@rosctta
YOU ARE THE REASON
Jules of Nature
ojovivo
untitled
EXPECTATIONS
he wasn't even looking at me and he found me
Not today Justin

shark vs the universe

tannertan36
hello vonnie
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

#extradirty

if i look back, i am lost
we're not kids anymore.
trying on a metaphor

𓃗
occasionally subtle
todays bird
taylor price

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“Only one week left of the year, and it’ll be spent eating all this chocolate. You want some?” (@dearoldcornelia)
Tae simply reached out her hands from the other side of the couch, wrapped in her flying ships blanket she bought for herself with her first salary from Freya. That question was probably just a Connie way to indicate she had sweets there. After their short, but quite educational time together she would've known the kind of hungry human she had welcomed in her life.
“I’m pretty sure you like what I got you.” (@dearoldcornelia)
Taeyeon estava se divertindo muito visitando a Torre do Relógio legalmente pela primeira vez. Observar as engrenagens gigantescas tão de perto a maravilhavam, ela sentia vontade de escalar os ponteiros e poder tocar em tudo. O parapeito separando o público do relógio em si era para servir de barreira para impedir acidentes mas não para impedir a pirata. Já em cima do peitoril para saltá-lo e chegar mais perto, Tae foi impedida -- não pela razão e não por um guarda -- mas pela voz da responsável por ela estar ali. "Presente?!" perguntou esquecendo do plano de chegar mais perto do relógio e descendo de onde estava "Não precisava", disse no tom mais mentiroso do mundo já com as mãos prontas para receber o que quer que fosse.
dearoldcornelia:
– Não duvido que tenha… Mas vai ser um pouco dura de mastigar. Se já é difícil até de cortar… – Cornelia comentou, se sentando com cuidado em um dos bancos ao redor da bancada. Já sentia sua bunda ficando enorme cada vez que se sentava em algum lugar. Nem sequer queria pensar no assunto. Ter que usar calças de maternidade seria o fim para ela. Talvez ela se rendesse a usar vestidos longos até o final da gravidez.
Ela observou a outra se apressar para tentar limpar a peça com rapidez e balançou a cabeça, sem porém ter a energia de se levantar. – Ah, queria, não se preocupe. Esse tipo de coisa não mancha. É só tirar e vou levar para a lavanderia a seco em breve. Tenho mesmo algumas coisas da loja que preciso higienizar. Já faço isso junto. – Ela dispensou a preocupação da outra com um movimento, espiando dentro da abóbora e trazendo a tigela vazia para mais perto. – Agora você pega essa colher grandona e vamos cavando o que tem dentro e colocando nessa tigela. Que nem… Limpar as partes ruins do peixe, sabe? Os órgãos e tudo o mais.
Tae olhou para ela claramente decepcionada de ter que tirar a peça que havia se tornado um de seus pequenos confortos. Mas logo a pirata se recompôs, automaticamente desatando os nós de apego como havia se treinado a fazer para evitar sofrimentos. Assentindo, ela tirou a peça com cuidado, ficando apenas com os boxers e levou até a cestinha de roupas para lavar que ficava no banheiro. Ao voltar, colocou o braço pra dentro de seu quarto para alcançar o suéter que havia conseguido emprestado de Dante, e que sempre vivia pendurado na maçaneta da porta.
“Então ninguém nunca come o que tem dentro?”, perguntou voltando à cozinha, sem se preocupar em colocar calças. Escolhendo uma colher maior, Tae socou o talher dentro da abóbora raspando o miolo com força. Cada golpe sacudindo a fruta de um lado para o outro. A vida de puxar e arrastar redes a havia deixado com a noção de força desregulada.
cbitchwitch:
Suspirou aliviada quando Tae finalmente concordou, aquilo pouparia muito de seu esforço. “Que bom, pelo menos não vou precisar da corda que deixei no carro” brincou de maneira levemente irônica. Ao ter o braço segurado com tamanha firmeza, pode sentir um pouquinho do medo e insegurança que a outra sentia. “Relaxa, vai ficar tudo bem, não precisa ficar mais pálida que um robalo” maneou negativamente a cabeça…. robalos eram pálidos? Freya não sabia, mas acreditava que sim. Enquanto Tae se sentava esperando ser vacinada, Freya não se conteve ao retirar o celular do bolso e fotografar a pirata. “Sorria, Mira vai adorar saber que você está se vacinando” cantarolou como se fosse algo a ser coemorado. “Dr. por favor, use o protocolo que vocês usam com criança” pediu ao médico como forma de alfinetar a atitude da pirata, ela estava se esforçando, mas Freya gostava de testar os limites. “Tudo pronto, Tae? Devo chamar um médico do coração por precaução?”
