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â JOGOS
Devil may cry
Resident Evil
Love and deepspace
Twisted Wonderland
Visual novels/otome games (Big bad dogs, Entre laços e amassos, amor doce, etc.)
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BRAINROT: SĂł estava pensando se eles aceitariam pegging, e meus devaneios me levaram a esses cenĂĄrios. Quis apenas compartilhar
PERSONAGENS: Daemon e Aemond
AVISOS: Leve degradação e luta por poder no do Daemon, Mommy kink no Aemond.
| DAEMON
Dizia-se por aà que as paredes tinham ouvidos, e os sussurros que corriam por elas eram mais afiados do que o aço valiriano.
Com um riso baixo, vocĂȘ se virou, deixando o pente sobre a penteadeira antes de se virar lentamente com o olhar exalando presunção.
"Ah, vejo que jĂĄ chegou aos seus ouvidos.â Desdenhou, cruzando as pernas. "Achei que fosse demorar mais, visto que estava ocupado demais me chamando de cadela para os lordes, marido."
Daemon soltou uma risada rĂspida, inclinando-se para frente e apoiando as duas mĂŁos nos braços da sua cadeira, encurralando vocĂȘ contra a madeira. Seu olhar nĂŁo vacilou, e para isso ele devia-lhe respeito. O calor do corpo tonificado era opressor para a maioria, principalmente sob o cheiro de couro e fumaça exalando do exĂmio montador de dragĂŁo.
âNĂŁo?â Desafiou, inclinando o rosto de modo que seu hĂĄlito batesse contra o rosto de Daemon.
O contraste era de alguma forma inebriante. Enquanto ele cheirava a couro e fumaça, vocĂȘ cheirava a algo limpo e grama molhada. Era como voar perto das planĂcies apĂłs a chuva, inalando ao mesmo tempo o frescor de um belo dia e o fogo do DragĂŁo.
O coração dele errou uma batida, mas o olhar não vacilou.
âSe bem me lembro, minha querida esposa estava gemendo como uma cadela no cio, implorando por mais.â O platinado entĂŁo lambeu os lĂĄbios com a sobrancelha arqueada, fazendo-a bufar enquanto ele se endireitou a fim de evitar sentir mais do seu cheiro dolorosamente agradĂĄvel.
Com um movimento repentino e inesperado, Daemon a agarrou pelos ombros e a puxou para si, abaixando-se em sua direção. O impacto de seus lĂĄbios foi violento, um choque de dentes e pura agressĂŁo que rapidamente se transformou em um beijo feroz, faminto e possessivo com ambas as lĂnguas entrelaçadas buscando obter domĂnio um sobre o outro.
âEstĂĄ envolvidos demais agora, prĂncipe rebelde?â Sussurrou em resposta com sarcasmo, sentido o coração bater contra as costelas ao agarrar a cintura do platinado e o puxar contra si.
Ele vibrou tal qual seu dragĂŁo, Caraxes, e abriu a boca para revidar, te contradizer; entĂŁo antes mesmo que ele tivesse a chance, vocĂȘ mordeu o lĂĄbios inferior com força e em seguida enfiou a lĂngua na boca dele, virando-o levemente em direção a cama.
Enquanto o beijo de vocĂȘs se tornava uma batalha de salivas e respiraçÔes arfantes, suas mĂŁos desceram com agilidade para as fivelas e amarras da tĂșnica dele. VocĂȘ puxou o couro com força e desfez amarras com agilidade, abrindo caminho para vislumbrar o corpo nu de seu marido ofegante e jĂĄ tĂŁo duro que quase lhe surpreendeu o quanto ele gostava disso.
âAinda ousa me chamar de cadela, olhando-me assim?â Franziu o cenho, fazendo Daemon subir as mĂŁos e apertar seus seios com força. Apesar da vontade de se esfregar contra o pĂȘnis rijo pulsando em sua bunda, se conteve.
âĂ uma cadela bonita.â
VocĂȘ se afastou do beijo por apenas um segundo, os lĂĄbios vermelhos e inchados, a respiração vindo em baforadas curtos. Daemon olhava para vocĂȘ de baixo, o peito subindo e descendo rapidamente, as pupilas tĂŁo dilatadas que quase engoliam o violeta dos olhos.
