â Falam de mim, mas pelo menos eu nĂŁo pedi para ver o pinto de ninguĂ©m.
Monterey Bay Aquarium

if i look back, i am lost

Discoholic đȘ©
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

pixel skylines
Aqua Utopiaïœæ”·ăźćșă§èšæ¶ă玥ă
sheepfilms

Love Begins
I'd rather be in outer space đž

2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
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@fivehearting
   â Falam de mim, mas pelo menos eu nĂŁo pedi para ver o pinto de ninguĂ©m.

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non-sexual forms of intimacy.  send me âINTIMACY +â a number between 1-125 and iâll write a starter or a drabble about our muses engaging in a form of intimacy outside of sexual context.  note: as the level of trust required for the things listed here varies a lot, feel free to send multiple numbers if you arenât sure if theyâll work! bonus:   if the mun is comfortable with randomising a number if asked, state so in the tags when you reblog!
1Â Â Â Â watching tv/movies together
2    going to an event together  ( like a carnival, festival, etc. )
3Â Â Â Â going on dates, like to the movies or shopping
4Â Â Â Â sharing secrets
5Â Â Â Â hugs
6Â Â Â Â sharing drinks
7Â Â Â Â having a phone call
8Â Â Â Â touching noses
9Â Â Â Â cuddling
10Â Â Â having a philosophical discussion
11Â Â Â hand holding
12Â Â Â sharing jokes
13Â Â Â sharing smiles
14Â Â Â laying your head on someoneâs shoulder
15Â Â Â linking arms
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frostbxtchâ:
㠀㠀㠀㠀o olhar de angela era CURIOSO para com a jovem que estava frente ao muro. nĂŁo compreendia ainda o que humanos faziam, porque o faziam. acreditava atĂ© entĂŁo que muros eram para proteger as residĂȘncias?! suas informaçÔes estavam erradas?! precisava urgentemente de uma atualização!! â espera, movem?! como?! â a garota mecĂąnica nĂŁo pudera evitar perguntar. sua sede por conhecimento era insaciĂĄvel, e logo estava se aproximando daquela moça tĂŁo sĂĄbia. â se me permite perguntar, o que estĂĄ fazendo? â
Selene riu baixo com a reação da pequena ruiva e concordou com a cabeça. â NĂŁo movem literalmente, eu digo no sentido figurado. As pessoas acham que o amor Ă© a maior fonte de poder que existe no mundo inteiro. Por amor, as pessoas fazem qualquer coisa, atĂ© mesmo machucar alguĂ©m. Claro que essa Ă© a parte ruim de se amar intensamente e de maneira obssessiva. â Ela explicou para a pequena, sorrindo. Logo em seguida ela encarou o muro em branco, dando de ombros. â Eu estou decidindo o que vou escrever aqui. Eu quero que seja algo bem impactante, sabe? â Selene gostava das artes, mexer com cores era com ela mesmo. EntĂŁo ter um espaço enorme para se escrever como aquele era a oportunidade perfeita de deixar uma mensagem. A morena encarou a garota ao seu lado. â VocĂȘ quer escrever alguma coisa tambĂ©m?
franespaceâ:
corajosa. Luther gostava daquilo: a garota tinha atitude. e ele sorriu discretamente, seguido por um breve riso, ao perceber que estava encurralado. a confusĂŁo era clarĂssima no semblante da jovem, e o imortal nĂŁo podia bem culpĂĄ-la â estava tĂŁo confuso quanto. era difĂcil colocar na cabeça que havia outra pessoa no mundo que carregava a mesma essĂȘncia que si, mas o alemĂŁo era muito bem capaz de perceber as pequenas nuances entre a prĂłpria energia e a da outra. eram semelhantes, e ainda assim, vastamente diferentes. seria ingenuidade sua se acreditasse que era a Ășnica pessoa viva capaz de manipular o elemento que representava.
