𝐞𝐫𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐯𝐞𝐳… nas terras vastas de @enchantedcentral:
DEAR READER

Discoholic 🪩

JBB: An Artblog!
cherry valley forever
ojovivo
I'd rather be in outer space 🛸
we're not kids anymore.
AnasAbdin
Cosmic Funnies
Lint Roller? I Barely Know Her
KIROKAZE
almost home

Origami Around

dirt enthusiast
Alisa U Zemlji Chuda

Janaina Medeiros
styofa doing anything
Sweet Seals For You, Always

Kaledo Art

seen from Malaysia

seen from Portugal
seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from United States

seen from Türkiye

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States
seen from China

seen from Germany
seen from Germany

seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from India

seen from United Kingdom
@goodenevil
𝐞𝐫𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐯𝐞𝐳… nas terras vastas de @enchantedcentral:

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Os passos da dupla rapidamente encontraram seu destino e Holly agora se viu de frente com o rapaz, a mão esquerda confortavelmente repousando sobre seu ombro e a direita junto a dele. Como de costume a princesa permitia que sua companhia guiasse, algo que geralmente mudava apenas quando seu par não se tratava de um cavalheiro e sim uma dama. A loira apesar de focada em não pisar nos pés alheios, ainda prestava atenção no que ele dizia e mantinha as orbes azuis presas ao rosto dele acompanhadas de um sorriso singelo, rindo com o pensamento sobre a troca musical e cogitando alguém o fazendo.
"Apenas com coisas que são feitas por mim, então não diria que está errado." Respondeu ao questionamento, quando se tratava de seus arredores e atividades, a princesa de Corona não se importava com a imperfeição, entretanto seus projetos precisavam estar impecáveis aos seus olhos, mesmo que não fizessem o mesmo efeito ao olhar alheio. "Você tenho a certeza que não é, mas gostariam que fosse."
As sobrancelhas de Alfred se inclinaram brevemente, acompanhando o raciocínio da parceira de dança. Por fim, acenou com a cabeça, pondo um sorriso satisfeito no rosto. Ela sabia com quem estava falando; o 'príncipe de Auradon' estava longe de ser um perfeccionista. Gostava de pensar que se encontrava em sua própria bagunça e fingir que tudo feito era melhor do que sempre bem feito.
Para sua surpresa e do seu mentor, estava dando conta de guiar Holly pelo salão, sem deixar tão óbvio como, às vezes, desviava o olhar para espiar outros pares. Isso até que se distraiu em uma das espiadas e tropeçou. Apenas um leve tropeço, mas o suficiente para embaralhar os dois e fazê-los dar alguns passos na direção errada.
Alfred lançou um olhar preocupado à loira, que buscava sua reação, e a ajudou a se firmar novamente, abrindo um sorriso de criança travessa. "Nós não caímos." Sussurrou confiante, mas prosseguiu com a voz incerta. "Levando em consideração que eu sou o desastre aqui, mas a dança é em par, ativei seu lado perfeccionista agora?"
O erro foi mínimo, mas a atenção de parte dos convidados já estava tomada, como se o momento mais divertido da noite houvesse ocorrido. "Acho que estamos ganhando algum público extra, Holly."
Todo segundo que ele tinha sem aulas e com a oportunidade de simplesmente ficar xeretando para cima e para baixo, ele estava usando. Tentando decorar cada canto ali, pois se precisasse agir (não que tivesse um plano ainda) saberia por onde se encaminhar por ali. Acabou se perdendo um pouco, mas ao ouvir um pouco de barulho foi se guiando até notar a presença real naquele lugar imundo.
"Uau. Sabia que não gostavam da nossa presença, mas atacar quando ninguém estava olhando? Que baixo." A ironia escapando de seus lábios sabendo que aquele tipo de coisa era um ultraje para alguém de alto escalão como ele. "Estou perdido. Estava tentando achar minha aula e acabei aqui." Mentiu para não mostrar que estava propositalmente fora de onde deveria estar.
