park sunghoon ༝ fem!reader
❝ — Sunghoon amava ser papai de primeira viagem! você ainda só não sabia o porquê.❞
→ 𝑨𝑽𝑰𝑺𝑶𝑺: sunghoon!maridinho, papais de primeira viagem, ele é bem green flag aqui, alerta forte de homem seguro e apaixonado, oral!fem, overstimulation, dumbification, dirty talk, no penetration, uso de apelidos carinhosos, lactation (sim, é isso aí), praising kink.
→ 𝑵𝑶𝑻𝑨𝑺: dia dos pais, né? então por sugestão de uma querida lá do spirit, veio aí o primeiro maridinho e papai de primeira viagem! porque pode ser dia dos pais, mas o presente é todinho das mulheres.
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O solstício da tarde descia suave sobre o jardim dos fundos, banhando tudo com um dourado quente e preguiçoso. As roseiras que você e Sunghoon plantaram juntos floresciam em tons vibrantes de rosa e vermelho. O ar estava carregado com o cheiro bom de terra úmida, flores e aquele perfume doce e leitoso de bebê que agora fazia parte da casa e da rotina de vocês.
Seu marido estava despreocupadamente sentado na grama de pernas cruzadas, com a pequena Jiwoo aninhada no colo. Ao primeiro aninho de idade, ela era pura gordurinha e alegria, com bochechas redondas e olhos escuros idênticos aos do pai babão. Ele, por sua vez, segurava as mãozinhas dela, balançando-as devagar enquanto fazia vozes agudas e bobas, tudo para chamar a atenção da garotinha.
— Olha o passarinho ali, princesa... “Piu piu!” — imitava a ave, exagerando no som sem nem perceber. Jiwoo gorgolejou alto, batendo as perninhas animada, como se realmente estivesse conversando com o pai. — Isso mesmo! Você já sabe mais que o papai, né? Sua mãe vive dizendo que você é genial, e eu acho que ela tem toda razão.
Do balanço de madeira sob a pérgula, você observava os dois com o coração apertado de tanto amor. O cansaço estava acumulado — noites interrompidas, amamentações constantes, preocupações que nunca acabavam —, mas parecia irrelevante quando via cenas como essa. Sunghoon era tudo que você tinha sonhado para um marido um dia: presente, paciente e absurdamente apaixonado pela filha.
— Hoon... você vai acabar mimando ela demais! — comentou você, sem conter o sorriso enorme, sentindo o peito quentinho diante do que via.
Ele ergueu o olhar, te dando aquele sorriso torto e charmoso que ainda mexia com o seu coração mesmo depois de tanto tempo.
— Mimando? Eu? Nunca. — respondeu ele enquanto negava com a cabeça, fingindo inocência. — Só estou ensinando ela a reconhecer o quanto a mãe dela é incrível. — Ele beijou o topo da cabecinha cheirosa de Jiwoo, suspirando alto pelo deleite daquele momento. — Não é, amorzinho? Diz pra mamãe que ela é a mulher mais linda, forte e perfeita do mundo.
A pequena Jiwoo soltou um “ba-ba-ba” animado, esticando os bracinhos na sua direção como se pedisse colo. Sunghoon riu baixinho, aquele som grave e quente que sempre parecia aquecer a casa inteira.
— Viu? — os olhos dele piscaram inocentemente em sua direção, a postura gritando o mais puro convencimento. — Até ela concorda.
Ele se levantou com cuidado, acomodando a filha contra o peito largo e caminhou até você. Então ajoelhou-se na sua frente sem dizer uma palavra, apoiando o queixo quentinho no seu joelho enquanto as íris escuras procurava as suas com aquela atenção profunda que sempre te desarmava com extrema facilidade.
— Ei... como você está hoje, de verdade, meu amor? — perguntou baixinho, te analisando com certa preocupação no olhar. — Eu sei que tá pesado. Ser mãe de primeira viagem, amamentar e dormir pouco... Eu vejo, amor. — sente seu peito aquecer repentinamente com a revelação, não conseguindo conter um sorriso apaixonado. — E eu tô aqui, tá bom?
— Tá tudo bem, Hoon. — assegura para ele, que mesmo assim não desvia a atenção do seu rosto. Quando não recebia uma resposta convincente à respeito de tudo que envolvia você ou a filha, Sunghoon nunca parava quieto. — Sério, amor.
