scoups-rival! + leitora!virgem âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: sexo protegido, perda de virgindade, fingering, uso de lubrificante, oral (f.), rivais academicos mas nĂŁo muito explorado.
âcĂȘ ia desistir.â o flash passa na sua cabeça, a discussĂŁo sem sentido que tiveram minutos antes no bar, seguido de um beijo confuso, que se tornou mais que um beijo, e enfim, agora vocĂȘ estĂĄ na cama dele.
ele tira a camisinha, mas nĂŁo sai de cima de vocĂȘ. o pau duro roçando na sua virilha enquanto começa a chupar seu peito, mamando o biquinho, deixando algumas mordidinhas bem leves te fazendo gemer mais do que gostaria. ele ri, levantando a cabeça sĂł pra te ver perdida de tesĂŁo.Â
desce os beijos e mordidas pela sua barriga, os beijos molhados por toda sua pele, seungcheol soltando uma risadinha sempre que o olhar de vocĂȘs se cruzavam.
âabre!â deixa um beijo na sua coxa, e mesmo tremendo vocĂȘ obedece.
vocĂȘ nunca sentiu nada do tipo, o jeito que a lĂngua dele prova toda a sua buceta, o jeito que ele parece disposto a te devorar por completo. e seus gemidos manhosos ficando mais alto quando ele insere um dedo, e entĂŁo outro e outro.
seungcheol te fodendo com trĂȘs dedos, enquanto vocĂȘ se contorce no lençol. melando toda a mĂŁo dele.Â
âc-cheol!â geme e ele da uma risada baixa que te faz revirar os olhos.
e entĂŁo seungcheol entra, devagar, sentindo vocĂȘ apertar o pau dele. ârelaxa.â ele solta um gemido rouco quando começa a estocar. âtĂŁo linda por baixo de mim, gemendo. minha.â mete devagar, fazendo vocĂȘ se acostumar com o pau grande te abrindo.
vocĂȘ revira os olhos em prazer quando o polegar dele começa a fazer cĂrculos no seu clitoris, e goza, gemendo o nome dele.Â
âm-mais um pouquinho, por favor.â implora, esperando vocĂȘ concordar para voltar a estocar, sentindo sua bucetinha sensĂvel pĂłs-orgasmo. os gemidinhos deixando ele doido.
âshhh.â ele te beija antes que vocĂȘ pudesse terminar. âaliĂĄs, vocĂȘ deveria fazer xixi.â o encara confusa. ânĂŁo me pergunta, vi no tiktok.â
vocĂȘ ri, indo fazer xixi e depois voltando pra cama, um acordo silencioso entre vocĂȘs de que iria dormir ali. e foi assim que dormiu agarrada com seungcheol.
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Seria um sĂĄbado completamente normal na sua vida, se nĂŁo fosse pelo fato de vocĂȘ namorar nada mais nada menos do que Na Jaemin. Artista extremamente em alta do momento, que tinha ganhado fama meses atrĂĄs por uma colaboração com um rapper que sempre ficava no topo dos charts ââ nĂŁo demorou muito para que o pĂșblico ficasse enamorado pelo carisma dele. VocĂȘ era suspeita para falar, ficou completamente doidinha por ele desde a primeira vez que te viu em uma livraria aleatĂłria de Seul e pediu seu nĂșmero.
Sente sua cara arder e suas mĂŁos gelarem ao ouvir a observação infame, sentindo um ardor correr nas suas veias. NĂŁo era a primeira vez que vocĂȘ passava por isso; afinal Jaemin era um artista jovem, talentoso e bonito. Tirando as fĂŁs malucas que viviam uma relação parasocial com ele, jĂĄ presenciou esse tipo de dinĂąmica vĂĄrias vezes. Dizia pra si que vocĂȘ nĂŁo se importava, e que havia se acostumado com isso. NĂŁo poderia dizer que era 100% verdade.
ââ Ah, obrigado! ââ Jaemin responde com um sorriso tĂmido ao rapaz. VocĂȘ se enverga pra frente em direção Ă tela, receosa com o que o namorado diria. ââ Mas eu jamais chegaria no nĂvel dela. ââ Pera, o quĂȘ? Ele nĂŁo disse isso, disse? Sorri tĂmido de novo e olha para a moça, que solta uma risadinha inibida. O comentĂĄrio tira uma risada do entrevistador, que desconversa o assunto logo depois.
VocĂȘ nem ao menos ligava pra isso agora, chegava a ficar um pouco irracional. Nem conseguiu assistir ao resto da premiação; sentia uma vontade imensa de chorar. Sabe que ele jamais queria que vocĂȘ ficasse assim e que a Ășnica pessoa a qual ele amava era vocĂȘ, mas nĂŁo conseguia evitar. Queria sair no soco com os trĂȘs.
[00:27]
VocĂȘ fez de tudo para tentar espairecer: tomou vĂĄrios banhos gelados, tomou um chĂĄ, fez um bolo, nada adiantava. SĂł conseguia pensar em como cuidaria desse problema com Jaemin quando ele chegasse. Se sentia apartada entre ficar feliz por ele, e em avisĂĄ-lo para nĂŁo vir pra casa hoje; nĂŁo sabia se queria ver a cara dele. Arrumaria uma briga? Choraria? Fingiria que nada te incomodava? Fingiria que estava dormindo?
ââ Amor? ââ Jaemin estranha nĂŁo te ver na sala assistindo a transmissĂŁo. Rapidamente olha pra os lados enquanto entrava, Ă sua procura. VocĂȘ se decide em nĂŁo responder no momento, nĂŁo estava nem um pouquinho a fim de conversar. Mas ao mesmo tempo se sentiria muito culpada em nĂŁo recebĂȘ-lo depois de uma noite tĂŁo especial. ââ TĂĄ aĂ? ââ Te chama de novo, subindo em direção ao quarto de vocĂȘs.
ââ Oi, meu amor. ââ O abraça apertado e inspira fundo, sentindo seu aroma Ășnico se infiltrar em suas narinas. Amava esse cheiro mais do que tudo. ââ Que orgulho de vocĂȘ, bebĂȘ! ââ DĂĄ um beijinho inocente nos lĂĄbios rosados, notando a expressĂŁo de cansaço do garoto. Jaemin te responde com um sorrisinho fofo e te dĂĄ outro beijinho. ââ Me conta, tudo!
Entra com o garoto no quarto e se senta ao lado dele na borda da cama. Jaemin te conta como foi incrĂvel dar de cara e cumprimentar muitos de seus Ădolos, ao mesmo tempo que estava um pouco cansado de ser obrigado a ficar lĂĄ e sorrir para todas as cĂąmeras. VocĂȘ usa esse gancho pretensiosamente, queria ver como ele se comportaria.
ââ E como foi conhecer aquela lĂĄ... Youngji, o nome dela? ââ VocĂȘ o olha com uma sobrancelha levantada, o desafiando. Se sentia um pouco mal por isso, mas precisava da sua satisfação. Recua e apoia os braços na cama, olhando fixo para o rosto do garoto que te devolvia uma expressĂŁo confusa. O aspecto do garoto lentamente se transforma em um sorriso de lado, sabendo exatamente onde vocĂȘ queria chegar.
Direciona seus olhos para a cabeceira da cama e aponta com o dedo indicador, voltando a olhĂĄ-lo em seguida, que te olhava confuso. ââ Senta ali. ââ Te franze a testa, sem entender suas segundas intençÔes. VocĂȘ repete o movimento, direcionando junto com sua cabeça dessa vez.
ââ Me faz esquecer tudo isso. ââ Fala doce e firma as mĂŁos nos ombros do namorado, tombando a cabeça sedutoramente. Jaemin sorri de orelha a orelha com a sua ordem, que te concederia sem ao menos pensar duas vezes. VocĂȘ sorri da mesma maneira, animada para colocar seu plano em prĂĄtica. O garoto lentamente levanta sua camisola para cima, fazendo-a deslizar pelo seu corpo e depois tacĂĄ-la longe. Os olhinhos espertos iluminam de imediato ao verem seus seios livres, o corpo enfeitado unicamente pela sua calcinha de renda branca.
Desce lentinho pelo membro grosso, gemendo alto com a sensação hipnotizante. Mela o pau todo com seus sucos iniciando as suas sentadas lentas, os barulhos molhados se entrelaçando com os gemidos manhosos mĂștuos.
ââ Boa noite, Jaemin. ââ Sorri ladino para o garoto, a boca ainda entreaberta pelo choque e a confusĂŁo. ApĂłs se aninhar do lado aposto a ele e adormecer, o pobre coitado teve que se trancar no banheiro e resolver o prĂłprio problema sozinho. VocĂȘ era malvada? Talvez. Mas dessa vez ele mereceu.
notas da autora: essa sou eu aceitando o fato de que minha eu com vĂȘnus em escorpiĂŁo com certeza faria algo assim... cadĂȘ as ciumentas do site????