"Que isso, gata, a gente arruma um uso pra essa corda ainda", disse no tom mais nervoso e ansioso possível, que com certeza não evocava o humor que talvez Tae estivesse tentando passar. Porém, os olhos fitando o ar, presa no próprio medo, confirmavam que a pirata não estava prestando muita atenção no que dizia.
Ao ouvir o som da câmera do celular Tae instintivamente levantou o rosto e sorriu... Ou tentou. Aquele sorriso gritava "me salva". Mas pelo menos aquilo deixaria Mira feliz. Tae decidiu que usaria isso como chantagem para ganhar um jantarzinho gostoso naquela noite. Ela merecia.
Por mais que Freya tivesse tentado alfinetá-la Tae pensou que aquilo seria uma ótima ideia e assentiu com a fala de sua chefe, talvez ele usassem uma agulha menor. O enfermeiro olhou de uma para a outra com um sorriso paciente. Ele parecia bem acostumado.
"Não, chega de médico!" ela implorou antes de se voltar para o enfermeiro, "Sem ofensas".
Ele fez um gesto de despreocupação e começou a brincar com a seringa, tocando a ponta dela -- ainda sem agulha -- contra o braço de Tae -- como realmente faziam com crianças -- fazendo a pirata dar um gritinho e pular pra fora da cadeira, quase derrubando Freya no processo.

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cri-cri-cri:
“Todos merecemos!” rebateu, afinal eles apenas se tornaram o que precisavam para sobreviver, levavam as feridas e dores com humor e sorriso pois isso os ajudava a lidar com o que era grande demais para que encarassem, mas no fim, todos eram vitimas do sistema e do abandono. “Ahhh, talvez o tempo tivesse lhe amolecido” brincou. “E sempre soube fazer isso muito bem, mas o que é isso aqui?” perguntou pegando o bloquinho sobre a mesa repleto de garranchos e letras tortas.
Tae fez uma careta para o bloquinho e coçou a cabeça desconsertada. O que caralhos era aquilo? "Meus desejos mais íntimos", disse com sarcasmo sabendo que só havia rabiscos ininteligíveis ali "Que claramente continuarão secretos nesse ritmo", concluiu com um suspiro e jogando o lápis na mesa em rendição. "Eu não sei escrever", admitiu deitando contra o encosto e olhando para o céu, "Não é algo fácil de se aprender fora da escola", disse em tom defensivo.
cbitchwitch:
“Isso é o que fazemos em ultimo caso” cochichou, não seria bom se lhe ouvissem falando aquilo. “A regra é que todo dano podendo ser previsto e evitado, deve ser evitado” explicou. “E é isso o que diferencia a mim e a Inside Out, do seu atual chefe” a frase era apenas para evidenciar que a outra não deveria esperar que as estratégias de negócios da senhorita Addams se aproximariam da de um vendedor de peixes que sequer presa pelas condições de trabalho dos seus empregados. “É por isso que eu estou aqui jovem grilo, não deixar que algo assim venha a acontecer” indicou que a outra estava indo pelo caminho certo e que aquela era a coisa correta a ser feito. “Você confia em mim, não é? Não precisa se preocupar com nada” tentou desconversar sobre o numero de vacinas, não estava disposta em sair correndo atrás de uma mulher de 30 anos pelos corredores do hospital. Assentiu positivamente. “Você não passará doenças para nenhuma de nós, nem que você queria” era melhor concordar do que explicar sobre como a transmissão de doenças daquele gênero funcionava, era um favor a Tae que Freya estava fazendo.
Tae nem precisava ouvir que a senhorita Addams seria diferente do -- ainda atual -- chefe dela. Pra começar, Tae jamais sequer tinha visto o homem, mesmo depois de onze anos trabalhando pra ele. Ela sabia seu nome vagamente e entendia que ele morava fora, mas aquilo era tudo. No entanto, Freya estava ali com ela. Um nome, um rosto, uma presença inteiramente gigantesca a qual a pirata não esqueceria mais. Se dar conta da atenção que estava recebendo lhe deixou subitamente constrangida. Era mais do que grata por aquilo e adorava receber atenção, mas naquele contexto ela se perguntou se estava sendo um estorvo por tirar a mulher dos compromissos dela para ir com ela garantir que ela não fugisse. Queria pedir desculpas, mas também sabia que se Freya a deixasse, ela com certeza fugiria. Ao perguntar se confiava na mulher, Tae assentiu com a cabeça. Por mais que tivesse sido educada pela vida à não confiar tão fácil, existiam certas pessoas cujo as atitudes e energias a atraíam. “Está bem...” Tae disse para si mesma respirando fundo. Um enfermeiro fez sinal para as duas e toda a coragem foi embora dela, deixando-a pálida. Instintivamente, ela segurou com força no braço da mulher ao seu lado.
