Bairro nobre da cidade do Rio de Janeiro, a Urca surgiu dos assentamentos de terra aos pés do Pão de Açúcar e do Morro Cara de Cão.
Estácio de Sá foi enviado ao Rio de Janeiro para auxiliar na expulsão dos invasores franceses e fundar uma cidade nos arredores da Baía de Guanabara, a fim de demarcar território. Em 1565, surgia então, a primeira Cidade Velha do Rio de Janeiro. Nas extremidades da Baía, foram construídos duas fortalezas que serviriam para proteger a cidade, são elas a Fortaleza de São João e a de Santa Cruz.
Sucessor de Estácio de Sá, após seu falecimento em batalha no Outeiro da Glória, onde foi construída a famosa Igreja do Outeiro da Glória, Mem de Sá optou por transferir a cidade para o Morro do Castelo, onde hoje estão instalados os edifício do MEC, Ministério do Trabalho e Ministério da Fazenda.
Naquela época, não havia comunicação por terra entre a Fortaleza de São João e a cidade nova. e que se expandiu em torno do mesmo, para a região da atual Praça 15 e também do lado sul, região da atual Praça da Cinelândia. Pretendia-se criar um caminho sobre aterro, ligando a antiga Praia da Saudade que hoje é Avenida Pasteur até a Fortaleza de São João, mas a idéia não obteve sucesso.
No ano de 1922, concluíram um aterro para a criação do novo bairro, feito praticamente com areia do mar, da própria Baía de Guanabara. A areia era lançada e contida entre paredões de pedras.
Quando foram terminados os assentamentos para criação do bairro da Urca, a extensão onde se encontrava a Praia da Saudade já exibia grandes construções como o edifício do Instituto Benjamin Constant, e o edifício usado pela UFRJ.
Na Av. Pasteur é onde se inicia o bairro da Urca. Antigamente, esse pedaço onde hoje se tornou avenida, compreendia um segmento de areia e mar, que foi denominado Praia da Saudade, que naquela época era bem visitada, devido ao fato de que banhos de mar eram novidade e de haver acessibilidade para o local. Entretanto, a praia sumiu após os assentamentos de terra, dando lugar à atual Avenida.
Em toda a sua extensão, a Av. Pasteur comporta dentre diversas construções erguidas ainda no Império, edifícios importantes, a exemplo do Iate Clube do Rio de Janeiro, o Instituto Benjamin Constant, o prédio da Universidade Federal do rio de
Janeiro, que já funcionou como um hospital, a Escola de Guerra Naval, além de edificações que abatidas, como a Faculdade Nacional de Medicina.
Iate Clube do Rio de Janeiro - AVENIDA PASTEUR
No ano de 1920, amantes do iatismo, as famílias Guinle e Rocha Miranda, decidiram erguer o Fluminense Yachting Club, sediado primeiramente no estádio do Clube Fluminense, em Laranjeiras, e em seguida, deslocado para a Praia da Saudade. Nesta nova sede, frequentemente ampliada, havia casas de banho de mar antes de terem tornado mais acessíveis os de Copacabana. Quando a Praia da Saudade foi aterrada, em meados de 1934/5, construíram ali uma pista de pouso de aviões, que funcionou por um bom tempo até começarem a surgir percalços por conta de diversos acidentes.
Com um intuito de expansão do Fluminense Yachting Club, uma nova planta foi organizada por Oscar Niemeyer, porém as obras só terminaram em 1968, e o clube foi sendo rebatizado até ser determinado Iate Clube do rio de Janeiro.
Antigo Hospício, hoje Universidade Federal - AV. PASTEUR, 250
Desde 1830 a Santa Casa de Misericórdia se empenhava em reestruturar um hospício para abrigar os deficientes mentais, visto que o Hospital da Santa Casa, em que residiam, estava bastante defasado. Com a perspicácia e inteligência do magnata Provedor José Clemente Pereira, a autorização para a criação de um novo hospital foi concedida pelo Imperador. Desta forma, D. Pedro II, redigiu o Decreto de 18 de julho de 1841, dia de sua sagração como Imperador na Igreja do Carmo, fundando o Hospício de D. Pedro II.
