now the final frame, love is a losing game; NAMHO 💔
namgukfurs:
Novamente, Namguk riu, divertido com a maneira como Hojin era sempre tão cauteloso em suas palavras. Nunca se impondo, sempre se sugerindo. “Claro. Gosto da sensação do seu corpo se contorcendo contra o meu. E descobri que gosto mais ainda quando isso acontece no momento em que estou com o seu pau dentro da minha boca.” Não. Namguk não era do tipo que se restringia ou poupava o outro de suas palavras; nunca fora. Não era agora que faria isso, certo? “Posso pensar no seu caso.” Brincou, retribuindo o sorriso antes de se mover na cama, virando o tronco rapidamente na direção contrária para que pudesse estender o braço e alcançar a gaveta especificada. Ao abri-la, tateou dentro dela, até encontrar cartelas. Trouxe uma para a altura dos olhos e examinou sua função. Ao constatar que tratavam-se dos relaxantes musculares, estendeu o que tinha em mãos, ao mais novo. Para, logo em seguida, descer da cama, procurando pelas calças que estivera usando até então. “Já volto. Não saia daqui. E fique de bruços.” Recomendou, abandonando-lhe um beijo estalado na testa antes de sair do quarto.
Seguindo seu plano, acabou dentro do próprio apartamento outra vez. Lá, rumou para seu quarto, atrás dos tais géis que mencionara. E, antes que deixasse o cômodo, alcançou um tubo de pomada que costumava deixar em sua gaveta para casos mais extremos, quando as mulheres com quem partilhava a cama, saíam arranhadas ou machucadas demais. Além de doloridas em zonas mais utilizadas, por assim dizer. Pensando nisso e reconhecendo as propriedades do fármaco, tendo tudo o que precisava em mãos, voltou para perto de Hojin.
“Eu nunca percebi que essas coisas têm cheiro.” Comentou meio aleatório, observando a embalagem do gel que separara. Era de morango. Então, posicionou-se sobre as partes de trás das coxas de Hojin, tomando cuidado para não se fazer pesar sobre o corpo já judiado do outro. Daquele jeito, alcançando-lhe as nádegas nuas, aplicou um pouco do produto em uma delas. A que não estava mordida, mais especificamente. “Você pode passar a pomada mais tarde, se estiver se sentindo muito incomodado.” Recomendou mantendo o olhar baixo para a região que seus dedos ásperos tocavam. Vez ou outra não continha a vontade e acabava apertando os dedos ali, gerando contos brevemente avermelhados assim que afastava o toque. “Sinta-se lisonjeado por me ter como seu enfermeiro particular por enquanto.” Riu nasalmente, saindo de cima das pernas de Hojin para que pudesse se concentrar em aplicar o gel com cheiro agradável pela extensão das coxas nas quais estivera apoiado e nas panturrilhas alheias. Até que seu toque estivesse na altura dos quadris de Hojin e, finalmente, na parte de trás dos ombros – novamente, tomando cuidado para não incomodar a pele bastante machucada das áreas que Namguk havia mordido.
Hojin cobriu seu rosto com as mãos, sorrindo como um idiota por trás dos dedos curtos. Faces tão vermelhas e quentes quanto estavam ao ter o rosto enfiado no travesseiro, aguentando o prazer e a dor surreais impostas pelo ritmo de Namguk. Era exatamente o que queria, o que a pele arrepiada clamava com o mesmo pulsar do sangue nas veias abaixo da linha da cintura. Era a mesma vontade ferrenha que o endurecia de novo, só que mais devagar que a primeira vez. Distraiu-se com a cartela, pegando-a sôfrego e dando toda a atenção no ato de destacar um comprimido e colocá-lo na boca. --- Nee, hyung. --- E nem teria como sair da cama, preso como estava nas ordens do mais velho, e tendo o próprio incômodo meio dormente das pernas nem um pouco funcionais no momento. Virou de bruços e abraçou o travesseiro abaixo de si, a cabeça inquieta ao arrastar a pele pelo tecido macio. Rindo baixinho consigo mesmo a frente das lembranças, das impressões deixadas em sua pele -- transcendendo as físicas que ardiam ao sabor do calor emanando do corpo.
Hum-hum. --- Concordou sem entender muito bem, a mente nublada com as mãos dele em seu corpo. Cada passagem, cada massagem, deixando as pernas moles e querendo se abrir um pouco mais. De permitira que pegasse aquela parte interna das coxas, que desse mais alívio ao membro pressionando contra o colchão e sendo forçado para baixo a cada resposta inconsciente do dançarino. Hojin gemia a cada sensação, desde as mais forte até as mais suaves, entregando-se um pouco mais para quem detinha o poder sobre seu corpo. --- Obrigado Namguk-ah~. Você é muito bom para mim~. --- Agradeceu com uma voz carregada de manha, finalizado com um gemido mais permissivo e prolongado. Quando chegou aos seus ombros, ele fez um pequeno cálculo de ângulo e posição, do mais velhos indo um pouco mais para cima, ou facilitando para deslizar pelo gel espalhado em sua bunda.
Era errado querer de novo em tão pouco tempo? Era errado ficar excitado com uma atitude altruísta? E era tão absurdo reagir tão promiscuamente com seus dedos? Eram perguntas que faziam franzir a sobrancelha, desmanchando a expressão de abençoado de seu rosto. Era pecado converter cada miligrama de culpa em... Hojin já tinha empinado um pouco, em resposta da massagem, mas agora era mais ‘incisivo’ em sua vontade. Quadril levemente levantado, coluna arqueada e rosto vermelho escondido no travesseiro. --- Você acha que vai doer colocar... colo- colocar um dedo? --- Provavelmente não teria detectado seu desconforto nas mexidas, nem na satisfação de seus sons, mas notaria com alguns sinais mais evidentes. como uma das mãos serpenteando para baixo de si e ajeitando o membro semi-ereto contra a barriga,




















