A estranha e incômoda sensação de que nunca sou o protagonista na vida de alguém; sou sempre o secundário; o deixado de lado; o substituível.
// Ryan Lucas
Keni
todays bird
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

ellievsbear
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
styofa doing anything

roma★

★

PR's Tumblrdome
Claire Keane

art blog(derogatory)

tannertan36

Janaina Medeiros

#extradirty
Cosmic Funnies
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Three Goblin Art

祝日 / Permanent Vacation
Xuebing Du
seen from Czechia

seen from Mexico

seen from Japan

seen from Türkiye
seen from Ukraine
seen from United Kingdom

seen from Brazil
seen from Belgium

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from Argentina

seen from Algeria
seen from United Kingdom

seen from Australia
seen from United States
@jubarteazul
A estranha e incômoda sensação de que nunca sou o protagonista na vida de alguém; sou sempre o secundário; o deixado de lado; o substituível.
// Ryan Lucas

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Demorei a entender que não sofremos por pessoas, mas sim pelo que elas nos fazem sentir. No final das contas, é tudo sobre nós mesmos.
Ela conseguiu esconder o interesse, o sorriso bobo, disfarçou o olhar de canto. Conseguiu esconder o jeito mandona, extrovertida, sorridente. Conseguiu conter a vontade de beijar, agarrar, se despir. Ela conseguiu esperar, aceitar o pedido, namorar, conhecer os pais. Conseguiu ser simpática, colocar um salto, ser boa moça. Conseguiu sentar de pernas cruzadas, mexer discretamente no cabelo e colocar as mechas, sutilmente, atrás da orelha. Ela conseguiu o primeiro beijo, o sorriso no meio dele, emaranhar os dedos nos cabelos escuros que ele não gostava que atrapalhasse. Conseguiu arrancar sorrisos e suspiros, suspiros mais intensos, palavras novas também surgiram “você me deixa louco”. Ela conseguiu se expressar, contar que era leiga, nova, medrosa e que não estava preparada. Conseguiu se impor. Ela conseguiu se sentir amada, amparada e compreendida, mas também conseguiu se surpreender. Ela conseguiu falar não, questionar, se debater, contorcer, gritar. Conseguiu correr em círculos dentro de um quarto (de quatro) paredes. Ela conseguiu conter o choro, voltar para casa, enxergar tudo de forma normal, rotineiro, natural. Conseguiu fazer com que se repetisse todos os dias, no final de semana, abaixar a cabeça e falar “ele me ama”. Ela conseguiu mudar um pouco o ambiente, fugir do quarto e parar na lavanderia, na sala, na cozinha, no parque da cidade. Conseguiu aprender a ser quieta, silenciosa, muda, pequena. Ela conseguiu disfarçar, esconder as marcas, os roxos, os cortes, as dores, aceitar os abraços, carinhos, beijos, tapas, desejos, vontades, apertos, a força, a posse, “é minha”. Conseguiu ser obediente, não chorar, apanhar, afirmar, saciar, ajoelhar, engasgar, prender o ar, tratar a dor como amiga. Ela conseguiu aprender a chorar baixinho no chuveiro, a perder peso em