A nova edificação, feita nos moldes franceses em estilo neoclássico, na Praia da Saudade, contou com a supervisão dos arquitetos José Domingos Monteiro, José Maria Jacinto Rebelo, e o Sargento-Mór Joaquim Cândido Guilhobel, foi construída com os trilhões em reais que foram doados ao Provedor.
Por desentendimentos políticos, passou a se chamar Hospício Nacional de Alienados, havendo pouco depois uma separação de sexos, e as mulheres foram para uma colônia na região do Engenho de Dentro. As instalações do Hospício foram transferidas para Jacarepaguá, e assim que o prédio foi evacuado, ele foi barganhado pela Universidade do Brasil, restaurado e adaptado para atender a Reitoria e diversas faculdades da área de biomédica. Trinta anos depois, a Reitoria foi transportada para a Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, renomeada Universidade Federal do Rio de Janeiro, e tombada pelo IPHAN.
Fundação José Bonifácio - AVENIDA PASTEUR, 280
Casarão de estilo neoclássico assim como a Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi fundada no século XIX, serve de apoio para a Universidade. Foi tombado pelo IPHAN em 1990.
Instituto Benjamin Constant - AVENIDA PASTEUR
De volta ao Rio de Janeiro após uma temporada de estudos em Paris, o jovem José Alves de Azevedo, ofereceu suas instruções de educação para que outras pessoas deficientes visuais como ele, pudessem usufruir de seus métodos de ensinamento. O Dr. José Francisco Xavier Sigaud, apoiou a idéia e diante da aprovação o Imperador D. Pedro II, foi criado o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, no Morro da Saúde, a primeira instituição para deficientes na América Latina.
Em junho de 1864 o Instituto funcionava no prédio da Praça da Aclamação, antigo Campo de Santana e hoje Praça da República sendo dirigido pelo Dr. Claudio Luiz da Costa, sucessor do Dr. Sigaud, em 1856.
Em 1869, a direção passou para o Dr. Benjamin Constant Botelho de Magalhães. O Dr. Benjamin Constant, casado com uma filha do Dr. Claudio, dedicou ao Instituto uma verdadeira afeição. Em 1872 receberam por doação do Imperador, um vasto terreno para a construção do edifício. A construção ocorreu a passos lentos, visto que em 1896 só ficou pronta a metade esquerda do edifício planejado; a outra metade ficou por décadas reduzidas apenas as paredes mestras do pavimento térreo. O Instituto dos Meninos Cegos passou a denominar-se Instituto Benjamin Constant por determinação da Lei no. 26, datada de 24 de Janeiro de 1891, dois dias após a morte de seu mais famoso professor e diretor.
Em compensação, ao finalmente ficar pronto, o Instituto recebia 450 internos, ultrapassando 10 mil depois de anos de existencia. Foram oferecidos para o Jardim de Infância, Primário e Ginasial, dentre muitos outros, os cursos de massoterapia, radiotelegrafia, datilografia, cursos musicais, trabalhos manuais, etc. Nas novas dependências foram instalados: a Imprensa Braille e a Biblioteca, esta com mais de 10 mil volumes, em seis idiomas, sendo uma das mais completas da América do Sul, destinada aos cegos. Em época posterior também ali se instalou o Banco de Olhos.
O prédio do Instituto Benjamin Constant é tombado pelo Município.
Centro de Pesquisas de Recursos Minerais - AV. PASTEUR, 404
O atual prédio estava destinado a sediar a Faculdade de Medicina, porém em seu lugar foi estabelecida a Escola Superior de Guerra. Sua obra foi para receber a Exposição Nacional comemorativa do centenário da Abertura dos Portos no Brasil. Após a Exposição, a edificação foi reservada ao Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, onde a partir de 1907, outras repartições federais se instalaram, desde Ministério da Agricultura, o Departamento Nacional da Produção Mineral, e o Ministério das Minas e Energia.