âTudo bem. Olhe-me assim o quanto quiser; mostrarei a vocĂȘ.â Disse, nada abalada pelo sarcasmo espreitando por baixo do tesĂŁo que engolia a cor dos olhos do prĂncipe.
Ele lambeu os lĂĄbios inchados e suavizou o aperto sobre vocĂȘ, acariciando sua pele dolorida com o dedĂŁo ĂĄspero.
Sem qualquer aviso, suas unhas cravaram-se nos ombros e no peito dele, descendo em trilhas de fogo pela pele jĂĄ marcada por cicatrizes de batalhas passadas.
âEstĂĄ empenhadaâŠâ Daemon soltou um som gutural, uma mistura de rosnado e suspiro. Ele jamais admitiria, mas a dor aguçava seu prazer, transformando a raiva em um combustĂvel ainda mais potente para o desejo.
Entretanto, a entrega dele era nĂtida nĂŁo pelo que fazia e dizia, e sim pelo que deixava de fazer ou dizer. O prĂncipe Targaryen poderia te virar em um segundo, se forçar sobre vocĂȘ sem sequer suar, te prender ou forçå-la a parar seus avanços confiantes. Ainda assim ali esta ele, imĂłvel, deixando-a fazer o que deseja enquanto a provocava e se alimenta de migalhas de sua bunda tocando no pĂȘnis babĂŁo.
"Fique quieto.â VocĂȘ sussurrou ao sair de cima dele, empurrando-o firmemente, embora com cuidado, pelo ombro musculoso.
Seu marido astuto soltou um gemido abafado contra o travesseiro, os dedos dele agarrando os lençóis com força quase suficiente para rasgå-los.
âPara seu prazer, ora.â Ronronou, fazendo-o ceder apenas um pouco e empinar o quadril em sua direção, olhando-a de soslaio com a lateral do rosto apoiada nos lençóis. "Carinho faz parte da rotina dos animais de estimação." Provocou, ao qual ele apenas riu baixinho e arqueou as sobrancelhas claras.
TĂŁo bonito e certo de que sua linda esposa apenas o queria fazer sujar os lençóis. Ă aĂ que vocĂȘ o pegou completamente desprevenido.
Sem aviso, sem hesitação, sua boca desceu de maneira repentina, seu nariz chegando antes da lĂngua na pele pĂĄlida e imaculada daquela ĂĄrea. Em apenas um segundo, enfiou a lĂngua molhada e quente no buraco apertado. Seu mĂșsculo macio entrou facilmente, fazendo-o pular de surpresa contra os lençóis.
âQue diabosâ!â Ele engasgou tentando se sentar, ação que sĂł fez sua lĂngua afundar mais na bunda estreita que contraiu ao seu redor. Incapaz de responder, apenas aumentou a velocidade da mĂŁo que o masturbava, e simples assim, Daemon caiu de volta no colchĂŁo. âPorraâŠâ Praguejou, para seu deleite.
Acomodou seu corpo acima do dele, movendo a mĂŁo no pĂȘnis pulsante enquanto girava a lĂngua na bunda agora mais relaxada. Daemon nĂŁo te parou, nem elogiou depois disso, preso em um misto de prazer e vergonha. Se limitou a apreciar a sensação diferente, mas gostosa, enquanto tentava evitar rebolar contra seu rosto.
Ao perceber os sons baixos de prazer, tirou a lĂngua do cĂș dele apenas para mordiscar a bunda branquela.
âOnde estĂĄ toda aquela bravata do meu dragĂŁozinho?â Provocou, recebendo um rosnado em resposta.
âOra, nĂŁo seja um menino desobediente. Que tal me dar um pouco de orgulho e tratar as nossas meninas bem?â Ele a ouviu brincar com um cliente que estava dando trabalho uma vez. Bastou aquilo para algo nele clicar, talvez sua voz, seu tom, mas no fundo...