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a malicia na voz evidente principalmente pelo tempo em que jĂĄ estavam juntos, jihoon nĂŁo planejou te chamar pra ver filme esperando sexo, contudo jamais iria reclamar quanto a isso, nĂŁo quando os beijos deixavam ele tĂŁo afetado por vocĂȘ.Â
a camisa grande foi retirada rĂĄpido, expondo o peitoral definido que vocĂȘ tanto gosta, porra, melhor que qualquer travesseiro.
deixa beijinhos molhados ali, ouvindo seu namorando gemer sĂŽfrego manhoso pra vocĂȘ, sua bucetinha melando a cada suspiro dele, e quando enrola a lĂngua no mamilo, jihoon parece que vai colapsar.Â
âp-princesaâŠâ a mĂŁo afaga seus cabelos, o mamilo pequeno coberto por sua saliva, os leves chupĂ”es ao redor do peito.
e entĂŁo vocĂȘ desce, passando a lĂngua pela barriga do seu namorando, sentindo cada gominho com sua boca, enquanto ele segue suspirando.Â
sua lĂngua passa pelas bolas de jihoon, fazendo ele levantar o quadril, abrindo mais um pouco as pernas, o gemido se tornando ainda mais manhoso, âa-amorâ ele tenta pedir, falhando na prĂłpria respiração quando sente vocĂȘ sugar o testĂculo cheinho.Â
e entĂŁo ele levanta o quadril de novo, um pouco mais desesperado, te chamando sĂŽfrego, dando um leve puxĂŁo no seu cabelo querendo sua atenção, e quando vocĂȘ o encara ele pede rĂĄpido, quase sem nem pensar.
âamor, u-usa os dedos.âÂ
vocĂȘ o encara, tentando entender se ouviu certo, seu namorado estĂĄ realmente pedindo pra vocĂȘ dedar ele?Â
jihoon nota o olhar confuso, e sem qualquer vergonha (talvez pelo tesĂŁo eminente), te pede de novo, te encarando quase que como um filhotinho.
âd-de novo. por favor, amor, de novoâ ele implora sem qualquer decĂȘncia, e vocĂȘ dĂĄ o que ele quer, acertando de novo ali, sentindo seu namorado tremer. âm-maisâ
e tudo piora quando vocĂȘ desce, voltando a chupar o pau dele sem tirar os dedos, disposta a fazer ele gozar na sua boca, afundando ainda mais os dedos no cuzinho do seu namorado, enquanto a piroca grossa afunda na sua garganta.
ele tenta engolir os próprios gemidos, mas não consegue, completamente perdido no próprio tesão, sem acreditar que a namorada estå realmente fazendo aquilo com ele, a respiração desregulada, os olhos sequer ficam abertos enquanto ele choraminga coisas indecifråveis.
vocĂȘ nĂŁo para os movimentos, ainda sugando cada gotinha do esperma e dedando o cuzinho apertado, nĂŁo consegue ver, mas sabe que seu namorado estĂĄ revirando os olhos, principalmente pela forma como o corpo se move contra os lençois, desesperados.
âv-vida. d-demais-â a mĂŁo dele encontra seu pulso, meio desajeitado, mas quase em sĂșplica pra vocĂȘ parar, a estimulação pĂłs orgasmo acabando com ele.
vocĂȘ ri, respeitando a vontade dele e parando, aproveitando a ultima gotinha de porra que chupou pra cuspir na boca dele, beijando em seguida, misturando as salivas e a porra densa entre as bocas.
a malicia na voz evidente principalmente pelo tempo em que jĂĄ estavam juntos, jihoon nĂŁo planejou te chamar pra ver filme esperando sexo, contudo jamais iria reclamar quanto a isso, nĂŁo quando os beijos deixavam ele tĂŁo afetado por vocĂȘ.Â
a camisa grande foi retirada rĂĄpido, expondo o peitoral definido que vocĂȘ tanto gosta, porra, melhor que qualquer travesseiro.
deixa beijinhos molhados ali, ouvindo seu namorando gemer sĂŽfrego manhoso pra vocĂȘ, sua bucetinha melando a cada suspiro dele, e quando enrola a lĂngua no mamilo, jihoon parece que vai colapsar.Â
âp-princesaâŠâ a mĂŁo afaga seus cabelos, o mamilo pequeno coberto por sua saliva, os leves chupĂ”es ao redor do peito.
e entĂŁo vocĂȘ desce, passando a lĂngua pela barriga do seu namorando, sentindo cada gominho com sua boca, enquanto ele segue suspirando.Â
sua lĂngua passa pelas bolas de jihoon, fazendo ele levantar o quadril, abrindo mais um pouco as pernas, o gemido se tornando ainda mais manhoso, âa-amorâ ele tenta pedir, falhando na prĂłpria respiração quando sente vocĂȘ sugar o testĂculo cheinho.Â
e entĂŁo ele levanta o quadril de novo, um pouco mais desesperado, te chamando sĂŽfrego, dando um leve puxĂŁo no seu cabelo querendo sua atenção, e quando vocĂȘ o encara ele pede rĂĄpido, quase sem nem pensar.
âamor, u-usa os dedos.âÂ
vocĂȘ o encara, tentando entender se ouviu certo, seu namorado estĂĄ realmente pedindo pra vocĂȘ dedar ele?Â
jihoon nota o olhar confuso, e sem qualquer vergonha (talvez pelo tesĂŁo eminente), te pede de novo, te encarando quase que como um filhotinho.
âd-de novo. por favor, amor, de novoâ ele implora sem qualquer decĂȘncia, e vocĂȘ dĂĄ o que ele quer, acertando de novo ali, sentindo seu namorado tremer. âm-maisâ
e tudo piora quando vocĂȘ desce, voltando a chupar o pau dele sem tirar os dedos, disposta a fazer ele gozar na sua boca, afundando ainda mais os dedos no cuzinho do seu namorado, enquanto a piroca grossa afunda na sua garganta.
ele tenta engolir os próprios gemidos, mas não consegue, completamente perdido no próprio tesão, sem acreditar que a namorada estå realmente fazendo aquilo com ele, a respiração desregulada, os olhos sequer ficam abertos enquanto ele choraminga coisas indecifråveis.
vocĂȘ nĂŁo para os movimentos, ainda sugando cada gotinha do esperma e dedando o cuzinho apertado, nĂŁo consegue ver, mas sabe que seu namorado estĂĄ revirando os olhos, principalmente pela forma como o corpo se move contra os lençois, desesperados.
âv-vida. d-demais-â a mĂŁo dele encontra seu pulso, meio desajeitado, mas quase em sĂșplica pra vocĂȘ parar, a estimulação pĂłs orgasmo acabando com ele.
vocĂȘ ri, respeitando a vontade dele e parando, aproveitando a ultima gotinha de porra que chupou pra cuspir na boca dele, beijando em seguida, misturando as salivas e a porra densa entre as bocas.
emo!kim jongseob x leitora ââ smut +18
word count: 2.6k
conteĂșdo/avisos: conteĂșdo sexual explĂcito, consumo de ĂĄlcool e cigarro, preliminares em pĂșblico, relação nĂŁo-estabelecida, dry humping, sink sex, sexo em semi-pĂșblico, sexo desprotegido (nĂŁo façam!), creampie, um tiquinho de nada de dacryphilia, palavras de baixo calĂŁo.
Jongseob nĂŁo era muito de socializar fora de seu grupo de amigos, que o adotaram na faculdade. Era um cara recluso que nĂŁo saia muito de casa, e gostava disso. Mas essas Ășltimas semanas ele quase nĂŁo tinha visto a luz do sol, estava ficando deprimido.
No desenrolar da mĂșsica eletrĂŽnica estourando os tĂmpanos e o local com pelo menos 200 pessoas enfurnadas lĂĄ dentro, Jongseob jĂĄ lembrava do porquĂȘ nĂŁo queria vir. Intak estava num canto se amassando com uma menina qualquer, Keeho e Jiung tinham sumido, e Taeyang e Shota faziam drinks na cozinha.
VocĂȘ nĂŁo tinha nem um pouco a ver com o estilo dele, mas era definitivamente a mulher mais linda que ele jĂĄ tinha visto. Presta atenção em seu sorriso enquanto conversava com a amiga, e sem querer sorri de volta ao soltar a fumaça.
VocĂȘ logo percebe um olhar sobre si, e o olha de volta. Era um garoto com cabelos pretos e longos caindo no rosto, curvado pra frente apoiado nos joelhos e um cigarro entre os dedos. Logo de cara o achou super estiloso, embora nĂŁo fosse parecido com os caras que vocĂȘ costumava ficar. Perde a atenção na sua amiga, que continuava falando enquanto vocĂȘ o encarava de volta.
ââ Oi! Acho que nunca te vi antes. ââ VocĂȘ diz se sorrir ao sentar ao lado dele e repousar as mĂŁos nas prĂłprias coxas, com uma confiança que vocĂȘ nĂŁo achava que tinha estando sĂłbria. Abre sua bolsinha e retoca seu gloss brilhante rapidamente. Espera que ele termine de tragar para te responder.
ââ Prazer, ______. ââ Faz o garoto dar uma risadinha similar a sua e assentir. O coração dele jĂĄ batia errado, por mais confiante que fosse. VocĂȘ nota o rosto mais de perto, os olhinhos puxados por baixo da franja e os lĂĄbios carnudos. Inevitavelmente umedece os prĂłprios lĂĄbios, e aproxima o tronco dele de levinho. ââ Por que nĂŁo vem sempre?
ââ Caramba, jura? ââ O pergunta, analisando seu rosto. O garoto assente e sorri de novo. Estava um pouco intimidado e envergonhado pela sua presença. ââ O que te animaria agora? ââ Pergunta âinocenteâ, tombando o rosto. Jongseob pensa bastante antes de responder, nĂŁo querendo colocar o carro na frente dos bois.
ââ Ah, nĂŁo sei... Fica um pouquinho aqui comigo? ââ Te pergunta receoso, nĂŁo sabendo se vocĂȘ aceitaria. Surpreendentemente vocĂȘ diz sim, e lhe dĂĄ um sorriso. A esse ponto ele jĂĄ estava quase apaixonado.
...
