Nervos do Amor
Amor é flor que às vezes espinha,
É doce, é dor, é alma sozinha.
É riso que vem, depois tempestade,
É medo, é impulso, é necessidade.
Tem hora que o peito não sabe explicar,
O porquê de agir sem querer machucar.
Se fui grosso contigo uma ou várias vezes,
Me desculpa… são meus nervos, às vezes.
Não é falta de amor, é excesso de tudo:
De sentir, de querer, de ficar mudo.
É o nervosismo que vem sem aviso,
Me rouba a calma, me tira o juÃzo.
Mas juro que em cada gesto confuso,
Há um coração tentando ser justo.
Se errei, te peço: me entenda, me escuta,
O amor que te tenho é maior que a luta.