Você passou os dedos pelos cabelos dele, sentindo os fios macios e frescos. Não foi pega de surpresa pela indagação preocupada do seu marido, visto que ele era assim por natureza. Sunghoon sempre fazia questão de procurar saber do seu bem estar e o da pequena Jiwoo também.
— Tá sendo real — admitiu você, com um suspiro melancólico. — Às vezes sinto que mal consigo respirar, mas quando vejo vocês dois assim... tudo vale a pena. Porque eu te amo, Hoon, e você é o melhor pai que ela poderia ter.
Ele virou o rosto em sua direção e beijou a palma da sua mão demoradamente, com os olhos fechados como se fizesse uma prece.
— E você é a melhor mãe, a melhor esposa que eu poderia ter. — ele sorri, fazendo os caninos pontudinhos ficarem ainda mais adoráveis. — E é a minha melhor amiga, também. Às vezes eu olho pra você e me pergunto como eu consegui isso, sabe? Uma família, com você.
E foi assim que o resto da tarde passou devagar, feito de pequenos momentos preciosos que ficaram presos em sua mente. Depois do almoço, seu marido deu o banho de Jiwoo sozinho, após muita insistência da parte do próprio, enchendo o banheiro de vapor e risadas. Ele cantava baixinho uma música antiga que vocês dois amavam, enquanto a filha chapinhava na água morna, batendo as mãozinhas e soltando gritinhos felizes pela bagunça.
— Calma, princesa, o shampoo não pode ir nos olhinhos, tá? Papai tá aprendendo junto com você — murmurava ele, concentrado, as mãos grandes sendo surpreendentemente gentis enquanto fazia todo o trabalho.
E não parou por ali. Depois, enquanto você tentava organizar a cozinha bagunçada após preparar o lanchinho da pequena, ele apareceu por trás envolvendo sua cintura com os braços fortes. Ele não parecia perceber, mas só o fato daquilo ter impedido parte da sua visão e de continuar todos seus afazeres despertou o pior que o tesão podia causar em uma mulher sedenta. Bom, tipo você.
— Deixa isso pra mim, meu amor. — murmurou no seu ouvido, mansinho como nunca. — Hoje você não levanta um dedo.
— Mas Hoon… — protesta, quase ronronando devido às circunstâncias. Seu ventre não parava de borbulhar em uma expectativa nada pequena, inquieta. — eu posso fazer isso!
— Sem mas. E o seu puerpério, hm? — interrompeu ele, sério, beijando o seu pescoço bem no ponto que sempre te arrepiava, a deixando molinha contra o peso dele, suspirando com aquele afago. — Sei que você não tá’ mais amamentando a bebê diretamente, mas ainda cuida das mamadeiras dela. — te relembra sem esforço, acendendo uma parte da sua consciência. Não era nada fácil substituir o costume da pequena pela mamadeira. — Eu cuido do nosso jantar, e depois de você. Enquanto isso, senta, toma um chá e me conta como foi seu dia. Quero ouvir tudinho, até as partes chatas que você sempre esconde.
— Você sempre soube disso, né? — sorri fraquinho, levemente sem jeito pela descoberta, se encolhendo ainda mais no aperto gostoso que ele te dava contra a bancada.
— Mas posso fingir que não. — o sente sorrir também, deixando um último beijinho molhado na curvinha do seu pescoço, suspirando com pesar antes de se afastar devagar, quase sôfrego. — Então… — te vira com carinho pela cintura, os dedos grandes envolvendo sua pele com vontade desmedida, te trazendo para perto o suficiente para grudar a boca macia na sua sem contenção. — Pela primeira vez… na vida — beija sua boquinha sem pressa entre selinhos dengosos, se interrompendo conforme provava para si mesmo que não se contentava somente com aquilo. — Obedece o seu pobre marido?
E tudo o que consegue fazer é se derreter cada vez mais nos braços dele, se deixando levar pela conversinha do moreno. Sorri, mantendo ambas as mãos para baixo em rendição, deixando dois últimos beijinhos nos lábios dele, que sorri novamente com o ato. Tão lindo, tão seu.
— Ok, mas só dessa vez. — se convence, mal terminando de falar quando o sentiu abraçá-la novamente, envolvendo todo o seu corpo com extrema facilidade contra o dele. Porque, porra, não se podia usar um eufemismo ali, Sunghoon era enorme e isso sempre mexeu com a sua cabecinha suja. Não nega e nem esconde e, mesmo sem ter conhecimento sobre, o homem tinha certa noção disso. Gosta e, com toda inocência do mundo, faz tudo isso de propósito.
