como se estivesse tentando acalmar a dor que ele mesmo tinha causado, o grito de desconforto se transforma.
Se transforma em gemidos.
Gemidos baixos, roucos, desesperados.
â Ă bom, nĂ© amor? Gostoso pra caralho⊠nĂŁo tanto quanto o meu pau, mas, tsc, dĂĄ pro gasto â a voz dele Ă© um sussurro sujo, os lĂĄbios roçando a sua orelha enquanto os dedos continuam a se mover dentro de vocĂȘ, explorando, descobrindo, possuindo.
VocĂȘ assente com a cabeça, desesperadamente, os olhos fechados, os lĂĄbios entreabertos, o corpo todo tremendo.
â Sim, Wonnie⊠Muito bom⊠â a voz sai trĂȘmula, ofegante, como se cada palavra fosse um esforço.
Mas vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai deixar barato. NĂŁo depois daquilo que vocĂȘ disse.
â Mas ardeu, nĂŁo ardeu? â ele pergunta, e vocĂȘ sente os dedos dele girarem dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse testando os seus limites. â Sabe que com o meu pau vai ser pior, princesa. Mas, hm⊠isso Ă© algo que vocĂȘ vai ligar?
Arregala os olhos e engole em seco.
VocĂȘ sabe que ele tĂĄ certo. Sabe que o caralho dele Ă© grande, grosso, duro. Sabe que, quando ele finalmente te possuir, vai ser uma mistura de dor e prazer tĂŁo intensa que vocĂȘ nĂŁo vai saber se estĂĄ gemendo ou gritando. Que Jungwon ia saber muito bem usar aquela rola gostosa, mas ia dar uma ardidinha, porque tua bucetinha era virgem, apertadinha pra caralho. E se ele perdesse o controle? Caralho, se ele perder o controle, se deixar levar pelo aperto da tua xotinha⊠ele nĂŁo vai conseguir parar. Vai bater os quadris, bruto, esfolando tua buceta com afinco atĂ© vocĂȘ ficar toda assadinha, mas babando que nem uma cadela tola pra ele.
Mas vocĂȘ tambĂ©m sabe que ele Ă© ciumento. Um ciumento sem cura. E que todo aquele showzinho que ele tĂĄ dando agora Ă© por causa de uma coisa sĂł: ciĂșmes.
E, se tem uma coisa que vocĂȘ ama, Ă© ver o Yang Jungwon perdendo o controle.
NĂŁo lhe deu tempo para pensar. As palavras saem da sua boca antes que vocĂȘ possa impedi-las, manhosas, provocativas, sujas.
â NĂŁo tem problema o Ni-ki me rasgar todinha⊠â vocĂȘ diz, a voz doce, traiçoeira, como se vocĂȘ estivesse realmente imaginando o pau do japonĂȘs te esticando, te quebrando. â A dor vai ser tĂŁo gostosa.
E, claro, vocĂȘ tĂĄ mentindo.
Porque, na verdade, vocĂȘ nĂŁo tĂĄ pensando no Niki. NĂŁo tĂĄ pensando no pau longo e fino do amigo. VocĂȘ tĂĄ pensando no caralho do seu namorado. No tamanho. Na espessura. Na força com que ele ia te possuir, te marcar, te fazer sua.
Mas Jungwon nĂŁo pode saber disso.
E, pelo jeito que os olhos dele escurecem, pelo jeito que os mĂșsculos do maxilar dele tensionam, vocĂȘ sabe que atingiu o alvo.
Dito e feito.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele nĂŁo aguentasse mais te tocar. E, antes que vocĂȘ possa reagir, antes que vocĂȘ possa respirar, a mĂŁo dele estala contra o seu rosto. A dor Ă© imediata, queimando a sua bochecha direita, como se ele tivesse acendido um fogo ali. A pele formigando, e, por um segundo, o mundo gira.
â Ă dor que vocĂȘ quer? â a voz dele Ă© um rugido, os olhos negros de fĂșria, de posse, de ciĂșmes.
VocĂȘ assente, devagar, os olhos brilhando com uma mistura de dor e excitação.
â Ă⊠â vocĂȘ sussurra, a voz trĂȘmula, mas firme.
E ele sorri.
