Haaland amava o autocontrole que precisava ter na hora de te tocar.
[🤍AVISOS:] haaland namoradinho, muito size kink, muito strength kink, sexo sem proteção (não né xuxus), dacryphilia, cum, menção à anal, menção à oral e acho que é isso :)
— Notes: "Ai, mas eu tenho medo dele!" — amores, eu rio na cara do perigo 🫦✨️
Haaland amava o autocontrole que precisava ter na hora de te tocar.
Era alto demais, forte demais, grosseiro demais... Mesmo que as palavras fossem doces e o coração batesse somente por você, sabia que não poderia te foder com toda a força que tinha, ou machucaria a sua bucetinha linda e molhada, que já lutava para acolhê-lo dentro.
— Tá tudo bem, uh? — ele sussurrou, só para garantir.
— Uhum, não para... — choramingou baixinho, rebolando no caralho enorme.
Dava para ver na sua carinha manhosa que estava estufadinha como sempre sonhou, tão cheia de pica que precisava lembrar a si mesma de respirar. Agarrava os fios loiros como ouro enquanto sentia os lábios gordinhos marcando o seu pescoço, arfando… Erling tentava inútilmente se esconder no seu corpo pequeno enquanto metia rápido, mas numa intensidade atenta, cuidadosa.
E ele era obcecado com a tarefa de medir a força. Deixava-o mais sensível a tudo e o obrigava a reparar em cada detalhe da sua linguagem corporal — como sempre ficava molinha só com as metidas sutis, sendo que ele podia fazer bem pior. Como estava livre para esmagar o pau dele a cada contração, gemendo como uma putinha burra que não sabe o que fazer de tanto tesão, com os peitinhos e cada parte macia do corpo balançando a cada investida…
Ele podia ser o mais forte ali, mas era o seu corpo que o dominava. Sua buceta era a coleirinha que o impedia de cometer as atrocidades que ele costumava fazer em campo.
Ele ergueu o rosto tão vermelhinho quanto o seu, a boquinha ainda mais inchada de tanto chupar sua pele:
— Porra, você geme igual uma putinha…
A frase completa passou por sua mente, mas conseguiu balbuciar apenas duas perigosas palavrinhas:
Ele abriu aquele sorrisinho travesso, as sobrancelhas quase imperceptíveis de tão clarinhas se arqueado em desafio:
— Tá falando que é minha putinha, é?
Seu rosto corou, seus gemidinhos ficaram ainda mais agudos… Mas você não negou.
— Então dá pra mim igual uma, amor.
Antes que pudesse sequer pensar em como, as mãos enormes agarraram seu quadril e te mudaram de posição como se pesasse menos do que as plumas dos seus travesseiros, te moldando como se fosse só uma bonequinha estúpida.
Mas o estúpido mesmo, em segredo, era ele te vendo de quatro, imobilizada com as mãozinhas para trás, dando o seu melhor para escapar do aperto dele por puro charminho. Esticando as mãozinhas para acariciar os gominhos do abdômen masculino enquanto fingia tentar se soltar...
— Que foi? É assim que as putas são fodidas, gatinha — brincou.
E você continuou com o teatrinho, como se não amasse ficar com a bunda empinadinha para o seu namoradinho:
— Mas eu quero te ver, Haaland… — o nome dele saiu de uma forma tão obscena da sua boca que ele cogitou seriamente em te colocar de joelhos para engasgar pateticamente.
Ah, seria tão facinho, tão delicioso te assistir tentando colocar pelo menos a metade na boquinha…
— Foda-se — te respondeu, revirando os olhos quando a sua risadinha satisfeita ecoou nos ouvidos dele. — Porra, você não tem noção do perigo? — sussurrou, a palma livre e enorme cobrindo uma das suas bandinhas. — Fica toda atiçada quando eu falo palavrão mas não aguenta nem um dedo meu nesse rabinho — apertou a carne macia de levinho, mas acabou deixando o contorno avermelhado dos dedos mesmo assim. — Se eu te tratar igual uma cadelinha vou ter que te carregar a semana inteirinha, sabia?
— Gosto de ficar no seu colo — sussurrou —, eu fico tão quentinha…
Erling piscou atônito com o quão atrevida estava rebolando aquela bunda pra ele, sentindo o pau enorme e pesado dando uma guinada, expelindo pré-porra só de pensar em como poderia te deixar com as pernas fraquinhas demais.
Mas, ele devia ser o sensato ali, não é?
— Aham, eu meto um pouquinho mais forte e você já chora…
— Quando eu te deixo lamber elas você até joga melhor!
