Cá estou…
Meia luz, com uma bela iluminação de um robozinho que emite estrelas no teto da sala…
Deliciando um Jack Daniel’s Fire (meu preferido).
Aguardando um “amigo” que não me deixa… ou melhor, um homem de 30 anos, mais novo que meus filhos, mas que me deseja. (Disso eu gosto!). Adoro me sentir desejada! Isso para mim é um combustível! Isso me deixa cheia de tesão! Mas de que adianta… quem eu queria que estivesse aqui comigo não pode! Impossível! Trocaria a virilidade de um garoto por um homem maduro, que me olhasse nos olhos e que me despisse a alma! Sim… sou louca! Sou livre! Preciso me sentir viva! Não me entrego! Nunca! Jamais! Acho que o Jack está fazendo efeito… rsrs.
Estou queimando! Queimando de desejo, de tesão…
Vou fazer sexo, mas com desejo de fazer “amor”…
Isso me fez lembrar de quando eu descobri o que é “fazer amor”… perdi a virgindade muito tarde… 22 anos… mas até então eu fazia sexo.
Era noiva e, aos meus 26 anos, só tinha estado com o meu primeiro. Mas quando surgiu um homem, que na verdade era um menino de 14 anos, um menino num corpo de um homem perfeito.
Enfim, foi aí que soube o que era fazer amor.
Foi ele quem me fez saber o verdadeiro significado de fazer amor. Fui sua primeira experiência e isso me envaidece; marcamos a vida um do outro de maneira intensa e apaixonada.
Hoje ele carrega uma tatuagem em minha homenagem: um leão em suas costas, simbolizando meu signo. Essa marca não é apenas uma homenagem; é uma lembrança do nosso amor juvenil e da paixão avassaladora que vivemos juntos.
E sim, eu me apaixonei profundamente. Mas, confesso, fui covarde. Não consegui sustentar essa relação e decidimos nos separar. Carrego comigo essa experiência que, embora tenha terminado, foi deliciosa e me fez enxergar o outro lado do sexo: o sexo com amor, o sexo puro, o sexo virgem em sua essência. Foi um sexo sem grandes performances, sim, mas com uma pureza de coração e alma que jamais esquecerei!