E Sunghoon deixa isso claro. Talvez no jeitinho que o queixo dele fica apoiado no topo da sua cabeça enquanto seu rosto descansa enterrado no peito firme, ou na maneira que as unhas naturalmente pontudinhas dele roçam discretamente por baixo do corte que seu vestido oferecia nas costas, acompanhadas da pressão nada sigilosa que ele dá com o quadril em sua direção. Uma investida leve, discreta, que ele reprime enquanto morde o próprio lábio. Tudo isso soa milimetricamente pensado, mas não é a sua mente tomada por um desejo absurdo pelo seu marido que distingue isso.
Sem te dar a chance de protestar, ele se afasta depois de dizer algo que sequer compreende. E até tenta dizer algo, mas desiste rapidamente quando o sente tocar sua bochecha com carinho, descendo o olhar atrevido da sua boca até o decote leve que seu vestidinho oferecia.
— Senta. — pede e você pisca em confusão, e sem pensar muito só desce o olhar pelo corpo másculo, abrindo a boquinha com muito custo ao notar o volume nas calças que sempre parece estar lá. Com uma sobrancelha erguida, Sunghoon sorri divertido quando nota o rubor no seu rosto, satisfeito. Ótimo, só provou que você o queria tanto quanto ele. — na cadeira, amor. Fica sentadinha ali enquanto eu cozinho.
E por incrível que pareça, não houve mais joguinhos. Ele só preparou o jantar com a calma e dedicação que vinha demonstrando o dia inteiro. Um arroz soltinho, legumes salteados com direito a um purê no ponto e frango grelhado com o tempero que você tanto adorava. E enquanto cozinhava, conversava com Jiwoo no cadeirão como se fossem melhores amigos, além de te perguntar casualmente sobre tudo no seu dia, interessado em cada mínimo detalhe.
— Ah, é? — balbuciou para a pequena, enquanto ajeitava o babador com calma. — A mamãe te deu dois banhos hoje? Que exagerada, né? Mas ela faz tudo com tanto amor... — diz ele, olhando para você com um sorriso cúmplice, dando uma piscadinha em sua direção. Não devia te afetar tanto, certo? Mas mesmo assim afetou.
Não sabia se era o autocontrole de Sunghoon, ou se era a maneira que a paternidade o deixou, mas qualquer mínima ação ou toque dele te fazia pegar fogo e isso não parecia recíproco. Uma necessidade tão grande que não te deixava reparar por muito tempo no seu próprio marido, ou do contrário terminaria suas noites como qualquer outra ultimamente; dormindo frustrada e carente.
Ou talvez só não estivesse jogando certo.
Depois do jantar, o ritual de dormir de Jiwoo foi longo e carinhoso como sempre. Com direito a historinha, canção de ninar, luzinha noturna e babá eletrônica. Quando a porta do quartinho finalmente se fechou, o silêncio da casa pareceu mais íntimo, quase sagrado entre vocês.
Já na sala, Sunghoon te puxou para o sofá com a mesma delicadeza com que sempre segurava a Jiwoo, e isso te estremeceu. Ele se sentou primeiro e a guiou até que sua cabeça descansasse no colo dele, e o cabelo preso num coque denso se espalhou sobre a coxa firme no momento em que ele mesmo o desfez. Os dedos longos e quentes começaram a massagear o seu couro cabeludo em movimentos lentos, circulares, desfazendo a tensão que se acumulava ali há semanas. Depois, com uma precisão invejável, desceram para os ombros e pressionaram os nós que você sequer sabia que existiam.
— Eu… amor. — ele começa meio incerto, depois de certo tempo. — Sinto saudade de nós. — confessou baixinho, tão perto que não havia mais restrições para o que seu corpo deixasse ou não de sentir o peso de cada palavra proferida contra a sua pele, além das suspeitas bobas. — Não que eu não ame cada segundo com a Jiwoo. Eu amo. Deus, como eu amo. Mas… sinto falta de te tocar, de te fazer minha. — a voz grave treme por um segundo, quase reprimida, combinando com a urgência que parecia adornar o seu âmago em cada segundo que a voz dele reverberava pelo ambiente fechado. — De te ouvir gemer o meu nome. De te fazer se sentir uma mulher desejada e amada de novo, não só mãe.