Engatam em uma conversa gostosa em poucos minutos, tentando descobrir um pouco mais sobre o outro. VocĂȘs esquecem completamente de seus respectivos grupos de amigos, imersos um no outro. Contam um pouco sobre o que fazem da vida, o que gostam de ouvir, e por aĂ vai.
Conforme o tempo passava, se sentia mais atraĂda por Jongseob. A forma com que seus lĂĄbios mexiam enquanto ele falava, o jeito que seu corte de cabelo combinava com seu rosto, seus acessĂłrios pratas que reluziam em sua pele.
ââ Acho que tem um jeito melhor de vocĂȘ me agradecer. ââ Fita os lĂĄbios do garoto, mandando o sinal. Acaricia o peitoral dele como quem nĂŁo quer nada, nessa altura jĂĄ tinha perdido toda a sua vergonha que restava. NĂŁo conseguia se padecer pelo charme do garoto.
Prontamente se coloca sobre o colo do garoto, querendo ir direto ao ponto. A sua ação direta arranca um sorriso malicioso de Jongseob, que passeia as mĂŁos em sua cintura e quadril. Junta suas coxas em volta do corpo esguio, enlaçando os braços em volta do pescoço do moreno. Repesca o beijo de antes, vagueando sua lĂngua pelos lĂĄbios inchadinhos e pelo mĂșsculo quente.
Sentiam como se o mundo em volta tivesse deixado de existir, e sĂł restava vocĂȘs e a nuvem de desejo que tinham criado. Antes que vocĂȘ pudesse se precipitar no ambiente em que estavam, levanta do colo e ajusta seu vestidinho ââ que deixava sua calcinha quase toda Ă mostra a esse ponto. Estende a mĂŁo pra ele e tomba a cabeça sedutoramente.
Assente desesperada, dando a luz verde para Jongseob desfazer o prĂłprio cinto e abaixar as calças. Aperta a prĂłpria ereção por cima da roupa Ăntima, te olhando com a sobrancelha levantada. Sorri travesso e vocĂȘ imita, se inclinando para descer a cueca para baixo. O moreno te agarra pelas bochechas e te beija de novo, direcionando as mĂŁos para o seu quadril novamente. Alinha a pica com a sua entrada, jĂĄ completamente encharcada.
Adentra seu buraquinho aos poucos, fazendo-o emitir um grunhido grave ao sentir seus sucos o sugando para dentro. VocĂȘ se segura na borda da pia, a sensação hipnotizante te fazendo perder o equilĂbrio. Jongseob começa a te estocar lentinho, nĂŁo querendo queimar a largada ââ vocĂȘ jĂĄ o apertava com gosto, mesmo que involuntariamente. O sente te alargando aos poucos, fazendo seus olhos revirarem. NĂŁo acanha os prĂłprios gemidos, jĂĄ que facilmente seriam abafados pela mĂșsica do lado de fora.
ââ Porra, vou gozar. ââ Te olha enquanto franze a testa, respirando ofegante e te estocando o mais rĂĄpido que conseguia. VocĂȘ nĂŁo estava longe, muito pelo contrĂĄrio ââ estava beirando o orgasmo, seu corpo jĂĄ dava todos os sinais. Mais algumas investidas fundas e vocĂȘ finalmente chega em seu auge, as lĂĄgrimas de prazer escorrendo em seu rosto e seus gritos mais agudos do que nunca. Arranca um sorriso assanhado de Jongseob que esporra em vocĂȘ logo em seguida, pintando suas paredes de branco.
ââ Ai, droga... Eu preciso ir. ââ O olha com uma expressĂŁo desagradĂĄvel, nem um pouco a fim de dar tchau para Jongseob. ââ Minha carona tĂĄ me chamando. ââ O garoto te devolve um sorriso amarelo, respirando fundo. Pega o nĂșmero dele, certamente o veria de novo. VocĂȘ o da mais um beijinho antes de se levantar. ââ A gente se fala, viu?
ââ E esse cabelo bagunçado? Tava fazendo o quĂȘ? ââ Keeho o olha com olhos astutos e sorri ladino enquanto espalhava mais ainda os cabelos longos, ligando os pontos do que havia acontecido. Jongseob nĂŁo consegue segurar o risinho que apareceu em seus lĂĄbios. ââ Ficou com quem, 'mano?
NĂŁo conseguiu responder, seus olhos correram para a sua silhueta deixando o ambiente no mesmo momento. VocĂȘ o olha enquanto falava no telefone, dando um sorriso largo. Gesticula para o telefone e diz um "eu te ligo" inaudĂvel ao sair pela porta. Agora havia descoberto que hĂĄ mais na vida do que ouvir nu-metal o dia todo. Tinha um novo fascĂnio agora, e tinha nome e sobrenome.
"vida... queria provar um drink seu." assume, um pouco envergonhada em estar dizendo isso em voz alta.
"como assim, maluca?" ri. "toda semana cĂȘ tĂĄ provando uma invenção nova, e nunca reclama, cachaceira do caralho." seu namorado brinca com seu cabelo, deixando um carinho ali.
e bem, as semanas se passam, vocĂȘ continua experimentando as maluquices alcĂłolicas do seu namorado, algumas boas demais ao ponto de beber tudo, outras qual vocĂȘ nĂŁo aguenta dar dois goles sem fazer careta e questionar os ingredientes com uma cara nĂtida de desgosto.
vocĂȘ senta assistindo o processo, ele colocando o gelo, vodka, o que vocĂȘ acha ser curaçau e leite condensado e mais uma dose generosa de algo que vocĂȘ nĂŁo reconhece muito bem, provavelmente algum ingrediente novo. ele bate o drink por um tempo, te encarando, o olhar mais mingyu possĂvel enquanto serve e adiciona mais um pouco do ingrediente que vocĂȘ nĂŁo reconhece.
mas essa sempre foi a dinĂąmica: vocĂȘ prova e sĂł entĂŁo tenta adivinhar o que estĂĄ bebendo.
sentindo o gosto salgado de mingyu na sua lĂngua.
"boa garota," diz com a voz carregada de tesĂŁo, "bebeu tudinho" o pau duro começa a roçar em vocĂȘ, "bebeu toda minha porra, princesa!"
seus olhos arregalam em puro choque, nĂŁo de forma ruim, mas entendendo que tudo faz sentido: o sabor, a textura, o jeito que ele te encarou antes de beber.
o resquĂcio te fazendo engolir em seco, lembrando do pedido de semanas atrĂĄs.
mingyu realmente bateu a prĂłpria porra junto com leite condensado e te assistiu beber como se fosse algo normal.
"isso era... teu esperma?" seus olhinhos brilham ao questionar, feliz demais, quase como quem tivesse ganhado um presente.
"tĂĄ surpresa por quĂȘ? cĂȘ sabe que faço tudo que vocĂȘ me pede."
"ei, ei!" ele ri. "deixa de ser doida." começa a desamarrar a calça de moletom. "vem cå. pega direto da fonte, gatinha."
tudo acontece bem rĂĄpido, vocĂȘ ajoelhada, mamando ele com devoção, sentindo o gosto salgado ficando de vez na sua lĂngua, sentindo as veias da piroca grossa contraindo, engolindo cada ml do lĂquido que saia da cabecinha inchada.
ele faz um rabo de cavalo no seu cabelo, te deixando brincar no pau babento, o olhar cai rĂĄpido na taça ainda em cima do balcĂŁo, agora vazia, porra, vocĂȘ realmente havia bebido aquilo.
e quando ele goza, mesmo que vocĂȘ jĂĄ tenha engolido esperma minutos antes, vocĂȘ continua devorando cada gotinha, levando mingyu para dentro de si de todos os jeitos possĂveis.
nĂŁo ironicamente no meio de pesquisas pra ver o que eu poderia mencionar de ingrediente (nĂŁo ficou igual obviamente) descobri um drink chamado 'esperma de smurf' (orig. semen de pitufo) entĂŁo fiquem ai com a receita <3
notas da autora: foi aqui que pediram uma pp bem loba botando um exibidinho no seu devido lugar? nĂŁo tinha pessoa melhor pra escrever isso aqui do que o intak... aproveitem! <3
ââ Cara, eu juro pra vocĂȘs que ele teve a pachorra de falar isso na minha cara⊠ââ Jongseob contava uma histĂłria sobre um amigo seu que havia ficado com a sua ex, ou algo assim. NĂŁo conseguia prestar atenção direito, Intak nĂŁo parava de jogar ĂĄgua no seu rosto.
ââ Porra, Intak, eu juro por Deus⊠ââ VocĂȘ se vira para o garoto revirando os olhos e diz baixo, tentando nĂŁo atrapalhar a conversa dos amigos. O olhava com os olhos cerrados limpando a ĂĄgua de sua bochecha, e o garoto solta uma risada cĂnica achando graça da sua raiva. ââ Se vocĂȘ continuar, âcĂȘ vai se ver comigo⊠ââ Aponta o dedo pro seu rosto, brincalhona. Ele passa o braço em sua cintura e te puxa mais pra perto.
ââ Que foi, Takki? Entra. ââ Diz com um sorriso ladino, sabendo que ele nĂŁo manteria a marra por muito tempo. Ele sorri de volta e obedece, se sentando ao seu lado, bem de pertinho. Passa o braço pelo seu ombro como quem nĂŁo quer nada, tentando esconder o fato de sempre ficar um pouco mais nervoso quando vocĂȘs estavam Ă sĂłs. Mas jamais admitiria, Ăłbvio.