Na prĂłxima visita, exigiu te ver. Foi estranho a princĂpio, nĂŁo estava ciente dos gostos do rapaz. Mas ao vĂȘ-lo se encolher contra seu corpo ainda vestido, esfregando o rosto em sua barriga⊠VocĂȘ sorriu. NĂŁo o sorriso profissional e orgulhoso, como o de quem tem uma posse de valor como de sua antiga senhora, mas o de quem simplesmente acha algo fofo. Foi genuĂno.
Ele buscou apenas por vocĂȘ a partir de entĂŁo. E o que era platĂŽnico, em algum momento passou a ter⊠Significado. Anseio.
âEstĂĄ cuidando mais do cabelo⊠EstĂĄ mais macio.â Sussurrou, sentindo os fios deslizarem por entre seus dedos sem a fricção que normalmente havia.
âNĂŁo, eu quero que continue falando.â Ele murmurou, voltando a se afundar em seu colo e apertando-a mais forte. âO que ia dizer?â
âSĂł que, Ă s vezes, sua fofura me dĂĄ vontade de te beijar. Como agora.â sussurrou, parcialmente pronta para nada, e parcialmente pronta para ser mandada para fora com rudez.
VocĂȘ hesitou.
"Diga-me." Exigiu o platinado. Ele entĂŁo esfregou o nariz um vocĂȘ, suspirando baixinho, e seu coração disparou. Se seu prĂncipe desejava ouvir, que assim fosse.
Mas nada a preparou pro que se seguiu apĂłs os segundos de silĂȘncio de Aemond.
âAemondâŠ?â Sussurrou, surpresa. Ele entĂŁo suspirou, entreabrindo o olho que ainda enxergava e segurando sua mĂŁo firme prĂłximo a virilha.
âSeu desejo se limita a beijos?â perguntou, empinando o queixo. O olhou surpresa, e entĂŁo sorriu antes de rir baixinho. "NĂŁo queria sair do seu colo. Isso serve?"
âEle tentou se erguer um pouco do seu colo, as sobrancelhas franzidas e a voz saindo confusa, mas perigosamente prĂłxima da irritação. âO que... o que estĂĄ fazendo?"
âApenas te mostrando a extensĂŁo de meus desejos, prĂncipe.â Sussurrou, mantendo o dedo ali como uma oferta silenciosa enquanto ele nĂŁo a afastava.
Sua expressĂŁo era serena ao encarĂĄ-lo, dando-lhe tempo para assimilar. VocĂȘ transbordava do mesmo amor protetor e quase maternal de sempre, oferecendo cuidado e conforto.
O ombro dele caiu, o lĂĄbio inferior tremeu de leve antes que ele fechasse o olho visĂvel novamente, afundando o rosto de volta no seu colo e escondendo a pedra brilhante que ocupa o lugar do outro olho. Um suspiro longo e rendido escapou de seus lĂĄbios enquanto o quadril dele, finalmente relaxado, cedia ao toque suave e paciente dos seus dedos e, de forma bastante satisfeita e confiante, acenou uma Ășnica vez com a cabeça.
Uma permissão clara, que a fez sorrir ainda mais devido a confiança que lhe fora depositada.
âAemond abriu o olho lentamente, a safira brilhando na penumbra, focando nos seus dedos. Sem hesitar, ele abriu a boca e envolveu seus dedos com a lĂngua, chupando-os com uma devoção silenciosa, usando sua prĂłpria saliva para lubrificĂĄ-los enquanto mantinha o olhar fixo no seu, implorando silenciosamente por mais daquela validação que o preenchia por dentro.
âVocĂȘ sorriu, acariciando os cabelos platinados dele com a outra mĂŁo.
"Muito bem. TĂŁo obediente, me enchendo de orgulho. Vou te fazer sentir bem, eu prometo." Ele gemeu contra seus dĂgitos, fazendo-os vibrar.
âAo retirar os dedos da boca dele, agora devidamente lubrificados, vocĂȘ os moveu com cuidado. Com toda a suavidade do mundo, pressionou a ponta do primeiro dedo contra a entrada dele. Aemond agarrou o tecido da sua saia com força, os nĂłs dos dedos ficando brancos, mas nĂŁo recuou. Pelo contrĂĄrio, sob as suas palavras de incentivo, ele empurrou o quadril de leve para trĂĄs, engolindo o toque com ainda mais facilidade, a confiança facilitou a entrada pelo Ăąnus relaxado.
