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[FB] - Promises... // Dedalus Diggle & Hazel Walker
Girava a varinha nos dedos, impaciente, ao mesmo tempo que esperava que a coruja já tivesse entregado o bilhete para Dedalus. Quando finalmente o animal pousou no corujal, trazendo no bico um rato, a garota resolveu que era melhor encaminhar-se logo para o lago antes que o namorado chegasse lá e nĂŁo a encontrasse. O peso que sentia nos ombros era imenso, e os passos rápidos para o local marcado pareciam nĂŁo acabar nunca. NĂŁo sabia o que diria ao garoto, mas sabia que era necessário fazer aquilo logo ou se acovardaria e nĂŁo o faria jamais. Hazel pensava no relacionamento que possuĂam Ă medida em que caminhava e simplesmente nĂŁo conseguia encontrar nada visivelmente errado que algum dos dois tivesse feito. Provavelmente, era o relacionamento mais calmo que Hogwarts presenciara nos Ăşltimos tempos. Raramente discutiam com relação Ă algo e, quando isso acontecia, se resolviam conversando. NĂŁo lembrava-se de um ataque de ciĂşmes nem nada do tipo. Nenhum escândalo, nada. Eles se davam bem e apreciavam a companhia um do outro. Ainda assim, as coisas nĂŁo pareciam.. certas.
Sentia-se bem com Dedalus Diggle como raramente sentia-se perto das pessoas. “Talvez porque eu não tenha muitos amigos”, sua mente apressou-se em dizer. Ainda assim, não tinha ideia de como encarar Ded e dizer a ele tudo o que atravessara sua cabeça por várias noites seguidas. Quando finalmente parou para observar ao redor, encontrava-se já no local combinado e o treino de Diggle deveria estar chegando ao fim, mas ainda teria que esperá-lo trocar-se. Começou a andar de um lado para o outro, próximo à borda do lago negro. Em sua mente passavam mil ideias de como fazer aquilo, mil frases que poderia dizer, mas todas pareciam erradas demais. Principalmente porque já não via o setimanista a alguns dias, já que ele andava extremamente ocupado – e ela não ficava atrás, com os deveres de monitora e tudo mais, mas a verdade é que andara se escondendo dele uma ou duas vezes pelos corredores por pura covardia – mas a festa de Halloween seria no dia seguinte e, tecnicamente, o casal aproveitaria a festa para matar as saudades.
Quando finalmente avistou o namorado, enfiou a varinha no bolso das vestes e respirou fundo. NĂŁo tinha ideia de onde por as mĂŁos ou do que fazer, entĂŁo apenas mordeu o lábio com força, segurando-se para nĂŁo soltar uma enxurrada de palavras sobre o garoto antes mesmo de ele poder aproximar-se apropriadamente. Enquanto Dedalus amarrava o cadarço, Hazel ensaiou um sorriso, tentando fazer aquilo parecer o mais natural possĂvel, ao menos no começo. Foi pega de surpresa num abraço, mas apertou-o o máximo que pode. Essa era uma das coisas que sentiria falta em seu dia-a-dia. Meu amor. Chegava a doer ouvir aquilo, pensando que, na conversa que viria a seguir, poderia acabar magoando Dedalus Diggle imensamente. EntĂŁo vieram os beijos, um na tĂŞmpora, um na ponta do nariz e, depois de um sorriso, um outro demorado, intenso e saudosista, que com toda certeza era meio agridoce para Hazel. “Eu senti saudades suas, Ded, mas.. nĂŁo Ă© esse o motivo. NĂłs precisamos conversar.”