VocĂȘ vira o rosto pra ele, dando um beijinho rĂĄpido em seus lĂĄbios molhados. ââ VocĂȘ acha mesmo que eu nĂŁo te aguento? ââ VocĂȘ pergunta baixo tombando a cabeça, fazendo um leve bico. Intak ri fraco da sua pergunta passando o dedo no seu nariz, imitando seu bico.
ââ Eu quero sim. ââ Te diz com o queixo levantado, te olhando de cima. Ătimo, bom saber. DĂĄ de ombros e se coloca sobre o garoto, montando sobre seu colo e apoiando suas mĂŁos nos ombros malhados. NĂŁo nota mais a expressĂŁo de choque do garoto, jĂĄ determinado em manter sua palavra.
Suas mĂŁos correm para a nuca molhada em resposta, o acariciando ali. Aprofunda o beijo com a lĂngua, fazendo-o te ceder o espaço. Cola seus torsos movimentando seu quadril pra frente, fazendo com que a ĂĄgua espirrasse no meio de vocĂȘs. Sentia a ereção do garoto crescer e te marcar no meio da suas dobras, te fazendo arfar baixinho. Por sorte o barulho dos jatos de ĂĄgua os abafam; ainda tinha que provar seu ponto pra ele. NĂŁo sabe por quanto tempo aguentaria, jĂĄ estava mais que afetada.
ââ Deixa eu te levar lĂĄ pra dentro⊠por favor⊠ââ Te diz baixinho com a voz grave repleta de luxĂșria, apertando sua cintura. Se decide em deixĂĄ-lo comandar, vocĂȘ jĂĄ sabia que vocĂȘ ganharia esse jogo. Mas ainda queria brincar um pouquinho mais. VocĂȘ sorri leve, penteando os cabelos escuros do garoto com a mĂŁo.
ââ Vai fazer o quĂȘ comigo, Takki? ââ Responde no mesmo tom, a voz mais doce do que mel. Intak nunca economizava nas palavras sujas, e vocĂȘ adorava. A pergunta claramente pretensiosa arranca uma risada travessa do garoto, que vocĂȘ imita.
ââ Quero tanto te comer. Fazer vocĂȘ ficar com a perna bamba. ââ Diz confiante e segura sua nuca, fitando seus lĂĄbios com um sorriso malandro. VocĂȘ sorri de volta pelas palavras chulas, mordendo o lĂĄbio inferior.
ââ Calma, princesa. Vou devagar. ââ Te devolve uma risada leve, colocando sua calcinha do biquini pro lado. Desliza os dedos pelas suas dobras e pelo seu pontinho, sentindo sua buceta quente com os carinhos. VocĂȘ tenta ao mĂĄximo conter seus gemidos manhosos, mas alguns passavam.
Intak se sentia um rei ao ouvir vocĂȘ, como se estivesse no topo do mundo. Sentia que te dominava, o sorriso largo em satisfação transparecia isso facilmente. Coitado, mal sabia eleâŠ
à surpreendida ao ser virada de costas pelo garoto, que agora se punha a beijar e lamber seu pescoço enquanto roçava a ereção na sua bunda de levinho. Não se acanhou em ficar parada, aproveitou pra esfregar sua carne na dele em resposta ao contato gostoso que te fazia arrepiar. Não sentia mais tanta necessidade de conter seus gemidos, jå que agora estavam 100% à sós.
Circula os dedos por alĂ de novo, levando a boca entre seu maxilar e seu ouvido, respirando ofegante. VocĂȘ estava gotejando, e nĂŁo sĂł de ĂĄgua. Precisava dele dentro de vocĂȘ logo. NĂŁo demora em desfazer os nĂłs e jogar sua parte de baixo no chĂŁo. Intak ri travesso com a cena, empurrando a prĂłpria pelve com a sua de novo.
Abaixa a prĂłpria bermuda e deixa o pau saltar pra fora, jĂĄ mais duro que pedra. Respirava ofegante ainda, e vocĂȘ estava na mesma. Apoia as prĂłprias mĂŁos na parede, curvando suas costas levemente. Ele alinha a extensĂŁo avantajada com sua entradinha e penetra devagar, gemendo grave. Aperta seu quadril enquanto estocava devagarinho, sentindo suas paredes o apertarem quase a vĂĄcuo.
VocĂȘ se acostuma com a grossura logo depois, sentindo o pau te alargando. NĂŁo se controla em gemer alto, o contato gostoso te fazendo revirar os olhos. Morde o lĂĄbio inferior a medida que ele aumenta a velocidade, tentando se segurar pra nĂŁo fazer um escĂąndalo. SĂł nĂŁo sabia que quem teria que se segurar era ele, que jĂĄ ficava hiperestimulado com sua buceta apertada.
Te empurra pra frente e pra trĂĄs te segurando com as duas mĂŁos, os dedos fundos na sua pele. Franze o cenho pela sensibilidade, dando graças a deus por vocĂȘ nĂŁo conseguir ver sua expressĂŁo agora. Mal conseguia se segurar pra nĂŁo gemer igual uma putinha, assim como vocĂȘ fazia. Segura em seu cabelo e aproxima a boca do seu ouvido de novo, em meio as estocadas fundas.
ââ P-porra de buceta apertada do caralho. ââ DĂĄ um beijo molhado em seu pescoço, tentando conter seus sons mais uma vez. Tinha que quase se forçar pra dentro de seu buraquinho pra que vocĂȘ nĂŁo o expulsasse. A pressĂŁo o faria ceder a qualquer momento. ââ Tava querendo tanto te fazer gritar assim.
Levanta sua bandeira branca de fato ao vocĂȘ olhar para trĂĄs e encontrar seus olhos. Aquele olhar, maldito olhar. Maldito olhar de quem estava delirando por estar sendo fodida com força. Se rende ao sentir o pau espasmar dentro de vocĂȘ, te estocando freneticamente a esse ponto. Antes que pudesse se segurar, sente seu leitinho correndo em suas veias e finalmente se esporrando em vocĂȘ.
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namorado!lee heeseung x leitora ââ smut & fluff +18
word count: 1.2k
conteĂșdo/avisos: conteĂșdo sexual explĂcito, relação estabelecida, sexo ao ar livre (mas nĂŁo em pĂșblico), sexo desprotegido (nĂŁo pode!!!), menção a skinny dipping, pet names (princesa, amor, bebĂȘ, etc), creampie, dirty talk, palavras de baixo calĂŁo.
menores nĂŁo interajam!
notas da autora: fiz essa curtinha pro namorado da vevĂȘ @butvega!!! e pra suprir minha obsessĂŁo recente com esse homem. aproveitem! <3
ââ Hmmmm⊠JĂĄ vou... ââ Responde com os lĂĄbios semicerrados. Era uma ideia Ăłtima e super romĂąntica, mas se arrepende um pouco de concordar em sacrificar suas boas horas de sono de um sĂĄbado de manhĂŁ pra fazer exercĂcio. Heeseung era bem ativo e vocĂȘ sempre soube, gostava disso nele; afinal haviam se conhecido na academia. Mas as vezes queria esganĂĄ-lo por essas ideias. Havia te prometido que a vista valeria a pena, e que teriam a praia praticamente pra vocĂȘs dois. Por outro lado, estava muito feliz de ter um tempo Ă sĂłs com ele; a rotina de vocĂȘs nem sempre permitia isso.
Chegam ao local ââ no meio do nada ââ pouco tempo depois, e iniciam a trilha. Lentamente começava a questionar suas escolhas, os dois completamente rodeados de ĂĄrvores e o pior: no escuro. Parecia interminĂĄvel. Heeseung te guiava, andando na sua frente com a lanterna, cambaleando pelo caminho irregular enquanto segurava sua mĂŁo.
ââ Ai amor, a gente 'tĂĄ chegando? ââ VocĂȘ pergunta, impaciente. NĂŁo queria soar como uma insuportĂĄvel, mas jĂĄ nĂŁo bastava ter acordado quase de madrugada ainda teria que correr o risco de ser comida viva por borrachudos. NĂŁo tinha nem ideia de como ele sabia desse lugar.
ââ 'TĂĄ aprovada? ââ Te pergunta com um sorriso largo, se aproximando pra te envolver com os braços e te dar um beijo na testa. VocĂȘ olha pra cima e assente sorrindo, se inclinando pra lhe dar um beijinho nos seus lĂĄbios. ââ Te amo.
Antes que pudessem se certificar que o campo realmente estivesse limpo, Heeseung jĂĄ estava por cima de vocĂȘ, deitados na toalha em cima da pedra. Suas pernas entrelaçadas no pescoço, a parte de baixo do biquininho azul turquesa pro lado e o namorado te estocando com fervor. Segurava em seu pescoço movimentando seu quadril pra frente e pra trĂĄs.
VocĂȘ sorri com o comentĂĄrio sujo. Sim, vocĂȘ era mesmo. Assim que chegaram sua cabeça imediatamente tinha ido pra isso, e nĂŁo se arrepende nem um pouco. Tinha a visĂŁo maravilhosa do sol nascendo com o seu namorado gostoso te fodendo fundo. NĂŁo existia nada melhor.
O garoto sorri pra vocĂȘ e te beija, explorando sua boca com a lĂngua. Os barulhos molhados de suas peles se chocando ficando mais altos que os barulhos das ondas ao fundo. Heeseung solta arfares manhosos, o suor jĂĄ cobrindo seu corpo. ââ P-porra... Que delĂcia. ââ VocĂȘ geme perto do ouvido do namorado, revirando os olhos. Sempre te comia tĂŁo gostoso.