Olhou para o cachorro. Ele nunca precisou lidar com animais, pois ficava boa parte do tempo submerso. Nem mesmo os peixes gostavam do humor ácido e dos monólogos de Morgan. "Até os cachorros são treinados para serem inimigos de pessoas da Ilha? Será que cheiramos diferente? Jurava que tinha tomado banho hoje de manhã."
"Eu, verdadeiramente, sinto muito." Sua voz estava genuína, mas por dentro carregava uma vontade real de se enfiar nas masmorras do castelo e nunca mais sair. Fora pego muito desprevenido, e sua expressão quase denunciava isso, não fosse o trejeito social da realeza que assumia e o fazia parecer um pouco mais natural.
As íris azuis de Alfred percorreram depressa a silhueta do rapaz, sem querer invadir seu espaço, mas ainda tentando entender de quem se tratava. Alguns detalhes, somados aos comentários do próprio, levaram-no a uma conclusão.
"Ele também não faz por mal! Não é, Dante?" lançou um olhar crítico ao cão, que choramingou em resposta. "Você cheira perfeitamente bem, me desculpe pelo susto. Eu estava..." Passou por ele, tirando a espada de madeira da bagunça onde ela caiu. "Estava apenas 'treinando' um pouco." A palavra treinando saiu quase pigarreada, visto que qualquer um usaria brincando ou matando tempo ao vê-lo. "Precisa de ajuda para encontrar a sala? Qual aula estava procurando?"
𝐬𝐭𝐚𝐫𝐭𝐞𝐫 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐨.
Seguindo pelo longo corredor da ala oeste, descendo duas mãos de escadas, bem pela direita, e depois pela direita novamente… se encontrava a entrada secreta para uma antiga sala de treinamento.
Por alguma razão, decidiram que levar os estudantes não era tão conveniente quanto ministrar as aulas nos andares de cima. Os equipamentos modernos adicionados também poderiam fazer os alunos tradicionais interpretarem como uma afronta direta ao treinamento honroso, e antigo, que recebiam naquela sala. No fim das contas, ninguém vivo deveria lembrar de sua existência, até a equipe de limpeza do campus. Não fossem as manutenções meia-boca de Alfred, ainda estaria enterrada na poeira e nos traumas do abandono.
O sol ainda não havia ido embora quando Alfred saiu voando do dormitório para lá, em busca de um pouco de paz — que o colega de quarto encarava de maneira tão diferente. O castelo do rei Adam podia ser enorme, mas igualmente grande era a vontade dos seus pais de saberem seu paradeiro a todo momento, e a sua de não satisfazê-los com isso.
Com a companhia do seu cachorro, Dante, procrastinou a limpeza para partir para cima do manequim de treino, com um esforço de quem poderia perder. Teria ganhado se a espada de madeira não voasse de sua mão e quase acertasse muse. O príncipe acelerou o passo para ver se estava tudo bem, mas o companheiro, ansioso, chegou antes dele em um pulo. “Dante, não!! Eu juro, ele não costuma fazer isso.” Tentou ajudar a pessoa 'intrusa', enquanto acalmava o coração do susto e a mente da vergonha. “Não sabia que mais alguém conhecia esse lugar.”
O som da orquestra de Auradon chegava abafado aos jardins mais afastados do campus, misturando-se ao riso forçado dos herdeiros e ao cheiro dos quitutes do grande baile. Yzma, aproveitando-se da rara cortesia de Auradon em oferecer álcool aos vilões, parecia ter decidido compensar todos os anos de sobriedade em paz na Ilha em apenas algumas horas. "Chega, mãe! Ninguém quer ouvir sobre o Kuzco ou sobre o seu império perdido..." Yzla sibilou, a voz rouca de frustração, enquanto desviava de um gesto desajeitado da mais velha. O esforço foi inútil. Yzma tropeçou nos próprios pés e, com um baque surdo, caiu pesadamente contra o gramado impecável. Ela ainda tentou balbuciar algo sobre "poção", mas seus olhos reviraram e o corpo relaxou por completo. Ela havia desmaiado de tão bêbada, restando apenas o som de uma respiração pesada. Yzla ficou estática por um segundo, olhando para a figura estirada aos seus pés com um misto de ódio e uma exaustão profunda. Ela limpou as mãos no vestido, como se pudesse remover a sujeira daquela situação, e respirou fundo para não gritar. Foi quando sentiu um olhar queimando em suas costas. Ela girou o corpo com uma lentidão calculada, escondendo o tremor de raiva nas mãos ao cruzar os braços sobre o peito. "E então... há quanto tempo você está aí paradx?"