Após receber a cartelinha com a quantidade de vacinas atrasadas ele se levantou para recolher tudo que precisaria. Tae sentindo-se suar frio, se convidou para sentar na cadeirinha do profissional, sem perceber que os pacientes esperavam de pé. Mas ela jurava que iria cair dura -- ou sair correndo -- se continuasse em pé. “Pense na sua mulher, pense na sua mulher...”
Ainda que fosse tempo de se comemorar o Natal, o espírito anárquico e caótico de Verena não dava descanso. Sobretudo porque os últimos dias haviam sido péssimos para ela, então a jovem vampira se dava ao luxo de passar mais algum tempo observando quem ia e vinha pelas ruas, enquanto estava ali, encostada num poste próximo para observar uma pequena confusão não tão distante, que a entretinha como já fazia algum tempo que não acontecia: um conglomerado de Papais Noéis, aparentemente disputando espaço num pequeno estabelecimento, já que o dono dele havia liberado uma promoção de que qualquer um que aparecesse trajando aquelas características vestes do Bom Velhinho, comeria pela metade do preço. Então, ao perceber que tinha companhia para assistir à pequena confusão de dois fantasiados discutindo sobre um ter passado na frente do outro na fila consideravelmente quilométrica, virou-se para a pessoa a seu lado. “Isso que estamos vivendo tempos de paz e harmonia, não é?” Sorriu de canto, sequer disfarçando como o momento realmente soava engraçado para si. “Feliz Natal, Storybrooke.”
"Admito que me senti tentada a vestir também", Tae admitiu, sorrindo quando a loira lhe deu atenção. Diferente de como era comum vê-la, a pirata trajava roupas adequadas para o frio. Todas as peças tinham tom bebê, evidentemente novas e perfeitas para seu tamanho. Era um luxo que nunca se via em Taeyeon... E o cabelo tinha sido cortado. E não só cortado, mas bem cortado. Não por um aleatório do cais, por um profissional. Ou ela tinha enriquecido magicamente ou Mira, talvez Scylla, estavam desembolsando muita grana daquela vez. "E aí, lindona?" brincou, contornando os ombros da loira com o braço.
Quando não puder vencê-los, corra. Uma filosofia simples e que só funcionaria com alguém com pouco orgulho. Taeyeon gostava de pensar que seu acervo negativo de orgulho era uma virtude -- nada que ver com a vida miserável que ela levava, com certeza. Encontrando uma janela aberta ela deslizou para dentro do prédio que parecia vazio. Àquela hora da madrugada era bem mais fácil invadir propriedades para fugir da morte. "Cheirinho estranho," ela pensou alto assim que se acomodou no escuro. Ao tatear o seu redor ela reconheceu alguns formatos dos objetos guardados ali. Aquilo era uma academia?
Do lado de fora uma placa escrito 'Academia Raging Fire' havia passado despercebido pela pirata.
"Puta merda!" Tae pensou quando se deu conta de onde estava. Se Alaizabel a achasse, teria um arsenal inteiro de opções criativas para foder com ela. E não do modo que Tae gostaria. "Mas que porra de sorte maldita que eu-".
A janela mais próxima foi destruída debaixo da bota de uma mulher loira. Aquilo fez o alarme disparar imediatamente, mas a sujeita não parecia preocupada, ela entrou e acendeu a luz. "Ora, ora, que azar o seu, micróbio", disse indo fuçar nas opções de luvas de luta e armas brancas que havia por ali. Aquilo acabara de ficar muito, muito mais fácil. "Uni... Duni... Tê", ela cantarolou antes de empurrar o cabide de uma vez na direção de onde Taeyeon estava escondida, forçando-a a sair dali. A pirata saltou para fora e antes que pudesse achar equilíbrio sobre os pés, sentiu a ponta de um bastão de madeira acertar seu tornozelo. A loira nem precisou se mover muito na verdade, a arma era longa, claramente feita para treino, mas dava pro gasto, e como Tae estava ficando desesperada, começava a cometer mais erros. "A polícia ta chegando, larvinha, agora vamos ter que resolver se eles vão achar um corpo ou uma ladra viva pra levar pra casinha deles. Por mim tanto faz."
"Eu disse que eu perdi o contato dele junto com meu barco!"