Sua buceta contraĂa em volta do pau de Heeseung, que franzia a testa pela sensibilidade. Aumenta a velocidade das investidas, chegando perto de seu ĂĄpice. VocĂȘ chega em seu orgasmo pelas repetidas cutucadas em seu pontinho, o corpo estremecendo por inteiro. ââ Goza, princesa. Goza no meu pau. ââ Te mete mais rĂĄpido ainda, fazendo vocĂȘ gemer alto. Logo depois goza junto, lançando os fios de porra dentro de vocĂȘ.
Ⱐavisos: lactation kink, masturbação!fem, sexo com proteção, dirty talk.
O Rio de Janeiro nunca parava. Nem o barulho incessante das buzinas na avenida movimentada, nem o calor, que grudava na pele em forma de suor, nem a vida corrida que parecia engolir todo mundo. Ele voltava para casa depois de mais um dia de trabalho. A mochila nas costas, a roupa bem engomada, basicamente repleta de suor. Os Ășltimos raios de sol daquela tarde de verĂŁo batiam na testa de Jungwon, fazendo-o brilhar.
Ele era um rapaz bonito, e isso era um fato. As moças do bairro, e da pequena vila onde morava sempre babavam nele. O cara quietinho que trabalha com âalguma coisa de tecnologiaâ. Mas vocĂȘ nĂŁo. VocĂȘ nĂŁo tinha tempo. Estava ocupada demais tentando levar uma vida digna, e dar tudo aquilo que seu filho precisa e merece.
E lĂĄ estava vocĂȘ, na fila do caixa, atrapalhada para pegar seu celular na mochilinha de coala, com uma mamadeira com ĂĄgua nas mĂŁos, a sacola com os seus pĂŁes, e Theo chorando no outro braço. Seu cabelo jĂĄ colava na nuca pelo suor e desespero. Queria acalmar o bebĂȘ, pegar o celular para pagar o pĂŁo, dar ĂĄgua para ele. Queria chegar em casa logo e colocĂĄ-lo para dormir. Descansar. Precisava descansar.
Sem falar nada, Jungwon se aproxima, pega a garrafinha de ĂĄgua de sua mĂŁo, e apoia a mochilinha pra que vocĂȘ consiga manusear melhor. VocĂȘ sorri para ele. Um sorriso fraco, sem graça.
Em outra visita a cafeteria, onde descobriram ser um ponto de encontro gostoso, vocĂȘs descobriram algo juntos.
Theo estava inquieto, oito meses e personalidade suficiente. Mexia nas coisas da mesa, puxava sua blusa, dava resmunguinhos.
âCalma, filho, mamĂŁe tĂĄ aqui.â
Pensou em desistir do encontro e ir pra casa, mas logo escutou a voz calma de Jungwon murmurando um âoiâ baixinho.
âOi.â, vocĂȘ responde nervosa, ajeitando o bebĂȘ no colo, que passa a olhar curioso para Jungwon.
âFoi mal o atraso, teve acidente ali atrĂĄs, tĂĄ tudo paradoâŠâ
âDe boa.â
VocĂȘ sorri carinhosa. Theo passa a bater as mĂŁos gordinhas na mesa, em uma tentativa Ăłbvia de chamar a atenção de Jungwon, que se sentou ao seu lado. DĂĄ alguns gritinhos animados, abrindo um sorriso enorme repleto de exatos DOIS dentes.
âEle gosta de vocĂȘ.â, vocĂȘ murmura sorridente. Jungwon parece feliz igual, com o bebĂȘ se aninhando no colo dele, mexendo no cordĂŁo em seu pescoço.
Se tornou natural a presença dele. Saiam juntos, ele carregava Theo nos ombros, levava a fĂłrmula que sabia que Theo tomava, te levava chocolates, passava na feira e levava frutas pro bebĂȘ.
VocĂȘ ria demais com ele. Se sentia leve. Mas ainda tinha aquele medo, porque nĂŁo era sĂł vocĂȘ. Era vocĂȘ, e o Theo.
Em uma noite, consegue um vale night. Sua mĂŁe cuidaria de Theo para que vocĂȘ fosse jantar com Jungwon. E depois de alguns vinhos, a conversa leva vocĂȘs aonde deveria.
âEu sei.â, pousa a mĂŁo sob a sua. âNunca achei que fosse sĂł vocĂȘ.â
Mas aquilo nĂŁo era o suficiente pra vocĂȘ.
âVai ter horas que vai ser complicado, eâŠâ
âEu sei. E eu nĂŁo ligo. Quando for difĂcil, a gente da um jeito de resolver. Juntos. Os trĂȘs.â
Ali ele te ganha.
As prĂłximas horas sĂŁo uma sequĂȘncia de acertos que se iniciam no momento em que vocĂȘs chegam em sua casa vazia. Muito bem arrumada, o cheirinho de mamĂŁe e bebĂȘ por todo lado, e em sua cama de casal, vocĂȘ e Jungwon se fundindo quase em um sĂł.
Ele nĂŁo nega que seus peitos chamam atenção. Sempre parecendo tĂŁo apertados nas blusas que vocĂȘ usa, ou raramente quando dĂĄ de mama pra Theo na frente dele. Ele tentava evitar o olhar, se sentia impuro, um pervertido, mas era surreal o quĂŁo deliciosa vocĂȘ ficava com os seios fartos espremidos no sutiĂŁ de amamentação.
Agora vocĂȘ estava ali, com os peitos na frente do rosto dele, prontinhos pra serem cuidados por ele. A feição sofrida te causa curiosidade, e ele percebe.
âPossoâŠ? Colocar na boca?â, diz baixinho, afetado.
Com a mĂŁo de baixo de seu quadril, a impulsiona para o alto, afim de enfiar em outra posição, de modo que chegue em seu ponto G. Ă demais. Demais. Seu coração acelera, e suas pernas tremem. O ar começa a te faltar, as unhas longas fincando-se nas costas largas do Yang, o nome dele saindo de sua boca mais alto do que vocĂȘ havia calculado.
âIsso, porra. Me arranha, goza no meu pau. Me aperta assim, linda, goza em mim.â suas palavras sĂŁo desconexas, sente em cada centĂmetro de sua rola suas paredes o apertando, o ouvido zumbindo, as bolas pulsando querendo liberar a porra espessa.
A franja que antes lhe dava um ar juvenil jĂĄ estava bagunçada e colada pela testa devido o suor, mas ele nĂŁo parava nem por um segundo. Era uma sequĂȘncia rĂĄpida de investidas, profundas, com força.
Ele nĂŁo conseguia aguentar. VocĂȘ super lubrificada devido ao orgasmo, toda molinha de prazer nos braços dele, os seios enormes pulando a cada socada, ainda vazando um pouco de leite.
EntĂŁo ele explode, fazendo o que vocĂȘ menos esperava: gemendo seu nome manhosinho, abraçado a sua cintura, com a testa colada na sua.
mecĂąnico!mingyu + leitora âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: sexo em pĂșblico (na rua), sem camisinha, 'putinha, cachorra' e derivados, oral (f.), leve exibicionismo (um carro passa), size kink, puxada de cabelo, tapa na bunda.
âboa noite, mingi! desculpa ligar esse horĂĄrio, mas meu carro simplesmente morreu no meio da rua.â
e entĂŁo escuta um suspiro do homem ao lado, âoi, tĂĄ tudo bem com vocĂȘ?â diz que sim, que o automĂłvel apenas desligou mas sem envolver nenhum tipo de acidente. âcara, eu tĂŽ viajando com a minha mulherâŠâ admite, fazendo vocĂȘ pedir um milhĂŁo de desculpas. ârelaxa, faz o seguinte, tĂŽ te mandando o nĂșmero do mingyu que trabalha comigo lĂĄ na oficina, acredito que ele consiga te socorrer, beleza?â
dĂĄ pra notar fĂĄcil os braços fortes, o jeito relaxado que ele fecha a porta com uma mĂŁo sĂł e caminha na sua direção como se nĂŁo tivesse saĂdo em plena quase madrugada pra te socorrer.
maldito homem gostoso de forma natural.
âvocĂȘ quem falou com o mingi?â a pergunta soa baixa, rouca, carregada de sono, vocĂȘ se sente um pouco culpada pois ele claramente estĂĄ cansado.
âs-sim. perdĂŁo pelo horĂĄrio, eu sĂł realmente confio nele e na equipe.â
âele me disse, tava dormindo quando ele me ligou e falou que cĂȘ ia mandar mensagem.â confessa.
vocĂȘ morde os lĂĄbios, a festa foi um saco, seu carro morreu no meio da rua, contudo talvez a noite nĂŁo termine tĂŁo ruim assimâŠÂ
âe vocĂȘ? costuma atender assim?â pergunta, olhando descaradamente pro short baixo e pra regata preta colada no corpo dele. mingyu inclina a cabeça quase como quem perguntava o porquĂȘ. âsem uniforme, casual.â
volta a se inclinar sobre o motor, os dedos longos jĂĄ manchados de graxa, e a postura relaxada de quem claramente tĂĄ acostumado a resolver problemas assim.
vocĂȘ, por outro lado, tĂĄ ocupada demais tentando nĂŁo reparar no homem gostoso a sua frente, claramente babando por ele igual uma cadela no cio.
âaliĂĄs ele me deve muito por isso.â mingyu comenta distraidamente.
âpor ter te acordado?â
ânĂŁo.â ergue os olhos pra vocĂȘ por um segundo, limpando os dedos na camiseta. âpor me mandar sozinho numa rua deserta com uma mulher dessas usando essa sainha.â
vocĂȘ engasga, as perninhas vacilando por meio segundo enquanto ele volta a olhar pro motor como se nĂŁo tivesse acabado de flertar descaradamente contigo.