Em 1992, foi o palácio finalmente tombado pela Municipalidade.
Escola Municipal Minas Gerais - AVENIDA PASTEUR, 433
Construído em 1907/8 para a grande Exposição Nacional de 1908 na Praia Vermelha, O Pavilhão foi calculado para apenas subsistir somente durante o evento, Foi então reconstruído no ano de 1922 numa escola para crianças excepcionais. A Escola Minas Gerais é tombada pela Municipalidade desde 1990.
Escola de Guerra Naval - AVENIDA PASTEUR, 480
Devido a necessidade da Marinha do Brasil de se modernizar, o Marechal Hermes, pelo Decreto no. 8.650, de 4 de abril de 1911, fundou o Curso Superior de Marinha, que funcionava na Praça XV de novembro, onde hoje esta o Museu Naval e Oceanográfico. Em 1914 criou a Escola Naval de Guerra, funcionando ainda no mesmo local. E em 1930, o Presidente Getúlio Vargas manda reorganizar o estabelecimento, que passa a se chamar pelo nome atual de Escola de Guerra Naval.
Em 30 de abril de 1970, a EGN foi modificada para onde se encontra atualmente, na Avenida Pasteur, próximo à Praia Vermelha.
A Praia Vermelha, no bairro da Urca é cercada de um lado pelo Morro da Urca e Pão de Açúcar e do outro pelas rochas do Morro da Babilônia. À frente deste magnífico cenário situa-se uma bela praça, onde fica a estação do bondinho do Pão de Açucar.
A Praia Vermelha é mais frequentada pelos moradores do bairro, mesmo estando bem perto de um dos pontos turísticos mais visitados no Rio de Janeiro. Além da sua bela paisagem, em suas extremidades, encontram-se duas antigas fortificações desativas.
Ocupada desde o início do século 18, quando então foi erguido um forte para fazer parte das defesas da cidade do Rio de Janeiro, a praia ficou um tanto isolada devido a construção de um prédio que comportou a Escola Militar bem à frente da praia. Em 1935, o prédio da antiga Escola Militar foi bombardeado e demolido durante o episódio chamado de Intentona Comunista.
Entre as construções importantes que se destacam no local, está o IME ou Instituto Militar de Engenharia, e Faculdade Nacional de Medicina, respectivamente, demolidas.
A praia é a principal atração, completando o belo cenário que se tem ao chegar à Praça General Tibúrcio, que situa-se antes da praia, e contém um grande monumento, muitos bancos e também um chafariz sobre espelho d´agua.
Busto do Dr. Augusto Ramos
Esta escultura encontra-se no Morro da Urca e é do projetista do teleférico do Pão de Açúcar.
Monumento aos Heróis de Laguna e Dourados - PRAÇA GENERAL TIBÚRCIO
Para recordar o episódio da Guerra do Paraguai em que homens do exercito resistiram bravamente aos ataques e morreram lutando em Laguna, Paraguai e Dourados, Mato Grosso, em 1918 o Exército do Brasil, custeou o projeto monumento a ser construído na Praia Vermelha.
Apoveitou-se o espaço onde estava o prédio demolido durante a Intentona Comunista para ali erguer o monumento, o qual funcionaria igualmente como mausoléu dos principais líderes brasileiros dos dois combates.
Monumento a Frederic Chopin – Praia Vermelha
Dentre as muitas barbaridades praticadas pelos invasores nazistas à Polônia , uma das primeiras foi a de destruir o monumento ao compositor romântico polonês Frédéric Chopin, existente naquela cidade.
Quando a notícia chegou ao Brasil, a comunidade polonesa aqui residente resolveu se organizar para conquistar fundos com o objetivo de erguer um monumento a Chopin no Rio de Janeiro. Em 1°. de setembro de 1944, no quinto ano da invasão da Polônia, foi inaugurado o monumento a Chopin na Praça Floriano, de frente para o Teatro Municipal, onde permaneceu por quinze anos.