"E eu disse pra você ir buscar seu barco da casa dos peixes e recuperar minha informação. Você não é amiguinha das sereias? Devia ter pedido ajuda pra elas. Ou pra sua Sugar Mommy. Freya tem rebaixado o nível dela bastante pra te considerar como uma alma digna de atenção. Ou talvez você tenha mesmo uma língua muito mágica. Parece que conseguiu chamar atenção até da florista. Essa cidade ta perdendo a noção." A loira desviou de uma vez da adaga que Tae jogou na direção dela e sorriu, "Você só sabe jogar sujo".
***
A polícia discou o número de Sabrina enquanto dirigia na direção da Academia, "Boa noite, senhorita @celaenac, recebemos uma notificação de invasão à Academia, você está no local?".
Celaena havia deixado a academia há pouco tempo. Muitos diriam que era uma workaholic e, bom, ela não poderia discordar completamente. Mas a verdade era que depois de tantos anos viva, era mais fácil se concentrar em qualquer coisa que não fosse o cansaço e o ócio de sua vida interminável. Dava um passo depois do outro quando seu celular tocou no bolso. Adorava aquela tecnologia, não podia negar. Se havia algo de bom nesses anos que passavam, definitivamente eram os avanços tecnológicos. Pegou o aparelho e levou ao ouvido, respondendo com um ‘alô’ breve antes de ouvir a fala do policial. “Não precisa se preocupar, oficial, eu estou no local. Foi um acidente” não estava, é claro, mas com os últimos acontecimentos, ela não deixaria que um humano frágil cuidasse daquilo.
Em passos rápidos, se colocou a voltar para a academia. Os olhos se mantinham semicerrados, se perguntando que merda encontraria ali. Pela velocidade, anos de treino e discrição de sempre, Celaena sabia muito bem como ser quase invisível. Chegou a tempo de ver a discussão - e os ataques - de duas mulheres, uma mais velha e uma mais nova. Não sabia qual era a situação, mas percebia rapidamente que a mais nova estava sendo massacrada.
Se meter ou não se meter? Eis a questão. Apesar da neutralidade diante da maldição, aquilo não dizia respeito a Celaena. Na verdade, ela nunca perdia a oportunidade de ser uma grande salvadora da pátria, com honra e mérito, não era? Gostava de achar que sempre estava ajudando e fazendo o certo, puxa, que mulher incrível! Não pensou duas vezes antes de entrar na academia e com sua grande velocidade dar uma chave de braço no pescoço da loira. “O que está acontecendo aqui?” Perguntou na direção da mais nova
tw piratas, tretas, crime, viver à margem da sociedade yada yada, ACADEMIA DE LUTA, contém violência luta
A loira esbravejou com a interrupção. Alguém estava interferindo nos negócios dela sem ser convidado. Grandes merdas, mais uma vez a filhinha de ninguém estava sendo salva por terceiros "Me larga, porra!" rosnou, entre dentes, com a voz forçada devido ao braço ao redor de seu pescoço.
Tae xingou baixinho ao ver Sabrina e tentou se levantar depressa pra sair dali antes que a polícia chegasse. Porém o golpe que tinha levado no tornozelo deu seus resultados. Assim que colocou o peso sobre o pé esquerdo, a dor aguda dos ligamentos ferido a fez cair de uma vez no chão.
"Deveria estar segurando aquela ali, ela quem invadiu, eu só vim cobrar umas contas", a loira disse com um ar sarcástico.
Tae olhou para as duas tentando prever o que fariam. Sua cobradora com certeza não perderia a chance de atacar a morena assim que tivesse a chance e isso ocuparia Sabrina. Ela teria alguma janela de vantagem para fugir. Mas engatinhar até a janela... Se arrastar em um pé? Aquelas chances eram ridículas. Olhando na direção que queria ir, pegou um dos pesos de 5kg discretamente com o braço escondido para se garantir com alguma coisa.
A loira que já conhecia bem o jeitinho da pirata notou que ela iria aproveitar a chance. Estava começando a ficar muito tonta e não podia ser pega ali. Pegando a chave da moto em seu bolso, ela usou a outra mão para tentar puxar o braço que a prendia, a fim de distrair Sabrina, e lançou a outra mão na direção do olho dela.