NĂŁo Ă© um sorriso bonito. NĂŁo Ă© um sorriso carinhoso. Ă um sorriso perigoso. Possessivo. Prometedor.
â Acho melhor que vocĂȘ pense duas vezes antes de inventar de falar o nome do Nishimura pra mim â a voz dele Ă© baixa, ameaçadora, como se cada sĂlaba fosse uma promessa de algo muito, muito pior. â Vou fazer vocĂȘ sentir na pele, princesinha.
E vocĂȘ sorri.
Porque vocĂȘ sabe que atingiu ele em cheio.
Jungwon solta os seus punhos de repente, como se tivesse percebido que segurar vocĂȘ com tanta força era um desperdĂcio de tempo. Afinal, ele tinha melhores maneiras de te imobilizar. De te controlar.
O rosto dele desce em direção ao seu pescoço, e vocĂȘ sente o calor da respiração dele contra a sua pele, quente, Ășmida, necessitada. Os lĂĄbios dele roçam a sua pele, devagar, como se ele estivesse saboreando cada centĂmetro do seu corpo. E entĂŁo, de uma vez, ele morde.
NĂŁo Ă© uma mordida forte. NĂŁo Ă© uma mordida que machuca. Ă uma mordida possessiva. Marca. Os dentes dele afundam levemente na sua pele, e vocĂȘ sente o ardor se espalhando, como se ele estivesse gravando o nome dele ali. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
As duas mĂŁos dele descem para a sua cintura, e vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido qualquer. Ă um gemido manhoso, provocativo, cheio de prazer. Porque, porra, vocĂȘ ama esses toques. Ama a forma como os dedos dele se cravam na sua pele, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Ama a forma como ele te aperta, te segura, te faz sentir que vocĂȘ Ă© dele.
â Olha sĂł, Ă© uma virgenzinha mesmo, nĂ©? Mas nĂŁo deixa de ser uma puta disfarçada por trĂĄs desse teu sorrisinho. Me enganou direitinho, cadela.
AĂ mesmo que vocĂȘ geme. Cacete⊠e como geme.
E Jungwon mentiria se dissesse que nĂŁo gosta.
Ele ama os seus gemidos. Ama a forma como o seu corpo reage ao toque dele. Ama a forma como vocĂȘ se delicia, se entrega, se perde nas mĂŁos dele. Cada som que escapa dos seus lĂĄbios Ă© como um convite pra que ele vĂĄ mais longe. Cada tremor do seu corpo Ă© como um desafio pra que ele te faça tremer mais.
E ele nĂŁo vai recuar. Ele te olha uma Ășltima vez, nos olhos. O olhar faminto e possessivo dele, enegrecido, te faz sentir a calcinha grudar na tua bucetinha.
â Ă isso que vocĂȘ quer, nĂ©? A vagabundinha quer me ver puto por ela, nĂ©?
Morde o låbio, o coração dando uma acelerada, esfregando as perninhas uma contra a outra.
â Ă⊠bonitinho. Te ver com ciuminho é⊠fofo.
Jungwon tava e o silĂȘncio se instaura. Fofo? VocĂȘ tinha a audĂĄcia de chamar ele de fofo logo agora? Porra, garota, vocĂȘ ativou o interruptor errado no Yang, aquele que diz na cabeça dele â vou fazer ela pagar, e com gosto.
â Fofo? VocĂȘ me acha⊠fofo? â pra ele, a essa altura do campeonato, isso soava como uma puta de uma ofensa. â Ah, princesa, vocĂȘ nĂŁo disse isso⊠Tu vai me achar fofo quando eu tiver finalmente lotando sua buceta de tanta porra, vai? NĂŁo, muito antes⊠vocĂȘ vai ao menos aguentar que eu enfie? VocĂȘ tem cara de que, sĂł de enfiar a cabecinha, vocĂȘ chora.
Olha pra Jungwon em choque. Sequer imaginava que o desgraçadinho do teu namoradinho conseguia ser tĂŁo boca suja desse jeito. Mas, ah, vocĂȘ amava isso. E como amava. Era algo que tinha conseguido arrancar do Ăąmago dele e, depois dessa, jamais gostaria de ficar sem.