â nĂŁo, nĂŁo sou. infelizmente, sequer conheço ao que vocĂȘ se refere. â respondera, sem preĂąmbulo. desde que nĂŁo houvesse nenhuma intenção hostil por ambas as partes, Luther nĂŁo tinha problemas em respondĂȘ-la com sinceridade â sĂł, talvez, omitindo alguns detalhes. ele nĂŁo era um tal âGuardiĂŁo do VĂ©uâ, seja lĂĄ o que aquilo fosse, mas ele tambĂ©m nĂŁo explicou a origem de sua energia. o sorriso se alargou, e ele concordou com a cabeça. â sabia. e jĂĄ que vocĂȘ nĂŁo teve problemas em me seguir atĂ© aqui, nĂŁo se importaria de me seguir mais um pouco, sim? â e virou um pouco o corpo, gesticulando para o seu lado nĂŁo-cego, convidando-a a acompanhĂĄ-lo. â nĂŁo posso gastar muito tempo na rua, deixei minha loja aberta e tenho que fechĂĄ-la. â nĂŁo era bem uma loja, mas nĂŁo sentiu necessidade de compartilhar que trabalhava em um mortuĂĄrio. nĂŁo era exatamente a profissĂŁo mais comum por aĂ, afinal.
NĂŁo era a resposta que ela esperava.
Mas Rachel sequer sabia o que esperar no fim das contas, entĂŁo nĂŁo podia ficar mais confusa do que jĂĄ estava. Ela analisou o homem por alguns instantes, ele era alto e tinha um porte Ășnico, chamaria atenção mesmo se nĂŁo fosse pela energia que carregava. Era bonito, uma beleza genuĂna, pelo menos para Rachel, e provavelmente se destacaria diante qualquer multidĂŁo. No entanto, ele nĂŁo parecia querer chamar atenção para si, o que parecia ser praticamente impossĂvel na visĂŁo da GuardiĂŁ do Ar. Mesmo com todo o possĂvel perigo que aquela situação trazia, a morena nĂŁo conseguia deixar de prestar mesmo atenção no que ele fala e na energia cor cinza que rondava o homem. Era dessa forma que via sua prĂłpria energia, entĂŁo havia apenas conseguido uma demonstração de que ambas eram extremamente semelhantes, mas que tambĂ©m continham pequenas diferenças ou alteraçÔes. Talvez fosse o tempo de uso ou a experiĂȘncia, Rachel teria que se aproximar para saber mais.
O restante da resposta dele pegou a morena de surpresa e ela, mesmo ficando extremamente atenta, caminhou atĂ© ao lado do homem. Seu corpo manteve certa distĂąncia dele, quase que como uma medida de defesa, mas ela caminhou ao seu lado. â Se sabia disso, por que nĂŁo me despistou antes? â Ela perguntou enquanto o encarava, sua adrenalina estava disparada e seu coração martelava forte contra o peito. Era a ansiedade, estava quase que lhe dando um sufoco. â Eu nĂŁo sei o que vocĂȘ Ă©, mas eu nĂŁo quero que isso acabe mal. Para nenhum de nĂłs. VocĂȘ nĂŁo tem que me matar. â Foi o que ela disse enquanto desviava seu olhar para frente por alguns segundos antes de tornar a encarĂĄ-lo. â O que Ă© vocĂȘ?
