â nishimura riki x fem! reader.
àż. đ€đđđđđđ : size kink, dirty talk, ni-ki namoradinho manhoso, reader manhosinha, relacionamento estabelecido, cowgirl, ni-ki big dick, apelidinhos, muita melosidade, slow sex, sexo sem proteção (NĂO façam), sexo molhadinho e ACHO que sĂł.
àż. đđđĄđđ : oi gente eu amo ele a ponto de dedicar todas as mĂșsicas de romance bobinho do one d. pra ele.
©đžđđ§đđȘđą. đ”đ°đ„đ°đŽ đ°đŽ đ„đȘđłđŠđȘđ”đ°đŽ đłđŠđŽđŠđłđ·đąđ„đ°đŽ.
đ đŻđ°đž đ±đđąđșđȘđŻđš â last first kiss - one direction.
â MĂŽ, âtĂĄ gelado⊠â A reclamação rouca veio acompanhada de um sorriso sonolento e uma risadinha arrastada ao vocĂȘ se aconchegar contra o loiro e enterrar a pontinha do nariz no pescoço branquinho, entrando no bolinho de cobertas que o namorado estava enrolado. Mesmo reclamando, ele nĂŁo perde tempo em fechar os braços ao seu redor e puxĂĄ-la para se grudar mais a ele, atĂ© nĂŁo existir praticamente espaço algum entre vocĂȘs.
O cheiro confortĂĄvel do amaciante misturado ao cheirinho docinho do sabonete que exalava da pele quentinha dele criavam uma sensação tĂŁo aconchegante que parecia impossĂvel imaginar qualquer lugar melhor para estar senĂŁo essa bolha de carinho recĂ©m-criada.
VocĂȘ solta uma risadinha abafada contra o pescoço dele; os dedos longos dele deslizam preguiçosamente por suas costas no mesmo tempo em que um episĂłdio do anime preferido de ambos roda na imensa televisĂŁo da sala. Perdem a noção do tempo ali, depois de horas juntinhos no sofĂĄ, dividindo cobertores, canecas de chocolate quente e comentĂĄrios aleatĂłrios sobre uma cena aqui ou lĂĄ. A companhia um do outro havia se tornado muito mais interessante do que a prĂłxima batalha do personagem principal da trama colorida.
â VocĂȘ roubou toda a coberta, amor⊠â vocĂȘ acusou, baixinho, a voz recheada de uma manha arrastadinha.
â Eu? â ele respondeu com falsa indignação, apertando vocĂȘ contra o peito. âIsso Ă© uma acusação muito sĂ©ria, gatinhaâŠâ
â Mas eu tenho provas! â entra na brincadeira boba.
VocĂȘ ergue o rosto e dĂĄ de cara com o sorriso divertido dele a poucos centĂmetros do seu. O olhar do namorado carregava aquele brilho travesso que sempre aparecia quando ele estava prestes a iniciar uma sessĂŁo de provocaçÔes brincalhonas com vocĂȘ, mas, antes mesmo que vocĂȘ pudesse responder alguma coisa, ele inclina a cabeça e despeja um selinho leve em seus lĂĄbios, soltando com a voz risonha logo em seguida: âProva rejeitada.â
â Juiz corrupto! â vocĂȘ entreabre a boca, um meio sorriso misturado a uma falsa expressĂŁo de indignação.
â Completamente â ele rebate.
As gargalhadas baixas de vocĂȘs preenchem a sala. Do lado de fora, uma chuva ralinha começa a bater contra os vidros das janelas, criando um som constante e relaxante que somou a toda a aura quentinha do refĂșgio de vocĂȘs. O apartamento parecia isolado do resto do mundo, como se apenas vocĂȘs existissem naquele universo acolhedor entre almofadas, cobertores e meiguice.