âporque toda vez que olho, cĂȘ tĂĄ me encarando doida pra me dar.â
sua respiração trava, e mingyu solta um riso, indo em direção ao carro da oficina pra pegar outra bateria.Â
enquanto isso vocĂȘ tenta recuperar um pouco da prĂłpria dignidade, abre a bolsa jogada no banco do passageiro e se inclina pela janela aberta procurando seu gloss, distraĂda demais tentando reorganizar a cabeça depois daquelas frases absurdas.
e entĂŁo suas pernas vacilam, porque vocĂȘ sente o pau duro roçando depravadamente em vocĂȘ.
o tecido fino da saia fazendo com que vocĂȘ sinta bem o cacete grosso roçando na sua bunda.Â
âeu tentei me controlar.â ele confessa baixo, quase rindo. âjuro que tentei.â
mas o filho da puta nĂŁo parece arrependido, muito pelo contrĂĄrio. ele esfrega de novo, mais firme, arrancando um suspiro involuntĂĄrio seu enquanto a mĂŁo desce um pouco, agora brincando com o cĂłs da saia.
âcĂȘ aparece usando essa sainha minĂșsculaâŠâ mingyu aproxima a boca do seu ouvido. âfica me olhando com essa carinha de puta, e ainda fica assim, toda dobrada na janela do carro pra mim.â
e mingyu solta um som rouco contra seu ouvido quando percebe o que vocĂȘ tĂĄ tentando fazer.
âgostosaâŠâ ele geme. vocĂȘ o sente ele o quadril outra vez, mais pesado, depravado, aproveitando descaradamente a forma como sua saia sobe um pouco naquela posição. âeu sĂł vim trocar a porra de uma bateria.â
vocĂȘ vira o rosto ainda com metade do corpo dentro do carro, sem conseguir enxergar direito, mas vendo sĂł o suficiente do corpo grande se esfregando no seu.
âputinha linda!â ele levanta sua saia, expondo a calcinha tĂŁo curta quanto, o tecido bem atolado no seu rabinho, molhado na sua entradinha, deixando ele maluco. âsabia desde a hora que desceu do carro que cĂȘ ia me dar problema.â
nesse momento foda-se qualquer coisa, foda-se o emprego, a porra da bateria, foda-se se vocĂȘs estĂŁo no meio da rua e qualquer um pode passar aliâŠÂ
mas diferente do que vocĂȘ espera, mingyu nĂŁo volta a esfregar o pau em vocĂȘ, ele se ajoelha, pouco se importando com o joelho no asfalto, e entĂŁo enfia o rosto em vocĂȘ.Â
a lĂngua roçando o tecido Ășmido que mal cobria sua bucetinha, âdelicia.â solta um gemido contra sua pele, cheirando vocĂȘ em seguida.
âp-porraâ geme manhosinha, levando a vibração pro cacete duro dele.
mingyu puxa o pau pra fora da bermuda, mas nĂŁo se toca, apenas deixa o caralho latejante ali. tĂĄ ocupado demais te chupando, sua buceta ficando ainda mais molhada a cada lambida, contraindo no vazio.
o mĂșsculo molhado entra no seu buraquinho, sentindo o gosto salgado. mingyu grunhindo, passando a lĂngua por vocĂȘ inteira, se aproveitando da posição pra deixar uma lambida no seu cuzinho, esfregando a cara ali, feliz.
âmerda.â resmunga, encarando a ponta dos dedos sujas com graxa, por mais que ele tentasse limpar, ainda tinha resquĂcios ali. âqueria tanto dedar essa bucetinhaâ assume.Â
ele grunhe, irritado, se ajeitando e voltando a te chupar lascivamente, percorrendo a lĂngua na sua entradinha encharcada, afundando o rosto ali, te fazendo revirar os olhinhos enquanto tenta se agarrar no volante e no banco,
mingyu te chupa como se fosse a Ășltima refeição da vida, se diverte forçando o mĂșsculo no seu cuzinho, vendo vocĂȘ dar gritinhos, entĂŁo voltando pra sua buceta e enrolando seu clitĂłris de uma forma lasciva. sua perna treme e ele ri, se afundando ainda mais em vocĂȘ, apertando com força seu quadril.
os lĂĄbios quentes te devorando num beijo intenso, seu gostinho na lĂngua dele, te dominando, a mĂŁo grande subindo pelo seu corpo, adentrando sua blusa e procurando seus peitinhos, ele abre o sutiĂŁ de qualquer jeito, apertando o peito e brincando com o biquinho duro pelo frio. âcaralho.â
ele segue rodeando o mamilo com o polegar, enquanto a boca morde e chupa seu maxilar e pescoço, deixando algumas marquinhas leves ali, sua buceta encharcando de novo.Â
âme fode, mingyu!â geme rouca, necessitada.Â
num movimento brusco sua saia ta embolada na sua cintura, ele logo pegando a piroca enorme, grossa, e roçando na entradinha molhada.
âpor favorâŠâ manha de novo, abrindo as perninhas.
o pedido fazendo mingyu perder o Ășltimo resquĂcio de sanidade. ele arranca de uma vez a sua calcinha, jogando ela ao lado da bateria, e sem qualquer carinho empurra pra dentro.
bruto. forte. sua bucetinha apertada contraindo na piroca grossa latejando dentro de vocĂȘ.
âbuceta gostosa.â geme, ao mesmo tempo que puxa sua blusa mais pra cima, o sutiĂŁ meio deslocado deixando seus mamilos expostos bem empinadinhos pra ele.Â
o capĂŽ frio nas suas costas quando mingyu te deita completamente, metendo o pau devagarzinho, fazendo o buraquinho se acostumar com o cacete grande, saĂndo por completo sĂł pra voltar de uma vez, fazendo vocĂȘ choramingar igual putinha no caralho grosso.
âapertada pra caralho!â rosna. os olhos firmes no seu, fazendo sua bucetinha pulsar ainda mais ao redor dele.
entĂŁo ele sai, puxando tudo pra fora e em seguida enterrando fundo a piroca de uma vez, mais forte, te fazendo gemer alto, sem qualquer vergonha, o pau grosso esticando toda sua buceta apertada.
âeu vou arrombar sua bucetinha, quero vocĂȘ burra de tanto pauâ promete, e entĂŁo faz de novo, mais rĂĄpido, enterrando fundo, fazendo as bolas baterem contra vocĂȘ, fazendo o capĂŽ do carro dar uma leve rangida.
as mĂŁos de mingyu apertam seus peitos, o corpo deita sobre o seu te dando um beijo sujo enquanto o pau dele te empala sem qualquer decĂȘncia.
um carro passa ao lado de vocĂȘs, o farol baixo iluminando vocĂȘs dois no ato profano, mas ele nĂŁo se importa, muito menos vocĂȘ, as estocadas seguem fortes, acertando seu ponto de prazer, te fazendo revirar os olhos pra ele. o carro passa devagar, encarando vocĂȘs dois, aproveitando o pequeno show, mas nĂŁo para, apenas segue adiante e desaparece na esquina.
resmunga quando o cacete sai completamente de dentro de vocĂȘ, mas mingyu logo resolve, agarrando sua cintura e virando seu corpo, te colocando de quatro no capĂŽ frio.
seu rostinho contra o metal gelado.
e antes que vocĂȘ respire, mingyu enterra a piroca grossa em vocĂȘ, a posição fazendo ela deixar vocĂȘ cheinha, acertando bem seu pontinho, te fazendo revirar os olhos enquanto geme alto.
âgostosa. puta que pariu.â desfere outro tapa.
o pau maltratando sua bucetinha, a força das estocadas fazendo seu corpo quase pular contra o capÎ, o metal frio provocando sensaçÔes novas no seu corpinho jå delirante de tesão.
mingyu te come firme, forte contra seu quadril, fazendo vocĂȘ sentir cada centĂmetro do cacete dele.
âgeme cachorra, geme pra mim enquanto meu pau destrĂłi essa bucetinha.â
vocĂȘ obedece, gemendo ainda mais alto, sem conseguir se segurar.
a posição, a pica abrindo sua buceta, te acertando no pontinho certo enquanto lateja dentro, as bolas batendo contra seu corpo, a pele suada deixando os âplocâ audĂveis.Â
ele agarra seu cabelo, a mĂŁo firme puxando um punhado enquanto suas unhas arranham levemente o capĂŽ, mingyu nota, satisfeito, o seu corpo tremendo, sua buceta gostosa se apertando ainda mais no pau dele.
e vocĂȘ goza, gritando ainda mais alto o nome dele, a buceta contraindo em volta do pau grande todo enterrado em vocĂȘ, tentando sugar ele ainda mais pra dentro.
os jatos de leite quente, fundo dentro de vocĂȘ, enchendo toda sua buceta. ele tenta se enterrar ainda mais, atolando fundo o pau em vocĂȘ, te fazendo levar cada gotinha da porra. Â
vocĂȘs começam a recobrar a respiração, os peitos acelerados, os corpos moles, ambos suados, mas rindo a toaâŠÂ
mingyu sai de dentro de vocĂȘ, arrastando um pouco do esperma pra fora, e te ajuda a sentar no capĂŽ, guarda o prĂłprio pau meio desajeitado na cueca e puxa a bermuda pra cima, em seguida puxa sua saia com cuidado pra baixo, e depois ajeita o sutiĂŁ e a blusa. vocĂȘ finge nĂŁo perceber ele botando sua calcinha no bolso.
regime clt (consolidação das leis do tesĂŁo) consiste em um compilado de histĂłrias do seventeen onde eles sĂŁo trabalhadores que, de alguma forma, acabam prestando serviço a vocĂȘ. apesar das profissĂ”es distintas ambos tem algo em comum... a vontade grutal de te comer.
seungcheol: policial
jeonghan: advogado
joshua: barman
junhui: professor de artes maciais (do seu sobrinho)
hoshi: professor de dança
wonwoo: t.i
jihoon: produtor
minghao: dj
mingyu: mecĂąnico
dokyeom: professor de ioga (sujeito a alteração)
seungkwan: vendedor de loja
vernon: entregador de pizza
dino: stripper
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Seu irmão mais novo, Jay, havia se decido em dar uma festa de despedida pra si mesmo, jå que estaria se mudando para longe por ter entrado na faculdade dos sonhos. Sentia uma mistura de tristeza e nostalgia pela situação. Ao mesmo tempo que teria um pouco mais de paz em casa, sentiria saudades de suas brigas corriqueiras de manhã. E estava muito orgulhosa dele.
