⭑ byun euijoo x fem! reader.
࿔. 𝑤𝑎𝑟𝑛𝑖𝑛𝑔 : sexo sem proteçãoo, slap kink, ‘ex’ namoradinhos que não chegaram a namorar, public sex, euijoo big dick, bread kink e acho que só.
࿔. 𝑛𝑜𝑡𝑒𝑠 : oi minha gatinha @jiiyongssi espero que goste do seu juju olivia rodrigo version.
©𝘸𝘭𝘧𝘭𝘪𝘢. 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘥𝘰𝘴.
𝄞 𝘯𝘰𝘸 𝘱𝘭𝘢𝘺𝘪𝘯𝘨 — drop dead - olivia rodrigo.
O primeiro sinal de que a noite ia dar errado foi o jeito como Euijoo te olhou quando você entrou no salão. Não foi um olhar casual, foi direto, firme, quase insolente. Como se ele soubesse exatamente o efeito que causava em você e achasse divertido testar os limites disso diante de todo mundo. O olhar incendiando sua pele antes mesmo de alcançar a mesa principal.
A festa estava no auge; luz baixa, música alta, copos vermelhos por todo lado, risadas espalhadas pelo espaço amplo do evento, e o reflexo das luminárias douradas tremendo nas taças de champagne. Você tinha ido porque sua amiga insistiu. 'vai ser bom para você sair um pouco', 'conhecer gente nova vai te fazer esquecer ele', 'você precisa de outra pica bem grossa pra voltar a vida'.
Nenhuma das justificativas servia agora, porque lá estava ele. Bem a sua frente.
Terno escuro, o cabelo vermelhinho levemente bagunçado, a mão direita no bolso, postura relaxada encostada no pilar lateral da quadra de beisebol onde rolava a festa da fraternidade. Ele conversava com uma garota, o jeito manhosinho e o sorrisinho bobo presentes no rosto dela deixando evidente o teor do assunto entre os dois. Ótimo, mais essa para aturar.
Vocês tinham uma história estranha. Não era exatamente um passado, era um ‘quase’ que se recusava a ser apagado de seu âmago. Tinham começado com implicância, ele era um idiota que adorava chamar sua atenção brincadeiras tolas que faziam um sorriso lindo nascer nos lábios do Byun ao ver você bufar de ódio.
Logo depois veio uma amizade torta, cheia de provocações nada inocentes de ambos os lados, as indiretas repletas de segundas intenções, os olhares longos, as mensagens trocadas até tarde da noite e então a pior parte: o afastamento sem explicação, o sumiço depois de uma noite em que ele esteve perto demais de dizer algo que nenhum dos dois teve coragem de explanar.
Você passou alguns meses fingindo que tinha superado o seu ‘quase alguma coisa’ com o ruivo e ele pareceu fazer o mesmo. Bom, isso até agora.
Quando percebeu seu olhar pesado nele depois de tanto tempo sendo ignorado, Euijoo inclinou a cabeça de leve. Deixa a loira com quem conversava a frente basicamente falando sozinha e abre um sorriso grande. Os olhos rasgadinhos escaneando você de cima a baixo.
Merda! Não queria assumir isso, mas seu coração erra algumas batidas com aquela atenção inesperada. Sempre odiou o que aquele sorriso podia fazer com você. Os dentes milimetricamente certinhos, braquinhos, completamente alinhados aos lábios rosados que tanto quis beijar. Inferno de garoto…
Você desvia o olhar primeiro. Sai do pequeno transe que tinha entrado sem ao menos perceber e se dirige ao balcão onde eram dispostas as bebidas. Pega apenas um copo de água para ter o que fazer com as mãos que teimavam em expor seu nervosismo com a interação.
Tentou se convencer de que não estava tem tentando o caçar de canto de olho, falhando miseravelmente ao olhar novamente em direção a pilastra onde Euijoo estava quando bateu os olhos nele, não o encontrando lá, instintivamente virando o pescoço para o procurar em meio a bagunça de corpos presentes na quadra.
E então, do nada, sente uma presença surgir ao seu lado, uma palma grande se arrastando lentamente de sua cintura, passando pelo topo de sua bunda para então firmar o toque na outra lateral. “ ‘Tá procurando alguma coisa, linda?” A voz rouquinha era baixa, sendo sussurrada bem pertinho de seu ouvido, causando leves arrepios. Euijoo.