A chinesa devia ter ingerido algo de diferente entre as opções servidas àquela noite. Teve que se dispersar dos grupos de conversas entre herdeiros, reis e rainhas, para encontrar ar puro em um ambiente mais arborizado. Porém, tentou com tanto esforço se desviar daqueles convidados, que quando deu por si estava distante do baile. O suficiente para deparar-se cada vez mais com estilos abstratos de trajes e olhares desconfiados. Sua consciência, a voz da mãe, estava na entrada do ouvido lhe avisando dos arredores, como se estivesse rodeada por um perigo imprevisível e não mais pares de simples convidados.
O jardim onde se encontrou por fim estava pacato, com exceção de uma voz. A cena inusitada chamou sua atenção: uma mulher caída no chão, enquanto uma figura impaciente permanecia em pé ao lado. Yumei hesitou por um momento antes de responder: “Não mais que alguns segundos.” Seus olhos alternavam da moça em pé para a estirada na grama. “Você… Ela está viva?” A última parte foi envolta em um cuidado extra, apesar da sugestão para lá de dramática. Fazia tempo que não via alguém tão bêbado, e, sabendo com que tipo de pessoa estava interagindo, sua mente percorria por possibilidades infinitas.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
"Depois não diga que não avisei" Ela alerta bem humorada, uma risada gostosa deixou os lábios rosados da princesa, nem todos teriam a paciência ou arriscariam ficar em maus lençóis com seu pai, ele era um bobão mas conseguia afastar vários possíveis amigos menos persistentes. "Ah isso posso garantir que não vai acontecer, pelo menos não de forma genuína, no máximo uns sorrisos forçados, para não apanhar da minha mãe, enquanto provavelmente se imagina arrancando sua cabeça." Ela teoriza ao que sempre imaginou se passar por trás dos olhos do pai nesses momentos, em tom de brincadeira para manter a leveza, apesar das palavras fortes que escolheu. A mão de Holly já havia encontrado a do rapaz, seguindo o ritmo dos passos dele para o salão movimentado, onde pares perfeitos dançavam como se fosse a coisa mais simples do mundo.
"Ouch..." Alfred tocou o pescoço dramaticamente, como se já estivesse sentindo as garras do senhor Fitzherbert lhe alcançando. Não era muito do tipo que pensava no depois ou nas possibilidades; e isso o trazia várias dores de cabeça, mas também era o traço responsável por permitir com que vivesse sem tantos medos de tentar.
Com a formalidade aprendida em lugares como Auradon — e uma pitada de humor —, Alfred conduziu a loira até um espaço livre do salão. "Já imaginou se trocam a música para uma super agitada agora? Os pares ficariam em uma posição estranha, já que estão dançando tão graciosamente." Começou a guiar a dança conforme o ritmo calmo, sustentando uma falsa confiança. A cada cinco segundos fitava a princesa. Investigava sua expressão, querendo saber se já havia descoberto sua falta de habilidades, mas a princesa, por sua vez, parecia concentrada demais na própria dança. "Eu chuto que é uma perfeccionista. Estou errado?"
"Talvez mais pessoas devessem ser assim, quem sabe veriamos menos sorrisos sem peso e mais conversas com significado." Agora ela era quem estava se perdendo em devaneios, possibilidades de uma realizade diferente, algo que seria impossível de se ver de uma hora para a outra.
O pedido de uma dança veio, de certa forma, de surpresa, as sobrancelhas loiras arquearam levemente entretanto não demoraram a descansar mais uma vez sobre os olhos azul esverdeados da princesa. "Apenas se me perdoar pela possibilidade de pisar em seus dedos..." ela responde, e sua visão periférica cai sobre a figura paterna no salão, obrigando que ela adicione mais uma condição. "E se estiver disposto a sustentar as encaradas feias do senhor Fitzherbert." Sabia que no momento que o pai os visse, os olhos dele estariam presos e estreitos em Alfred, Eugene tendia a desgostar de ver sua filhinha com outros homens e ainda hoje esperava que fosse o único par de dança a qual ela precisaria — e possívelmente o único homem em sua vida, por mais surreal que isso fosse.
