Na dureza do concreto qualquer sensibilidade é marginal.
Xuebing Du
Peter Solarz
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

@theartofmadeline
KIROKAZE
🪼

blake kathryn
almost home
styofa doing anything

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Kiana Khansmith
Claire Keane

Love Begins
hello vonnie
Misplaced Lens Cap
we're not kids anymore.

shark vs the universe

Monterey Bay Aquarium
trying on a metaphor

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@deia-rock
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Tonari No Totoro
Photo: Nato Iotti
Beauty and Styling: Dudu Araujo (Dudx) e Cezar Andrade (Razec)
Photo: Nato Iotti
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Desenho do Felipe Stefani inspirado em performances minhas.
Marginais (Trans)Temporais Performances Simultâneas do Núcleo Experimental de Butô na Praça Coronel Fernando Prestes - 08/04/17 “Revitalizar uma energia subversiva própria do Kabuki pré-moderno significava, então, de alguma forma, trazer novamente para a cena o lado escuro do ser humano e da sociedade, as suas contradições, a sua crueldade discriminante e excludente, a monstruosidade de seus dogmas e de suas criaturas, incorporando os aspectos da vida humana que violavam a esfera da moralidade e do tabu. Significava protagonizar o papel de mediador entre mundos, (re)apresentando e jogando na face de uma sociedade civilizada os seres que encarnavam os subprodutos de seus sistema, os marginalizados “transtemporais”, que não correspondem somente a uma determinada época ou cultura específicas, mas que figuram, reincidentemente, à margem em quase todos os tempos e sociedades: crianças, deficientes, velhos, prostitutas, homossexuais, doentes, refugiados e nativos. Assumindo essas personagens como matrizes poéticas de suas experimentações artísticas, a dança Butō também compartilha da “intenção de converter aquilo que não deveria ser admitido em algo a ser afirmado”, acolhendo, assim, em um plano estético, uma “beleza da crueldade” (zankokubi), isto é, uma “beleza do negativo”, ou uma “beleza invertida”.”
(Éden Peretta - O Soldado Nu: Raízes da Dança Butô)
(Des)orientação: Thiago Abel

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Performer em Transmutação da Carne de Ayrson Heráclito Performance de abertura da exposição Terra Comunal - Marina Abramovic no Sesc Pompéia - 10 de Março de 2015 Transmutação da Carne é uma performance-intervenção, apresentada pela primeira vez no Instituto Cultural Brasil-Alemanha em 2000. Em Terra Comunal, performers convidados vestem roupas feitas de carne-seca, que são marcadas a ferro quente com insígnias de senhores de engenho da Bahia colonial. O trabalho apresenta autos de torturas praticados contra negros escravos remontando a forma perversa como eram identificados em lavouras de cana-de-açúcar. Organizados em filas, os performers são marcados um a um com ferros que incandescem sob um fogareiro em brasa. A carne queima e as sensações da ação evocam memórias e feridas ainda abertas da história vil da escravidão negra no Brasil.
"Exibir os seios para reivindicar – e, de certa maneira, concretizar – a igualdade entre os sexos é uma tática que ativistas utilizam há pelo menos cinco décadas. Quem a desaprova avalia que a estratégia acaba incentivando aquilo que procura combater: a hipererotização do corpo feminino e o voyeurismo masculino. Não por acaso, várias negras recusam a prática. Alegam que o patriarcalismo as encara prioritariamente como objetos sexuais, mucamas fogosas à disposição do sinhô libidinoso. Ao se despirem nas ruas, mesmo sob o fervor da militância, reiterariam o papel que a escravidão lhes reservou. “De fato, em relação às negras, a premissa faz todo sentido. Acontece que sou branca. E às brancas o patriarcalismo impõe o recato, principalmente fora ‘do lar’. Minha nudez pública tem o potencial de contrariar as regras do jogo.” Para a jovem, o machismo destinou às brancas um lugar paradoxal: o da pudica que, quando o homem deseja, se torna lasciva (“Dama na sala e puta no quarto”, reza o ditado). Atualmente, o paradoxo até tolera – ou mesmo estimula – alguma libertinagem da sinhá fora do âmbito doméstico, desde que em sintonia com as veleidades do macho. “Durante o Carnaval, agi como um ator político, não como um bibelô que tira a roupa na esperança de aguçar a fantasia dos homens.”
Fui entrevistada pela revista piauí. Eita! E gostaria de fazer algumas considerações. As pautas feministas são enormes e diversas, e durante a entrevista - que também foi enorme, por sinal - me aprofundei sobre muita coisa envolvendo diversas questões do movimento. Mas o objetivo da matéria era retratar de um modo mais literário a minha vivência particular de ter ido pular carnaval com os peitos desnudos, partindo do que escrevi de modo problematizado no texto do Medium e que fez com que o Armando Antenore chegasse até mim. Tanto que a matéria vem com a temática "questões do corpo". Tenho total consciência que meu corpo branco, magro e cisgênero é relativamente fácil de ser exibido. Afinal, é menos difícil sustentar uma luta quando você é privilegiada em vários questões problemáticas que ainda bem que estão sendo discutidas. A própria questão da beleza, que diferente dos outros termos subvertidos do título da Veja ao qual o da piauí se refere, já é de certa forma problemática, pois o padrão continua sendo reafirmado com muito poucos avanços nos limites do que é permitido ser incluído nele - e queremos mudar isso também. Comentei com o jornalista sobre o fato de estarmos dando visibilidade para essa ação individual e micro, aparentemente banal, enquanto há uma quantidade absurda de mulheres sendo mortas e violentadas todos os dias - números que se tornam ainda mais assustadores se inserirmos recortes de raça, classe e transgeneridade nestes dados. Acredito que muitas outras pautas importantes e mais urgentes permanecem silenciadas pela mídia, que geralmente opta por apresentar a realidade de modo suave, palatável e de certa forma até agradável para seu público. Mas também acredito na relevância do tema que trago pois não só considero os efeitos reais dos discursos de poder que se materializam em nossos corpos e que são reiterados cotidianamente, como também o potencial político dessa ferramenta quando trazida a tona como sujeito e não objeto, tomando para nós o controle dela e das nossas escolhas. E por isso achei interessante utilizar do meu privilégio para ocupar esse espaço que me foi aberto pelo Armando numa revista relevante e trazer um pouco das questões que afetam grande parte de nós, mulheres, todos os dias, do que fechar esta porta e não estabelecer este diálogo que acho tão necessário. E importante reiterar: o pessoal também é político. Contudo, acho importante também dar visibilidade para as questões trazidas neste texto aqui sobre o feminismo branco que sai na mídia e que dialogam diretamente com a reportagem. Pra eu, você e todo mundo mais refletir sobre outros assuntos essenciais. Manas, podem mandar críticas. Afinal, não há saber sem deslocamento de percepção. Ninguém é perfeito e tô aqui a cada dia querendo melhorar não só a minha mas a nossa realidade. Juntas.
Dancing in the Shadows - 2016 Photo: Roberta Vaz Beauty: Felipe Ramirez
Photo: Roberta Vaz Beauty: Felipe Ramirez 2016
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2016

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Ode to Sada Abe - 2016 Photo: Roberta Vaz Beauty: Felipe Ramirez
Dancing in the Shadows - 2016 Photo: Roberta Vaz Beauty: Felipe Ramirez
Hommage à Jan Saudek Photo: Roberta Vaz - 2016
Photo: Roberta Vaz - 2016
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Photo: Roberta Vaz - 2016
Photo: Roberta Vaz - 2016