pouco tempo, a vomitar na escola, tirar a pele suja no banho, arranhar as costas e usar o próprio sangue para enganar. Conseguiu ser sozinha depois de ter sido dois em um só corpo e morrer logo em seguida. Ela conseguiu segurar o choro desesperador por horas, dias, anos. Conseguiu se calar em todos os meses des(a)gostos, sofrer quieta, tentar não pensar. Ela só não conseguiu esquecer. Não conseguiu esvaziar o peito. Então conta nos dedos os dias torturantes que a fazem lembrar de quando ela aprendeu a sobreviver, de quando ela conseguiu olhar a morte e dizer:
- “Vem! Eu consigo aguentar!”
- Aos quinze!
- “Como conseguiu aguentar?.....”
Suspirou um pouco apreensiva, com os olhos se naufragando em lágrimas agridoces:
- “Meu segredo sempre foi fechar os olhos, respirar fundo e sussurrar que vai ficar tudo bem...”
Um pequeno silêncio se fez presente, um sorriso surgiu meio tímido, se abrindo lentamente naquele rosto molhado em águas profundas:
- “Tudo sempre fica bem não é?!...”
O sorriso se abriu largo, esperançoso, sútil e foi ali que ela mostrou que dentro da escuridão ela foi sua propria luz no fim do túnel.
- Aos quinze!
“Entrou no banheiro ainda com um sorriso no rosto. “Vou tomar um banho gente”. Fechou a porta, passou a chave. Abriu o chuveiro com cautela, devagar, registro da esquerda, água quente. Colocou a mão embaixo para sentir a água caindo e escapar entre os dedos. Estava queimando. Abriu um pouco o registro da esquerda, água fria. Esperou as duas se misturarem e entrarem em um acordo nesse choque térmico. Virou o rosto, o corpo, caminhou até o balcão. Apoiou as mãos frágeis na pia, não queria se encarar no espelho. Levou os dedos que foram molhados até a barriga, puxando o moletom para cima, com cuidado. Doía. Ardia. O casaco passou pela cabeça e caiu no chão, a força que tinha não era capaz de segurar uma folha de papel. As mãos desceram trêmulas para o botão da calça, abrindo o zíper, puxando com leveza para baixo e terminando de tirar com a ajuda dos pés. Não se encarou no espelho. Virou em direção ao box, abrindo e entrando com a roupa íntima, não queria se desfazer dela. Colocou a mão embaixo do chuveiro novamente, logo em seguida entrou com a cabeça aos poucos, olhos fechados. Um pé de cada vez e ao sentir a água escorrer pelo corpo, conteve o gemido de dor e mesmo assim se sentiu abraçada pela correnteza. Doía. Ardia. Com as mãos apoiadas na parede a sua frente, foi escorregando em prantos, ajoelhando no chão onde a água respingava e percorria sua costas arranhadas, desenhando os traços, escorrendo pelos ombros com marcas de dedos, mãos em seus pulsos. Doía. Ardia. As marcas roxas espalhadas pelo corpo estavam recentes, então em silêncio chorou por sentir que mesmo se limpando, aquilo ficaria na pele feito tatuagem. E ali, ja sem voz por conta dos gritos de horas atrás, ela fechou os olhos e parou o tempo para sentir a sua dor. Para que pudesse aprender a respirar do zero. Para que pudesse filtrar o que acabara de acontecer.”
- Aos quinze!