Em 1959, iniciou-se uma campanha para erguer na Praça Floriano um monumento ao maestro e compositor Carlos Gomes, e outra para remover a homenagem a Chopin, por considerarem incompatíveis os dois monumentos. Depois de algum tempo esquecido num depósito, o monumento foi colocado na Praia Vermelha em 1964. A estátua tem 2,5m e está sobre um pedestal de granito com um metro de altura.
Instituto Militar de Engenharia - PRAÇA GENERAL TIBÚRCIO, 80
Funcionava na Fortaleza da Praia Vermelha, decretado pelo rei de Portugal um curso de Formação de Soldados. Havendo necessidade de ampliar os estudos dos militares no Brasil, a Rainha D. Maria I criou em 1792 a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, instalada no edifício da Casa do Trem, onde hoje funciona o Museu Histórico Nacional.
Depois de perambular por vários prédios da cidade, foi decidido pelo exército, em 1939, a construção de um grande edifício próprio para sediar a então denominada Escola Técnica do Exército. Com a remodelação da Praia Vermelha obteve-se o espaço necessário para ali surgir a Praça General Tibúrcio, sendo destinado o lado costeiro ao Morro da Babilônia para o novo prédio.
Em 1959 Surge o IME - Instituto Militar de Engenharia, fruto da fusão da Escola Técnica do Exército e o Instituto Militar de Tecnologia. Desde 1958 a escola ministrava o Curso de Pós-Graduação em Engenharia Nuclear, o 1o. da América Latina. A partir de 1997 a escola passou a aceitar mulheres, assim quebrando um velho tabu. Presentemente, são ministrados nove cursos de graduação em engenharia paramilitares e sete cursos de pós-graduação ao nível de mestrado e doutorado para civis e militares.
Escola de comando e Estado Maior do Exercito - PRAÇA GENERAL TIBÚRCIO, 125
Em 1808. o Príncipe D. João mandou instalar seu estado maior no Quartel General da Corte, no Campo de Santana. O prédio manteve suas funções por todo o século XIX, e nele se deu a Proclamação da República, a 15 de novembro de 1889. Por Decreto de 2 de outubro de 1905, o Presidente Rodrigues Alves criou a Escola de Estado Maior, com a missão de preparar oficiais superiores para o exercício de estado maior, comando, chefia e assessoramento junto aos mais elevados escalões das forças terrestres. Com a demolição do antigo quartel do Campo de Santana em 1937 para ali ser erguido o Palácio Duque de Caxias, atual sede do Comando Militar do Leste, o Exército resolveu levantar edifício próprio para a Escola de Estado Maior, instalando-a na Praia Vermelha, na nova Praça General Tibúrcio. Em 1955, a instituição foi renomeada pelo Presidente Café Filho para ser a Escola de Comando e Estado Maior do Exército - ECEME.
Edifício Praia Vermelha - PRAÇA GENERAL TIBURCIO, 83
Grande edifício residencial com lojas no térreo, sobreloja e treze andares residenciais, destinados a famílias de militares.
Perto, há uma pista de caminhada chamada pista Cláudio Coutinho, que revela um belo passeio ecológico. É através deste caminho, que existe uma trilha que leva ao topo do Morro da Urca.
Ao fundar a cidade do Rio de Janeiro, Estácio de Sá, construiu um pequeno forte, que em conjunto com a Fortaleza de Santa Cruz, servia para defesa e operações de combate contra invasores, a fim de lutar pela posse da terra.
A Fortaleza de São João, localizada no Morro Cara e Cão, constituiu-se de um belo acervo florestal e uma das mais belas vistas da Baia de Guanabara, além de um Museu Histórico, localizado no antigo Paiol de Munição da Fortaleza, que retrata toda a história do surgimento da cidade, através de exposição de fotos, bandeiras, acervos históricos, pequenos traillers, etc.
É possível visitar a Fortaleza, através e agendamento e visitas guiadas por uma trilha contínua que levará os visitantes à toda extensão do local, numa caminhada que os transportará de volta àqueles tempos.