Você vira o rosto devagarinho, dando de cara com o rosto masculino coladinho ao seu, o riso confiante presente na boquinha rosada dele, que não disfarça o olhar sobre sua boca.
— Não. — você responde, automático. “Não estou procurando ninguém.”
Ele solta um riso curto, quase sem humor. “Engraçado…” Se move, parando o corpo esguio bem sua frente, a olhando de forma debochada, de cima. “Parecia.”
Você arqueou uma sobrancelha, soltando de forma ácida: “Que pena, não é? Acho que você está enganado.” A risada cínica que vem do ruivo a deixa com um sentimento confuso. Sua cabecinha tola e apaixonada dava um nó. Queria o socar na mesma intensidade que queria tirar o deboche daquela boca linda no beijo.
Sentia que ele fazia aquilo de propósito. ele sempre soube exatamente como entrar sua mente, como puxar o fio que dava pane em seu sistema. Ele tinha essa habilidade irritantemente deliciosa de parecer inocente enquanto colocava fogo nas coisas.
Você se inclinou um pouco, reduzindo a distância entre vocês apenas para tentar causar nele uma parcela do que ele causava em você. Percebe quando o olhar confiante de sempre se abalar um pouco e descerem para sua boca. O sorriso arrogante vacilando por segundos. Foi rápido. Tão rápido que qualquer outra pessoa teria deixado passar, mas você não. Prestava atenção demais em Byun Euijoo, era especialista em perceber as pequenas rachaduras na fachada impecável que ele insistia em sustentar.
— Então me diz, hm?— você murmurou. “O que exatamente você acha que eu estava procurando?”
O maxilar dele tensiona. A palma que ainda se acomodava em sua cintura deixando um aperto na região. A música alta fazia o chão vibrar sob seus pés, mas ali entre vocês dois parecia estranhamente silencioso naquele espaço minúsculo entre vocês.
— ‘Cê continua teimosa ‘pra caralho, não é, amor?
A palavra caiu entre vocês como gasolina sobre uma faísca quase apagada. Amor. Você odiava quando ele fazia aquilo. Não era justo. Não era justo que depois de meses sem uma ligação, sem uma mensagem, sem uma explicação sequer, ele simplesmente reaparecer numa festa lotada, com aquela merda de sorriso insolente, aquela voz deliciosa e aqueles olhos brilhantes que pareciam atravessar cada andar do muro de orgulho que você construiu para sobreviver ao afastamento.
Não era justo porque você ainda caia como um patinho nesse mesmo joguinho. Seu coração continuava reagindo, traindo sua mente.
Você tentou soar firme. Tentou, mas conseguiu perceber que tinha falhado drasticamente quando o canto da boca dele se ergueu imediatamente. Euijoo inclinou o rosto, os olhos passeando por seu rosto, lendo cada linha da sua irritação com uma calma torturante.
— E por quê? — ele perguntou baixo, a voz arranhando por dentro do barulho da festa. “Achei que gostasse quando eu te chamava assim…”
Seu estômago afundou. Você queria responder algo afiado, cruel o suficiente para ver aquele sorriso bonito desaparecer. Queria empurrá-lo, virar o rosto, fingir que o toque dele não estava a desmontando de pouquinho em pouquinho, como uma lembrança ruim e deliciosa ao mesmo tempo. Mas tudo o que conseguiu foi ficar imóvel, respirando curto, sentindo a presença dele ocupar espaço demais ao seu redor.
— Você não tem vergonha nenhuma? — você murmurou. “Some por meses e agora vem com essa como se nada tivesse acontecido?”
O olhar dele vacilou por um segundo e foi o suficiente para te irritar ainda mais. O Byun solta uma risada sem humor, os dedos deslizando de leve pela lateral da sua cintura antes de se afastarem. O vazio onde a mão dele saiu sendo pior que o próprio toque.
— Não fala assim, amor… — Ele balança a cabeça negativamente, levando os dedos para seu queixo, segurando para puxar seu rosto para perto do dele, sendo ousado em deixar um selinho lento em sua boca, não se segurando em deixar mordiscadas ao não sentir nenhum sinal negativo por sua parte.