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"Hey" o chamado alto e com um tom pouco convidativo soou no vestuário do aquário. Um vestuário restrito, mas que como sempre, não podia segurar a pirata. Passando pelas moças que se sobressaltaram e se cobriram depressa com a presença inesperada da pessoa, Tae não lhes deu atenção indo diretamente até Scylla. "O que foi aquilo?! O que tá acontecendo? Por que ficou me evitando? Por que não veio comigo? Eu disse que precisava te tirar dali pra te proteger!".
smeeagull:
FLASHBACK HALLOWEEN
“Não posso!” A garganta fechando logo em seguida, palavras morrendo no meio do caminho para sair. Ganhar aquela distância tão curta entre antigas tripulantes de um mesmo navio. As unhas das mãos cresciam, poderosas, mas arranhavam a própria cauda. Dor para repreender aquela tentação de cair no sono profundo das sereias, deixar outra coisa assumir o controle e acreditar que estava tudo bem. Tudo bem em afogar e devorar quem tinha jurado proteger. Scylla dava pequenos golpes com a cauda para empurrar Tae de volta para a entrada da tenda. Água espirrando para todo lado, mil coisas acontecendo ao mesmo tempo para manter a mente ocupada, distraída. O brilho do colar esmaecido como que ajudando a sereia a se controlar. “E você não pode ficar mais tempo aqui. Tae. Eu não sou a única.” O chamado das irmãos era irresistível, a canção que só ela entendia correndo por suas veias e gritando, chamando para as profundezas com aquele lanchinho de cabelos emplastados e boca inchada do beijo. De querer voltar e tomá-la dentro d’água, sufocando ali mesmo com centímetro separando da superfície. Somente o braço para fora. Não Scylla! “Eu não vou repetir: vá embora. Eu não te quero aqui.” E ela esperava, na crueldade das palavras e no desespero dos olhos de meia-noite, que a outra entendesse de onde vinha aquele momento esquecível. Repreensível. Mais uma vez ela empurrou, o horror da facilidade a se equilibrar melhor em algo mais estável. Não precisava olhar para baixo, não precisava dos olhos para confirmar as formas escuras sob a superfície. Agitando, mexendo, enrolando em si mesmos. Tentáculos. “Não poderei salvar você se entrar na água novamente.” A tenda, a magia ali, impedia a morte; mas não tirava o peso do trauma de ser afogada repetidas vezes. Com um último olhar de súplica, ela virou o corpo e pulou para dentro. Tentáculos voltando ao escamosos da cauda de sereia, empurrando-a para o fundo e abraçando o que quer que a esperava naquele nicho esquecido pelo mundo.
ENCERRADO
Os olhos de Tae percorreram o rosto da amiga tentando entender o que acontecia. Era impossível ler tantas emoções atravessando aqueles olhos bonitos que tinha aprendido a admirar. Quando Scylla começou a empurrá-la a pirata imediatamente reagiu em protesto, mas com certeza sem chances de competir com a força e agilidade de uma criatura feita para o mar. “Sky, não!”, ela brigou tentando se desvencilhar e também desviar das ondas, “Você tem que vir comigo”, ela insistiu com um pressentimento muito ruim, com medo de deixar Scylla para trás. “Do que você está falando?”, perguntou quando a outra lhe disse que não era a única.
‘Eu não te quero aqui’
Fechando a expressão Tae encheu-se de teimosia “Que pena pois terá que me aguentar”. Ela quis se jogar contra a amiga e se segurar nela com firmeza o suficiente para que Sky não conseguisse evitá-la, mas antes que tivesse a chance de tentar, sentiu-se sendo lançada para fora da água. “Ugh”, fez ao atingir o chão, surpresa com a força que a Imediata tinha. Puta merda, ela também tinha os braços bem treinados, como era possível que não chegasse nem perto daquela potência? “Mas eu quem vim buscar você!” protestou com a última fala da morena. Porém ninguém a ouviu, num estante, entre um relâmpago e outro, Scylla tinha desaparecido.
syren-cursed:
[ONCE UPON A TIME.... BEFORE THE CURSE]
▽☠―――――― ✴⥽ Todos conheciam a capitã Cormac de nome - até porque ela herdera o reinado de seu pai, um infame pirata - mas poucos sabiam como ela era fisicamente, o que facilitava bastante sempre que ancoravam em alguma cidade. Isso e, é claro, o fato de que Mira ficava totalmente irreconhecível para as autoridades e outros piratas quando se vestia de acordo com a sua outra herança: vestido armado, maquiagem, cabelos arrumados em um coque perfeito demais para que ela aparentasse qualquer outra coisa que não nobre. Ajudava o fato de que ela era, de fato, uma nobre de nascença e portanto sabia se portar como tal. Passeava tranquilamente pelos arredores do porto enquanto seus piratas executavam suas missões ou desfrutavam de um merecido tempo livre; sua obrigação do dia já tinha findado e ela agora procurava por frutas para comprar e levar à bordo. E então ouviu, ao longe, o assobio estridente, imediatamente virando a cabeça na direção e começando a seguir o mais rápido sem que levantasse suspeitas. Toda a sua tripulação era treinada em uma série de assobios para diversas situações, e aquele era o mais básico: socorro. Uma de suas regras era clara quando dizia que todos protegiam a todos em seu navio, e qualquer um que escutasse estaria indo em direção ao armazém distante das docas, mas ela suspeitava que seria a que estava mais perto, de modo que se apressou.