Ainda assim, desafia, olha pra ele, atrevidinha:
â Hm, duvido muito. O Wonnie nĂŁo seria capaz⊠ficaria com dĂł se eu fizesse carinha de choro.
â Tu jura? â ele rebate, arqueando a sobrancelha. O tom meio cĂnico dele te deu um embrulhosinho no ventre. â Ah, bebĂȘ, pois se eu tivesse te comendo e vocĂȘ fizesse carinha de choro, aĂ que eu ia querer te estapear todinha e esporrar nesse teu rostinho fofo.
Antes que raciocinasse, num movimento rĂĄpido, fluĂdo, ele arranca a sua blusa branca do corpo. O tecido escorrega pela sua pele, suave, leve, como se atĂ© a roupa soubesse que nĂŁo tinha mais lugar ali. E, de repente, vocĂȘ tĂĄ exposta. VulnerĂĄvel. Deliciosamente vulnerĂĄvel.
Apenas com o sutiĂŁ.
Um sutiĂŁ bege, simples, mas tĂŁo atrativo que parece ter sido feito para ser tirado.
Jungwon nĂŁo perde tempo. NĂŁo hesita. NĂŁo pede permissĂŁo.
Ele leva apenas uma mĂŁo para trĂĄs das suas costas, e, com um movimento preciso, rĂĄpido, os dedos dele encontram o fecho. Clique. O som Ă© alto, definitivo, como se fosse o inĂcio de algo que nĂŁo tem mais volta.
E, num piscar de olhos, o sutiĂŁ cai.
Os seus peitos ficam livres, expostos, perfeitos.
E Ă© aĂ que Jungwon congela.
Os olhos dele se arregalam, hipnotizados, como se ele estivesse vendo a coisa mais linda, mais desejåvel, mais perfeita do mundo. Os peitos são cheios, firmes, com um peso que faz com que eles se movam levemente com a sua respiração ofegante. A pele é macia, sedosa, com um brilho suave, como se estivessem pedindo para serem tocados. Os mamilos, rosadinhos, duros, erectos, como se estivessem suplicando pela boca dele, pelos dedos dele, por qualquer coisa que ele quisesse fazer.
â Porra⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. Os olhos dele percorrem cada centĂmetro dos seus peitos, como se ele estivesse memorizando cada detalhe. â TĂŁo perfeitos⊠TĂŁo lindosâŠ
E, sem aviso, ele ataca.
Os lĂĄbios dele cobrem um dos seus mamilos, quentes, Ășmidos, famintos. VocĂȘ sente a lĂngua dele girar em torno do biquinho, devagar, torturante, como se ele estivesse saboreando cada segundo. E entĂŁo, de repente, ele chupa.
Fortemente.
VocĂȘ grita, as costas arqueando, os dedos se cravando no lençol como se vocĂȘ precisasse de algo para nĂŁo desmoronar. O prazer Ă© intenso, elĂ©trico, como se cada movimento da boca dele estivesse acendendo um fogo dentro de vocĂȘ. E, quando ele morde levemente o mamilo, vocĂȘ sente o ardor se espalhar, queimando, delicioso.
â Ah! Wonnie⊠â vocĂȘ geme, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de prazer.
Seu Wonnie nĂŁo para. NĂŁo pode parar.
Os lĂĄbios dele descem pelo seu peito, beijando, mordendo, chupando, como se ele quisesse marcar cada centĂmetro da sua pele. E, a cada beijo, a cada toque, ele deixa uma marca.
Marquinhas roxas. Vermelhas. Pequenas e grandes, como se ele estivesse pintando o seu corpo com o nome dele. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
â Se o Nishimura ver isso aqui⊠â ele murmura, a voz baixa, possessiva, enquanto os lĂĄbios dele roçam a pele marcada. â E ele nĂŁo vai⊠uh? Ă bom ressaltar â ele ri, putĂfero, e os dedos dele apertam a sua cintura, possessivos, fortes. â Vai saber que tem dono.
Jungwon nĂŁo para. NĂŁo quer parar.
Os beijinhos pelos seus peitinhos â mĂ©dios, perfeitos, feitos pra ele â continuam, mas agora com uma urgĂȘncia maior, como se ele nĂŁo conseguisse se controlar. A lĂngua dele traça cĂrculos em torno dos mamilos, devagar, torturante, enquanto os dedos apertam a carne macia, possessivos, como se ele quisesse deixar sua marca em cada centĂmetro. VocĂȘ suspira, as costas se arqueando instintivamente, oferecendo mais de si para ele, como se o seu corpo soubesse que pertencia Ă quele homem.