Acuada, você virou o rosto contra a barriga dele, sentindo o calor da pele e o cheiro naturalmente refrescante, sutilmente forte. “Hoon…”, murmura fraquinho, o pobre ventre se contraindo o que parecia a milésima vez na tentativa de te lembrar o quanto você o queria, o quanto o desejava. Sente quando a bucetinha pulsa, se contrai, lateja e mesmo assim sua cabeça não consegue parar, se auto sabotando em uma repulsão que sequer havia coerência. “Eu… tô diferente.”
Mas Sunghoon não respondeu de imediato. Ao invés disso, só deslizou as mãos pelos seus braços até entrelaçar os dedos nos seus, apertando com força suficiente para você sentir o quanto ele estava ali, presente. Depois te puxou para cima sem esforço, te deixando no centro do colo dele como sempre gostou de fazer, usando o próprio corpo como um templo no que pareceu uma prova para a sua nova insegurança. As palmas quentes do seu marido pousaram agressivamente sobre a polpa da sua bunda, forçando a carne macia para baixo sem muita cerimônia e te arrancando um grunhido esganiçado em surpresa.
No mesmo percurso, ele forçou o seu centro melado contra o próprio pau duro, fechando os olhos pelo atrito desejado. “Porra.” Ele gemeu baixo, te deixando sem muita escolha a não ser começar a se mexer com dificuldade, quase tímida, numa tentativa óbvia de contato, se mergulhando numa bolha de prazer que só parecia crescer ao se reprimir.
— Viu só? Você é perfeita. — disse ele, firme, tão ou mais do que quando disse “sim” no altar. — E cada mudança no seu corpo me deixa mais apaixonado, amor. Do que você tem tanto medo, hm?
Você soluça baixinho, dispersa depois de ficar tanto tempo sem aqueles carinhos diferentes. Com a mente nublada, só consegue se aninhar mais ao colo do moreno, escondendo o rosto na curva do pescoço quentinho. “De você não gostar, Hoonie.” É o que murmura, tão doce e frágil que parecia ter afetado o ponto mais fraco dentro de Sunghoon. O aperta com mais força quando sente que ele iria te responder, soltando um muxoxo quando o ato te fez espremer os seios cheios, doloridos, sentindo um líquido quente jorrar fraquinho no processo.
— D-Desculpa. — é o que consegue dizer, baixinho, recebendo um afago carinhoso em resposta, juntamente de um “tá tudo bem, amor, seu Hoon entende” mais terno do mundo. — Não sei o que tá acontecendo comigo… isso. — se refere a si mesma, os olhinhos suplicantes quase correndo para encontrar os dele, ainda que no fundo soubesse que nada daquilo era culpa sua. — Hoon…
— Shh. — ele cala sua súplica com um beijo casto no canto da boca, não te afastando uma vez sequer, como se soubesse que aquilo te sossegaria. — Isso? Tá falando do quê, amor? — ele levanta o queixo, a instigando a dar uma resposta. Mas nem consegue, pelo menos não quando Sunghoon a afasta o suficiente para tomar de mão cheia os seus peitinhos sensíveis, grunhindo em puro tesão. — Mô… são esses seios que alimentam a nossa filha. E ultimamente eles me deixam com um tesão que eu nem sei explicar sem me envergonhar, só pelo quanto eu penso neles, no que eu poderia fazer e… cacete. — ele ri sozinho, enfeitiçado por poder te tocar ali, rodeando os polegares nos biquinhos marcados no tecido levemente apertado e já úmido pelo leite acumulado, te causando um prazer novo. — Cê’ não tem ideia do quanto eu penso em te tocar, em te provar, em te lembrar que você ainda é a mulher que me faz perder qualquer postura.
— Eu também, amor. — diz com manha, se desgrudando dele apenas para enxergá-lo melhor, a sensação estranha de timidez se tornando maior a cada segundo em silêncio. — Quero você… muito.
— Quer, é? — inegavelmente, isso parece animá-lo. Por isso assente devagarinho em resposta, mordendo o lábio com tanta expectativa que sequer passou despercebido pelo seu marido, que não estava diferente. — Então me deixa te mostrar o quanto eu quero isso também. — mediu seu semblante com cuidado, usando o tom mais baixo que conseguiu, numa tentativa boba de te persuadir ainda mais. — Deixa?