protector / protectee starters
âno. you canât go, itâs too dangerous.â
âitâs not dangerous. iâll be fine.â
âiâm not going to let anything happen to you.âÂ
âyou canât keep me safe from everything.â
âjust be careful.âÂ
âiâm always careful.â
âyouâre going to get yourself hurt.â
âi wonât get hurt, i promise.â
âi wonât let them hurt you.â
âyou canât save me from this.â
âplease try and stay out of trouble.â
âif anything happened to youâŠâÂ
âiâm not sure how to keep you safe.â
âiâm not going to let you out of my sight.â
âthis is the only way to keep you safe.â
âyou canât keep an eye on me twenty four seven.â
âeverywhere you go, i go.â
âitâs not your job to protect me.â
âitâs my job to protect you.â
âdonât worry, iâve got you.â
âno one will hurt you as long as iâm breathing.â
âyou donât understand how dangerous this is.â
âplease come back in one piece.â

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frostbxtchâ:
㠀㠀㠀㠀nakamura escutou-lhe com atenção, possuindo um doce sorriso em seus lĂĄbios, porĂ©m tinha a certeza de que, nesse sĂ©culo, nĂŁo poderia ir a tal lugar, nĂŁo em meio a um evento social como esses. um lugar cheio de humanos? sendo que ela mal conseguia controlar sua sede? complicado, para dizer o mĂnimo. â oh, isso é legal! â houve um segundo de animação, quase relembrando a antiga pessoa que ela costumava ser. â Ă© sempre bom ter um refĂșgio dos adultos, principalmente os⊠pais ou responsĂĄveis. â ela riu nasalmente, o olhar acabando por se desviar da outra garota, a imagem de seu pai lhe vindo Ă mente. sentia saudades dele, do homem que outrora ele havia sido. mas, agora, nada mais passava de meras lembranças.
㠀㠀㠀㠀 ainda encontrava-se hesitante, sabia que o melhor era que ela desse meia volta e fosse para casa, muito embora nĂŁo quisesse o fazer. porĂ©m, nakamura estava tambĂ©m cansada daquela prisĂŁo. a que lhe impuseram, e a que ela mesma estava impondo sobre si mesma. a vampira acabou por rir baixo, contido, jĂĄ nĂŁo mais sendo capaz de tambĂ©m conter um pequeno sorriso no canto de seus lĂĄbios. hĂĄ quanto tempo alguĂ©m nĂŁo lhe protegia? mesmo sendo a humana em meio a vampiros, nĂŁo havia tal preocupação para consigo. â meu nome Ă© mei. â ela dissera finalmente, tornando a fitar a outra garota. mordiscou o interior de sua bochecha. â vocĂȘ Ă© sempre teimosa e insistente assim? â ousou perguntar, deixando evidente em sua voz um tom brincalhĂŁo.
㠀㠀㠀㠀 os olhos da nakamura foram para a rua, de fato deserta, e que poderia ser deveras perigoso. em outra vida, certamente foi para a menina. â eu aceito. mas com uma condição. â mei tornou a olhar para dinah, sua expressĂŁo agora mais suavizada. nĂŁo poderia jamais admitir, mas aquela sensação era boa. de ser normal, nĂŁo uma aberração, um animal de estimação ou algo parecido. para aquela outra garota, mei nada mais era que uma estranha na rua. e aquele pensamento a relaxava. â vocĂȘ me dar dicas de quais os locais que eu preciso conhecer dessa cidade. e entĂŁo, o que me diz? â
â Sim, Ă© um lugar legal para se estar. â Dinah abriu um sorriso, dando de ombros. NĂŁo era como se o local fosse especial em seu Ăntimo, mas ela gostava apenas porque estava com suas amigas. Se nĂŁo fosse por elas, Dinah ficaria em casa por boa parte de sua vida e nĂŁo sairia para lugar nenhum, a garota gostava de ficar em casa. â E eu concordo com a parte dos adultos, parece que depois da adolescĂȘncia a gente busca ganhar mais espaço. Eu amo meus pais, mas ĂĄs vezes preciso de um tempo atĂ© mesmo deles. â Seus pais eram extremamente importantes em sua vida e ela era extremamente grata a tudo que fizeram em sua vida. Dinah tinha que agradecer apenas por ter pais ao lado dela, jĂĄ que sua adoção havia sido algo complicado em todo o trajeto de sua vida. SĂł que, ultimamente, com todas as mudanças que ocorriam em sua vida ela precisava de um tempo para ela. Aquela fase de sua vida era algo que ela precisava gastar com suas amigas devido ao laço e responsabilidade que dividiam.
