nós estrangulamos nossos próprios corações.
bukowski.

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@eita-libriana
nós estrangulamos nossos próprios corações.
bukowski.

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Não sei ao certo quem sou eu, o que faço da vida, que caminho devo seguir ou para onde ir.
Sinto que nada faz sentido e que eu estou prestes a sucumbir a loucura e largar tudo.
No fundo, eu sou apenas uma junção de várias frustrações, tristezas e decepções. Sinto que não tenho ninguém para confiar e isso me destrói aos poucos e diariamente.
As vezes acho que minha mãe tem razão, eu sou mesmo problemática, o problema é que não sei nem por onde começar a resolver essa confusão.
Queria que minha cabeça fosse como meu quarto, que mesmo bagunçado fosse aconchegante. Mas isso não acontece, cada vez mais quero me desligar.
Aniversários são fechamentos de ciclos.
Hoje começou o mês mais lindo do ano. Outubro. Mês da primavera, dos sorrisos, dos encontros... Meu mês!
Esse mês me trouxe muita empolgação. Vontade de mudar coisas. Mas, ao mesmo tempo, indecisões... (Libriana né mores)
Eu sei o que devo fazer, mas não sei se quero fazer, nem como fazer... Como tomar decisões importantes?? Existe algum manual com dicas práticas de como resolver essa situação??
“Com o “não foi” eu lido bem. É o “poderia ter sido” que me mata.”
— Fabrício Garcia.
lembrete:
pequenas atitudes costumam fazer enormes diferenças.
Elisa L.

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Não é sobre o tanto que eu O amo e sim o quanto Ele me ama.
"Todo mundo precisa de ajuda em alguma momento, precisa de alguém que cuide e diga que vai ficar tudo bem... Mesmo que esse pedido nunca saia da sua boca."
-Eita-libriana
Crises se ansiedade corroem tanto, machucam profundamente e deixam cicatrizes tão grandes por dentro que a gente se esconde com vergonha que os outros vejam.
E assim, sozinhos, isolados, marcados e doloridos, a gente sobrevive dia após dia...
-Eita-libriana
“Às vezes, escondido, a gente chora. E chora mesmo sem saber o porquê.”
— Tiê.
““Sempre quis alguém que me ouvisse. Não as bobagens que falo de vez em sempre. Mas o que minha alma não sabe dizer. Que fizesse esforço para captar tudo que não sai da minha boca.””
— Clarissa Corrêa.

