vitus tentou se levantar algumas vezes ( dado dois ), sem sucesso, sentindo os joelhos fraquejarem. não havia recebido muito dano, mas ainda assim seu corpo lhe traía pelos anos de desgaste jogados fora após a interferência do outro lado na história. algo que o irritava de forma espetacular, já que, durante seus milênios de vida, apesar de ter se focado em fazer o bem e distribuir alegria aos lugares menos brilhantes, também se fortalecera com o objetivo único de derrotar os três grandes e, então, poder salvar sua irmã do submundo. “e quem é que causou essa fraqueza, minha criança?” a voz de seu pai pareceu ecoar em sua mente.
─ quem…? ─ sua mente ainda confusa começou a se focar novamente. trazendo consigo a ira de japetus. ─ kairós… ─
a voz era fria assim como seus olhos ao que sua visão se focou no deus do tempo incerto, as íris brilhando no prateado do titã do oeste. pôs-se finalmente às solas com um novo foco ( dado sete ), apertando a lança com seus dígitos ao que deu seu primeiro passo em direção ao deus, ouvindo a voz de daniel a chamá-lo para o combate. disparou com sua lança apontada para kairós ( dado dois ), no entanto, o outro foi mais rápido, dano um passo ao lado, até mesmo prevendo ao que vitus girou sua arma para tentar acertá-lo em sua lateral ( dado três ).
viu a lâmina do deus menor vindo em sua direção ( dado cinco ), mas o semititã foi capaz de inclinar-se para trás, fincando a lança no chão como terceiro apoio, desviando-se por um fio da arma divina. num movimento quase olímpico, deu um mortal com apoio na lança, arrancando-a do chão e fazendo um corte leve no braço de kairós ( dado seis ). em situação normal, vitus teria sorrido, no entanto, seu foco era assustador, como se, aos poucos, deixasse escapar o predador que tinha dentro de si, como acontecera milênios atrás, após a morte de sua irmã. “destrua-o.” ouvia claramente seu pai dizendo, como nos treinos por que passara.
girou em sua mão a lâmina deicida, tomando postura de arremesso, fazendo-a passar cortando os ventos pelo ombro do deus ( dado seis ), causando um corte que parecia brilhar numa luz avermelhada, diferente dos outros que foram causados até então. a lança explodiu, então, contra uma árvore, quebrando-a ao meio, vendo-a cair ao lado. viu kairós estender sua mão e, como num passe de mágica, o tempo pareceu fluir ao contrário ( dado dez ), a árvore voltando ao seu estado de origem, a lâmina voltar para as mãos do semititã, mas o corte continuou presente no ombro¹. surpreso, kairós hesitou.
─ como…? ─ perguntou o deus do tempo, com um olhar confuso. vitus apenas deixou escapar uma risada sem graça dessa vez, apoiando-se na lâmina que retornara à sua mão.
─ o que? achou que era o único com truquezinhos? ─
com isso, viu o deus menor disparar em sua direção, trazendo sua lâmina em dois golpes formidáveis que fizeram vitus fraquejar ao que tentava defendê-los com o escudo de bronze celestial frágil que carregava até então às costas ( dados dez & dez ). não queria admitir, mas era mais fraco que seu inimigo no momento. aproveitando uma pausa no movimento de kairós, o semititã viu a abertura com os braços baixos do deus segurando a espada ( dado três ). elevou sua lança acima da cabeça e a desceu, fazendo jus ao título de seu pai de “o perfurador”, atravessando o braço do deus e cravando a lança ao chão ( dado sete ).
o grito de dor e o líquido dourado que espirrara ao rosto de vitus pareciam alimentá-lo, como se naquele momento pudesse sentir a fúria titânica da personalidade impiedosa de seu progenitor fluir e fortalecê-lo. com o mesmo movimento, tentou decapitar o deus com seu escudo ( dado cinco ), mas falhou, dando abertura para que o outro socasse seu rosto ( dado sete ) e então tentasse empurrá-lo ( dado dez ) para ganhar distância. aceitou o empurrão, afastando-se de kairós e, com um pensamento, viu a lança que prendia o braço de seu inimigo se dissolver em luz prateada ao que retornou à sua mão como um anel.
elevou sua mão ao lado do rosto como se fosse arremessar a lança que ainda não estava ali e, ainda no meio do processo de formação do objeto, viu deus interfectorem brilhar ao que foi lançada ao peito do deus, através da barreira de aceleração que ele tentava criar ( dado quatorze x dado treze ), como se aquilo não a afetasse. o impacto foi suficiente para fazer o deus ser levado junto com a força titânica de vitus, ficando-o ao chão novamente, agora com a lança atravessando seu peito, próximo do ombro. suas íris brilharam no prateado, mas, logo após, sentiu suas forças sendo absorvidas, fazendo com que fraquejasse.
─ segura ele um pouquinho. ─ pediu a dan.