Frequentava sua casa sempre, os dois amigos eram inseparĂĄveis. Sentia algo a mais toda vez que Jungwon te dava um sorriso largo, se referia Ă vocĂȘ como noona e te abraçava por mais tempo que necessĂĄrio. Adorava ser a âirmĂŁ gostosa de Jayâ, principalmente quando o assunto era ele. Na real, sĂł queria a atenção dele. E vocĂȘ sempre tinha.
ââ TĂŽ bem, Wonnie! E vocĂȘ? ââ JĂĄ havia esquecido de cumprimentar o resto do grupo, imersa na presença de Jungwon. O apelido carinhoso te dĂĄ um leve calafrio, dos bons. Nota sua saia jeans curta e a blusa que encorpava seus seios da melhor forma possĂvel. O garoto assente meio desajeitado, olhando para o lado.
ââ Poxa vida, jura? ââ VocĂȘ finge desapontamento, e o olha tombando a cabeça. Jungwon sorri e assente pra vocĂȘ, um pouco envergonhado. ââ Mas vocĂȘ âtĂĄ tipo... de boa com isso? ââ Complementa sua frase com um joinha.
ââ Porra, mano. Acabou de chegar e jĂĄ tĂĄ se jogando na minha irmĂŁ? ââ Escuta Jay perguntando indignado na distĂąncia, seguido de algumas risadas. Inconscientemente ri do comentĂĄrio do irmĂŁo, enquanto abria sua playlist. Ă claro que ele jĂĄ havia percebido antes, e sempre se irritava. Sempre deixou claro que vocĂȘ estava fora dos limites pra qualquer um de seus amigos, mas era mais forte que ele.
Se dirige para o sofĂĄ da sacada, onde alguns de seus amigos estavam jogando beer pong. Era um pouco aliviador ter pessoas ali da sua idade, se sentia um pouco deslocada no meio da molecada. Em meio Ă s risadas, olha para a sala Ă sua frente de novo.
Sem querer encontra os olhos de Jungwon, que jĂĄ te fitavam hĂĄ um bom tempo sem que vocĂȘ percebesse. O garoto segura o contato visual por bons segundos, e sorri de lado. Oi? NĂŁo fazia ideia de onde essa confiança dele tinha vindo, sempre agiu desajeitado perto de vocĂȘ. Teria que cuidar disso. De hoje nĂŁo passa.
ââ Sobre o que estĂŁo falando? ââ Apoia as mĂŁos no assento, se envergando na direção dele, falando perto de seu ouvido. Por reflexo do nervosismo ele se afasta, te arrancando um pequeno sorriso. Fofo demais. Conseguiria o fazer gaguejar com absolutamente nada.
ââ A-ah, o Hee tava contando sobre o curso que ele tĂĄ fazendo... ââ VocĂȘ se aproxima mais ainda, podendo sentir seu perfume amadeirado de novo. ââ Nada de mais... ââ Jungwon vira o rosto mais em sua direção, quase encostando em seus lĂĄbios. Sente o rubor subindo em sua face, a confiança de horas atrĂĄs jĂĄ nĂŁo se apresentava da mesma forma. Ter vocĂȘ tĂŁo pertinho dele o intimidava.
VocĂȘ assente, fingindo se importar. SĂł queria uma desculpa pra puxar assunto com ele. Deita seu tronco no encosto do sofĂĄ, o garoto observando cada movimento seu. Lambe os lĂĄbios antes de fazer um comentĂĄrio ousado:
ââ Q-quĂȘ? ââ Os olhinhos se abrem mais ainda, em surpresa e confusĂŁo. Agora que vocĂȘ estava quase que em cima dele, nĂŁo sabia o que fazer com vocĂȘ. Era divertido te olhar de longe, imaginar o que vocĂȘ fazia sozinha em seu quarto quando ele e Jay jogavam videogame, fitar sua boca enquanto vocĂȘ falava, sentir seu corpinho em seus braços nos abraços desajeitados... Mas agora sentia seu coração palpitar errado.
ââ Acha certo isso? Ficar comendo a irmĂŁ do seu amigo com os olhos? ââ Olha para os lados de novo, voltando sua atenção a Jungwon em seguida. Estava vermelho como pimenta, principalmente ao notar seus olhos semicerrados em direção a ele. Passeava seus olhos por todo o rosto, focando na boquinha rosada. Era lindo demais.
O garoto gagueja mais uma vez, e vocĂȘ o interrompe, continuando. ââ Eu acho... Mas nĂŁo precisa ser sĂł com os olhos... ââ Passeia sua mĂŁo sobre os ombros dele, o toque leve como pena. Tomba a cabeça fazendo um bico, seguido de um sorriso travesso. Jungwon quase engasga com a sua objetividade, mas sentia a ereção crescer sĂł pela ideia da possibilidade de te ter dessa forma. E essa foi a gota d'ĂĄgua.
Antes que nĂŁo conseguisse se segurar mais, encosta seus lĂĄbios de levinho, o convidando para o beijo. Jungwon hesita no começo, mas logo entra em sua sintonia e o aprofunda. Aperta sua cintura com força, tentando descontar o tesĂŁo que jĂĄ sentia. VocĂȘ explora sua boca com a lĂngua ligeira, o fazendo arfar. A reação te faz sorrir em meio ao Ăłsculo, os estalos molhados e respiraçÔes pesadas sendo os Ășnicos barulhos audĂveis no ambiente.
Arrasta suas mĂŁos por dentro da regatinha branca que ele usava, arrastando as mĂŁos pelas costas. Sentia a ereção te cotucando na coxa, deixando sua calcinha cada vez mais lambuzada. Jungwon mal conseguia segurar seus sons obcenos, ainda sem acreditar que isso era real. Em um movimento ousado, levanta sua regata e a joga pra longe, deixando o tronco definido Ă mostra. A sua boca enchia de ĂĄgua. VocĂȘs dois jĂĄ muito fundo na onda erĂłtica que haviam se inserido.
Abocanha a pele do pescoço do garoto novamente, que sĂł continuava ali, sendo quase devorado por vocĂȘ. VocĂȘ desce os beijos pelo abdĂŽmen trincadinho, chegando quase em seu umbigo, se ajoelhando no chĂŁo. Jungwon leva uma de suas mĂŁos para seu cabelo, apertando a regiĂŁo um pouco mais do que deveria. VocĂȘ nota e se levanta, alinhando seus rostos de novo com um olhar preocupado.
ââ O que foi, meu bem? ââ Nota o olhar desajeitado do garoto, que evita contato visual com vocĂȘ. Acaricia a lateral de seu rosto, passeando os dedos por sua orelha. Ele abre a boca algumas vezes para tentar falar.
ââ Desculpa, noona⊠Eu nunca fiz isso antes. ââ Confessa num suspiro envergonhado, com medo de que vocĂȘ nĂŁo quisesse pegar um virjola inexperiente. Sorte a dele, vocĂȘ pensava justamente o contrĂĄrio. VocĂȘ sorri doce, achando graça da vergonha do garoto. Os lĂĄbios de Jungwon jĂĄ estavam roxinhos e inchados pelos beijos, te convidando para mais.
Tira suas botas e lentamente senta em seu colo, acomodando cada perna em volta do garoto. Dessa vez, o garoto agarra seus cabelos da nuca e alcança seus lĂĄbios, sentindo seu corpo formigar ao sentir vocĂȘ em cima dele. O beija de volta ferozmente, te incentivando a rebolar em cima de sua ereção. Jungwon geme em meio ao beijo, e dessa vez vocĂȘ o espelha, a pressĂŁozinha gostosa em seu clitĂłris te deixando molinha.
Aumenta a intensidade dos movimentos a medida que o beijo aprofunda, sua sainha jeans jĂĄ subindo pra sua cintura. Jungwon sentia que estava em outro mundo. Sobe as mĂŁos para seu quadril e em seguida para seu seios cobertos, os apertando com volĂșpia. Cansada de esperar, vocĂȘ empurra o tronco do garoto para deitĂĄ-lo na cama, e sua ação o deixa surpreso. O moreno arregala os olhos e solta um sorriso de orelha a orelha, antecipando suas açÔes.
Apoia as mĂŁos em seus ombros e aprofunda as reboladas, praticamente grudando suas pelves e desacelerando o movimento. Jungwon revira os olhos e solta um gemido grave, quase hiper estimulado pela visĂŁo e pelos estĂmulos que vocĂȘ o dava.
