amar hoje ĂŠ raro e a raridade deveria ser o contrĂĄrio. mas o amor pregado pela huminanidade tem sido tĂŁo egoĂsta. que no primeiro nĂŁo, primeiro machucado, primeiro pisĂŁo, foge, desiste. e nĂŁo amar ĂŠ tĂŁo desumano mas a humanidade estĂĄ tĂŁo perdida que desama.
LĂcia MedeirosÂ