Ao escutar a apresentação dela, Dinah abriu um sorriso mais animado e acenou com a cabeça. â Ă um prazer te conhecer, Mei. â E realmente era legal conhecer alguĂ©m novo em meio a toda aquela multidĂŁo que ela jĂĄ conhecia em Heatherfield. Mei nĂŁo era antiga ali ou Dinah a conheceria, assim como conhecia a maioria das pessoas por causa de Rachel. A pergunta de Mei a trouxe de volta Ă quele momento e ela riu baixinho, dando de ombros. â NĂŁo, acredite se quiser mas eu costumo ser uma das mais calmas do meu grupo. â Era verdade, se fosse uma situação comum ela estaria em um estado calmo. SĂł que aquela garota era especial, ela conseguia sentir e geralmente suas sensaçÔes estavam certas. â SĂł que por alguma razĂŁo eu estou me deixando guiar pelo instinto que diz que devo insistir. â Um outro sorriso, dessa vez menor, foi dado por Dinah.
A condição foi escutada e a morena concordou com a cabeça, rindo consigo mesma por alguns segundos. NĂŁo esperava que seu dia fosse terminar daquela forma e, como nĂŁo queria ir para casa, estava bem feliz que ela havia aceitado. â Acho que posso com essa condição. A praça Ă© um lugar que vocĂȘ deve conhecer e Ă© para lĂĄ que estamos indo. â Dinah disse enquanto apontava a direção. Logo ela começou a caminhar em direção ao lugar que jĂĄ conhecia muito bem, sendo acompanhada pela outra. â VocĂȘ deve gostar de Heatherfield. Ă uma cidade menor que as grandes cidades no mundo, como Nova York e Paris, mas ainda Ă© uma cidade legal de se viver.
franespaceâ:
era incrĂvel como Andrew simplesmente nĂŁo conseguia cansar de⊠viver. qualquer pessoa pensaria que apĂłs mais de um milĂȘnio na mesma Terra, eventualmente, as coisas ficariam entediantes. o elemental, porĂ©m, pensava exatamente o contrĂĄrio. todo dia novo lhe dava novas oportunidades, e a cada pĂŽr do sol ele se sentia um pouco mais realizado. poderiam considerĂĄ-lo egoĂsta, por passar tanto tempo agarrado em seus poderes, jĂĄ que o propĂłsito dos elementais era exatamente transferi-los com o passar do tempo, mas Andrew nĂŁo se sentia preparado para abrir mĂŁo da vida ainda. quando chegasse o momento certo, enfim, ele iria atrĂĄs de um sucessor.
e o mundo realmente era algo irĂŽnico â ao que refletia sobre suas escolhas e egoĂsmo, ele deparou-se com a garota. jurava que a praia estaria vazia; com os pĂ©s descalços, sujos e afundando levemente na areia, ele nĂŁo havia sentido a presença de ninguĂ©m por perto. nĂŁo era surpresa que o homem decidiu abordĂĄ-la, por mais que sua presença repentina pudesse assustar. ele podia a sentir, e sabia que ela provavelmente podia senti-lo tambĂ©m. a recepção amigĂĄvel da outra levou um sorriso aos lĂĄbios de Andrew, e ele seguiu o olhar alheio, encarando a reflexĂŁo da lua sob o mar sereno.
â eu raramente durmo. â admitiu, acompanhado de um riso curto, auto-consciente. praias eram seus lugares favoritos para simplesmente gastar tempo â uma junção perfeitamente equilibrada de trĂȘs elementos. quase sentia vontade de acender uma pequena fogueira, lembrando-se de Wolf, querendo inclui-lo no meio daquela paz. â nĂŁo preciso. â acrescentou, dando levemente de ombros, quando decidiu se sentar, as pernas estendidas sobre a areia um pouco gĂ©lida. â e nĂŁo quero, pra ser sincero. a noite pode ser tĂŁo interessante quanto o dia, eh? â e direcionou uma piscadela Ă garota, deixando claro ao que se referia, apesar do tom de brincadeira. uma mĂŁo gesticulou brevemente ao espaço ao seu lado, convidando-a a sentar-se junto de si.