Riki estava deitado no sofĂĄ; vocĂȘ estava praticamente encaixada sobre ele. De vez em quando ele passava a mĂŁo pelos seus fios meio desgrenhados ou desenhava formas aleatĂłrias em sua cintura por debaixo da enorme camiseta dele que cobria seu corpo, gestos tĂŁo singelos e atĂ© mesmo cotidianos para ambos, mas que faziam seu coração acelerar como o de uma prĂ©-adolescente descobrindo o amor pela primeira vez.
â Eu poderia passar o dia inteiro assim, vocĂȘ⊠â ele murmura de repente, rouco. A voz emitindo uma preguicinha palpĂĄvel.
VocĂȘ ergue os olhos, admira o rosto masculino de olhos puxadinhos e a boca carnuda com afeto, quase se perdendo nos detalhes lindos que residiam no rosto do Nishimura. âAh, Ă©? O dia todinho?â
â Uhum⊠â Um sorriso apaixonado se abre imediatamente. Quase ronrona contra vocĂȘ, se aproximando de seus lĂĄbios. âO diaâŠâ deixa um selinho preguiçoso ali. âA semanaâŠâ Mais um. âO mĂȘsâŠâ E mais outro.
VocĂȘ nĂŁo contĂ©m o sorriso bobo que repuxa no canto da boca a cada palavrinha que era sussurrada, toda aquela demonstração de carinho fazendo seu peito aquecer, quase explodindo de tanto afago. VocĂȘ leva a mĂŁo livre atĂ© o rosto dele, arrasta a pontinha das unhas bem feitas pela bochecha recheada de pintinhas marrom escuro e clarinho, num carinho singelo, ao passo que observava a forma como os olhos brilhantes dele a admiravam.
Num ato recheado de ternura, ele vira o rosto, sĂł um pouquinho, e entĂŁo deixa um beijinho estalado na palma da sua mĂŁo, que abriga a prĂłpria bochecha, voltando toda atenção para vocĂȘ logo em seguida. E ah⊠aquilo fez seu coraçãozinho apaixonado derreter mais do que em qualquer declaração que ele jĂĄ tinha a direcionado.
O silĂȘncio que se seguiu apĂłs isso foi completamente Ăntimo. Os rostos foram se aproximando sem pressa, mas com uma necessidade tangĂvel um do outro. As bocas se colam num selar moroso, repleto de carinho, volĂșpia e uma necessidade gritante de estarem completamente grudados um ao outro.
Os dedos de Riki deslizam por sua cintura novamente, inicialmente num carinho singelo, que foi progressivamente substituĂdo por apertos, mantendo-a perto ao passo que o beijo se tornava mais urgente. Ainda havia ternura em cada toque, em cada movimento; o mundo ao redor de vocĂȘs se tornando cada vez mais distante, reduzindo-se a apenas o calor das cobertas e Ă forma como vocĂȘs se encaixavam naturalmente, feitos um para o outro.
Quando se afastam minimamente, vocĂȘ apoia a testa na dele e admira devagarinho o rosto do namorado, esse que mantinha a expressĂŁo totalmente entregue. Os olhinhos estreitos, perdidos, junto daqueles lĂĄbios cheios e vermelhentos que tanto lhe atraĂam, entreabertos, buscando o ar que o Ăłsculo tinha levado.
Merda, ele era todo seu. Todinho, cada pedacinho lhe pertencia.
Sua mente viaja, o sentimento de posse faz algo arder profundamente em seu interior, esse que corre diretamente para sua bucetinha. Poxa, nĂŁo tinha como nĂŁo ficar toda molhadinha sabendo que tudo aquilo era de apenas uma pessoa, e essa pessoa era vocĂȘ. NĂŁo perde mais nenhum minuto e gruda as bocas novamente, apertando de levinho os dedos contra o maxilar marcado do Nishimura, soltando um gemidinho arrastado pelo deslizar lento e completamente gostosinho das lĂnguas.