Alfred teve um misto de emoções enquanto fazia o convite. Por um lado, esperançoso de sair do tédio que estava no baile; por outro, com receio de que estivesse incomodando a princesa, que não há muito decidiu se sentar. A resposta que recebera foi um alívio para os dois raciocínios, fazendo com que os cantos da boca se elevassem em um sorriso terno. “Seria o momento mais divertido da noite.” Respondeu, com respeito a seu aviso.
Holly não podia saber ainda: aquilo era um risco levemente mais grave para ela. No castelo dos Beaumont circulava um boato. Um dizer famoso entre os criados e visitantes, de que o príncipe herdeiro nascera com os pés trocados. Era difícil para eles (os pés) entenderem esquerda e direita. Talvez, fossem tão fora da curva quanto o dono pensava ser. E talvez, tivesse perdido algumas aulas de dança e etiqueta na adolescência para ficar mais alguns minutos sentindo o odor estranhamente confortante do estábulo.
Não muito longe de onde estavam, se encontrava o salão de dança e o senhor Fitzherbert. Pares faziam nome, indo de um canto para o outro, com uma graciosidade invejável, no espaço bem decorado. De certa forma, esperava que ainda pudesse conduzi-la como se deveria, como digno de um príncipe. Estendeu a mão, sugerindo acompanhá-la até o salão. “Acho que já estou acostumado com encaradas feias. Difícil para mim seria se ele sorrisse muito.”
Starter Fechado de Sabrina Blight + Mistyque Lumen para Yumei Li. @goodenevil
Era a primeira vez que Mistyque saía de Elementia, era tudo muito overwhelming mas animador ao mesmo tempo, a curiosidade da garota em conhecer tudo e mais um pouco, se subrepunha ao desconforto de ter pela primeira vez um corpo de carne e osso. O castelo era imenso, o campus maior ainda, só de pensar em explorar tudo sentia um borbulhar agitado no estômago, queria saber tudo mas primeiro precisava deixar sua pouca bagagem no quarto que chamaria de seu enquanto estivesse ali.
Depois do Tour, seu guia a deixou em frente a porta, ela girou a chave e entrou para o cômodo, olhando tudo em volta. "Olá? Alguém em casa?" Ela chamou, talvez não fosse a primeira a chegar e pelas coisas sobre uma das camas e no meio do quarto, chutava ser pelo menos a segunda.
Um suspiro deslumbrado. Foi o que saiu dos lábios da chinesa quando se deparou com os ornamentos do castelo, assim como todo o ambiente em volta constituindo Auradon Prep. A Li poderia ser filha de um general, mas sua origem ainda era uma vila pequena, que se manteve apegada ao estilo tradicional por eras. Deixou ela poucas vezes para acompanhar os pais em eventos fora da China, e por isso uma ansiedade genuína corria em seu peito, ao realizar que estava tão longe de casa.
Por sorte, no quarto do dormitório tinham alguns adereços que lembravam seu quarto original. Alguns, de fato, lembravam exatamente os itens que possuía. Com as sobrancelhas intrigadas, segurou um dragão em miniatura, inclinado antes em seu travesseiro. Então pôde jurar que seus pais ou avós enviaram algumas bugigangas suas de antemão. Uma tentativa de fazê-la se sentir em casa. Balançou a cabeça negativamente, sorrindo, até pular de susto com uma voz feminina atrás da porta. Sem perceber, seguiu o pensamento intrusivo de se esconder atrás de um biombo, até que não houvesse mais escapatória e tivesse que responder ao chamado da moça.
“您好 (nín hǎo)…” disse, finalmente aparecendo para conhecer a provável colega de quarto. Fez uma saudação respeitosa, mas então a fitou de cima a baixo, querendo entender de que tipo de pessoa se tratava. “Sou a Yumei.”