Era estranho demais. Aquela situação inteira era esquisita.
Dinah nunca na vida havia visto aquele homem, mas por alguma razĂŁo podia sentir uma certa intimidade que parecia envolver aos dois. Era a energia semelhante, ela tinha certeza disso, mas o que aquilo significava? Ele nĂŁo podia ser um GuardiĂŁo como ela, a menos que os elementos tivessem escolhido se dividir e escolher mais de um portador. Se aquilo tivesse acontecido, no entanto, jĂĄ nĂŁo teriam escutado do OrĂĄculo e de Kandrakar? Alguma coisa estava errada.
Ao escutar o que ele havia dito, Dinah abriu um sorriso simples, quase que involuntĂĄrio, e concordou com a cabeça. â Ăs vezes eu queria nĂŁo precisar dormir. â A garota disse enquanto olhava para o mar novamente, por apenas mais alguns instantes. â O cansaço ainda Ă© algo que me afeta. â Ela ainda era humana no fim das contas, mesmo com todos aqueles elementos sobrenaturais ao redor de sua simples existĂȘncia e rotina. â Mas eu gostaria de ganhar uma horas extras no meu dia. â Brincou com ele tambĂ©m, agora encarando-o e soltando uma risada baixa, curta, mas cheia de divertimento presente nela. Seu dia era mesmo cheio, afinal ela ainda tinha que viver a vida normal antes de sair por aĂ batendo suas asinhas de GuardiĂŁ do VĂ©u.
A garota aceitou o convite dele e sentou-se ao seu lado, sentindo a areia levemente gelada tocar suas panturrilhas. Dinah permaneceu em silĂȘncio por alguns segundos, ainda decidindo o que poderia falar ou o que poderia perguntar. Havia muito que queria saber. â VocĂȘ veio me matar? â Foi a primeira pergunta que fez para quebrar o silĂȘncio. NĂŁo sabia exatamente quem ou o que havia enviado aquele, supostamente, homem; muitos queriam as GuardiĂŁs mortas. NĂŁo seria uma surpresa grande. â Quer dizer, vocĂȘ foi enviado para me matar? â Ela olhou para ele, a expressĂŁo serena.
frostbxtch·:
㠀㠀㠀㠀â AMOR e ESPERANĂA sĂŁo as duas MELHORES invençÔes!! â
â Eu concordo completamente.â Selene disse enquanto abria um sorriso, nĂŁo pĂŽde evitar responder ao comentĂĄrio aleatĂłrio da pessoa ao seu lado enquanto encarava o muro com espaço para escrever.â Amor e esperança movem montanhas, sabia disso?
Danielle Campbell for Ferrvor Magazine.
Photography by Samantha Casolari

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      @franespace asked: âTaking a midnight stroll along the beach?â (andrew @ dinah)
InsĂŽnia era algo comum para a GuardiĂŁ da Terra, mas por alguma razĂŁo estava bem pior por aqueles dias.
O destino da caminhada era sempre o mesmo, a praia. O barulho das ondas lhe acalmava, junto com toda a brisa da noite e tudo aquilo servia para lhe lembrar que ali perto, nas cavernas da praia, havia um portal que elas nĂŁo conseguiam fechar. Mesmo assim ela preferia arriscar o passeio do que voltar para casa com medo. Dinah podia sentir a areia em seus pĂ©s e a marisia batendo contra suas narinas; para alguĂ©m cujo elemento era terra o mar atĂ© que acalmava Dinah. Chegava a ser irĂŽnico, mas era uma ironia muito boa em sua opiniĂŁo; Ruby, sua GuardiĂŁ da Ăgua, sempre ficava encantada com essa relação.