E ele sabe.
Os lĂĄbios dele descem pela sua barriga, quentes, Ășmidos, famintos. Cada beijo Ă© uma promessa. Cada mordidinha leve Ă© uma marca. Ele te marcaria todinha, se pudesse. NĂŁo sĂł com os dentes, nĂŁo sĂł com os lĂĄbios, mas com tudo: o cheiro dele em vocĂȘ, o gosto dele em vocĂȘ, a sensação dele em vocĂȘ, a porra esbranquiçada dele todinha em vocĂȘ, dentro ou fora, melecando a bonequinha linda dele. Pra que ninguĂ©m, nunca, duvidasse de quem vocĂȘ pertence.
A saia Ă© o prĂłximo obstĂĄculo.
Ele poderia te foder ali mesmo, com o tecido ainda no corpo, a calcinha de ladinho, o prazer rĂĄpido e sujo. O tesĂŁo Ă© tanto que ele sente o pau latejando, dolorido, implorando por alĂvio. Mas nĂŁo. NĂŁo.
A ideia de te ter toda peladinha para ele, de marcar cada pedacinho do seu corpo, de garantir que mais nenhum atrevido sequer pensasse em tocar vocĂȘ, Ă© muito mais tentadora. Muito mais satisfatĂłrio.
Com um movimento brusco, ele arranca a saia do seu corpo, o tecido escorregando pelas suas pernas como se nĂŁo fosse nada. VocĂȘ, instintivamente, tenta se ajeitar mais pra cima da cama, como se quisesse se esconder, se proteger â mas Jungwon nĂŁo permite.
â Opa, bebĂȘ, vocĂȘ fica aqui â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, autoritĂĄrio, enquanto a mĂŁo dele agarra a calcinha, puxando vocĂȘ de volta pra posição que ele quer. â NĂŁo Ă© vocĂȘ que tava brincando comigo? Me provocando? Quer ver o fofo, nĂ©? Saca sĂł.
E entĂŁo, o imprevisĂvel acontece.
Um estalo.
A calcinha rasga.
O som Ă© alto, definitivo, como um aviso: vocĂȘ Ă© minha, e eu faço o que quiser com vocĂȘ.
Seu corpo estremece, o coração disparando. Agora. Agora ele ia te possuir. Agora ele ia rasgar o resto da sua virgindade, assim como rasgou a calcinha. A excitação Ă© tĂŁo intensa que vocĂȘ quase pode sentir o pau dele dentro de vocĂȘ, estirando, quebrando, marcando.
Mas nĂŁo.
NĂŁo ainda.
Os dedos dele pressionam a sua bucetinha de novo, frios, duros, implacåveis. A queimação volta, intensa, como se ele estivesse reacendendo o fogo que tinha começado antes. Mas, em seguida, os movimentos suavizam, circulares, carinhosos, como se ele estivesse tentando aliviar o ardor que ele mesmo causou.
VocĂȘ choraminga, o som saindo fraco, necessitado, como se o seu corpo nĂŁo soubesse se queria mais ou se aguentava mais.
â Hum? â a voz dele Ă© provocativa, suja, enquanto os dedos giram dentro de vocĂȘ, lentos*m, torturantes. â TĂĄ chorando por quĂȘ? â ele pergunta, e vocĂȘ sente o hĂĄlito quente dele contra o seu rosto, os olhos escuros, divertidos com a sua reação. â Pensou que jĂĄ teria o que queria? â Ele estocou mais fundo. â Como? â Mais fundo. â Se nĂŁo aguenta nem dois dedos meus? â E mais fundo.
A cada frase, a cada movimento, os dedos dele acertam um ponto perfeito, sensĂvel, que faz o seu corpo tremer. E vocĂȘ solta gemidinhos, altos, gostosos, como se cada toque fosse demais e, ao mesmo tempo, pouco.
Até que, de repente, ele acerta.
O pontinho.
