yayrobinsonÂ
Verificando suas mensagens depois de pouco ter se concentrada nos quinze primeiros episĂłdios de uma sĂ©rie recĂ©m iniciada, a ruiva estremeceu com a brutalidade em que foi aberta a porta da sala. Apenas revirava os olhos com o falar da obstetra. Sabia que aquilo aconteceria ou ao menos tinha imaginado que aquele homem implicaria com a mĂ©dica, da mesma forma que implicara com ela minutos mais cedo quando descobriu que Hayley era uma interna. ââ Depois que ele me disse que queria uma mĂ©dica de verdade no parto da filha eu bem desconfiei que aquele sujeito nĂŁo era boa pessoa. Homem sendo homem⊠e como sempre fazendo merda. Se eu fosse essa mulher dele, sĂł pegava a criança e fugia. I mean, ele deve ser absolutamente insuportĂĄvel.â
âmĂ©dica de verdade?â repetiu assim que as palavras saĂram pela boca de hayley. era comum pacientes terem aversĂŁo aos internos e residentes e isso era algo que incomodava daphne profundamente, pois o mesmo jĂĄ havia acontecido com ela diversas vezes no passado. âele te destratou e vocĂȘ nĂŁo me falou nada, robinson?!â questionou olhando no fundo dos olhos da ruiva. se ao menos tivesse imaginado que o marido da sua paciente tinha feito aquilo com a outra mĂ©dica, iria fazer sua advertĂȘncia realmente valer a pena. âo pior Ă© que ela acha normal ter a vida controlada. escuta meu conselho, se um dia um cara te pedir em casamento, nĂŁo aceita. Ă© como aquele ditado: melhor sĂł que mal acompanhada. a maioria dos homens por aĂ nĂŁo valem um centavo.â