Concorda com veemência, desesperada, quase arrancando outra risada do mais velho. Estava num estado tão intransigente que não processava as informações com clareza — não que de fato precisasse.
Ele te ajudou a sentar, depois a levantar, e te levou pelo corredor com a mão quente aberta na curva baixa das suas costas, enquanto o polegar livre criava círculos perfeitos ao redor da auréola sensível, como se estivesse te guiando e ao mesmo tempo te acalmando pelo que viria. No quarto, ele encostou a porta com cuidado, o clique baixo ecoando no silêncio do quarto silencioso que só projetava a respiração ansiosa de ambos.
Sunghoon parou na sua frente e a olhou por um longo tempo, os olhos escuros percorrendo seu rosto, o pescoço, o caminho dos seios pesados e a barriga macia, como se estivesse gravando cada detalhe de novo.
E quando finalmente tocou em você, foi só com a ponta dos dedos indicadores no seu ombro, deslizando a alça do vestido para baixo com uma lentidão quase deliberada, beijando cada pedaço de pele revelada com a boca quente, repetindo o processo com a outra alça, fazendo o tecido escorrer pelo corpo até cair no chão num tom surdo. Ele se ajoelhou na sua frente sem pressa, joelho por joelho, as mãos grandes subindo pelas suas coxas até segurar a curva da barriga, e beijou a pele quente dali, a língua saindo para traçar uma das estrias pouco visível com a ponta, devagar, sentindo a textura diferente. Logo depois repetiu com outras, o ar quente da respiração dele fazendo a pele arrepiar enquanto ele murmurava algo sem sentido, mas repleto de excitação.
— Hoonie… — o chama sem muita paciência, o rostinho franzido em uma vontade deliciosa, sem saber onde pôr as mãozinhas. A visão que Sunghoon tinha de baixo era perfeita, e não podia existir combinação melhor do que os seus peitos nus e semblante marrentinho em uma olhada só. Por isso sobe as mãos pelo seu abdômen, levando aos seus seios e descendo novamente, tudo isso enquanto esfregava todo o rosto pelo caminho. — N-Não enrola!
— Você ainda é a mesma mulher que eu amo há anos, amor. A gente fode, transa, faz amorzinho… e nada nunca mudou. — ele desconversa, fechando os olhos por um breve momento quando descobriu o caminho exato entre as suas pernas, completamente melado e cheiroso. Ele sorriu com aquilo, coisa que te causou um rubor não só externo. — Só que agora tem essas linhas aqui… lindas. E eu gosto pra caralho delas, e do porquê estão aqui. — admite, te arrancando todo o ar que parecia guardar, sentindo sua pele inteira queimando. — E isso te deixa ainda mais gostosa. Porra, e como…
Ele subiu devagar, beijando o caminho até a base dos seus seios, as mãos grandes já apertando a carne pesada por baixo com uma pressão firme e possessiva. Quando os dedos apertaram gentilmente o mamilo esquerdo, um fio grosso de leite escapou imediatamente e escorreu pela curva inferior, te fazendo arfar. Sunghoon soltou um som baixo e rouco, quase manhoso, e esticou a língua quentinha para lamber, a usando para limpar o líquido agridoce antes de chupar o biquinho com força suficiente para puxar mais, engolindo e voltando, alternando entre os dois enquanto você arqueava as costas e enterrava os dedos nos cabelos macios dele, fora de qualquer controle que poderia ter, um dos seus gemidos escapando mais alto do que o planejado.
— Hoon… — protesta baixinho, mesmo sabendo que não adiantaria.
— Deixa — a voz saiu abafada contra o seio babadinho, a voz fodidamente aveludada e urgente enquanto ele continuava chupando, a pressão aumentando e diminuindo num ritmo que fazia o líquido sair mais fácil. — Eu quero. Porra, eu queria tanto isso.
Com um grunhido contrariado, ele parou por um instante, preocupado com a sua postura. Trêmulo, ele praticamente te arrasta em direção a cama, te deitando nela com cuidado infinito e ajeitando o travesseiro sob a sua cabeça, se posicionando entre suas pernas. Com fome, ele beija o interior das suas coxas com paciência surpreendente, subindo centímetro por centímetro e sentindo perfeitamente o tremor que já começava a se espalhar pela sua pele.
