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Amor, café e letras
Quando você me lê, você degusta as palavras? Vê no S a curva do meu quadril e no M sua mão em mim?
Na cor da tinta impressa vê meus olhos ansiosos as voltas dos meus cabelos os elos entre cada letra na minha língua quando te falo?
Quando você não me lê… ainda estou em seus devaneios? Apareço na ponta da sua língua quando acorda de sonhos de açúcar?
Quando meu nome dança na sua boca sente as cores se espalhando pelas suas papilas e em emergência uma chama te atiça bem na aresta do V da vontade?
Não passe vontade… Comigo pode ficar à(a) vontade…
Nas voltas do S, no encontro do X Nos toques das nossas vozes silenciando tudo o que nossa boca diz.
Ter você só para mim
Ter você só para mim como a gota de uma chuva que não cai ou na secreção de um segredo explícito em seus olhos Frases como facas cantando com um prego na garganta mas engulo o sangue e tem gosto de açúcar Ter você só para mim como o azul da fumaça de cigarro se embrenhando em coqueiros à luz do sol As nuances de uma angústia gotejando como gritos de desespero e desejo Em suas fugas vejo um fantasma luzindo como ouro, esparzindo esta tensão trêmula como a água escondida nas nuvens Ter você só para mim no silêncio de uma tarde de ilusões é o mais perto que posso chegar do céu.
Herz so schwer
A vida me transformou em uma obcecada pela solidão Um coração pesado manteve meus dois pés bem presos ao chão Cada vez que ele se parte, vejo fantasmas brotarem como fumaça Cada vez que partem, me convenço de que não importa o que eu faça o fim é sempre o mesmo e aprendo mais uma vez a conviver com o peso dos ecos da minha própria voz.
Febre lunar
A lua nascendo nos seus olhos como uma cicatriz rubra no horizonte profetizando noites intermináveis e corações partidos
Sangro do céu como estrelas mortas Uma luz mortiça vagando fantasmal Seu perfume inunda o segredo Ao céu eu cedo ao sonhar com seu mal
Dorme na minha voz, acorda no escuro afundo os pés em rios rubros Te torturo, pois é o único jeito de domar minha febre lunar.

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Back to my old ways again
Acho que se sentir inteira é uma falácia. Não sou inteira. Sou recortada, múltipla, um fractal agridoce, reverberando ansioso pelas esquinas da minha moral. Tenho tantas faces, que mal cabem em mim, e quero explorá-las, não contê-las, devorá-las, dar a elas vida. Tentei caminhar por caminhos retos e poéticos, tudo para entender que sou errada, errante, torta. Minha franqueza com o espelho me põe tão acima de qualquer receio. Hoje troquei aforismos absolutos por certezas passageiras. Sou alguém que aceita os desejos sem consumir os outros nesse desespero. Hoje aceito os defeitos que me fazem multifacetada, tão humana, tão real. Hoje troquei a cerveja ocasional como via para um fim lascívo pelo entorpecimento transcendental da solitude. Hoje troquei a verborragia incongruente pelos silêncios honestos. Hoje eu te diria sim mil vezes antes de o sol nascer. Sou um constante se tornar. Entendendo a vida como um eterno presente. Hoje sou errada, sou errante. Um pouco de tudo que sempre quis ser. Totalmente quebrada, mas sempre tão completa. Num pedestal que há vinte anos eu adoraria me ver. A nostalgia dos amantes nunca vai me deixar abandonar os fantasmas do passado. Mas só os resgato para ver o quão longe cheguei, o quão distante vim parar, o quão alta é a velocidade com que avanço.
Em quantas faces me desdobro ao ser tudo que sou.
Sol de primavera
Presa novamente em um turbilhão Emoções como bolhas, vazias e amplas o sol coruscando em sua casca formando arco-íris
A paleta da minha carne arde Pior que sentir demais é sentir tanto por nada Não há nada
Não há nada
Não há nada para esperar Nada para sofrer
Na raiz do desejo eu te quero com a voragem da carne pela carne só preciso de uma fuga das palavras e da fundição do corpo pelo corpo
Eu só preciso mergulhar no íntimo do seu silêncio te devastar e ser absorvida por você sorvida pelas suas teias e consumida por um dia
Um desejo feito borboleta livre demais para durar.
The Seven Sorrows of Mary by Robin Isely

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“Don’t let my silence wound you. I'm just tired of words.”
— Manuel Bandeira, from “This Earth, That Sky.”
Espiral
Não tem como aproveitar um último cigarro. Não tem como se contentar com um último toque. Talvez seja melhor que as coisas evanesçam sem percebermos do que nos enganar com uma pretendida satisfação da “última vez”. Não há satisfação em imaginar o resto da vida sem aquilo que naquele mesmo instante oferece prazer. É uma ilusão. Uma última vez só intensifica a vontade de uma próxima vez. Uma última vez encadeia outra última vez. Não tem como se entregar ao prazer fugaz ao sabê-lo derradeiro; ao saber que ele toma a oportunidade de prazeres vindouros. É tudo um engano, uma autotortura. Uma vida de privações é insípida. A vida foi feita para ser uma espiral. Ascendendo, evoluindo, mas ainda em círculos.
Enrico Butti The Dream of Death (1890)
"I don't want your love unless you know I am repulsive, and love me even as you know it."

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April 26, 1931 Journals of Anais Nin 1927-1931 [volume 4]
Rio
Um olhar que se arrasta um segundo a mais sobre a presa Sobra a pressa e o desejo por mais um segundo O mundo em chamas estou tocada você clama ligações à meia-noite uma música nova retorna em um olhar Tardes que não acabam como se pudéssemos nos liquefazer e nos fundir num rio infinito que suspira coletivamente por todos os amores Datas marcadas em um calendário só o que sobra no leito seco é a eterna vontade de que tivesse durado um segundo ou um século a mais.