Ela encarava o horizonte negro, nada se podia ver para alĂ©m mar, quando ouviu a voz do homem atrĂĄs de si. Dinah se virou rapidamente, o medo fazendo seu coração disparar. Poderia ser qualquer pessoa, inclusive um dos diversos monstros dos outros mundos, eles queriam sempre matar as GuardiĂŁs do VĂ©u. Dinah relaxou ao perceber a energia que fluĂa do outro, era semelhante a sua, quase que complementar. A garota franziu a testa, mas abriu um sorriso simpĂĄtico e quase que aliviado. â Eu... sempre venho aqui. â Ela disse, dando de ombros enquanto o encarava. â E vocĂȘ? Sem sono? Acontece bastante. Ă um bom lugar para se passar o tempo. â Ela desviou o olhar para o mar novamente.
Falta a bio de duas das cinco meninas, mas elas jå estão na lista de qualquer forma. Espero que tudo bem assim, eu só tÎ com muita preguiça de escrever!
Late Night Wanderings Sentence Starters
âWhat are you doing out this late?â
âThis part of town isnât a good place to be at this time of night.â
âNow whatâs a pretty thing like you doing in a place like this?âÂ
âYou do realize what time it is, right?âÂ
âWhere are you going at this hour?âÂ
âThe sun isnât rising anytime soon, you know.âÂ
âDo you know where I am?âÂ
âThe city looks different at night.âÂ
âThis street is very darkâŠâÂ
âWhy donât you come stand in the light?âÂ
âAre you lost?âÂ
âI got turned around in the darkâŠâÂ
âThis isnât the time to go wandering around.â
âOnly fools and trouble come out to these parts at this hour.âÂ
âLooking for trouble, are we?âÂ
âA little late to be shopping.âÂ
âJust coming back from the bar?âÂ
âThink any of the pubs are still going to be open?âÂ
âTrouble lurks around every shadowed corner.âÂ
âWoah! I didnât see you there!â
âWhere did you come from?âÂ
âWhat are you doing here?âÂ
âA bold move to show your face here in the shadows of night.âÂ
âGo home.âÂ
âIt isnât safe here at this time of night.âÂ
âYouâre being watched.âÂ
âWhat are you doing still up?âÂ
âLooking for something?âÂ
âI like walking when the streets are empty.â
âItâs dangerous to walk at night alone.âÂ
âI know where Iâm going.âÂ
âThe trees are kind of spookyâŠâ
âDid you hear that howl?âÂ
âWasâŠwas that an owlâŠ?âÂ
âThis path is scary at nightâŠâÂ
âThe woods is no place a __ after dusk.âÂ
âOh you poor soul, wandering lost in the forest under the new moonâŠâÂ
âYou canât see the stars from hereâŠâÂ
âThis is the witching hour.âÂ
âDark beasts lurk here. Be cautious.âÂ
âStay on the road!âÂ
âTalking a midnight stroll along the beach?âÂ
âThe ocean is so mysterious at nightâŠâÂ
âWhat brings you to the pier at this hour?âÂ
âWhat dangers lurk in these dark waters, I wonder.âÂ
âYouâre going to get yourself lost one of these days.âÂ
đ+ your own
( Â * Â &. Â â Â SUPERNATURAL SENTENCE STARTERS .
