A Baco . đ· . đ· . đ· . đ· . đ· . đ· . đ· "Alegra-te, pois, a ti mesmo", diz o deus Ă humanidade. Anima-te a ti mesmo, grita o divino ao homem. Ter ante os olhos a embriaguez da carne, do vinho, do sexo, da integridade de ser-se quem se Ă©. O torpor de sentir-se por inteiro, ainda que quebrado, e remendado, mas nunca esvaziado. Inacabado por nĂŁo se acabar, num corpo que pede o eterno, num gozo que se mistura ao etĂ©reo, no riso que se des-contĂ©m em choro da criança que nĂŁo Ă© mais nem leĂŁo, bem camelo, mas que faz as pazes com seu deus e dragĂŁo. A Baco, a DionĂsio, que morre e renasce, que se descobre imortal na mortalidade. Por Baco, por DionĂsio, que se alegre, que se ria, a si, somente a si. (em MassapĂȘ) https://www.instagram.com/p/B3AcwPJl2hE/?igshid=1ctfrflh7vbgu