Em meio a os suspiros e gemidos manhosos, começa a deslizar muito facilmente, suas intimidades jĂĄ muito lubrificadas. Jungwon vira uma bagunça arfante, desesperado pra te sentir em volta dele. Desce uma das mĂŁos e acaricia o pau coberto pela roupa intĂma, fazendo o garoto tremer no prĂłprio lugar. DĂĄ um apertĂŁozinho de leve, esfregando sua mĂŁo num vai-e-vem hipnotizante.
Antes que Jungwon pudesse choramingar, vocĂȘ desliza os dedos na glande e espalha a lubrificação pela regiĂŁo cor-de-rosa, fazendo o garoto emitir um gemidinho que parecia quase um miado. Entraria em um colapso se nĂŁo te sentisse logo. Olha no fundo de seus olhos, e começa a punhetar a extensĂŁo generosa, a deixando meladinha.
ââ Posso sentar pra vocĂȘ, amor? ââ Pergunta meiga, como se nĂŁo estivessem fazendo algo completamente sujo. O fato de terem um contato "proibido" assim, te deixava louca. Cerra mais seus dedos em volta da extensĂŁo, aumentando a velocidade com que ordenhava seu pau.
ââ A-ahn... Por favor... S-sim, por favor. ââ Jungwon mal conseguia manter os olhos abertos diante da visĂŁo mais pornogrĂĄfica que jĂĄ teve em primeira pessoa, ainda mais com a mulher que ele deseja hĂĄ anos. O pomo de adĂŁo saltitando toda vez que engolia em seco te excitava demais. Estava desesperado, faria tudo o que pudesse pra te ter por cima dele. NĂŁo que precisasse, vocĂȘ estava tĂŁo afetada quanto.
Sem demora, alinha o pau com a sua entrada e finalmente desce devagarinho, fazendo vocĂȘs gemerem alto em sintonia. ApĂłs algumas sentadas, começa a se acostumar com o tamanho, que te preenchia por inteiro. Cavalga com gosto sobre o pau molhadinho, te acertando fundo no seu pontinho mais sensĂvel.
Resolve juntar as sentadas com reboladas, fazendo o pau explorar suas paredes por completo. A sensação de ser abertinha assim te faz querer gritar, e alguns gritinhos escapam. Tenta se manter ajuizada por saber que a casa estava cheia, mas não conseguia, era demais. Gotas e mais gotas de suor jå escapavam de seus corpos, as pontinhas do cabelo de Jungwon jå grudando na testa. Sentia sua buceta o apertar
Aumenta a velocidade das sentadas, quicando quase freneticamente. Arfava desgovernada, fodendo gostoso no pau do garoto. Apoia suas mĂŁos no colchĂŁo a sua frente, Jungwon apertando seu quadril pra te ajudar nos movimentos. ââ N-noona... ââ Consegue falar mole, em meio aos grunhidos manhosos e as sentadas fortes. ââ Eu vou gozar... ââ Aperta o rostinho pela sensibilidade e morde o lĂĄbio, sentindo o leitinho espesso chegar.
ââ Goza meu amor. Goza em mim. ââ VocĂȘ se sentia mais perto ainda, o pau grosso te abrindo por completo. Toda vez que sentava mais fundo sentia a cabecinha te acertar no seu pontinho mais meloso, te fazendo gemer alto e te levando cada vez mais perto do orgasmo. Espasma sua buceta em volta do membro mais uma vez, e o garoto cede. Jorra seu leitinho quente em vocĂȘ e goza num gemido longo, e vocĂȘ atinge seu ĂĄpice logo depois. Para as sentadas assim que sente a porra te transbordar e notar a respiração ofegante de Jungwon.
ââ Ă... Jungwon? T-tĂĄ aĂ? ââ Escuta a voz de Sunghoon do outro lado da porta. Estava envergonhadĂssimo por ter interrompido a foda do garoto, que ouviu claramente ao passar pelo corredor. ââ D-desculpa, a gente precisa ir... O Jake deu pt. ââ Jungwon iria embora de carona com ele, mas acreditou que fosse mais tarde.
Ele rapidamente limpa a garganta e franze a testa em vergonha, e vocĂȘ ri da reação. ââ A-aham, jĂĄ vou. ââ Te olha de novo e ri escrachado. ââ Obrigado, Noona. ââ Te dĂĄ um beijinho antes de se levantar da cama e se arrumar pra sair. ââ Eu quero de novo.
O quarto de Jisung representa bem a personalidade dele: estantes lotadas de mangĂĄs e manuais de Dungeons & Dragons, a parede perto da cama coberta por pĂŽsteres de jogos e filmes que vocĂȘ sĂł conhece por causa das tantas horas que ele jĂĄ passou falando sobre. As inĂșmeras prateleiras abarrotadas de action figures e outros itens colecionĂĄveis, organizados meticulosamente.
Sempre tem algo novo que chama sua atenção, seja um bonequinho diferente, um livro que vocĂȘ nunca viu antes ou algum trequinho tecnolĂłgico que vocĂȘ nem sabe pra que serve, mas que ele com certeza adoraria explicar por horas se vocĂȘ perguntasse.
â Continua, amor⊠me conta mais sobre esse seu joguinho aĂ. â Murmura contra o pescoço dele, dando uma lambidinha lenta em cima daquela veinha proeminente, roçando sua bunda de um jeito nada inocente sobre o volume que desperta sob a calça dele. Ele deixa escapar um gemido baixinho, fechando os olhos por um segundo antes de tentar retomar o raciocĂnio.
â E e-esses itens⊠os dispositivos Zonai⊠eles sĂŁo milenares, sabe? â Ele gagueja, a voz falhando feio enquanto vocĂȘ sobe os beijos novamente. Engole seco. â⊠ahnn, espera.
NĂŁo dĂĄ pra resistir mais nem se ele quisesse. No momento em que sua boca abandona o pescoço e vai direto para o lĂłbulo da orelha dele, dando aquela lambidinha provocante que vocĂȘ sabe ser o ponto fraco do mesmo, Han se entrega de bandeja. Ele fecha os olhos com força, a cabeça pendendo pro lado enquanto as duas mĂŁos abandonam o console e espalmam firmes na sua bunda, apertando vocĂȘ contra ele num gesto desesperado.
â NĂŁo acho que pedir pra falar do que gosta enquanto sua namorada super gostosa te enche de mimo configure uma tortura, nĂŁo, viu? â Pontua, falsamente inocente, sentindo a risadinha dele reverberar em vocĂȘ. VocĂȘ logo adentra a mĂŁo entre as madeixas macias do namorado, Han se arrepia sĂł de sentir seu toque subindo pela nuca dele.
Com a outra mĂŁo, vocĂȘ levanta o rostinho dele: os Ăłculos tortinhos, a franja bagunçada e as bochechas coradinhas, ele quase nĂŁo consegue sustentar o olhar. VocĂȘ sorri, predatĂłria, sela beijinhos nos lĂĄbios masculinos, vendo-o lamber os resquĂcios do gloss docinho que vocĂȘ deixa nele.
â Vem cĂĄ, vem... minha vez de mostrar um joguinho que eu gosto de brincar. â Sussurra rente aos lĂĄbios dele, sentindo o pau fisgar outra vez abaixo de vocĂȘ enquanto ele suspira esperançoso.
No instante seguinte, as roupas de ambos jĂĄ se amontoam no chĂŁo enquanto vocĂȘ cavalga em cima de Jisung. O som estalado das peles se chocando, os gemidinhos manhosos que Han tenta de modo fracassado segurar. Porra, vocĂȘ tĂĄ montada nele tĂŁo majestosa, seu rostinho numa expressĂŁo de pura luxĂșria, seus peitos balançando bem em frente ao rosto do namoradinho, sua bucetinha tĂŁo babosa abrigando o cacete surpreendentemente bem dotado de Jisung.
â TĂŁo perfeita, tĂŁo gostosa⊠parece uma miragem, um sonho. Uma RTX 5090 rodando Path Tracing em 4K a 240 FPS, sabe? Porra! â Ele tomba a cabeça pra trĂĄs, o abdĂŽmen definidinho que costuma ficar escondido embaixo daqueles moletons contraindo, enquanto as duas mĂŁos agarram sua cinturinha com força.
â VocĂȘ estĂĄ sentando no pau desse esquisito, ugh! â Ele rebate com aquele humor usual e autodepreciativo de sempre. Sorri quando percebe que tirou uma risadinha de vocĂȘ e ganha confiança para abraçar sua cintura, a envolvendo com os braços tonificados e beijando o colo dos seus seios. Jisung aumenta o ritmo das estocadas, olhando pra vocĂȘ em busca das suas reaçÔes.
Ambos respiram pesado, vocĂȘ permanece no colo de Jisung enquanto o rapaz beija seu pescocinho disfarçadamente, criando coragem para olhar pra vocĂȘ, assim como em todas as outras vezes. No entanto, o âAh, droga!â que escapa da sua boca chama a atenção dele, ele vira para vocĂȘ, te vĂȘ com um semblante preocupado e logo leva o olhar para onde seus olhos estĂŁo: o Nintendo Switch atirado no chĂŁo, com a tela totalmente danificada.
O âopsâ que vocĂȘ expressa sĂł o faz olhar de volta em sua direção com os olhinhos quase cheios dâĂĄgua e um biquinho triste nos lĂĄbios. Talvez vocĂȘ finalmente tenha que se render e assistir Ă quela trilogia chata de longas horas que ele adora sĂł para conseguir compensar o pobre garoto.
O jogo era Zelda, aliĂĄs.
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