â Â an old person, huh? in a hospital? phew, better call the coast guard. Â â
â Â between you and me, itâs freakinâ comfortable. itâs like iâm wrapped in hugs. Â â
â Â donât make me lick your damn face. Â â
â Â donât you remember? weâre married. Â â
â Â drive picks the music, shotgun shuts his cakehole. Â â
â Â family donât end with blood. Â â
â Â for us every day is halloween. Â â
â Â gun. mouth. now. Â â
â Â here ghosty ghosty ghosty. come out, come out wherever you care. Â â
â Â hey! ass butt! Â â
â Â i canât do it without you. Â â
â Â i canât do this alone. Â â
â Â i could go into detail, but iâm not going to. Â â
â Â i donât care that i donât care. Â â
â Â i found a liquor store and i drank it. Â â
â  i got to say, you, uh⊠you donât suck.  â
â Â i lost my shoe. Â â
â Â i never lied. thatâs important. itâs fundamental. Â â
â Â i started a blog. mostly just pictures of cats, theyâre so cute. Â â
â Â i think the fourth kind is a butt thing. Â â
â Â i want to know what you are. Â â
â Â i wasnât supposed to play favorites, but you were mine. Â â
â Â i will keep fighting. iâll keep swinging until i got nothing left. Â â
â Â if itâs any consolation, i think youâre a truly awful person. Â â
â Â inside, youâre already dead. Â â
â Â itâs just an interesting observation. in a, you know, observationally interesting way. Â â
â Â iâll pay you money if you sit still. Â â
â Â iâm in pain, thatâs how iâm doing. Â â
â Â iâm proud of us. Â â
â Â maybe the spirits are trying to shut down the movie cause the think it sucks. cause, i mean, it kinda sucks. Â â
â Â maybe you should try âplan dâ for âdumbassâ. Â â
â  no matter what you hear or what you see⊠promise me you wonât get out of bed.  â
â Â no one in the history of torture has been tortured with the torture like the torture youâll be tortured with. Â â
â Â screw consciousness. thatâs what i say. Â â
â Â so what, our homeâs not good enough for the âhang in there, kittyâ poster? Â â
â Â son of a bitch. Â â
â Â sure, humans are weak and they cheat and steal and destroy and disappoint. but they also give and create, and they sing and dance and love. and above all, they never give up. Â â
â Â the human soul is not a rubber ball. itâs vulnerable, impermanent, but stronger than you know. and more valuable than you can imagine. Â â
â Â there ainât no me if there ainât no you. Â â
â Â they are better than us. damn right theyâre flawed, but a lot of âem try. to do better, to forgive. Â â
â Â they say you canât protect your loved ones forever. well, i say screw that. what else is family for? Â â
â Â too many things are things. Â â
â Â we didnât lie. we just avoided certain truths to manipulate you. Â â
â Â well, boohoo. iâm so sorry your feelings are hurt, princess. Â â
â Â weâre far from perfect, but we are good. Â â
â Â weâre the ones you should be afraid of. Â â
â  what happens when youâve decided i canât be trusted? âŠagain?  â
â Â when you betray us, iâll be the one to carve your heart out. Â â
â  who cares where happiness comes from? look, weâre all a little weird, weâre all a little wacky â some more than others â but⊠if it works, it works.  â
â Â you are a great big bag of dicks. Â â
â Â you brave little soldier. i acknowledge your pain. Â â
â Â you donât have to be ruled by fate. you can choose freedom. Â â
â  you explain to me⊠tell me why you abandoned me.  â
â  you have a guinea pig? âŠwhere?  â
â Â you know who does that? crazy people! we are insane. Â â
â Â you know who spies on people? spies! Â â
â Â you, me? we deserve to be loved. i deserve to be loved! i just want to be loved. Â â
â Â youâre all duct tape and safety pins inside. Â â
â  youâre bossy⊠and short.  â
â Â youâre too precious for this world. Â â
Send me âCanât sleep?â to have a tired conversation with my muse in the middle of the night.

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Earth.Â
conquextâ:
    â âTĂĄ tudo bem. Acontece. â o nefilim deu de ombros, mesmo ainda estando de costas para a garota. â Pelo menos vocĂȘ nĂŁo Ă© um demĂŽnio que queria tentar arrancar a cabeça dele numa dentada ou nada grotesco do tipo. â que ela o perdoasse por falar tĂŁo abertamente sobre coisas estranhas (e cotidianas), mas Strife perdeu o senso de discrição hĂĄ muito mais tempo do que era capaz de contar.