"Sim, é muito diferente. Primeiro tem os outros alunos, o que cria umas interações interessantes e depois, dependendo dos professores, podem ser bem severos." Comparado com os que tinha em Oz, Genevieve sentia que o nível de rigidez vinda dos professores não era muito diferente do seu reino "Eu posso lhe ajudar! Estou aqui para qualquer duvida." Finalmente iria ajudar alguém e não apenas ser ignorada pela maioria das pessoa, como tinha sido na ultima hora. Ela gostava de ajudar, sempre lhe foi ensinado que ensinar era a melhor forma de demonstrar amizade e amor, então quando não conseguia, sentia-se frustrada.
Algo dentro de Yumei se contorceu com a perspectiva de novas interações. Longe da vila, onde todos sabiam muito bem quem a 'flor de peônia' era e procuravam meios para agradá-la, ter de conquistar pessoas para fazer amizades lhe parecia uma ideia profundamente irritante. Por sorte, Genevieve se mostrara aberta à sua iniciativa, favorecendo uma primeira tentativa.
"Mas duvido que sejam piores do que a Mestra Mo, a minha antiga tutora." Finalmente conseguiu rir, tomada pelas lembranças das travessuras que ela e o irmão aprontavam. Desde pequenos, eram uma dupla unida contra qualquer alvo, tendo como principal vítima a 'pobre' tutora. "Ela não possui um temperamento muito bom..." Apesar de não achar o mesmo, Yumei não podia julgar quando o assunto envolvia gênios difíceis. Bastava estar confortável o suficiente, para voltar à acidez de suas opiniões.
"Genevieve, posso fazer um pedido?" A chinesa arrumou o traje, por hábito, e deu um passo à frente. "Gostaria de ver seus lugares preferidos por aqui. Se eles existirem."
"Um lago mágico agora cairia bem" Admitiu, apesar do vento que amenizava o clima, em geral o calor ainda estava predominante. Por um lado estava aliviada com sua escolha de vestimentas, mesmo com alguns olhares a julgar a quantia de pele que a princesa expunha, por outro sentia pena de quem decidiu por peças mais comportada e que provavelmente estariam passando calor naquele momento.
"Se sua criação for como a minha — E algo me diz que foram bastante próximas em alguns aspectos — nos foi fornecido uma base bastante sólida para entender como esses lugares e essas pessoas funcionam. Bom... Pelo menos até o projeto ser aprovado." Ela começou em resposta aos devaneios dele, com os seus próprios sendo pronunciados em voz alta, alguns pela primeira vez.
O comentário alheio sobre ser um camaleão lhe tirou um riso soprado anteriormente, lembrando de pascal brincando de esconde esconde com ela, assim como fazia com sua mãe antigamente. "Era previsível, saber o que se espera de nós e reproduzir até certo ponto. Em algum momento essas cores, se tornam fáceis de imitar." Ela completou, ainda se utilizando da metáfora dele sobre o réptil. "Nós dois somos camaleões de cativeiro, I guess.."
Falar com ele era fácil, pelo menos naquele momento, não sentia pressão em ter que parecer outra coisa, se isso era real ou suas palavras voltariam para lhe morder depois, não saberia de certeza.
“Acredito que eu, então, seja um dos poucos a ver dificuldade nessa imitação.” Não sabia se por recordar de algumas memórias desagradáveis ou pela falta de vontade do próprio paladar, mas o gosto da bebida já não estava mais tão interessante. Baixou o copo, deixando que descansasse na parte livre e miúda do banco.
As pessoas ao redor sorriam politicamente umas para as outras, tão bem apresentadas quanto as decorações do evento. Ele conseguia avistar sua mãe interagindo, amistosa, com outros reis e rainhas e, de imediato, quis esconder de fato o copo, para não ter de ouvir nenhum discurso de filho exemplar versus realidade, caso ela resolvesse caminhar até eles.
“Não sei, Holly. Acho que eu sou um espírito livre demais para esses roteiros.” A prova viva de suas palavras poderia ser o próprio momento. Ficou sem ver a loira por certo tempo e os dois nunca foram lá muito próximos; ainda assim, Alfred se via confessando seus pensamentos mais profundos em uma 'simples' noite de sábado, como o bom ambivertido que era.
De supetão, uma ideia lhe ocorreu. Talvez para evitar seus pais — visto que o rei Adam havia se unido à esposa — ou para tratar o baile como um baile deve ser tratado, que lembrou-se da pista de dança. “Hey, Holly...por acaso seus pés tem energia sobrando para uma dança?"