Riki capta a sua mudança de postura quase no mesmo instante, sorrindo de canto contra seus lĂĄbios ao sentir seus toques se tornarem mais firmes e decididos. Ele nĂŁo passava de um namoradinho bobamente apaixonado, incapaz de resistir a qualquer coisa que viesse de vocĂȘ. Nunca precisava de muito para que ele jĂĄ estivesse completamente duro e cheio de vontade de se enterrar fundo em sua bucetinha.
â Amor⊠â ele ronrona. Os lĂĄbios se roçando contra o seu devagarinho, num carinho moroso, preguiçoso. O quadril subindo de levinho para que o volume roçasse em seu meio, coberto pela calcinha pequena. VocĂȘ estica a perna esquerda, passando por cima do corpo forte para entĂŁo a deixar contra a lateral dele e o estofado vinho.
Os olhos se encontram novamente, de pertinho; olhar faminto e cheio de desejo se fazendo presente. Escalona rĂĄpido. "Preciso meter em vocĂȘ", ele sussurra, a palma grande correndo de suas costas para sua bunda, firmando os dedos longos na carne rechonchuda, a forçando contra o volume ainda coberto. Te arranca um arfar baixo pela ponta da pica grossinha bater bem em seu clitĂłris durinho.
Ele te ergue de levinho, apenas para abaixar a bermuda molinha, o pau duro e soltando lubrificação, se encaixando em seu meio coberto, o paninho da calcinha jĂĄ completamente Ășmido da sua lubrificação. As mĂŁos grandes do namorado deslizam devagar pela curva dos seus joelhos, passando por sua bunda redondinha atĂ© alcançarem seus seios por debaixo da camiseta. Aperta o indicador, estimulando o biquinho, ao passo que estoca para cima, esfregando a rola rĂgida em seu meio.
Começa um roçar moroso, te deixa molinha, vulnerĂĄvel, entregue a cada toque que Ă© deixado em sua pele, essa que parecia queimar, explodindo em febre. NĂŁo demora nem meio tempo para alcançar o pano que separava as intimidades e arredar de lado. Ele penetrou em vocĂȘ lentamente, o cacete abrindo e acolhendo cada cantinho das paredes que os esmagavam.
Começa a se mover; no inĂcio, foi lento, como se ele estivesse permitindo que vocĂȘ se adaptasse a ele, mas isso nĂŁo durou muito. As estocadas ainda eram lentas, porĂ©m a cabeça rosada da pica graĂșda batia com força em seu final, arregaçando cada cantinho interno da sua bucetinha.
â Porra, vocĂȘ Ă© tĂŁo gostosa... â gemeu, seus quadris se chocando contra os seus. Ele se inclinou, capturando seus lĂĄbios em um beijo antes de se afastar novamente. "âTĂĄ gostoso meu pau atolado em vocĂȘ, amor?..."
VocĂȘ sĂł conseguia gemer, suas paredes se contraindo ao redor dele enquanto suas unhas se cravavam ao peito nu do loiro abaixo de si. "Riki... caralho, eu vou..." vocĂȘ ofegou, o prazer se acumulando em seu estĂŽmago, sem nem mesmo registrar o que ele disse. "Isso, amorâŠ" vocĂȘ sussurrou, com a voz trĂȘmula. "Mete, nĂŁo para⊠Por favor."
Ele afunda o quadril no seu. As mĂŁos grandes e fortes escorregam para sua bunda redonda, trazendo seu corpo para mais perto ao passo que a fode com manha, tentando ao mĂĄximo perdurar o momento.
Porra, ele fazia tĂŁo bem, tĂŁo gostoso... Iriam finalizar o diazinho preguiçoso de vocĂȘs da melhor forma. Dando uma foda recheada de tesĂŁo e uma Ăąnsia desmedida de estarem cada vez mais grudados um ao outro.
â Nini⊠M-mais⊠Fode mais⊠â pede cheia de manha, os dedinhos se perdendo nos fios loiros ao vocĂȘ os agarrar, descontando um pouco do tesĂŁo avassalador que as arremetidas do pau grosso em seu meio lhe causavam.