âO segundo dedo seguiu o primeiro, e o prĂncipe soltou um gemido agudo, a cabeça caindo para trĂĄs enquanto o prazer e a sensação avassaladora de preenchimento o dominavam. NĂŁo havia dor, apenas uma entrega absoluta e visceral. VocĂȘ os curvou lĂĄ dentro, anfiando o tirando lentamente, deixando-o processar a sensação.
Aemond suspirou, relaxando em seu colo a ponto de se virar lentamente de barriga para baixo. VocĂȘ tirou os dedos de dentro dele, que reclamou enquanto se ajeitava, antes de ouvi-la cuspir nele e voltar para espalhar na entrada estreita. Seus dĂgitos entraram com facilidade, fazendo-a empurrar o mais profundamente possĂvel dentro dele; nĂŁo era muito, mas bastou para o cavaleiro de dragĂŁo gemer baixinho e apertar o cĂș ao redor de seus dedos, como se tentasse mantĂȘ-los lĂĄ.
Ele estava completamente sob o seu controle, despido de tĂtulos e de glĂłrias, encontrando naquela vulnerabilidade o amor e a segurança que sempre procurou no mundo.
been thinking about engineer!reader and ryland grace aboard the hail mary when it runs out of candy and ryland has to find a new outlet for his oral fixation. he takes to chewing pen caps even though he thinks it's gross and from there he just kind of does it subconsciously because he needs to have something in his mouth.
one time he almost sticks the uncapped writing end of an expo marker into his mouth and that's when you know you have to find something else for him to focus that energy on. luckily, you're good at finding solutions for unusual problems. you approach him one day and pluck the pen from his hand as it's on its way to his mouth and toss it somewhere behind you. you run your thumb across his lower lip and tell him, "suck."
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Seria o melhor. Definitivamente, para um cara como ele, esse tipo de coisa só traria dor de cabeça. Ainda assim o corpo jå estava quente apenas em antecipação ao observar seus låbios brilhantes com gloss.
âEntendi, ok.â VocĂȘ segurou o riso em vista do bico constrangido do de fios louro escuro, puxando o zĂper para baixo e entĂŁo subindo a blusa dele com uma mĂŁo enquanto segurava o jeans agora alargado com a outra. âQuer marcar outro dia, entĂŁo?â Provocou, dando uma rĂĄpida olhada no meio das pernas dele, onde havia o contorno levemente proeminente do penis de Grace curvado em direção Ă coxa direita.
Seu sorriso aumentou.
âO-o que? O sexo ou o jantar?â O loiro gaguejou, olhando para baixo com os olhos azuis brilhando por trĂĄs dos Ăłculos tombados.
VocĂȘ gargalhou alto, sentando em cima das prĂłprias panturrilhas.
âTira logo essa calça antes que minhas pernas fiquem dormentes, meu deus!â Riu, para o qual o homem imediatamente forçou o quadril para cima, te ajudando a puxar o jeans para fora.
âPergunta idiota?â Grace murmurou, evitando olhar para baixo enquanto vocĂȘ deixava a calça dele acumular nos tornozelos, expondo a ereção crescente entre as pernas peludas.
âEu preciso mesmo responder?â Questionou em retorno, segurando a panturrilha dele com firmeza enquanto tirava um sapato e o jogava em direção a porta de entrada do apartamento antes de repetir o mesmo com o outro, podendo enfim tirar a calça de Ryland por completo. âSĂł pra deixar claro, se nĂŁo quiser eu entendo.â
âEngraçado vocĂȘ dizer isso com minha calça jĂĄ no chĂŁo e, bem⊠Ajoelhada entre minhas pernas.â Ele brincou, embora ainda soasse levemente ansioso.
Incapaz de resistir a provocação, se inclinou e mordeu o joelho dele, fazendo Ryland urrar levemente e jogar o tronco levemente para frente.
âAi!â Reclamou o homem, apesar do penis ter ganhado ainda mais vida, saindo do estado meia bomba para endurecer lentamente a seu tamanho completo contra a cueca apertada.