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
[ 𝚃𝙰𝚂𝙺] — 𝚈𝚄𝙼𝙴𝙸.
O problema de Holly não era a festa em si, mas a falta de liberdade que vinha junto com o local, a presença dos pais e seus conhecidos, a combinação de tudo isso ao mesmo tempo era pior ainda, precisava estar sempre atenta. Mas ele provavelmente sentia algo similar, ela imaginava. "Seus pais parecem segurar as pontas sem problemas, pode se dizer o mesmo dos meus eu acho. Pelo menos alguém aproveita." a loira disse se sentando no banco de pedra próximo a eles, estava um pouco cansada de ficar em pé sobre os saltos.
Holly não ficou surpresa com a informação que a bebida nas mãos de Alfred havia sido batizada, não entendia a lógica do controle nesses eventos, a esta hora a maioria das crianças não estava nem tentando parecer interessadas no baile e faziam qualquer outra coisa na escola. "Não sei se deveria arriscar, não tenho uma resistência muito boa para essas coisas, meus pais mal deixam-me tomar vinho" admitiu.
Alfred acompanhou o descanso, mas em um banco da frente. Sua atenção estava em Holly ao mesmo tempo que a mente pensava no cavalo preferido, Philippe, e em como sentia falta de passar mais tempo com ele. Ao menos deixava o cavalariço levá-lo para passear, de maneira que ele mesmo era o único realmente encurralado. Uma hora de reunião, para resolver quaisquer assunto que fosse, ainda parecia um ano inteiro de sua vida. E, com isso, se perguntava quando estaria acostumado com a gravata tão firme no pescoço.
"Bom… fica a seu critério, princesa. No meu caso, é a única coisa hoje me salvando de tentar pular em algum lago mágico." Riu soprado, encontrando graça na própria fala. Em alguns segundos, estava "sério" de novo. "Às vezes tenho algumas ideias. Passei os últimos minutos pensando em como surpreender todo mundo do baile." Depois de uma revistada no local, seu par de olhos azuis procuraram os similares até que a moça percebesse: talvez ele estivesse mais sério do que gostaria sobre os devaneios. "Você não? Até parece que vira um camaleão nesses eventos."
"É um prazer a conhecer, Yumei." Genevive cumprimentou a jovem com uma pequena vénia e de seguida, o seu olhar foi para a placa que tinha na mão, procurando o nome da garota para ter a informação da mesma. "Eu entrei em Auradon, uns meses antes dos filhos dos vilões entrarem... Oh! Peço desculpa. Os filhos da ilha." Genevive sabia que era errado chamar a eles de filhos de vilões, era logo os caraterizar e colocar uma marca, quando estes ainda poderiam ser qualquer coisa "Mas também tenho uma ajuda." A loira piscou o olho e mostrou para a morena a sua placa "Eu fiquei responsável em fazer os alunos e pais conviverem uns com os outros e se precisarem de ajuda, poderiam ter comigo. Então, fiz alguns papeis com a informação de todos os alunos e pais para que seja mais fácil para mim conseguir ajudar-vos da melhor maneira possivel."
Assim que as palavras "filhos dos vilões" saíram dos lábios da loira, os ouvidos de Yumei se aguçaram. Pendendo para o lado materno da família, deixava rolar um certo pensamento controverso, ainda que muito comum: o de que aquelas pessoas estavam vivendo separadas das outras por uma boa razão, e que poderia ser inimaginavelmente perigoso deixar seus descendentes convivendo entre si. Ainda assim, não teria a ousadia de comentar tais opiniões em meio a festa que, de certa forma, comemorava essa união. Mais do que isso, não quando também tinha uma pulga atrás da orelha sobre a visão inflexível da mãe. "Então, imagino, já deu para pegar o ritmo! Como são as aulas? Deve ser muito diferente do ensino caseiro..."
Desceu o olhar para a lista de nomes apresentada, escaneando depressa, na esperança de reconhecer algum sobrenome de outros eventos. Não conseguiu demorar o olho lá, até desistir de fingir confiança. "Meus pais conferiram a localidade, mas tiveram de voltar mais cedo. Confesso que estou um pouco desorientada com tantos rostos novos."
starters abertos
escolhe um e elimine o outro
quando: durante a tarde
Genevieve tentava ao máximo fazer todos os alunos sentirem bem-vindos e que tudo do evento corre-se perfeitamente. Ela tentava fazer os pais conversarem com os novos alunos, mas parecia que estava a ser mais dificil do que imaginava.
A loirinha cantarolava baixinho, tentando assim não demonstrar ansiedade que sentia. O seu rosto, porém, demonstrava outra coisa. Ela tinha um enorme sorriso no rosto que para outros demonstravam felicidade, para ela era ansiedade "Olá, sou a Genevieve. Se precisar de ajuda é só me chamar!" Falou para muse que tinha chegado ao evento.
quando: durante o baile
O baile estava magnifico e Genevieve tinha estado todo o dia ansiosa para aquela hora chegar. Com o seu vestido rosa, e o seu cabelo preso na perfeição, ela passava com a melhor posição que a sua professora de etiqueta lhe ensinou. "Está tudo perfeito não acha?" Perguntou para a primeira pessoa com que se encontrou "A música, a decoração... Todas as pessoas presentes. Tudo perfeito!"
quando: durante a tarde (starter 01).
Era a primeira vez de Yumei sobrevivendo sozinha, longe de sua família. A união dos quatro era sentida a quilômetros depois da vila, que era como se um pedaço de si estivesse faltando. A pose normalmente confiante, caia por terra sem o 哥哥 gēge (irmão mais velho) do lado para lhe acobertar, rir das piadas internas e deixar a língua solta ao falar mal dos convidados. Era divertido, mesmo que o olhar do pai tentasse, em vão, repreender o comportamento. Agora, chegando no evento de abertura sem nenhum deles, tornava-se quase impossível disfarçar seu desconforto. Até o vento passou breve por seu traje, como que caçoando da situação.
À medida que se perguntava quando o irmão conseguiria vir para Auradon, uma voz heroica tomou seus ouvidos. "Genevieve…! Sou a Yumei." Um sorriso acompanhava sua fala, soando tão amigável quanto conseguia ser. Rapidamente, procurou alguma desculpa para manter a atenção da moça. Sabia que pareceria menos deslocada conversando com alguém. "Parece que conhece bem os convidados. Se me permite perguntar, estuda aqui faz tempo?"
nome: Li Yumei faceclaim: Lu Yuxiao idade: 23 anos pronomes: Ela/dela origem: Mulan conexão: Filha mais nova de Li Shang, em seu segundo casamento