Aquele lugar que faz o seu mundo girar, que faz as suas pernas tremerem, que faz o seu estĂŽmago se contrair como se vocĂȘ estivesse caindo.
â Ah! â o gritinho escapa dos seus lĂĄbios, agudo, descontrolado, como se ele tivesse encontrado a chave para o seu prazer.
Jungwon sorri.
E Ă© um sorriso perigoso. SatisfatĂłrio. Triunfante.
â Achei â ele murmura, a voz rouca, cheia de promessas sujas, enquanto os dedos começam a estocar exatamente aquele ponto, rĂtmico, implacĂĄvel, perfeito. â Aguenta, mĂŽ. NinguĂ©m mandou tu ser uma vadia necessitada por piroca desse jeito. Mas vocĂȘ vai esperar um pouquinho atĂ© que eu te dĂȘ o que vocĂȘ quer.
E vocĂȘ?
VocĂȘ estĂĄ vendo estrelas.
A cada dedada, a cada movimento, o prazer cresce, se expande, te consome. Os seus dedos se cravam no lençol, o corpo tenso, arqueado, como se vocĂȘ estivesse tentando se segurar em algo que nĂŁo existe. Porque nada existe alĂ©m daquele toque. Nada existe alĂ©m daquele homem. Nada existe alĂ©m da sensação de que vocĂȘ estĂĄ prestes a explodir.
Os dedos dele continuam a estocar dentro de vocĂȘ, rĂtmicos, implacĂĄveis, como se ele estivesse determinado a te levar ao limite. E vocĂȘ sente. Sente o seu interior apertar em torno deles, nĂŁo mais por estranhamento, nĂŁo mais por medo do novo, mas porque vocĂȘ estĂĄ perto. Muito perto.
O prazer estĂĄ subindo, crescendo, te consumindo, como uma onda que nĂŁo pode mais ser contida. VocĂȘ sabe que estĂĄ Ă beira de algo grande, algo intenso, algo que vai te destruir e te reconstruir ao mesmo tempo.
Mas, de repente, ele para.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele tivesse percebido algo que o assustou. VocĂȘ resmunga em protesto, um som baixo, frustrado, enquanto a sua xota, toda melada, toda necessitada, se contraĂ repetidamente, como se estivesse procurando por algo â por ele â pra preencher o vazio que ele deixou.
Jungwon nĂŁo resiste.
O som do tapa na sua buceta ecoa pelo quarto. Estalado. Possessivo. Sujo.
â Ah! â vocĂȘ choraminga, o som saindo abafado, necessitado, mas a sua intimidade encharca ainda mais, como se o seu corpo soubesse que aquilo era apenas o começo do que estava por vir. â Wonnie! M-mais, mais!
â âAh, Wonnie, mais mais!â â ele te imita, a voz esganiçada propositalmente, e vocĂȘ se encolhe, se sentindo pequena e inĂștil rente a ele. â Calma, pirralha, vocĂȘ vai ter o que quer, hm? Deixa de marra.
Faz biquinho e Won nĂŁo resiste. Estala um tapa no teu rostinho e manha pra ele.
â Cacete, que cadela insaciĂĄvel! Que que cĂȘ quer, hm? Diz pro seu Wonnie. â Ah, Jungwon filho da puta! Sabia muito bem o que vocĂȘ queria tava nas calças dele e ainda assim amava brincar, te ver desesperada e faminta por ele.
â Pau, Wonnie⊠dĂĄ pau, por favorâŠ
E vocĂȘ se humilha pra ele com facilidade, era um golpe baixo com ele. Tua carinha pidona, chorosa⊠sĂł queria uma coisinha, sĂł essa. Mas essa coisinha ainda custava meio cara aos olhos dele.
SĂł que desejo Ă© demais. A tentação Ă© demais. A necessidade carnĂvora de te possuir, de te marcar, de te fazer sua de uma vez por todas Ă© mais forte do que qualquer coisa.
Ele nĂŁo vĂȘ outro jeito.
Vai ter que tirar a virgindade da sua menininha mesmo.
â Ah, meu amor⊠o que eu nĂŁo faço pela minha garotinha pura que quer tanto ficar bem sujinha, hm?
Com um movimento rĂĄpido, desesperado, ele arranca as prĂłprias roupas do corpo. A camisa voa pra qualquer canto do quarto, o tecido da calça escorrega pelas pernas, e, quando finalmente ele tira a cueca vermelha, vocĂȘ olha.