âEssa figura de linguagem eu nĂŁo conheçoâŠâ Ryland murmurou, jogando a cabeça para trĂĄs no encosto do sofĂĄ ao sentir o corpo imediatamente reagir a sua atenção. Os Ăłculos estavam começando a embaçar pela respiração quente e ofegante, fazendo o maior colocar esforço em si mesmo para manter o corpo sob controle.
âAh, estou vendo.â Riu, sem fĂŽlego e de olhos fortemente fechados por trĂĄs dos Ăłculos de grau. âĂ a primeira vez na vida que eu me sinto um pedaço de carne.â
VocĂȘ gargalhou com isso, se inclinando para frente entre as pernas bem abertas dele e segurando as coxas dele firmemente com ambas as mĂŁos.
VocĂȘ olhou para cima, surpresa, e viu apenas o pomo de AdĂŁo dele se movendo visivelmente, pois o rosto estava todo virado pro teto sobre o encosto do sofĂĄ. Lambeu os lĂĄbios, sorrindo de maneira ladina.
âI-isso doeu.â Ele sufocou, tentando â e falhando â em se distrair do quanto gostou.
âQue bom.â Sussurrou, se aproximando enfim do pĂȘnis dele, que tentou contrair as pernas ao sentir seu hĂĄlito quente contra o falo veiudo.
VocĂȘ se importaria com os pĂȘlos crescendo? Na base da virilha? Ele deveria oferecer outra coisa? Estava ansioso. Com medo de errar e estragar o momento.
âPorra, porra, porra-â Gemeu, sentindo-a sugar com força e masturbar onde a boca nĂŁo alcançava.
A cabeça dele estava girando. Grace mordeu o prĂłprio lĂĄbio com força, se segurando com tudo que tinha e ainda assim, o pĂȘnis pulsava repetidamente.
âIsso ai, lindĂŁo, deixa eu saber como vocĂȘ gosta.â Envergonhado, ele gemeu. Suas palavras abafadas pelo pau dele o fez tremer e soltar a blusa de frio amarela, apoiando a mĂŁo em sua cabeça.
âĂ d-demais pedir⊠Um tempo?â Ofegou, descendo o rosto de forma que o Ăłculos caĂsse levemente sobre a ponte do nariz apenas para ver seus olhos lascivos jĂĄ o encarando com o pau na boca.
Ryland fechou os olhos com força, prendeu as pernas ao seu redor e pensou na primeira merda que lhe veio à cabeça.
Rasputia.
Uma vovozinha idosa.
Ai, credo, ele havia assistido um filme de terror recentemente⊠Muita tripa. Sangue. Meu Deus, que nojo.
Enquanto isso, seu vigor e fome pra chupar o membro gostoso lentamente sumiam ao reparar que ele estava parando de pulsar como se estivesse prestes a gozar. Sugou mais forte, apertou com mais firmeza, e apesar do pulinho de Grace, ele continuou estĂĄtico no lugar e de olhos bem fechados.
âO que houve? NĂŁo estou entendendo. Te deixei desconfortĂĄvel?â Questionou, ao qual ele balançou a cabeça, revelando olhos lacrimosos por trĂĄs dos Ăłculos tortos.
âPorra, eu nunca quis tanto gozar na minha vida.â
âVocĂȘ deu motivos. Agora sou loirofĂłbica.â Brincou, se abaixando para morder a coxa dele novamente pela indignação de Grace ter se auto sabotando.
A dor da mordida o fez pular, gemendo baixinho. O coração dele disparou em meio ao aperto doloroso da ansiedade. Notando isso, vocĂȘ o mordiscou de novo, mais suavemente dessa vez.
âA-ah! V-vocĂȘ nĂŁo disse que loiro podia ser j-janta?â O professor fez bico.
âĂs vezes.â O olhou por baixo dos cĂlios, mordendo-o de novo. âMas agora, nĂŁo sei se compensaâŠâ
âE-ei, isso tĂĄ doendo⊠Foi mal por, sabe⊠Te deixar na mĂŁo. Eu posso te pagar pra compensar a perda de tempo eââ
âNĂŁo seja idiota.â Bufou, mordendo ainda mais forte o interior da coxa dele, perigosamente perto da virilha. âEstĂĄ achando que sou prostituta pra me oferecer dinheiro, porra?â
Grace gritou agudo, e entĂŁo gemeu, se contorceu. O pau dele jĂĄ estava duro e vazando de novo. EntĂŁo vocĂȘ mordeu novamente o mesmo lugar, chupando em seguida, e o membro antes meia bomba voltou a latejar.