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Holly
O comentário a pegou de surpresa, não tinha como negar, um riso escapou os lábios rosados da princesa que negou suavemente com a cabeça antes de levantar o olhar de volta a ele. "Articulado como sempre Alfred." Ela respondeu bem humorada, a personalidade bubbly e amigável da princesa facilitava as interações em ambientes como aquele, entretanto nem mesmo ela com sua paciência vasta conseguia ficar tanto tempo assim na volta dos pais.
Elogiar o cabelo era apenas sua maneira de dizer que a arrumação dela para o baile estava agradável. Talvez passasse tempo demais com os cavalos, a ponto de ter desaprendido a se expressar direito, pensou sozinho. “Sabe que… nunca fui muito fã desses bailes.” Não importava quem fosse naquele momento, apenas Alfred ou o herdeiro de um trono, ele continuava com a mesma alergia a ambientes formais demais, e, do pouco que sabia sobre ela, suspeitava que compartilhasse do sentimento. Inclinou levemente o torso e cobriu um dos lados da própria boca, como se estivesse prestes a sussurrar o maior segredo de estado: “Esse copo é minha salvação.” Mostrou o que tinha em mãos. “Você quer um gole? Só, talvez, o gosto esteja um pouco diferente do esperado.”
Starter fechado de Holly Fitherbert para Alfred Beaumont @goodenevil
Voltar a Auradon Prep não estava nos planos de Holly, se fosse sincera, provavelmente não estava nos planos de nenhum dos alunos já formados. Porém não tinha escolha e por um lado era confortável até certo ponto, voltar ao lugar onde já havia passado alguns anos de sua vida, os mesmos corredores, os mesmos jardins... ah e claro, a comida da senhorita Pots, isso ela admitia abertamente sentir falta.
Passando pelo jardim, depois de deixar a mãe conversando com alguns conhecidos em algum canto, Holly encontrou uma cabeleira familiar... Alfred, o filho dos governantes locais. Ela se aproximou calmamente, "Hey Stranger" ela diz quando próxima o bastante pra sua voz ser ouvida sem precisar força-la, dando a ele um sorriso simpático.
Com uma bebida adocicada em mãos, caminhou meio sem rumo, pensando que talvez voltar àqueles tempos não fosse tão ruim. Claro, tirando a parte do colega de quarto. Teria requisitado uma mudança imediata para prevenir-se da tortura, mas, no fundo, não queria tomar o caminho mais fácil.
Alfred havia desistido de rondar pelas figuras pomposas, tentando imitar o que um dia seu irmão fora capaz de fazer. Os assuntos continuavam tão entediantes quanto ele se lembrava e, mesmo tendo de suportá-los na maior parte do tempo, aquilo ainda era uma festa.
Ao se esgueirar pelo jardim em fuga, seu corpo parou quando avistou a figura de uma princesa conhecida. “Hey. Holly…” Olhou ao redor, seus pensamentos estampados no rosto. “Eu não estava fugindo de nada, eu juro.” Cedeu depois de se ouvir, sorrindo de volta. “Seu cabelo continua bem loiro.”