Claro que virou o rostinho para trás para capturar as bochechas pálidas como neve ficando ainda mais vermelhas, num misto de irritação e tesão em ter que te ouvir falando a verdade. Observar as lágrimas escorrendo pelo seu rostinho tiravam ele de eixo, o fazia ter vontade de te consolar com mais pica e, merda, isso só te fazia chorar ainda mais… Era um ciclo vicioso que ele amava observar e degustar enquanto continuava se controlando pra não te partir ao meio.
Agarrou o seu queixo e te puxou para cima facinho, te dando um beijo molhado enquanto te sarrava por trás:
— Palavra de segurança, amor?
— Remo — sussurrou, abrindo um sorrisinho enorme. Claro que ele te daria o que estava pedindo!
Era tudo o que Haaland precisava para sorrir daquele jeitinho quase assustador e te atirar no colchão, estapeando sua bunda com vontade — uma técnica imunda para te preparar e fazer a sua bucetinha escorrer até pingar nos lençóis. Ah, e como ele ficava encantado com o seu jeitinho meigo de estremecer todinha e mas empinar para ganhar mais… O deixava com tesão pra caralho!
E quando ele meteu até o talo de uma vez, com a glande gordinha abrindo a sua bucetinha apertada sem nenhum aviso prévio…
— Grita mais, vai — ronronou no seu ouvido, o barulho alto das investidas fortes inundando o quarto e, com certeza, o hotel. — Grita a porra do meu nome igual quando tá torcendo pra mim, vadia!
— Haaland, caralho! — obedeceu imediatamente, mal conseguindo se agarrar aos lençóis ou se manter de quatro, pois as metidas faziam até seus bracinhos falharem.
E é claro que o norueguês riu do quão patética estava:
— Não pediu? Agora aguenta ser a minha bonequinha de foda — rosnou.
Agarrou seu quadril para continuar te fodendo como um maníaco, garantindo que o pau não pudesse nem escorregar demais para fora para te dar descanso. Os gemidinhos manhosos e desesperados dele combinando com a força, a vontade de te sentir em cada pedacinho da forma mais bruta possível, afundando até nos seus cantinhos mais sensíveis e insistindo neles para te fazer se contorcer de prazer. A cama rangia e, diante das suas experiências anteriores, corria um risco seríssimo de quebrar.
E é claro que suas lágrimas começaram a molhar o único travesseiro que restou ali:
— Ownt, tá chorando… — os lábios gordinhos capturaram uma gotinha da sua bochecha, os braços te cercando numa tentativa falha de te proteger dele mesmo.
— A-Amor… — manhou, mordendo um dos bíceps bem definidos.
Você nem precisava responder, ele entendia a sua linguagem corporal, a sua carinha ainda mais chorosa:
— Goza, minha putinha, goza enquanto eu arrebento a sua buceta!
Foi tão forte que pensou que iria desmaiar.
Seu corpo estremeceu inteirinho e suas pernas se fecharam embaixo dele, tendo o corpinho engolido no abraço dele e sendo assolada por um gritinho mudo enquanto os olhos se reviravam.
Linda pra caralho, foi impossível não jorrar dentro de você! O rosnado gutural te arrepiou da cabeça aos pés enquanto seu interior sofria deliciosamente para continuar aguentando o pau dele e segurar toda a porra quentinha que estava recebendo daquele homem delicioso e enorme. Os fios dourados cobriam sua linha de visão, ouvia os delírios de êxtase no pé do seu ouvido e a cintura latejava com os dedos enterrados ali, como se você pudesse desaparecer depois de ele te fazer todinha dele.
Foi virada de barriga para cima e sentiu os beijos cálidos por todo o seu rostinho:
— Eu te amo, caralho — ele sussurrou, ofegante.
O beijo doce destoava de tudo o que haviam acabado de fazer. Chupou a língua grossinha com tanto carinho que Haaland se sentiu um pervertido por estar ficando duro de novo:
— Gatinha… — sussurrou, te puxando para ver o gozo escorrendo da sua entradinha judiada.
Olhou-o desconfiada. Só era chamada daquele jeitinho quando o loiro queria alguma coisinha.
— Se eu ganhar a Copa você me deixa foder o seu cuzinho, deixa? — Os olhinhos azuis brilharam para você. Ah, ele só tinha tamanho naqueles momentos…
Você tentou empurrá-lo para trás mas, obviamente, não teve sucesso:
— Nem pensar! Você vai perder pro Brasil no domingo!
— Uh-uh… — negou travesso, se deitando em cima de você.
— Uhum! — você insistiu, mas ele tomou sua boquinha de novo.
Haaland amava o autocontrole que precisava ter perder na hora de te tocar.