    Percebendo que o animal estava bem mais tranquilo, o Cavaleiro apoiou as mĂŁos sobre os quadris numa postura cansada. Ele olhou para baixo, bateu o pĂ© direito no chĂŁo trĂȘs vezes e depois suspirou profunda e ruidosamente.
    â Esse garotĂŁo aqui, como pode ver, nĂŁo faz parte da fauna dessa terra. â apontou-o com um gesto da mĂŁo destra, coberta por uma manopla de metal prateado; garras nas pontas de cada dedo. â E ele sempre foi metido a bravo mesmo, nĂŁo ligue pra isso. â Strife mudou de postura, cruzou os braços e encarou o cavalo por vĂĄrios segundos. â Conquest, esse Ă© o nome. â e o prĂłprio empinou a cabeça, aparentemente agradecido pelo elogio. JĂĄ Ă© um começo, pensou. â VocĂȘ nĂŁo perguntou, mas o meu Ă© Strife. â voltou-se para ela com um sorriso. â E o seu?
A cada fala do homem, Dinah se mostrava mais determinada a acreditar que aquela realmente nĂŁo era uma situação comum. â Eu jamais tentaria machucar um animal. â Dinah disse com um sorriso, agora encarando diretamente o cavalo. Agora que estava perto, a GuardiĂŁ podia reparar alguns detalhes que nunca havia reparado antes, como por exemplo o tamanho do animal. Era bem grande, maior que qualquer outro que ela jĂĄ havia visto em toda a sua vida. â Ele Ă© mesmo diferente de todos os cavalos que jĂĄ vi na vida e olha que jĂĄ vi muitos cavalos. â Mais um sorriso simpĂĄtico, aquele dia estava se mostrando uma surpresa bastante agradĂĄvel.
A revelação sobre não ser da fauna terrestre acabou por não surpreender a elemental, mas mesmo assim era bom ter a confirmação disso ao invés de criar teorias malucas. Porém, ao mesmo tempo que a informação lhe deixou feliz, também lhe deixou meio tensa. Aquilo poderia muito bem ser uma armadilha para ela, afinal muitos seres no universo caçavam as Guardiãs do Véu e aquela poderia ser uma daquelas situaçÔes. Ficaria mais atenta a partir daquele momento, afinal se um ataque acontecesse ela teria que ser capaz de lutar de volta.
Toda aquela tensĂŁo se amenizou quando escutou o nome do cavalo. â Wow, Ă© um nome bem imponente. Foi vocĂȘ quem escolheu? â Ela perguntou ainda sem se virar para encarar o homem, sua atenção total no cavalo. â Ă um prazer conhecer vocĂȘ, Conquest. â Afirmou com um aceno de cabeça, rindo baixo ao ver ele empinando a cabeça. Aparentemente ele havia gostado do elogio. Dinah agora se focou no homem que havia lhe dito seu nome e acabou por sorrir tambĂ©m. â Me perdoe por nĂŁo ter te perguntado, eu fiquei distraĂda. Eu sou Dinah, Ă© um prazer conhecer vocĂȘ tambĂ©m Strife. â Ela disse, acenando com a cabeça como havia feito antes.
A garota coçou a prĂłpria cabeça depois de alguns segundos. â Eu nĂŁo quero soar... indelicada ou alguma coisa do tipo, mas vocĂȘ mencionou demĂŽnios e que ele vem de uma fauna diferente. De onde vocĂȘ Ă©? Ou melhor, de onde vocĂȘs sĂŁo? â Dinah sabia que parecia relativamente tranquila com as revelaçÔes para um ser humano comum, provavelmente ele perceberia. Mas nĂŁo havia sentido em se manter em segredo caso ele tambĂ©m fosse algo sobrenatural ou mĂstico.