Aquela frase provavelmente doĂa mais em Hazel que em Dedalus. Ver a expressĂŁo inocente do garoto apenas fazia-a sentir-se ainda pior e a vontade de acovardar-se era imensa. Mas nĂŁo podia desistir. NĂŁo podia mentir para ele. “Eu preciso que vocĂŞ escute, ok? Por favor. VocĂŞ vai entender quando eu disser tudo que preciso dizer.” Era melhor começar pedindo isso antes que eu começasse e ele me desse as costas antes de ouvir tudo o que eu tinha a dizer. Tudo que eu precisava dizer, ou acabaria explodindo. “Eu gosto de vocĂŞ, Ded, e eu realmente me importo contigo, nunca duvide disso, ok? É por isso que eu preciso fazer isso.. ou logo vocĂŞ vai começar a me odiar e eu nĂŁo conseguiria lidar com isso.” Dedalus precisava entender, e Hazel sabia que no futuro ele ficaria feliz que a menina tivesse tomado a iniciativa para fazer aquilo. A menina inspirou profundamente, soltando o ar com calma. “É agora ou nunca.” E entĂŁo as palavras saĂram, antes mesmo que ela pudesse pensar em controlá-las. “Eu.. Ded.. eu estou terminando com vocĂŞ.” E assim que disse, o nĂł que sentia na boca do estĂ´mago pareceu apertar.
YOU GOT ME SO WILD. HOW CAN I EVER DENY? YOU GOT ME SO HIGH, SO HIGH I CANNOT FEEL THE FIRE. AND YOU KEEP TELLING ME, TELLING ME THAT YOU’LL BE SWEET AND YOU’LL NEVER WANT TO LEAVE MY SIDE, AS LONG AS I DON’T BREAK THESE… PROMISES, AND THEY STILL FEEL ALL SO WASTED ON MYSELF.
Podia perceber uma certa hesitação por parte de Hazel, mas Dedalus se encontrava agitado e animado demais para atinar a respeito da causa. Para ele, a resposta mais "óbvia" seriam os pedidos de desculpas vindo da boca de sua namorada, talvez devido ao trabalho exaustivo de monitoria e que logo mais ficaria tudo bem. Nada com que o jovem pudesse se preocupar. Nada, imaginava ele.
O tom grave e levemente trĂŞmulo na voz da slytherin o fez despertar para uma realidade que ele já conhecia bem de outros "carnavais", mas que procurava sempre esquecer dela - a realidade - e seguir adiante por nĂŁo dar a ele a melhor das sensações. Um rápido travar em sua postura veio logo em seguida do tĂŁo conhecido soco hipotĂ©tico na boca do estĂ´mago. Deu-se uma longa suspirada, tĂpica de quem se vĂŞ derrotado diante de uma batalha que ele nem sabia que estava travando, empertigando o corpo como se isso fosse protegĂŞ-lo do choque que ele já esperava receber. SĂł nĂŁo entendia bem porque isso tinha de acontecer... de novo. Dedalus nĂŁo era uma pessoa ruim, nem um mau namorado. Talvez brincalhĂŁo demais? É sempre de levar seus relacionamentos a sĂ©rio, contanto que nĂŁo o castrem. E nesse, especialmente nesse, Diggle era livre.
NĂŁo se lembra de, nem Dedalus e nem Hazel, ficarem se cobrando coisas impossĂveis. NĂŁo se prometiam nada talvez porque no Ăntimo entendiam que sĂł se promete o que se pode cumprir, pouco discutiam e parecia Ăłbvio gostarem da presença um do outro. Eram dois sensatos e dois maduros que resolveram se juntar. Como muitos no Castelo costumavam dizer a respeito deles dois: era o paraĂso na terra. EntĂŁo por que o setimanista sentia que algo estava errado e muito provávelmente voltaria para o dormitĂłrio da hufflepuff sozinho? Solteiro?
O peito lhe doĂa, e muito na verdade. Os lábios se crispavam constantemente, bufafa forte vez sim e vez tambĂ©m, racionalizando um motivo para se fazer crer que o que imaginava estar por vir, era apenas neurose sua. - Tudo bem, Haz. Estou ouvindo. - A expressĂŁo que antes era de puro jĂşbilo ao encontrar-se com ela, agora dava lugar a um rosto que sem pudor algum demonstrava um coração jovem, porĂ©m já um bocado maltratado por relações anteriores. No entanto, Dedalus nĂŁo mentia e por mais que seu impulso fosse o de ir embora e deixá-la falando sozinha, para no fim deixar a poeira baixar e seguir adiante com a vida mais tarde, o garoto ficaria. Ficaria para ouvĂ-la, ficaria para constatar o Ăłbvio.
