Primrose, por sua vez, ficou sentada no banco esperando que Angel resolvesse o que tinha para resolver, balançando os pés e cantarolando o que parecia ser um trecho de Good luck, baby, da Chappell. Quando Angeline enfim retornou, a expressão da patinadora se iluminou automaticamente. E a melhor forma para descrever sua reação era que parecia muito a de um cachorrinho vendo sua pessoa favorita. “Angel!! Pensei que você não ia voltar nunca.” disse, abrindo um sorriso de orelha a orelha. Com a menção à garrafa, tentou abri-la novamente — como se quisesse provar à mulher que conseguia sozinha, mas mais uma vez não obteve sucesso. “Uhum, preciso, devem ter colocado algum tipo de cola idiota nisso.” Resmungou, encarando a garrafa como se fosse sua maior inimiga naquele momento. “Até machucou minha mão, tá vendo?” Estendeu a mão vermelha para que a mulher pudesse ver, como se fosse a prova de um crime. “Hmm, e onde a gente vai agora? Não, não diga nada! Deixa que eu decido, tem um bar ótimo naquela direção ali.” Apontou com entusiasmo para o local que achava ser o caminho correto para o tal bar.