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Não adianta você bloquear a pessoa em todas as redes sociais, apagar o número e fingir que a pessoa nunca existiu. Se, na calada da noite, o teu peito chama o nome dela. Nada adianta se dentro de você ainda tem anexado a essência da outra pessoa.
Catástrofe
“Somos falhos. Quebrados. Defeituosos. Programados para errar. Então aproveite, use ao teu favor. Rale os joelhos. Cotovelos. Queixo. Coração. Alma. Esse gatilho puxado pela vida, te baleando com o sofrimento e toda pólvora que ele carrega para espalhar por tua essência são meramente provas para sua resistência. Resiliência. Força. Sejam cortes, arranhões, desilusões, mágoas, deixe doer e depois esvaziar. Sumir. Diluir. Que transborde tua dor, de atenção para ela, grite, esperneie, chore, soluce, trema, esmurre, sangre, mas não cultive. Não cative. Deixe partir. O sofrimento faz morada em peito que tem cômodo vazio, então seja extremo, viva cheio. Está lotado! Mas se repetir? Vai doer de novo, não? Tolo daquele que espelha teu presente no passado. Temido aquele que baseia o futuro em anotações dos erros do passado. Esplêndido aquele que vive para simplesmente viver o presente. Devemos deixar de ser egotistas a ponto de escolher para onde queremos direcionar o amor, medrosos para entregar sentimentos magníficos ao mundo por não querer sofrer. A maior e mais poderosa arma está posta em nossas mãos, a nossa capacidade de regeneração emocional, nossa capacidade de mudar princípios. Regras. Leis. Dogmas. Não pause. Não estagnem. Não temam a mudança. Não temam sofrer. Se for necessário, e é, coloque o dedo na garganta e coloque para fora todas as experiências, ou melhor, apenas o pior. Não junte as malas só porque foi machucado. Não use o conhecimento para se fechar. Beije porque quer beijar naquele instante. Dance se a música te contagia. Ame se os ponteiros dos relógios pausaram quando teus olhos encontraram outros olhos. Não perca aventuras, amores, sorrisos, paz só por comparar com decepções. Quem fui ontem não me veste agora e meu hoje não vestirá meu amanhã. Já cativei. Fui cativada. Já decepcionei. Fui decepcionada. Mas sou feita de amor. O que passou agregou histórias e sorrisos. O que está por vir fica encarregado para o amanhã. O hoje? Viverei intensamente, se der vontade de café, tomarei, mesmo não gostando, pois quero viver dos meus anseios e desejos. Quero realizar e me sentir realizada. Ser amor.”
— - Empatize.
“Eu gostaria de poder dizer que acostumei com a minha dor. Que eu soube conviver com ela e me confortar com isso, mas eu nunca me acostumei e não quero me acostumar. Difícil explicar, é como se eu fosse um navio viajando pelos sete mares e vez ou outra sofro um náufrago por ondas e mais ondas de lembranças. Ondas que me afogam no passado fazendo meus pulmões se encherem de vidro, onde cada tentativa de respirar virasse um machucado a mais. Ondas de realidade, que me fazem sentir nojo do mundo de hoje e ter medo de ser humano. Existem momentos e momentos. Hora me deparo com ondas de dez metros, outras de um, mas ainda assim são ondas. Fortes, fracas, mas ondas. Ondas de sofrimento. Ondas de cicatrizes. Gostaria muito, seria meu maior prazer, poder dizer que estou conseguindo nadar nesse mar chamado interior, que estou seguindo uma direção concreta. Gostaria de poder dizer que meus pulmões são moradia de borboletas e mariposas, que aprendi a boiar no caos que passou por mim. Eu gostaria de muita coisa. Atualmente, porém, estou começando a juntar os pedaços do navio, avistar a tripulação e agradecer por não estar sozinha. No dia de hoje estou me mantendo aquecida, respirando devagar para acalmar o coração. Agora no presente estou me tornando uma sobrevivente. Uma sobrevivente que se afogou dentro de si mesma, mas ainda sim uma sobrevivente.”
— - Âncora.
“Nesse mar da vida seja gentil, tu não sabe a âncora que o outro carrega.”