E baba.
Tanto pela boca quanto pela buceta.
O membro do seu namorado Ă© lindo. Grande. Grosso. Cheio de veias que pulsam, duras, prontas pra te estourar. A cabeça Ă© lisa, brilhante, com um fio de prĂ©-gozo escorrendo pela ponta, como se ele jĂĄ estivesse ansioso demais pra te possuir. O comprimento Ă© impressionante, intimidante, e vocĂȘ nĂŁo vĂȘ a hora de senti-lo dentro de vocĂȘ, estirando, preenchendo, te fazendo sua.
Jungwon se aproxima, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Ele se posiciona por cima de vocĂȘ, os olhos escuros, intensos, fixos nos seus, como se ele quisesse gravar cada reação, cada gemido, cada detalhe do seu rosto enquanto ele te tomava.
A mĂŁo dele cobre a sua boca, firme, possessiva.
â Shh⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. â Quietinha, os vizinhos nĂŁo podem acordar. O Wonnie promete que, depois, vai fazer bem gostosinho, tĂĄ bom? SĂł espera um pouquinhoâŠ
E entĂŁo, finalmente, vocĂȘ sente.
A dor.
NĂŁo Ă© uma dor suave. NĂŁo Ă© uma dor rĂĄpida. Ă uma queimação, intensa, profunda, como se ele estivesse rasgando vocĂȘ por dentro. O grito que escapa da sua garganta Ă© abafado pela mĂŁo dele, sufocado, contido, enquanto o seu interior tenta expulsĂĄ-lo, rejeitĂĄ-lo, como se o seu corpo nĂŁo soubesse que aquilo era exatamente o que vocĂȘ queria.
â TĂŁo⊠â a voz dele Ă© um rosnado, tenso, cheio de esforço para nĂŁo perder o controle. â Mas tĂŁo apertada⊠â os dentes dele rangem, os mĂșsculos do maxilar tensionam, como se ele estivesse lutando contra o prĂłprio desejo. â Uma puta de uma virgenzinha mesmoâŠ
Ele para, respira fundo, como se estivesse tentando se acalmar. E Ă© entĂŁo que ele diz, a voz baixa, rouca, cheia de uma mistura de prazer e tortura:
â Mas, amor⊠â os dedos dele apertam a sua boca com mais força, como se ele precisasse te segurar ali, precisasse te controlar. â SĂł entrou a metade.
Os seus olhos se arregalam, incrĂ©dulos, choqueados. Aquilo tudo â a dor, a queimação, a sensação de estar sendo estirada atĂ© o limite â era apenas a metade?
Ele começa a adentrar de novo, devagar, cuidadosamente, como se ele soubesse que cada centĂmetro a mais era uma tortura para vocĂȘ. E vocĂȘ fecha os olhos, com força, como se fechar o mundo lĂĄ fora pudesse te ajudar a suportar o que estava por vir.
Mas, porra, nĂŁo adianta.
Porque nada pode te preparar pra aquilo.
A queimação Ă© momentĂąnea, intensa, mas, Ă medida que ele vai entrando, preenchendo, te esticando, vocĂȘ sente algo mais. Algo melhor. Algo tĂŁo bom que faz o seu corpo tremer, estremecer, se render.
Ă tudo o que vocĂȘ queria.
Tudo o que vocĂȘ sempre sonhou.
E, mesmo com a dor, mesmo com a queimação, vocĂȘ sabe que nĂŁo trocaria aquilo por nada no mundo.
Ele entra por completo.
E, de repente, o mundo para.
Não hå mais dor. Não hå mais medo. Não hå mais nada além da sensação de estar completamente cheia. Completamente preenchida. Completamente necessitada.
O pau de Jungwon Ă© enorme, e vocĂȘ sente cada centĂmetro dele dentro de vocĂȘ, estirando, ocupando, possuindo cada cantinho do seu interior. Ă uma sensação avassaladora, como se ele tivesse preenchido nĂŁo sĂł o seu corpo, mas tambĂ©m a sua mente, a sua alma.