OuvĂ-la dizer que gostava de si, Ă primeira vista, pareceu ironia. "Como assim vocĂŞ gosta de mim e ainda por cima, brinca covardemente comigo desse jeito? Alguma vez te dei razĂŁo pra isso? VocĂŞ Ă© sonserina, puro-sangue, mas te conheço e eu SEI que Ă© diferente. Eu sei!" - Pensava. Naturalmente com o ego ofendido, sua reação foi esboçar uma risada abafada, que tĂŁo logo surgira, desaparecera. Entenderia sim, mas por hora, estava ocupado demais em colocar ordem no turbilhĂŁo emocional e auto-piedade que aflorara desenfreado.
- HĂŁn? - Arregalou os grandes olhos verdes o máximo e humanamente possĂvel. Pensava nĂŁo ter escutado bem e portanto, levara ambas as mĂŁos em direção aos ouvidos, para "limpá-los" afim de ouvir melhor. - Como Ă© que Ă©? NĂŁo... - Em negação, novamente erguia as mĂŁos para o alto, dessa vez em direção ao prĂłprio rosto, passando os dedos pelos cachos e repousando-as em fim, na prĂłpria nuca. Juntava os cotovelos diante do rosto como se isso fosse escondĂŞ-lo da prĂłpria raiva e decepção, e caminhava para trás, já virando-se de costas para Hazel, a passos largos e sem rumo. Parecia que definitivamente iria embora e a largaria sozinha no Lago. Contudo, sĂł parecia. Sua risada breve, porĂ©m alta, nervosa e histĂ©rica se tratava apenas do mecanismo de auto-preservação. Lhe dava tempo para colocar a razĂŁo para funcionar em detrimento das emoções. Estas nĂŁo lhe fariam - nem estĂŁo fazendo - bem e seria bastante insensato de sua parte tomar qualquer atitude baseado apenas nelas. Acabaria por machucá-la - provávelmente esse momento estaria sendo difĂcil para ela tambĂ©m -, e por sair dessa situação mais machucado do que já está. Seria pĂ©ssimo para ambos e como nunca agira assim antes, nĂŁo seria agora - mesmo depois de um pĂ© na bunda - que começaria.
Afastado a umas boas passadas de Hazel, Dedalus dera vazĂŁo a uma vontade breve de chorar. NĂŁo durara muito, Ă© verdade, mas deixar que umas poucas lágrimas caĂssem nĂŁo o fariam menos homem. E vieram em boa hora, posto que ao passo em que secava os olhos, sentia-se mais tranqĂĽilizado. Ainda estava muito magoado, mas em breve essa dor sumiria e ele sabia que sim. Por conhecĂŞ-la e ter tido bastante tempo para isso, entendia que Hazel tinha sim, boas intenções no que fazia.
Retornava ao seu encontro já mais calmo e muito mais compreensivo. A atmosfera no momento parecia propiciar atitudes mais mentais e genuinamente amorosas. Havia um brilho no ar, com uma poeirinha dourada e o sol já para se pĂ´r. Sorria pois sabia que, muito mais que ele prĂłprio, Hazel precisaria vĂŞ-lo assim. Talvez para acalmar o coração da menina. - Vem cá. - A puxava para um abraço fraterno e bem apertado. Queria fazer questĂŁo de mostrar a ela que estava tudo bem. Ele ficaria bem. - NĂŁo vou mentir pra vocĂŞ dizendo que nĂŁo estou decepcionado ou magoado. Eu estou. Eu gosto de vocĂŞ, Hazel. Mas entendo que, terminando comigo, vocĂŞ gosta de mim tambĂ©m. Eu agradeço, sinceramente, por vocĂŞ se importar tanto assim comigo. VocĂŞ Ă© uma garota e tanto. Muito mais honesta do que imagina. Acredita em mim? - A beijava com um Ăşltimo selinho breve, seguido de um beijo em sua testa. - Eu vou continuar sendo seu amigo. Eu sou um filho de Helga ou nĂŁo sou? - E gargalhava com seu piadismo inoportuno e bom humor tĂpico. - Conta comigo pro que precisar.