Ao notar que o deus tinha desviado a atenção para o amigo, Daniel respirou um pouco aliviado. Era o momento perfeito para que pudesse usar para puder recuperar-se um pouco, então, fechou os olhos e deixou que a energia das trevas pudessem lhe curar um pouco (dado 7, 14, 9, 13 e 14). E era como se estivesse recebendo um nova energia. Agora, não tinha nada que pudesse lhe parar para deter aquele deus tão chato... Isso até fazia o Daniel perguntar-se se existia algum deus inimigo que pudesse ser divertido, pois, estava achando Kairós extremamente... tediante.
Quando escutou o pedido do amigo, ele correu até lá e logo golpeou com a foice a cabeça de Kairós (dado 10), mas o inimigo conseguiu desviar perfeitamente para o lado esquerdo (dado 15) aproveitando a sua defesa para atacar o rapaz com sua espada (dado 4). No entanto, Daniel também estava mais rápido, por isso conseguiu se afastar rapidamente (dado 13) dando um soco na cara de Kairós como brinde para ele (dado 10). É claro que ele não gostou daquilo, por isso, foi para cima de Daniel golpeando diversas vezes no peitoral do semideus com a lâmina de sua espada que brilhava com um teor sentimental de ódio (dado 15). Várias feridas foram abertas e era possível notar o olhar de dor nas íris castanhas do semideus, só que aquilo não iria desanimar o rapaz. Por isso, ele desferiu dois golpes no mesmo local onde tinha atacado com a sua foice (dado 9 e 13).
Kairós acabou indo para trás, um pouco ofegante com os golpes recebidos. Era possível notar que escorria um sangue amarelo pelo peitoral do deus, que quase não tinha mais nenhum tecido para protegê-lo. Estava caindo... E Daniel notava aquilo com um sorriso maligno, por isso, avançou outra vez para cima dele (dado 3) só que foi parado por um chute de Kairós contra sua barriga (dado 14 e 7) formando tanto uma defesa quanto um ataque. A intensidade daquele golpe não foi muito forte, mas acabou fazendo com que o semideus fosse um pouco para trás sentindo dores em seus músculos abdominais. Kairós, então, foi para cima do semideus e tentou atacá-lo com sua arma (dado 4) que foi desviada com uma defesa explêndida de Daniel ao colocar a sua foice no meio (dado 13). Ambos, agora, estavam cara a cara, assim como as lâminas de suas armas estavam se tocando intensivamente podendo notar que algumas faíscas saindo daquele encontro esperado.
— O rapaz que foi abandonado pela mãe... Depois traído pelo amigo e pela ex-namorada... Sendo deixado de lado por todos... Patético! —
Ao ouvir aquelas palavras, Daniel respirou fundo uma... duas... três vezes. Era complicado. Se ele fosse dominado por aquele veneno, a luta iria ser perdida. Então, despejou toda a sua raiva em atacá-lo, ou pelo menos tentou (dado 5), pois Kairós acabou sendo mais rápido e deu uma joelhada na barriga dele (dado 10) como forma de se defender. Assim, ao ver o semideus se afastar um pouco, o deus tentou bater nele outra vez (dado 3 e 4), mas, mesmo sentindo uma dor forte, Daniel conseguiu virar para o outro lado para evitar os golpes (dado 9). Kairós tentou de novo (dado 3 e 4), mas, parecia que a sorte dele estava horrível porque Daniel conseguiu desviar de novo (dado 10).
Kairós estava cansado e Daniel notou rapidamente, por isso pulou em cima dele, derrubando e dando um soco na cara (dado 13). Ao tentar dar o próximo (dado 4), o deus segurou no punho dele (dado 12) evitando o golpe e empurrou-o levemente para que ele saísse e cima (dado 4). Foi algo fraco, pois, o semideus conseguiu se equilibrar em pé e lançou sua foice, colocando sua magia de ceifador de Thanatos para que pudesse atingir o espírito do deus, ao peitoral alheio (dado 9) que gemeu de dor na mesma hora. Ele tentou de novo, mas Kairós conseguiu rolar para o lado ofegante (dado 14).
O deus conseguiu se levantar e foi para cima de Daniel, mas (dado 1), mais uma vez, o semideus conseguiu conjurar sua força mágica e golpeou-o antes que ele chegasse perto (dado 9). Ele caiu no chão ofegante, tentando controlar-se, mas era como não tivesse mais força o suficiente para isso. Então, ele se forçou a levantar sua mão para o céu e começou a desacelerar o tempo (dado 8) no local, o suficiente para que desse um soco na cara de Daniel e seu corpo voasse um pouco para trás (dado 12). Daniel fechou os olhos e focou em se recuperar um pouco (dado 13), torcendo para que Vitus estivesse vivo, por isso acabou falando um pouco alto:
─ É sua vez, maninho. ─
daniel:
hp: 57/200 mp: 155/200
vitus:
hp: 137/200 mp: 165/200
kairós:
hp: 170/500 mp: 455/500


