Quando a boca dele finalmente encontrou o centro úmido, foi com em um ronronar dengoso que ele abocanhou a bucetinha judiada com a pontinha do músculo contraído, saboreando novamente o gosto forte que ele tanto amava, gemendo contra a carne molhada enquanto os dedos te abriam mais. O manejo dele consistia em usar o nariz no seu pontinho enquanto afastava os lábios para que a língua pudesse entrar e sair, antes de subir para o clitóris e chupar com uma pressão constante. Gostava de alternar entre sucções ritmadas e lambidas circulares, sempre observando sua reação pelos olhos levantados de vez em quando.
— Você tem um gosto tão bom… — murmurou ali mesmo, sem se desgrudar, a vibração da voz te fazendo arquear as costas involuntariamente. Sunghoon xinga baixinho com o efeito causado, arrastando o próprio pau duro pelo colchão, buscando por um pouquinho de alívio, se recusando a tirar uma das mãos de você. — Eu podia passar a noite inteira aqui só te comendo, vida.
Com o âmago fervendo, um gemido agudo escapa da sua boquinha quando, notando sua inquietação, Sunghoon mergulhou ainda mais na sua buceta encharcada. Sem se importar com a bagunça, o moreno cuspiu na entradinha maltratada, usando dois dedos para provocar o buraquinho pulsante enquanto a língua teimosa permanecia sugando a bolinha de nervos.
— Vai gozar, não vai? — provocou ao largar o clitóris num estalinho, não esperando por uma resposta ao meter os dedos por entre a borda, rodeando com cuidado, mas não enfiando de verdade. — Tsc, já ficou tanto tempo sem botar’ nada aqui dentro… acho que consegue um pouco mais, linda.
Choraminga com o ato, mas não reclama. Seu corpinho já começava a dar os primeiros indícios do orgasmo forte bem antes, e quando ele chegou, foi violento. Seu corpo inteiro se arqueou em ondas que ele acompanhou com a língua sem parar, prolongando cada tremor até que te deixasse ofegante e mole demais para aguentar o próprio peso, mesmo deitada. Só então ele subiu, beijando todo o caminho até sua boca e compartilhando o próprio gosto num beijo bagunçado e faminto, totalmente descontrolado e carente, a língua dele entrando fundo na sua boquinha enquanto a pica dura e quente pressionava contra a entrada, completamente meladinha.
— Eu te amo — disse ele, olhando nos seus olhos enquanto se alinhava em direção ao canalzinho apertado, se desfazendo da própria calça moletom. A voz baixa foi firme, ao contrário do corpo todo tenso pela enorme contenção. Manhoso demais, Sunghoon passou a roçar todo o pau contra o seu calorzinho, cada centímetro, gemendo rouco ao sentir a quentura envolvê-lo por completo. — Tão quentinha… cacete, que saudade.
— Mô’, não sei se consigo… — balbucia com dificuldade, a entradinha se apertando contra o nada conforme o pau dele ameaçava entrar no buraquinho pequeno. Seu tesão era grande, mas a sensibilidade se formando ali parecia ainda maior agora.
— Quer que eu pare? — Sunghoon imediatamente pausa tudo o que estava fazendo, preocupadinho, te tirando um muxoxo contrariado. Cada parte dele pulsava em tesão, mas mesmo assim continuava em alerta, coisa essa que te irritou e te encheu de amor ao mesmo tempo. — Tá doendo? Amor…
— Não! — quase grita, carente demais. — N-Não para, continua! — se embola todinha com as palavras, o quadril chacoalhando para manter a fricção imunda entre os sexos necessitados, que por um triz não se tornavam um só. Era tão imunda que sentia vontade de gozar só com a ideia da visão, quanto mais a sensação. — Só não mete…
Como uma lâmpada, uma ideia pareceu se acender na mente de Sunghoon, que com a mão esquerda bombeou o falo teso com extrema ignorância numa punheta apertada. “Então o Hoonie pode te foder de outro jeito, o que você acha? Quer?” te pergunta com um biquinho manhoso, gemendo tão putinho que foi impossível não gemer junto.