Riki geme rouco; o gemido e a lufada necessitada batem contra seu rostinho entregue. Ele impulsiona o quadril para cima, estoca certeiro em seu fundo. Rebola lentinho com tudo dentro de vocĂȘ, abrindo seu canalzinho atĂ© o talo devagarinho, mas intenso. âCaralho, princesaâŠâ Divaga de olhos fechados e cenho franzido, suficientemente perdido no prĂłprio prazer. âPorra⊠e-eu amo vocĂȘâŠâ
â Hnmmf! Eu tambĂ©m... Ah, caralho! â se perde. âTambĂ©m te amo, porra!â O corpo tomba para frente, sendo acolhido pelos braços de Nishimura, que a rodeiam pela cintura, te deixa deitadinha sobre ele, ao passo que ainda mete fundo em seu buraquinho, com seu rostinho contorcido pelo tesĂŁo se encaixando na curva do pescoço dele.
â Vai, amor⊠â Estala um beijinho em sua bochecha. âGoza gostoso no meu pau, hm?â Puxa seu rostinho para o encarar, recebendo um selinho molhado nos lĂĄbios entreabertos. ââTĂĄ perto, nĂŁo âtĂĄ?â E vocĂȘ apenas concorda com um balanço de cabeça, grudando as bocas num Ăłsculo bagunçado ao sentir o orgasmo possuir seu corpo, gemendo completamente manhosa contra a boquinha rechonchuda do namorado.
â Isso, caralho! â ele se perde quando a sente apertar a extensĂŁo, quente, encharcando tudo. A pressĂŁo sendo completamente devastadora para a prĂłpria sanidade. âPorra, eu vou gozar dentro, amor...â E, com mais exatas trĂȘs estocadas em seu fundo, o garoto chega ao seu limite.
O gemido rouco que arranha o peito se mistura ao seu, completamente menhoso, o corpo inteiro do japonĂȘs contrai, no tempo em que ele sente os espasmos intensos ao se derramar atĂ© a Ășltima gota. O calor o consome por dentro. O quadril sobe e desce devagarinho agora, devagar, prolongando o ĂȘxtase, deixando cada gota se misturar Ă sua, uma batida de gozo completamente imunda dentro da sua bucetinha.
Ele ri baixo, ainda em ĂȘxtase. A palma grande desliza por suas costas em movimentos lentos, massageando, acalmando os mĂșsculos ainda meio trĂȘmulos. Com a outra, ele alcançou a pequena manta que antes os aquecia e jogou sobre os dois, protegendo o ambos da pequena brisa gelada que entrava pela frestinha da janela.
â Coisa linda⊠â deixa um beijinho em sua testa, ajeitando seu tronco sobre o dele, o peito servindo de travesseiro.
Mesmo ainda tontinha do orgasmo, faz questão de subir um pouquinho o rosto e encaixar na curva do pescoço dele, sentindo o cheiro da pele quente misturado ao suor do ato recente. Amava o cheirinho da pele dele, natural, sem nada, apenas ele.
Riki beija sua tĂȘmpora, lentinho, logo movendo o rosto para roubar um beijo lento, demorado, cheio de ternura. Quando larga sua boquinha, distribui outros pela testa, nariz, canto dos lĂĄbios, bochecha⊠Era como se nĂŁo conseguisse parar de provar cada pedaço seu, te fazendo soltar um risinho apaixonado a cada toque dos lĂĄbios em seu rosto, trazendo de volta a bolha manhosa, repleta de carinho, em que estavam anteriormente.
Permanecem assim, grudadinhos, sujinhos um do outro, trocando beijos preguiçosos e suspiros apaixonados, atĂ© os corpos relaxarem de vez e, no silĂȘncio confortĂĄvel da sala de estar, terem a plena certeza de que nenhum lugar seria melhor do que o cantinho de vocĂȘs.
. Û đ„ ââ curtiu? deixa um comentĂĄriozinho, uma curtidinha ou um rblog. atĂ© a prĂłxima histĂłria âĄïčđș