E, agora, vocĂȘ nĂŁo sente mais nada alĂ©m de um desejo Ășnico, insaciĂĄvel: querer que ele meta. Querer que ele se mova. Querer que ele te foda atĂ© vocĂȘ nĂŁo aguentar mais, assim como ele havia prometido.
VocĂȘ rebola contra ele, devagar, tĂmida, mas determinada. Ă um movimento pequeno, sutil, mas claramente um sinal: quero mais.
Jungwon percebe.
E ri.
à uma risada baixa, rouca, cheia de satisfação suja. Os olhos dele brilham com um misto de orgulho e diversão, como se ele estivesse admirando a sua coragem, a sua fome por ele.
â Acabou de receber uma rola e jĂĄ quer que eu meta? â a voz dele Ă© provocativa, zombeteira, enquanto a mĂŁo dele desce e estala contra a sua coxa. O som ecoou pelo quarto, alto, possessivo. â Que virgenzinha imunda vocĂȘ Ă©, uh?
Aquela frase faz o seu corpo todo esquentar.
NĂŁo Ă© vergonha. NĂŁo Ă© raiva. Ă puro desejo. Pura excitação. Porque, porra, vocĂȘ adora quando ele fala assim com vocĂȘ. Adora quando ele te trata como uma putinha necessitada, como uma cadela no cio. Adora quando ele te lembra que vocĂȘ Ă© dele, e que ele pode fazer o que quiser com vocĂȘ.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa os movimentos, devagarzinho, como se estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Cada empurrão é lento, profundo, torturante, como se ele quisesse prolongar o prazer, prolongar a agonia da espera.
Mas, Ă medida que os seus gemidinhos vĂŁo aumentando, que os seus suspiros vĂŁo ficando mais altos, mais descontrolados, ele aumenta a velocidade.
Os quadris dele batem contra os seus, fortes, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E, quando ele acerta aquele ponto, aquele lugar que faz o seu mundo girar, os seus gemidos ficam mais altos, mais desesperados, mais cheios de prazer.
â Ah! Wonnie! â vocĂȘ grita, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de necessidade.
Ele testa retirar pelo menos a metade do membro e colocar de novo. Ă um movimento lento, torturante, como se ele estivesse brincando com vocĂȘ, testando os seus limites.
E, quando ele olha para baixo, para o ponto onde os seus corpos se encontram, ele vĂȘ.
Um leve resquĂcio de sangue.
A prova irrefutĂĄvel de que vocĂȘ era dele. Agora e pra sempre.
Isso o faz sorrir.
à um sorriso orgulhoso, possessivo, triunfante. Como se ele tivesse conquistado algo que ninguém mais poderia tirar dele.
â Toda minha⊠sĂł minha, caralhoâŠ
E, sem aviso, ele adentra todo de novo, forte, rĂĄpido, implacĂĄvel.
â Ah! Porra! â vocĂȘ grita de prazer, o som saindo da sua garganta como um lamento, como um pedido, como um agrado.
Ă tĂŁo bom.
TĂŁo bom que vocĂȘ jĂĄ estĂĄ toda bobinha pelo pau dele. Toda mole, toda tremendo, toda entregue Ă quela sensação indescritĂvel de estar completamente preenchida, completamente possuĂda, completamente dele.
Jungwon percebe.
Percebe que a dor sumiu. Que o medo se dissolveu. Que tudo o que resta Ă© puro prazer, pura necessidade, puro desejo por ele. O seu interior nĂŁo resiste mais, nĂŁo luta mais â aceita, pede, suplica por mais.
E, com um movimento lento, deliberado, ele retira o cacete do seu interior.
VocĂȘ choraminga.
Ă um som fraco, desesperado, cheio de frustração. Porque, porra, vocĂȘ queria ele dentro de vocĂȘ. Precisava dele dentro de vocĂȘ. A sensação de vazio Ă© insuportĂĄvel, como se algo essencial tivesse sido arrancado de vocĂȘ.
Uma gota de sangue cai no lençol, vermelha, brilhante, prova do que acabou de acontecer. Mas Jungwon nĂŁo liga. NĂŁo se importa. NĂŁo pensa em mais nada alĂ©m de vocĂȘ.
Ele apenas te olha, os olhos escuros, famintos, possessivos, e diz:
â Se for pra te sujar, pelo menos eu vou fazer isso bem feito.