O contato é o que você precisava para desabar de vez no sentimento que forçou a manter apagado. Não consegue resistir mais e solta um suspiro manhosinho contra os lábios dele e lambe lentinho o lábio inferior do Byun, soprando o ar dos pulmões em um riso fraco ao ele voltar a levar a palma para seu quadril novamente, mas dessa vez de ambos os lados, grudando o corpo firme no seu. Sua palma corre em direção aos fios vermelhentos, puxando entre os dedos ao ele aprofundar o ósculo.
— Filha da puta gostosa do caralho… — Ele solta ao separar o enlace das línguas. Mantém a testa colada a sua, ofegando contra seu rostinho entregue. “Como que eu tiro da cabeça, diaba?”
— Você não queria ser meu, amor? Hm? — Manha baixinho. A voz melosa soltando o rancor que guardava a tempos. “Eu só queria você…” Estala um selinho nos lábios dele. “Queria tanto, tanto ser sua, amor.” Mais um.
Escuta um grunhido vir de Joo. Encara os olhinhos brilhantes com manha, podendo o ver totalmente perdidos em você, uma escuridão luxuriosa sendo evidente nas íris. Num ato ágil, sente ele se afastar, mas apenas para agarrar sua palma e a arrastar entre os corpos dançantes da pista, se esgueirando pelo ginásio até chegar para baixo das arquibancadas externas.
O baque da mudança climática entre o abafado da quadra e o friozinho da parte de fora arrepiando sua pele exposta pele vestidinho preto colado de alcinhas que cobria seu corpo curvilíneo. Você não tem tempo de pensar em o questionar de algo, logo os lábios cheios se grudam ao seu novamente, mais faminto, suas costas batendo contra alguma parede dali.
— Joo… — Tenta dizer contra a boquinha colada na sua. A mão livre do Byun segura em seu pescoço fazendo seu ar ficar escasso entre o contato urgente.
— Você queria ser minha, princesa? É? — Ofega, o sorriso grande aparecendo mais uma vez por ali. As mãos grandes de Euijoo se apressaram em agarrar a barra de seu vestidinho, enrugando em seu corpo, deixando sua xotinha coberta pela calcinha pequenininha branca a vista.
Ele não tarda a te virar de costas para ele, a prensando contra o muro azulado e acertando sua bundinha exposta com um tapa estalado, sendo agraciado com o sonzinho manhoso que escapole de sua garganta.
— Vou te fazer minha, gatinha. — solta rouco, a boca coladinha na base do seu ouvido, fazendo sua espinha arrepiar. "Vou comer essa bucetinha primeiro e depois eu coloco um anelzinho nesse seu dedo, ‘tá me ouvindo?."
— Joo... Por favor, mete... — soa complemente manhosa e burra. A bundinha rebolando lentinho contra a ereção dura que a encouchava dentre os tecidos formais.
Não foi preciso mais que essas palavrinhas para que o Byun desse um jeito de se livrar de forma atrapalhada da calça que guardava o caralho rígido. Leva a palma até o paninho úmido de sua calcinha e arreda para o lado. Esfrega um pouquinho a ponta da cabecinha rosada em seu pontinho e tira mais um gemidinho choroso de seus lábios em seguida, enfiando de uma vez, batendo com força em seu fundo.
— P-porra, Joo! — o gritinho lhe escapa. As mãozinhas tentando segurar em algo e encontrando apenas a parede lisa entre os dedos.
Um tapa foi desferido em sua bundinha pela palma direita dele, a marca do estalo avermelhando na região acertada e, a direita escorreu pela lateral de seu corpo até se dirigir para o seu pescoço pela frente, levando seu ar ao passo que arremetia com cada vez mais força em seu fundo.
— Melhor assim? Hm? — Os estalos ecoavam pela cantinho escuro. Com certeza quem quer que decide andar por ali, escutaria cada barulhinho produzido pela foda gostosinha. Você, burrinha, não consegue responder a perguntinha suja. “Coisa linda…” Estala um beijinho em seu ombro, o vai e vem do caralho o enlouquecendo. “Pode deixar, minha gatinha…” Outro tapa é largado em sua anca já judiadinha. “Depois de hoje, ninguém vai ter dúvida que você é minha, ouviu bem?”
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