Satisfeito, ele mostra as presinhas, te puxando pelo quadril sem muita calma dessa vez. “Vira pra mim?” Pediu com jeitinho, o pau babado cutucando a sua virilha sempre que um beijo era despejado na sua pele. E assim o fez, virando de bruços de forma confortável, nem percebendo quando Sunghoon alinhou um travesseiro por baixo do seu quadril. “Agora empina essa bunda gostosa. Uhum, assim… caralho, que tesão, amor.”
Na sua cabecinha, você não se importava nem um pouquinho em ser usada pelo seu marido para se aliviar. Ainda mais quando se tratava da piroca grande bem entupidinha entre as suas coxas espremidas, que simulavam quase perfeitamente o aperto da sua xotinha envolta dele. A sensação de esfregar o próprio pau ali, para Sunghoon, era tão gostosa que parecia suprir a vontade de se enfiar dentro de você e te foder como um maníaco, e melhorava ainda mais quando a glande “escapava” em direção ao seu meinho melado, quase invadindo a sua buceta.
Os movimentos começaram lentos e profundos, os quadris rolando em círculos preguiçosos que faziam você sentir cada veia, cada centímetro e cada pulsação. Uma mão dele estava entrelaçada na sua com força, enquanto outra acariciava a sua bunda, beslicando a pele e dando alguns tapinhas quando te ouvia gemer altinho até demais. Cada “estocada” dele era bruta, e tão gostosas que ficava impossível não gemer feito a putinha que era, escondendo a carinha franzida nos lençóis e gemendo desenfreadamente ali. E sentiu tanta falta, que era difícil esconder o quão descontrolada ficava quando ganhava só um pouquinho de pau.
— Como cê’ conseguiu ficar ainda mais gostosa, hein? — ele se apoiou melhor sobre o colchão, tentando ficar o mais próximo possível do seu alcance. A babinha da sua buceta escorria com facilidade, se misturando perfeitamente com o gozo e a pré-porra que babujava da glande avantajada, formando a bagunça perfeita entre vocês. — Ah… desse jeito fica difícil não meter uns outros bebês em você, puta que pariu.
Você cravou as unhas nas costas largas, puxando-o mais perto, sentindo o suor começar a se formar entre os corpos, cada lufada de ar saindo em gemidos curtos e simultâneos. Se inclinava, empinava e contraía a própria entradinha com gosto, a fim de conseguir o que tanto queria do seu maridinho.
— Mais forte, Hoon… — pede num fiozinho de voz, o corpo cedendo às estimulações que sequer aguentava direito. — quero t-te sentir gozar!
E ele obedeceu. As estocadas ficaram mais firmes, o ritmo crescendo naturalmente, guiado pelos seus gemidos e pela forma como suas pernas se fechavam com mais força quando ele roçava no botãozinho sensível, o quarto se enchendo do som imundo que só parecia crescer. Sunghoon enterrou o rosto no seu pescoço, abafando qualquer som manhoso causado pela sensibilidade que ele mesmo não esperava, enquanto o peso deliciosamente grande parecia te envolver numa bolha imensa de prazer.
Quando o prazer te invadiu de novo, foi mais intenso, mais profundo, o corpo inteiro se contraindo em volta dele. Sunghoon te acompanhou, gozando forte com um gemido longo e mais dengoso do que previu, o corpo grande tremendo sobre o seu. As mãos dele apertaram as suas com força, ao passo que o quadril contraído se movia devagarinho, tudo enquanto ele terminava de se derramar ali.
O quentinho deixado entre suas coxas e parte da entradinha foram o estopim para o seu fogo interno, desabando completamente após sentir o cansaço que tanto desejava.
— Sabe, mô... — soltou ele depois de sair do seu meio e limpar a bagunçinha que fez, se deitando parcialmente sobre você, totalmente desgrenhado e ofegante. — Acho... que agora estamos quites.
— É? — pergunta baixinho depois de sorrir, quase completamente tomada pelo sono. — Por que?
— Porque você me deu leite, e eu te dei leitinho. — riu, e riu ainda mais quando o estapeou, fazendo um biquinho ao tentar se conter da crise repentina. — Ah, mas não vale, você desperdiçou o da minha fonte. E se não sobrar pra fazer outra cria?
— Sunghoon, deita e dorme pelo amor de Deus?
— Tá, mas dá próxima vez, vê se bebe o meu também. Vai que a fonte seca, né? — piscou para você, que revirou os olhos no mesmo instante, se desatando a rir. — Meu doce de leite não é infinito não, mô.
— Aham, e além disso, só faltou ser doce.
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