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O Rubi espinhoso (Dark Romance)
Capítulo 1: O Eco da Solidão
A chuva fina caía sobre as ruas de pedra do centro da cidade, espelhando o neon difuso dos estabelecimentos chiques. Dentro do restaurante "Sussurros da Noite", o tilintar dos talheres parecia um coro distante para Danely. Sentada à mesa, de frente para Liel, ela sentia o peito apertar. O vestido de seda preta que tanto amava, com seu decote ousado e o colar de rubi espinhoso brilhando, parecia pesado demais, quase uma armadura que não a protegia de nada.
Liel, do outro lado da mesa, era uma presença imponente. Alto, de ombros largos, com o cabelo comprido caindo sobre o rosto, ele parecia alheio a tudo. O brilho da tela do celular era a única coisa que capturava sua atenção. Ele digitava, ria discretamente de algo que ela não via, e respondia com monossílabos quando ela tentava iniciar uma conversa.
"Liel", Danely tentou novamente, a voz quase um sussurro. "Você está prestando atenção em mim?"
Ele levantou os olhos, mas não realmente a viu. "Claro, Danely. Só umas coisas do trabalho. Você estava falando do quê mesmo?"
Uma pontada de dor atravessou o coração de Danely. Não era raiva, era aquela solidão familiar que a engolia sempre que estava com ele. Ele a queria por perto, isso era inegável. Sua mão vez ou outra apertava a dela sob a mesa, ou ele a puxava para perto para um beijo rápido e possessivo. Mas era uma posse vazia, sem a conexão que ela tanto ansiava. Ele a mantinha, mas não a via. Ela amava a ideia do que eles poderiam ser, mas a realidade era um deserto.
Lágrimas começaram a se formar em seus olhos, ardendo como brasas. A conversa havia morrido antes mesmo de nascer, e o silêncio preenchia o espaço entre eles, carregado de expectativas frustradas. Danely não aguentava mais. Aquele jantar, que deveria ser um momento de intimidade, havia se transformado em mais uma prova da distância emocional que os separava.
Ela se levantou abruptamente, a cadeira raspando no chão com um som estridente que finalmente chamou a atenção de Liel.
"Onde você vai?" ele perguntou, a voz com um tom de repreensão.
Danely não respondeu. Não conseguiu. As lágrimas já escorriam livremente pelo seu rosto. Ela apenas saiu, apressada, atravessando o salão elegante, ignorando os olhares curiosos. Precisava de ar, precisava fugir daquele ambiente sufocante.
A porta do restaurante cedeu com um puxão forte, e Danely se viu na calçada molhada, sob a chuva fria. O ar gelado em seu rosto era um alívio, misturando-se com as lágrimas quentes que não paravam de cair. Ela correu, sem direção, apenas querendo se afastar de tudo.
De repente, um choque. Um corpo firme e inesperado. Ela tropeçou, e antes que pudesse cair, braços fortes a envolveram, estabilizando-a. O cheiro de chuva misturado com um perfume amadeirado e familiar invadiu seus sentidos. Ela levantou os olhos marejados e encontrou um par de olhos verdes intensos, escuros como a noite, mas com um brilho que parecia reconhecê-la.
O tempo parou. O rosto que ela via era o de um homem. Lindo, com os cabelos escuros e levemente ondulados molhados pela chuva, caindo sobre a testa. Ele estava diferente, mais maduro, mais forte, envolto em um sobretudo escuro que acentuava sua figura. Mas aqueles olhos... aqueles olhos ela jamais esqueceria.
"Danely?" a voz dele soou como uma melodia há muito esquecida.
As palavras engasgaram em sua garganta. Era Gariel. O Gariel. Seu amigo de infância, aquele que sempre a fez rir, que a entendia sem palavras. Ele estava ali, de pé na chuva, com a mão firme em seu braço, e o olhar dele varreu a dor de seu rosto com uma intensidade que Liel jamais dedicara a ela. A paixão adormecida, guardada por anos em um canto esquecido do coração de Gariel, reacendeu-se no instante em que seus olhares se cruzaram. E no peito de Danely, apesar da dor recente, uma nova e perigosa emoção começou a florescer.
(-Continua)
Incrivel como pessoas legais, mudam seu dia e até sua perspectiva sobre você.
Um moço me mandou um meme engraçado ''chamando a amiga de vaca''. Marquei e respondi 'Nooooooossa kkkk'
Ele disse:
-Não achou que estava te zoando né?? Mandei pra vc mandar para suas amigas.
Respondi
-Pq não zoaria?
Ele:
-Pq eu zoaria? Vc é delicada e doce.
Quando você aprende a se salvar sozinho, perde um pouco a delicadeza no caminho. Eu perdi.
- Pretérito Punk.
leia de novo.

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Em meio ao caos da minha vida, encontrei abrigo em cada página dos meus livros. Viver a vida de cada personagem mergulhar em cada história e esquecer o inferno dessa realidade diária se tornou meu ponto de paz .
Nunca me pronunciei sobre isso em rede social, mas ver a vítima se sentindo culpada e achando normal… dói, o que eu já sofri de assédio em lugares público, trabalho e em rede social, na época parecia que ninguém se importava ou via a gravidade daquilo, na minha cabeça eu só sentia que eu precisava me cuidar mais, me esconder, me proteger mais, não chamar a atenção nos lugares, não andar tão tarde da noite sozinha (pq um babaca atrás do muro poderia te puxar pra lá, e se vc não cedesse ainda é xingada e na minha própria rua) nas escolas com imbecís tentando te agarrar te jogando contra a parede, vc tentando escapar e os colegas achando graça, o nojo o repúdio de alguém te roubando beijo forçado, gestos obscenos em transportes públicos durante o DIA, sem falar em rede social aqueles tarados que mandam fotos com teor sexual sem nosso consentimento. Antigamente parece que ninguém via a gravidade dessas coisas, mas que bom que essa geração não tá deixando mais passar batido.
“It’s okay, baby girl. I got you.” ____ more of my artworks: (x) you can support me on Ko-fi! (x)

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o medo de não ser suficiente
corrói por dentro.
Eu permito que corte
que sangre
que doa.
Até chegar ao ponto de não me causar mais nada.
- Vanusa Macedo
fiquei pensando demais fiquei triste

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Joseph Quinn as Eddie Munson | STRANGER THINGS SEASON 4
Eu deveria me amar na mesma intensidade em que eu me saboto.
— Motoshima.