onde: apartamento do diodore
quando: sexta, 25 de dezembro de 2020
quem: santiago e @dioidoââ & @gg-pontosâ
passar a virada do dia 24 para o 25 era uma tradição que famĂlia flores nĂŁo estava diposta de se ver livre ainda. e particularmente santiago gostava de estar perto dos pais e da irmĂŁ, da refeição com os pratos tĂpicos, a troca de presentes e ficava ainda mais feliz quando outros parentes conseguiam vir de cancĂșn para passar o dia com eles. no entanto, o resto do dia 25 Ă© como se fosse um dia qualquer, o que significava que santiago podia visitar seus amigos e entregar seus presentes tranquilamente enquanto seus pais trabalhavam em casa. o garoto jĂĄ tinha passado na casa de evie, penĂ©lope e eloise. deixou diodore por Ășltimo porque sabia muito bem que seria difĂcil ir embora e assim santiago podia atĂ© mesmo passar a noite, caso fosse o desejo do outro.
[ â text to dio đšââ€ïžâđâđšđ ]: ok, agora Ă© a sua vez!! jĂĄ estou indo âŁ
a mensagem foi enviada assim que saiu da casa da irmĂŁ do mesmo porĂ©m com as ruas nĂŁo muito movimentadas devido ao feriado, nĂŁo foi difĂcil chegar no prĂ©dio que o dampierre morava. com toda a educação e carisma que sant possuĂa, cumprimentou o porteiro que o deixou subir sem precisar ser anunciado e assim que chegou ao andar e apartamento de diodore, um sorriso largo apareceu em seus lĂĄbios no momento em que a porta foi aberta. âfeliz navidad.â
Datas comemorativas lhe pareciam oportunidades extra de ser... extra. O significado de natal era hm, famĂlia? perdĂŁo? NĂŁo? PerdĂŁo era pĂĄscoa? Well, Diodore se importava com decoração, roupas temĂĄticas e a irmĂŁ, o resto da famĂlia nada significava. E presentes. Um toque de vinho aqui e ali. NĂŁo era dependente do ĂĄlcool, podia abrir mĂŁo deste quando bem entendesse e nĂŁo sentia os efeitos colaterais da ausĂȘncia (porque ele odiava a palavra âabstinĂȘnciaâ), porĂ©m tambĂ©m sabia que uma vez com o ĂĄlcool na corrente sanguĂnea parecia mais fĂĄcil ceder a outras substĂąncias, e a mĂĄs escolhas. Bebericava o vinho com cuidado, e com muito carinho, ao apreciĂĄ-lo em toda sua pompa de menino de dezenove anos vestido com uma samba canção estampada de ĂĄrvores de natal, pantufas de rena e um roupĂŁo felpudo aberto. O apartamento inteiro brilhava, alguns pontos piscavam e outros eram exuberantes no vermelho, todavia impossĂvel discutir o bom gosto que possuĂa. Abriu a porta com um sorriso que fazia seus olhos se apertarem. âFĂȘlĂ navidĂȘ!â Respondeu animado, incapaz de pronunciar as palavras da forma que Santiago fazia, mas abriu os braços de forma exagerada com a taça ainda em mĂŁos. âEntra, entra!â Chamou ansioso e parecendo agitado para alguĂ©m que bebia vinho, e foi abrindo espaço para o garoto entrar. âDemorou muito! JĂĄ vai tirando esse suĂ©ter.â A mĂŁo livre gesticulou entre os dois, impaciĂȘncia evidenciada ainda que atravĂ©s do filtro do bom humor que exibia. âEu tenho um pra vocĂȘ!â Adiantou, e os olhos foram agitando-se pelo ambiente como se procurasse por alguma coisa, atĂ© que ele piscou algumas vezes e o olhou novamente, parando como se de repente se tocasse de algo. âOu achou que era um novo jeito de te ver peladinho? Poderia ser, mas faltaria tato.â Riu e se aproximou para deixar um beijo nos lĂĄbios alheios, percebendo que em sua agitação nem o havia cumprimentado direito.