Fortaleza de São João e Morro Cara de Cão vistos de cima do Pão de Açucar, que fica fecha por um dos lados a Praia de Fora.
Na foto, o interior do Paiol de Munição, hoje Museu Histórico da Fortaleza de São João.
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Localizado na ostensiva Avenida Pasteur, o Ateliê da Imagem Espaço Cultural, há muito tempo serviu de ambiente para uma escola de fotografia, sendo então transformado no ambiente que é hoje, mostrando a imagem não só por meios de fotos, mas de vídeos, e exibindo produções de web, artes visuais, gráficas, de cinema, digitais.
Hotel Balneário, Cassino da Urca, Sede TV Tupi e Instituto Europeo di Design
Inicialmente construído para atender os visitantes da Exposição de 1922, o prédio continuou a funcionar como hotel. Onze anos depois, em 1933, o Hotel foi vendido ao empresário mineiro Joaqum Rolla, que o transformou em um cassino. Porém, a instalação não se encontrava em bom estado, considerado amador. Na tentativa de salvar e engrandecer o estabelecimento, o diretor de cinema Luiz de Barros, a pedido do empresário reformou todo o local, deixando-o com semblante suntuoso, tanto por dentro quanto for fora, reinaugurando o Cassino em 1936. Para destacar ainda mais o Cassino, Rola contratou orquestras, e a diva da época, Carmem Miranda para tocarem lá. Mais tarde, passaram a se apresentar ali, grandes nomes da musica brasileira, como Grande Otelo, Dalva & Herilvelto, Emilinha Borba, entre outros.
Em pouco tempo, o famoso slogan “A-E-I-O- Urca!” do cassino, já era reconhecido e aplaudido em todo o Rio de Janeiro.
O Cassino da Urca foi extinto em Abril de 1946, quando o então presidente proibiu o jogo no Brasil. O edifício ficou uns anos largado, sem serventia, até ser comprado pelo empresário Assis Chateaubriand reformou o prédio, tornando-o sede carioca da TV Tupi, a segunda emissora de TV do Brasil, depois da Tupi de São Paulo, em 1950, funcionando ali por 30 anos, até o Governo Federal abolir todas as concessões e retirar as emissoras do ar.
Por vários anos, o prédio que fora Hotel, Cassino e sede de emissora de TV ficou abandoado, em desuso. E em 2006, o edifício, foi alugado ao Instituto Europeu de Design (IED) italiano por 50 anos, que pretendia reformular o lugar, para deixá-lo com a aparência do Cassino e oferecer naquele espaço, pesquisa e ensino de moda, artes e design. Contudo, a idéia não agradou os moradores, que ressaltam que a obra não será positiva para o bairro e faziam protestos. Depois de muito enfrentamento, em 2010, o Instituto conseguiu uma liminar na justiça que permitiu a criação do Centro Carioca de Design, e seu funcionamento a partir de 2011. O prédio foi restaurado somente pelo lado que dá para a Praia da Urca. O Instituto possui laboratórios de informática, de joias e acessórios, de costura, de
maquetes, entre outros, além de uma biblioteca com livros e revistas nas áreas de moda, design, artes, comunicação e marketing.
Igreja de Nossa Senhora do Brasil
Inspirada nas capelas das missões espanholas da Flórida, a Igreja de Nossa Senhora do Brasil, foi arquitetada em 1925 pelo arquiteto Frederico Faro Filho, tendo sua obra acabada somente dez anos depois. Janota e sofisticada, ela tem concorridas missas, que as vezes recebe a presença do cantor Roberto Carlos, residente do bairro.
Roda de Choro da Praia Vermelha
Toda segunda e sexta, acontece no calçadão da Praia Vermelha, a roda de choro da Praia Vermelha, organizada pela Associação de Moradores do bairro há 15 anos,. O evento é gratuito e só cancelado em caso de determinadas datas comemorativas ou tempos chuvosos. É realizado por músico voluntários que pretendem mostrar seu trabalho ou apenas se divertir, garantindo a diversidade do evento.