Foi rápida em averiguar o que estava acontecendo, e sua expressão virou um sorriso felino ao pensar que achara algo com o que passar o tempo, o sangue já esquentando em antecipação à luta e à violência - não tinha qualquer sentido em barganhar ali, pois ninguém mexia com sua tripulação e saía vivo. Doj já estava machucada, mas percebeu que aguentara razoavelmente bem sem desmaiar, no entanto preferiu não tentar o destino, e se aproximou com o rosto numa perfeita máscara de inocência ❝――――Oh, eu sinto muito, acho que interrompi algo... Creio que errei em meu caminho ❞ os homens eram previsíveis o bastante, principalmente os homens com quem ela costumava lidar, e principalmente quando uma ‘pombinha’ linda, arrumada e perdida como aquela aparecia caindo bem no colo deles. O sorriso ácido e malicioso, sujo, a indicação com a cabeça para que um dos homens a puxasse para perto, os ‘elogios’ de ‘que coisinha linda você é’ e as provocações de ‘não se preocupe, vamos cuidar bem de você’ foram esperados, e quando os três se afastaram o suficiente de Doj para que Mira não temesse que ela se machucasse, o sorriso felino e brutal se ergueu em seus lábios, apenas o aviso que tiveram antes que ela pegasse a lâmina oculta e arremessasse, acertando um dos agressores bem na garganta ❝――――Too soon? ❞ perguntou provocando, estalou a língua em ironia e continuou ❝――――Vou tentar me segurar um pouco, não queremos que nossa brincadeira acabe logo, não é? ❞ os palavrões e xingamentos seguiram, mas Mira já estava avançando contra eles com uma espada escondida pela saia volumosa e sua adaga.
tw vida de pirata, como esperado contém violência/sangue/abusos, estão avisadíssimos
Quando a faca acertou o sujeito, o responsável pela corda demorou alguns segundos para entender o que tinha acontecido. Mira como sempre havia conseguido enfeitiçar todos com facilidade, mas a visão do sangue espirrando do corpo recém caído no chão o despertou. Mas o que diabos acontecia ali? O sorriso da mulher acendeu todas as suspeitas que o fizeram rosnar antes de correr para alcançar o sino.
Não muito longe dali, dois secretários oficiais discutiam sobre um documento quando o alvoroço chamou a atenção deles. Eles não pareciam interessados em interferir até ouvirem o sino e um deles se levantou para ir atrás da guarda.
Tae tirou o laço do próprio pescoço depressa, aproveitando a deixa de sua Capitã. Ao ouvir o som do alarme porém, ela foi até o sujeito depressa para chutar o objeto da mão dele. A praça ao redor ficou agitada e os comerciantes começaram a abaixar suas tendas. Claramente uma terça-feira normal em Porto Príncipe.
Enquanto Mira lidava com os três que foram gentis o suficiente de levarem sua espiã até a forca, Tae assistiu o seu ex-executor tirando uma faca para ela. Um exemplar horroroso, mas que daria pro gasto. Apesar de ainda estar com dor e tonta, ela decidiu que daria conta dele sem grandes problemas. Aproveitando a passagem de um desconhecido ela saltou do tablado por trás dele, usando-o para esconder sua posição. O ato provocou uma reação imediata no executor que foi atrás dela. Tae esperou que ele se aproximasse, ainda usando o transeunte como escudo e deu a volta, encontrando-o pelas costas.
Ele virou-se de uma vez ao ver seu vulto. Sua mão armada atirou-se na direção dela e Tae usou a mão oposta para impedi-lo. A lâmina longa chegou desconfortavelmente perto. Mas não havia tempo para se preocupar com aquilo. Erguendo o joelho depressa ela o atingiu na virilha e aproveitou o choque do golpe para torcer o pulso onde a faca estava.
O som do combate de Mira logo atrás dela a fez apressar-se. Assim que a faca caiu, ela empurrou o homem ainda se encolhendo de dor para o lado e pegou a arma, indo ajudar sua chefe.
smeeagull:
FLASHBACK
Não podia estar puxando com tanta força assim. Foi o que pensou inocentemente quando o estalo arrepiou todos os pelos do corpo. As mãos e o corpo travando na posição à espera do segundo passo, do efeito cascata que normalmente acontecia. Scylla aceitou o toque sem esquivar muito, entendendo a gravidade da situação com os olhos de meia-noite arregalados. “Tae…” Falou em voz alta, superando o som das ondas, tom embargado porque entendia o sentimento da pirata. De perder um barco, mesmo não sendo o Jolly, de perder a casa flutuante. E ela quase conseguia segurá-la no meio do caminho, se não estivesse tão presa no show particular do navio desaparecendo nas águas. Ela se virou, exasperada, correndo pela areia fofa até parar com Tae contra si. Seus braços fechando ao redor da cintura alheia, o rosto encaixando no ombro, e o abraço que traduzia tudo o que não conseguia colocar de imediato em palavras. “Eu sinto muito, taetae.”