— - Empatize.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Ela conseguiu esconder o interesse, o sorriso bobo, disfarçou o olhar de canto. Conseguiu esconder o jeito mandona, extrovertida, sorridente. Conseguiu conter a vontade de beijar, agarrar, se despir. Ela conseguiu esperar, aceitar o pedido, namorar, conhecer os pais. Conseguiu ser simpática, colocar um salto, ser boa moça. Conseguiu sentar de pernas cruzadas, mexer discretamente no cabelo e colocar as mechas, sutilmente, atrás da orelha. Ela conseguiu o primeiro beijo, o sorriso no meio dele, emaranhar os dedos nos cabelos escuros que ele não gostava que atrapalhasse. Conseguiu arrancar sorrisos e suspiros, suspiros mais intensos, palavras novas também surgiram “você me deixa louco”. Ela conseguiu se expressar, contar que era leiga, nova, medrosa e que não estava preparada. Conseguiu se impor. Ela conseguiu se sentir amada, amparada e compreendida, mas também conseguiu se surpreender. Ela conseguiu falar não, questionar, se debater, contorcer, gritar. Conseguiu correr em círculos dentro de um quarto (de quatro) paredes. Ela conseguiu conter o choro, voltar para casa, enxergar tudo de forma normal, rotineiro, natural. Conseguiu fazer com que se repetisse todos os dias, no final de semana, abaixar a cabeça e falar “ele me ama”. Ela conseguiu mudar um pouco o ambiente, fugir do quarto e parar na lavanderia, na sala, na cozinha, no parque da cidade. Conseguiu aprender a ser quieta, silenciosa, muda, pequena. Ela conseguiu disfarçar, esconder as marcas, os roxos, os cortes, as dores, aceitar os abraços, carinhos, beijos, tapas, desejos, vontades, apertos, a força, a posse, “é minha”. Conseguiu ser obediente, não chorar, apanhar, afirmar, saciar, ajoelhar, engasgar, prender o ar, tratar a dor como amiga. Ela conseguiu aprender a chorar baixinho no chuveiro, a perder peso em pouco tempo, a vomitar na escola, tirar a pele suja no banho, arranhar as costas e usar o próprio sangue para enganar. Conseguiu ser sozinha depois de ter sido dois em um só corpo e morrer logo em seguida. Ela conseguiu segurar o choro desesperador por horas, dias, anos. Conseguiu se calar em todos os meses des(a)gostos, sofrer quieta, tentar não pensar. Ela só não conseguiu esquecer. Não conseguiu esvaziar o peito. Então conta nos dedos os dias torturantes que a fazem lembrar de quando ela aprendeu a sobreviver, de quando ela conseguiu olhar a morte e dizer:
- “Vem! Eu consigo aguentar!”
- Aos quinze!
Respire... Novamente.
A situação está desafiadora, não é verdade? Você se sente exaurida, sem energia, trêmula, com o desejo de desistir preso na garganta.
O choro contido se transforma em angústia, apertando o peito, e a pergunta surge: como algo vazio pode transbordar?
Ser você mesma tornou-se exaustivo. A autoexigência é cansativa. Sentir-se esgotada tornou-se esgotante. Seu corpo pede uma pausa; doenças emergem como um grito de socorro, mas mesmo ouvindo, é difícil parar.
Você anseia por colo, mas hesita em aceitar. Busca apoio, mas não sabe como solicitar. Quer ajuda, mas reluta em pedir. Você apenas oferece; pois não foi ensinada a receber.
Chore, menina. Soluce. Demonstre que está difícil; grite que está com medo, repita que está cansada até que todos ouçam, até que todos os olhares se voltem para você, até que nossos olhos nos enxerguem. Até que eu saia da sua cabeça e você consiga dizer em voz alta que está difícil! Até que alguém além de você mesma diga-nos:
- “Respire... mais uma vez.”
- De dentro pra fora; de si para o mundo!
Maturidade emocional é sobre permitir-se sentir. É ter em mente que cada sentimento tem seu tempo, seu propósito e seu fluxo.
Maturidade emocional é aceitar suas emoções, compreendendo a importância de deixá-las emergir sem reprimir. É sobre identificar e fazer escolhas de comportamentos assertivos, pensando antes de agir, vasculhando lá no fundo o que desencadeou tal choro, tal medo, tal insegurança, tal impotência.
Maturidade emocional é sobre enxergar de forma funcional os seus “porquês”, acolhendo sua criança interior. É sobre saber que não será fácil, mas que irá lidar com suas emoções da forma mais respeitosa e válida possível.
Maturidade emocional é sobre se conhecer, se ouvir e se amar. É respeitar seu processo, sem se apressar.
- Está tudo bem em não estar bem!

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Quando uma pessoa te ama de verdade, ela faz questão da sua presença, da sua companhia e você não precisa lutar por isso, você não precisa pedir pra entrar, ela vai te dar a chave e te convidar. Se você está em um lugar, onde tem que insistir pra estar lá, sugiro que dê meia volta e se retire, esse lugar não é seu. Acredite, quando é pra ser, as coisas fluem e você não precisa pedir e muito menos implorar por isso. Nos lugares certos, você consegue perceber nitidamente a sua importância.
Caren B.
sempre a artista, nunca a inspiração sempre uma opção, nunca a primeira sempre escutando, nunca ouvida sempre tentando, nunca o suficiente.