VocĂŞ usa Ăłculos?
O que está insinuando? Eu, sinceramente, não sei do que você está falando.
ssaukerl disse: … Então, mate. Como um experiente capitão, posso afirmar que não vai ser nossa esse ano. Sabe como é, Gryffindor e tal. But keep up the good work!
Que isso, mate. Pensamento positivo nunca Ă© demais. De qualquer maneira, sendo assim, pode me chamar de Priscilla, A Rainha do Deserto.
huh huh Hodor Hodor Hodor Hodor Hodor Hodor Hodor?
Madame Pomfrey! Isso Ă© caso pra St. Mungos. Pode levar.

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Quais sĂŁo as suas expectativas sobre o time esse ano?
A mesma expectativa de todas as outras trĂŞs casas: a de ganhar a taça. E claro que ela será nossa. NĂŁo tem o que discutir. Essa Taça vai para os anais (opa) da Meiga Hufflepuff das PlanĂcies ou meu nome nĂŁo Ă© Dedalus Diggle.
Está de olho em alguma garota? Posso ou não estar de olho em você. ^^
Posso ou nĂŁo estar de olho em alguma garota. Vai depender de vocĂŞ.
Seja sincero: Você usa alguma poção secreta para realçar a cor dos olhos, não usa?
Uso nĂŁo, ilustre desconhecido(a). Meus olhos sĂŁo realmente verdes claros. Herança de mamĂŁe. No entanto, acho que se usasse qualquer poção nos olhos, acabaria terminantemente cego, nĂŁo acha? NĂŁo pingo nem colĂrio, que dirá poção. Que aflição!
VocĂŞ gosta de maquiagem?
De vez em quando apetece me travestir. Por que não, né? Vivemos num mundo “livre”, de paz e amor, Age of Aquarius, Hair, progresso, pré conceitos free. Viva aos anos 70!

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do you regret of something?
What do you mean?
vocĂŞ nĂŁo me ensinou a te esquecer, vocĂŞ sĂł me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando me encontrar.. <3
" Don’t wanna be rude but I have to. - - - I just need to look around; see that life that has come unbound. ”
did Hazel done any good to you? i mean, besides breaking up with you, of course.
I’ve chosen her to be with me for some time (8 months), therefore, she was part of my life for a reason, right? I liked her big, but I must confess: I had feelings for her (still do), but never have loved her. I mean, yeah, she ended breaking up with me, so what? She’s still part of my life and I’m good with this. I’m fine. Maybe she wasn’t actually that happy with me as her partner, you know? Maybe the reciprocity of feelings was exactly the same: she didn’t love me either. She gave me a kind of relationship I’ve been wanting for some time, it’s true. It was free in it’s totality. Zero fights, zero disagreement. Heaven on Earth. There isn’t any part of this relationship I can stress out to say: “I didn’t like this, I wasn’t confortable with that. You did me wrong, girl. And you’re the reason of my misery." Nah… She broke up with me for a reason, and whatever this reason was, I’m sure it was for the best of us and I respect her decision. I still care for her, though. We’re friends above anything else.
Ă© feliz ou possui momentos de felicidade?
Na maior parte do tempo estou satisfeito. Sou um cara satisfeito, que é feliz assim e que também possui momentos de felicidade. Deu pra entender?

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hoje, vocĂŞ tem a vida que sempre quis?
Eu sĂł tenho dezessete anos, entĂŁo acho que, para essa quantidade de anos respirando sobre a Terra, eu tenho a vida que sempre quis sim. Tenho muito bons amigos - os quais eu colocaria minha cabeça na guilhotina por eles se fosse preciso - tive atĂ© pouco tempo uma namorada gatĂssima por fora e por dentro, sou goleiro da minha casa, e estou satisfeito. A vida pode ser boa para quem tem dezessete anos e apenas aspirações fugazes (assim como para quem mora ao lado da cozinha, fica a dica) de adolescente.
i live for the applause, what are you living for?
To screw up big, louder, take irresponsible actions and be the teenager I’m supposed to be for the time being.