Apesar de ter sentido a aproximação da Imediata, Tae não reagiu a ela, presa à frustração que sentia. As mãos em punho em cada lado de seu corpo tremiam. Já não era pouco demais morar na porra de uma canoa com teto com um saco de pano pra chamar de travesseiro? Era aquilo luxo demais? Por que caralhos o universo insistia em lhe arrancar tudo? Era tão fácil contar as desgraças, tão fácil se lembrar de tudo que perdeu vez e outra num ciclo vicioso que a cada volta aumentava exponencialmente sua revolta por ter nascido amaldiçoada.
A sequencia dolorosa das lembranças só começou a desvanecer quando o calor do corpo de Scylla encontrou o seu através das roupas molhada. O abraço dela foi aos poucos trazendo Taeyeon de volta para a realidade e a ancorando num lugar um pouco mais seguro. O som da gritaria furiosa foi engolido pelas ondas e ela abriu os olhos encontrando a praia. Ela gostava dali... Talvez tivesse sido pela estranha sensação de paz que tinha escolhido amarrar o Alba naquele ponto. Aos poucos, seu corpo foi se aninhando ao da amiga e ela apoiou a cabeça no ombro dela, "Essa parte da praia é muito bonita...", sussurrou com a voz fragilizada pelo choro, "Eu gosto muito daqui. Tem cheiro de padaria pela manhã", mencionou com um sorriso triste.
[Festa de lançamento da coleção de Abasi e Freya] + @flyingshipsx
▽ ≋―――――― ✣ ⊱ Não era difícil para Maya puxar assunto com Mira, a latina sendo sua companheira em algumas das aventuras marinhas que tinha, e uma das melhores pessoas de Storybrook para mergulhar. A pausa da conversa se deu quando Mira chamou alguém que coincidentemente também usava terno roxo, como Sayid, para apresentá-la “Maya, essa é Tae, Tae, essa é Maya, a melhor mergulhadora que vai encontrar na vida” o que rendeu uma risada por parte da morena ❝――――Um pouco dramático e exagerado, mas vou aceitar o elogio. Um prazer conhecê-la, Tae ❞ comentou com um sorriso e a mão estendida para a outra. Mira não permitiu mais do que alguns segundos antes de comentar, com um sorrisinho muito malicioso “Agora se me derem licença, acho que encontrei minha companhia para o fim da noite. Tae, se comporte, Maya, não tire os olhos dela, é sério.” e então foi em direção a um homem muito bonito cujo sorriso só aumentou ao ver o desfilar de Mira em sua rota. Rindo de leve, ela voltou a atenção para Tae ❝――――E então, agora que somos só nós, o que achou da coleção? ❞
O terninho que Freya lhe havia intimado à aceitar havia se tornado uma das melhores coisas que ela já havia usado na vida. A parte mais triste era que o conjunto era apenas alugado. Aparentemente não se repete outfits em tais eventos, a peça deveria ser singular, e Tae concordava que aquele terno era único. Era como se a roupa e o banho de loja instintivamente tivessem afetado seu comportamento -- na medida do possível.
Porém a magia não se estendia à suas habilidades sociais. Por isso, havia andado o salão inteito caçando por qualquer um que conhecesse. Freya e Asabi estavam muito ocupadas, Harmony ainda não havia chegado, no fim, Mira foi sua salvação, mas a Capitã parecia ter outros planos. "Maya", Tae repetiu acenando educadamente com a cabeça antes de erguer a sobrancelha com a informação sobre as habilidades da moça "Uma de nós" disse com uma solenidade sarcástica. "Igualmente," respondeu da mesma forma que havia ouvido Freya responder ao ser apresentada e apertou a mão da outra.
Assim que Mira citou ter achado alguém Tae quis fazer uma pequena pirraça na frente dela, "Era pra eu ser a sua companhia! Até minha mulher chegar", pensou detectando o sujeito de quem ela falava. Mas aquilo não importava, que Mira se ocupasse com os machos chatos dela, Tae tinha uma nova companhia belíssima bem ali. "Eu não prometerei nada", brincou quando Mira lhe adverteu.