A voz dele Ă© baixa, rouca, cheia de promessas sujas. E, antes que vocĂȘ possa reagir, ele te puxa pelo quadril, rĂĄpido, determinado, e te coloca de quatro.
A sua bunda fica virada pra ele, exposta, vulneråvel, pronta para ser usada. O seu rostinho afunda nos lençóis, ofegante, necessitada, ansiosa pelo que estå por vir.
E ele nĂŁo te faz esperar.
Com um movimento lento, torturante, ele penetra de novo. Devagar. Profundo. Completo.
VocĂȘ sente o aperto do seu interior abraçando ele, recebendo ele, suplicando por mais. E, quando ele entra todo, atĂ© o fundo, vocĂȘ geme.
Mas nĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de medo. Ă um gemido bobinho, feliz, extasiado por estar preenchida novamente. Por estar completa novamente. Por estar dele novamente.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa a te estocar de maneira rĂĄpida e forte. Os quadris dele batem contra a sua bunda, duros, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E os seus gemidos sĂŁo altos, descontrolados, cheios de prazer.
VocĂȘ nĂŁo consegue falar. NĂŁo consegue pensar. NĂŁo consegue fazer nada alĂ©m de sentir. Sentir cada movimento, cada toque, cada estocada que te arromba, te quebra, te faz sua.
E Jungwon brinca.
â A cadela desaprendeu a falar? â a voz dele Ă© zombeteira, provocativa, enquanto os quadris dele continuam a se mover, rĂĄpidos, fortes. â Ă uma puta toda burrinha agora que tĂĄ levando uma surra de rola, Ă©? Ah, sua vadiazinha do caralho.
Aquelas palavras fazem o seu interior contrair ainda mais. Mais. Mais. Como se o seu corpo quisesse provar que vocĂȘ ainda era capaz de sentir, de reagir, de gozar por ele.
E vocĂȘ estĂĄ tĂŁo perto.
TĂŁo perto que o mundo gira. TĂŁo perto que os seus dedos se cravam nos lençóis. TĂŁo perto que vocĂȘ sente o prazer se acumulando, pronto para explodir.
Jungwon puxa os seus cabelos, forte, possessivo, fazendo o seu tronco levantar. E, com essa nova posição, as estocadas adentram ainda mais fundo, mais forte, mais certo.
Acertando aquele pontinho. Aquele lugar que faz o seu corpo tremer, que faz o seu mundo girar, que faz o seu prazer transbordar.
E, porra, nĂŁo tem jeito.
Apenas quatro estocadas. Quatro estocadas fortes, precisas, implacĂĄveis.
E vocĂȘ goza.
O grito de prazer toma o quarto, alto, descontrolado, cheio de satisfação. O seu corpo treme, se contrai, se entrega ao orgasmo mais intenso que vocĂȘ jĂĄ sentiu na vida.
Jungwon dĂĄ mais trĂȘs estocadas devagar, prolongando o prazer, saboreando cada segundo daquele momento. E, quando ele sai de dentro de vocĂȘ, ainda duro, ainda necessitado, vocĂȘ se joga de barriga pra cima na cama, tremendo, ofegante, com o corpo queimando.
Ă a melhor sensação que vocĂȘ jĂĄ tinha sentido na vida.
E Jungwon nĂŁo termina.
Ele punheta o caralho dele, rĂĄpido, forte, com os olhos fixos em vocĂȘ, como se estivesse gravando cada reação, cada tremor, cada gemido que ainda escapa dos seus lĂĄbios. E, quando o gozo jorra, quente, espesso, abundante, ele mira direto na sua buceta, sensĂvel, apenas um pouquinho melada de sangue.
E, sem hesitar, ele coloca um pouco de porra pra dentro do seu buraquinho com os dois dedos, devagar, possessivo, marcando vocĂȘ por dentro e por fora.
â Agora sim... â a voz dele Ă© baixa, satisfatĂłria, cheia de orgulho. â Bem sujinha.
VocĂȘ sorri, fraco, feliz, completamente entregue.
â Sujinha apenas pro Wonnie⊠â vocĂȘ diz, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de amor. â E pra mais ninguĂ©m.
㠀㠀㠀㠀