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frio na barriga antes de ver alguém
é a melhor sensação do mundo
Eu tento consertar a minha vida, dia após dia, mas eu sempre acabo fazendo escolhas erradas. Umas mais graves, outras mais brandas, mas sempre escolhas erradas.
-dia-a-diadeumalibriana
Estar aberta ao novo é sempre tão surpreendente. Há muito tempo eu não tinha me dado essa oportunidade de experimentar novidades. De aprender, de desenvolver e, principalmente, de sentir...
“Antes de encontrar alguém, encontre você mesma!”
Essa é a frase da minha vida!
Há cerca de 4 anos entrei em um relacionamento totalmente abusiva, mas eu, apaixonada, não consegui enxergar isso.
Em pouco tempo eu deixei de existir, me moldei e mudei. Me adaptei. Deixei de ser a Vanessa e me tornei, simplesmente, “a namorada do **”.
Eu me afastei de tudo e de todos. Os meus amigos eram os dele. A minha família era a dele. Eu era dele.
No dia do meu aniversário ele me traiu, eu descobri e adivinha? Perdoei. Eu não sabia viver sem ele.
Um tempo depois descobri outra traição ao ver mensagens no celular dele. Brigamos. Finalizamos a briga comigo pedindo desculpas por ter mexido no celular dele. Isso sempre acontecia.
Mais um tempo depois, adivinha de novo? Ele me traiu! Terminou comigo. Me fez acreditar que a culpa era minha. Me fez crer que eu era a pior das mulheres. Eu sofri tanto. Chorei tanto. Entrei em depressão. 6 meses. Aí veio a minha sobrinha.
Eu vi o amor nascer, literalmente, e entendi que o único errado na história, era ele.
Ah, eu aprendi tanto. Eu mudei tanto.
Atualmente fazem exatamente 1 ano e 10 meses que acabou. Hoje me sinto livre. Hoje me sinto inteira. E não penso em namorar tão cedo.
Não quero me esvaziar de mim de novo. Demorei tanto para me encher. Não quero me tornar uma pessoa ruim, só para que a pessoa que estiver do meu lado se sinta melhor e maior que eu.
Mas até que eu sou grata sabe. Nesse tempo eu realmente me encontrei. Eu me amo o suficiente para não querer ficar perto de pessoas que me diminuam.
Eu mereço muito mais.
Eu sou muito mais.
Eu levei um bom tempo até reconquistar tudo que eu prefiro em mais de 2 anos de relacionamento. Eu não tinha amigos para chamar de meus, e isso dificultou o processo de recuperação um pouco.
Mas o prédio 13, que é puro amor, me deu anjos de presente. Pessoas que me pegaram pela mão e me guiaram em meio à escuridão em que eu me encontrava - isso foi bem poético né - mas é sério, parecia que eles previam o que eu precisava.
Foram eles que me encheram de abraços, carinhos, ânimo e cerveja. Como não amar?
Também tiveram pessoas que recarregaram as minhas energias. E eu nem acreditava em “energia” antes de conhecer essas pessoas.
Foram eles que me ensinaram que antes de qualquer coisa eu devo me amar. Eles me fizeram entender que eu sou a pessoa mais importante da minha vida, e não posso deixar que ninguém me faça pensar o contrário.

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Às vezes eu penso em namorar. Em como seria minha vida se eu tivesse alguém do meu lado pra dividir a vida.
5min depois, alguém me chama pra sair, e eu falo que tô cansada, ocupada ou sei lá.
Eu me boicoto.
Às vezes não sei se tenho mais medo, ou mais preguiça de me relacionar.
Eu não sou namorável
Sim, eu não sou uma pessoa namorável!
É triste dizer isso, mas depois de tantas desilusões, cheguei a essa conclusão.
Meu primeiro amor/namoro foi aos 15, durou 6 meses e eu achei que era o fim do mundo, mas não foi. Meu segundo amor/namoro foi aos 18, durou 3 anos e, de novo, achei que eu era a pior pessoa da terra e que morreria de amor, mas não morri.
Hoje tenho 23, não tive mais nenhum amo/namoro, fico com pessoas de vez em quando, mas nunca vai pra frente.
Em certo momento acreditei que a culpa era minha, eu era fechada demais e isso afastava as pessoas, por isso, resolvi me abrir mais. Péssima Escolha. Eu me abria, depositava expectativa e era deixada de lado. Me fechei novamente.
Já chorei horrores à noite. Já fiquei com pessoas para suprir a carência. Já disse amar sem sentir nada. E assim, feri outras pessoas.
Não vale a pena.
Aprendi a me amar, foi difícil, me conquistar é difícil, e eu sou uma pessoa difícil. Mas deu certo, uma relação que tem tudo pra dar certo, ou não. Depende do meu humor no dia.
Eu não consigo mais me abrir para relacionamentos, não como antes. Começo a sair com alguém, me identifico, começa a paixonite e ocorrem duas coisas: Ou eu fujo para as colinas sem olhar para trás, ou eu faço as pessoas fugirem de mim.
Não sei se elas tem medo de mim, ou eu tenho medo delas, mas o fim é sempre o mesmo, solteira.
Tem dias que isso me machuca e faz eu me sentir a pior pessoa do mundo, tem dias que eu amo ser solteira livre e leve... Tem dias que isso não faz diferença.
Viu? Eu não sou namorável, um dia eu amo, no outro dia não faz diferença. Isso ocorre com pessoas, coisas, momentos. Tenho sérias dúvidas se sou boa da cabeça, mas por enquanto sigo assim.