"Eu achei incrível", Tae respondeu achando que Maya falava da coleção do buffet -- a parte que mais chamava a atençãoda pirata, "A mesa é um espetáculo. Na verdade não esperava que eventos chiques tivessem tanta comida. Esses ricos amam suas dietas, você sabe. Inclusive tive acesso ao menu e ficou tudo muito bem organizado. Eles vão servir os leves primeiro e no fim virão os agridoces e doces de fato. Eu não saio daqui até experimentar o pudim europeu com frutinhas dentro".

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a taeyeon me diverte bastante e é divertido jogar com você! espero que saiba que sua presença na dash é muito bem querida! ❤️
Fico muito feliz em saber que não sou a única me divertindo com ela! Sou muito grata pelo pessoal que nos acolheu tão bem aqui, e se quiser plotar com a gente só vamo, to sempre na área (mesmo que devagar de vez em quando pq lerda) e amo uns plot atrevido.
Obrigada pela atenção nonny!
@syren-cursed
@smeeagull
The Syren Wraith w/ @syren-cursed , @flyingshipsx , @dantezhng
“Pode acender, Dante!” Scylla logo assumiu a tarefa que envolvia altura, não confiando muito bem nos outros em manter o equilíbrio sobre a escada bamba. E, bem, acostumada a subir no mastro e observar o horizonte, aquela tarefa era fichinha. Deu dois passos para trás, esperando o momento mágico, e tomou o susto quando uma das luzes pipocou. “Parabéns, Mira, o Syren agora tem efeito sonoro de canhão.” A risada foi contida, por medo de se revelar demais nas memórias do Jolly Roger. “Tae do céu, onde você colocou a caixa de ferramentas?”
▽☠―――――― ✴⥽ O olhar mortal lançado para Scylla foi em função da piadinha sobre a vida que tinham antes, principalmente porque Mira ainda não estava totalmente fora do rampage de raiva ao descobrir sobre tudo, um olhar rápido para Dante e Tae apenas para checar se aquilo lhes chamava atenção. Isso é, mais do que a explosão. ❝――――Excelente, agora só preciso de um tanque pra você nadar e escalar umas lutas de espadas por aqui. Você ta disponível, Dante? Vou tentar não pegar muito pesado ❞ seu tom de voz mudou de sarcástico para a provocação melosa no final, sem conseguir resistir, mesmo que Dante fosse uma das únicas pessoas que realmente davam conta de ganhar dela na esgrima. ❝――――Tae, cuidado pra não derrubar nenhum barril ❞ sua árvore de Natal era montada deles, um toque especial para o Syren’s.
ft. @smeeagull @flyingshipsx e @dantezhng
“é pra já!” esperou pela ordem de scylla e ligou as luzes. recuando discretamente com o estampido da luz, levou um segundo para perceber que não se tratava de um choque. se fosse o caso, repensaria a decisão de ter escolhido ficar com aquela tarefa no final. ‘que canhãozinho mixuruca’, pensou ao se apoiar na parede próxima ao interruptor, algo lhe dizia que ficaria ali até que a luz fosse consertada. gostava bastante da estética do syren’s, e as ideias de mira eram muito pertinentes para garantir o sucesso do lugar. “eu estou sempre disponível pra vocês! e não se reprima, você viveria em paz consigo mesma se soubesse que me deixou ganhar?’ retorquiu a provocação com um meio sorriso. “não se preocupe, tae, se você derrubar algum deles eu te protejo.” garantiu acenando com a cabeça para a amiga, direcionando um sorriso amarelo para as outras duas.@flyingshipsx
O som do estouro provocou uma risada vindo de cima do balcão onde Taeyeon estava, terminando a terceira pratada de seu delicado almoço. O olhar intenso de sua capitã apenas a fez rir mais, sem ter nenhuma suspeita de que havia algo mais profundo naquela pequena trocar de farpas. "Eu to disponível pra duelar!" Tae respondeu por cima de Dante erguendo uma das mãos, animada, sorrindo de lado ao ouvir o que ele disse à Mira, "Vocês sabem que eu sou a maior estrela aqui", brincou colocando o prato vazio de lado e saltando para o chão para dar uma voltinha, fazendo charme, " E posso cantar, mas meu cachê é alto".
"Seu sacrifício será lembrado, irmão", disse à Dante quando ele lhe ofereceu ajuda. "Tenho as ferramentas sim, mas Mommy", ela provocou, usando o termo lascivo propositalmente com Mira, "guarda elas no topo da geladeira pra eu não brincar", quando Tae ganhou as ferramentas de Scylla, Mira havia insistido em guradá-las no Syrens. Afinal, mesmo que fosse cuidadosa, Tae podia perdê-la facilmente no meio das tretas que arrumava com gente mais forte e mais perigosa.