âAh, entĂŁo quer dizer que vocĂȘ acha que putas nĂŁo sĂŁo maravilhosas? VocĂȘ as odeia? Ă isso?â Provocou com falsa irritação, apenas para vĂȘ-lo gaguejar e se complicar ao se ver entre a coerĂȘncia e o tesĂŁo
Ryland aparentemente tem um ponto fraco e vocĂȘ planeja abusar disso.
Absorveu a forma como as mãos dele buscavam se agarrar a algo, seja a própria blusa de frio larga ou o pano do sofå, balançando o quadril no lugar e arqueando as costas.
Mordeu entĂŁo mais fundo, chegando Ă barra da cueca, e lambeu o contorno do pano. Segurou o falo dele que pulsou em sua palma, entĂŁo partiu para mordeu do outro lado.
âAi! Porra, por quĂȘââ
âVocĂȘ merece por estragar minha diversĂŁo e falar mal das putas.â Provocou, mordendo ainda mais forte. Ryland gritou, se arqueou, e vocĂȘ sorriu ao admirar a marca que deixou. âĂ sua punição.â
Que barulhos lindos ele faz. E como o pau pulsou deliciosamente sob suas palavras.
Ryland nĂŁo avisou, nĂŁo teve tempo; afinal, estava certo de que conseguiria segurar. Uma pena para ele, o pĂȘnis explodiu em sua boca, fazendo-a se afastar abruptamente ao sentir o gosto levemente ĂĄcido contra a lĂngua de maneira que o restante do jato cremoso e esbranquiçado pintasse sua cara.
âOlha aqui a bagunça que vocĂȘ fez.â Disse, cortando a divagação do homem ao segurĂĄ-lo com a mĂŁo levemente melada pelas bochechas, sentindo a barba por fazer espetando sua palma enquanto o forçava a te olhar. Os Ăłculos tortos o deixavam ainda mais bonito.
âDesculpaâŠ?â Ele olhou o sĂȘmen em seu nariz e bochecha, confuso.
âNĂŁo, tudo bem! Eu só⊠Nunca fiz nada assim antes.â Ele pigarrou, e entĂŁo vocĂȘ se acalmou e sentou no colo dele, sentindo o membro mole em sua bunda.
Ryland colocou a lĂngua para fora e coletou timidamente o gozo da ponte de seu nariz. O hĂĄlito dele bateu contra seu rosto, quente. NĂŁo conseguiu evitar.
He tried to be cool and cocky like âhey babyâ heâll sneak up behind you, wrapping his arms around you.
âCmon Ry Iâm workinâ
âI know I know Iâm not doing anythingâŠâ
Youâre at your desk typing away at something, he swoops his head down to see whatever youâre working on, accidentally bonking his head into yours because heâs a clumsy bitch.
He starts kissing your neck and shoulder, you keep protest saying that your working. He tryâs so hard to be all cool and nonchalant but you know heâs bricked tf up. He wants to be cocky and smug and all that âmanly sexyâ stuff but heâs such a sweetheart and he just wants you that he canât.
All the sudden heâs left the crook of your neck and heâs trying to crawl under your desk, which is sort of hilarious because heâs a big guy, he hits his head on it and tries to play it off.
âHoney what are ya doinâ you say.
âNothing Iâm not doing anything!â
You pretend to be unphased, focused on your work but as his hand gently grabs your calf and pulls your legs apart how in the fucking world could you focus. Heâs looking up at you, glasses falling off his face, messy hair. He leaned his head on your semi-bare thigh.
âBaby?â
You can barely let out an âmhm?â That isnât an octave too high.
His hands run along your thighs. âCmon baby pleaseâ he said it so sweetly, âplease you can keep working just let me- lemme taste youâ
Youâre fucked and you know it, if you even peak down at him with his puppy dog eyes you might die. Your hand presses into the back of his head, itâs so soft.