“Que você pense isso de mim, tudo bem, não posso controlar tudo o que se passa em sua mente, mas vir me falar isso, na frente da minha irmã, eu acho realmente um absurdo.”
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

Love Begins

祝日 / Permanent Vacation
noise dept.
Lint Roller? I Barely Know Her
TVSTRANGERTHINGS
Cosmic Funnies


Discoholic 🪩
$LAYYYTER
Show & Tell

izzy's playlists!
we're not kids anymore.

Today's Document
Sweet Seals For You, Always
macklin celebrini has autism
Game of Thrones Daily
KIROKAZE
Keni

seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from South Africa
seen from Mexico
seen from Brazil

seen from Türkiye

seen from France

seen from United States

seen from Hong Kong SAR China

seen from Brazil
seen from Brazil
seen from United Kingdom

seen from Türkiye

seen from Hong Kong SAR China
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
@chasesebastian
“Que você pense isso de mim, tudo bem, não posso controlar tudo o que se passa em sua mente, mas vir me falar isso, na frente da minha irmã, eu acho realmente um absurdo.”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
“Liz! Me ajuda! O pipoca está me atacando! Eu estou sendo atacado por uma miniatura de cachorro!” Sebastian corria pela casa, às vezes pulando no sofá, às vezes desviando de obstáculos sensíveis, como um antigo e amado jarro de sua mãe, às vezes simplesmente tentando se esconder atrás da porta, mas o agitado cachorro balançava o rabo e latia pela felicidade de uma brincadeira inesperada. “Sebastian sofreu baixas, repito, Sebastian sofreu baixas.” Gritou, por fim, ao se jogar no chão e ter o cachorro sobre o peito. @lizmontgmxry
[ FLASHBACK - SCHOOL TIME ]
“ — Arqueou as sobrancelhas enquanto Sebastian falava da sua ideia. Afirmar que não era virgem não era exatamente uma ideia que soava bem na cabeça da Cooper, mas ninguém mais acreditava que ela poderia ser, então, qual seria a diferença? Ainda que fosse, poucas pessoas acreditavam nela, que eram os seus amigos mais próximos. Não era uma ideia de todo ruim, Alice e Sebastian eram amigos a um bom tempo, não muito próximos, mas eram de qualquer forma, e talvez pudessem acreditar naquilo. Mentir também não era uma ideia que soava bem para a Cooper, mas falar a verdade não estava ajudando também. —— Será que isso vai dar certo? Eu… Eu não sei. E se não acreditarem na gente? — perguntou, incerta, olhando Bash que tinha toda uma esperança clara nos olhos de poder ajudar ela daquela forma. Alice soltou um longo suspiro, com medo de que aquilo pudesse acabar mal, mas pelo menos, era uma ideia, e ela não tinha nenhuma melhor… —— Acho que podemos tentar. Não sei. Talvez dê certo. Quem sabe?”
“Estou ofendido com sua falta de fé.” Sebastian pontuou, embora compreendesse todos os temores da garota. Devia ser realmente difícil lidar com toda aquela situação. O jovem não conseguia nem imaginar como seria conviver diariamente com sussurros, olhares de lado e comentários de desprezo. E quantas outras não passavam pelo mesmo problema? Questionou-se astutamente. “Olha, eu acho que deveríamos ao menos tentar. E não precisamos começar a namorar mesmo, só...” Deu de ombros. “Não sei, só fingir quando estivermos na frente dessas pessoas do colégio. Eu posso te buscar alguns dias depois da sua aula, inclusive.” Uma gargalhada perdeu-se na imensidão do mar devido à mera ideia das feições surpresas dos amigos da garota. “Seria hilário, Cooper! E quem não sentiria inveja de te ver ao lado de um garanhão como eu, ein?”
“ — Depois de trocar algumas mensagens com @chasesebastian, estava claro que, seja lá por qual motivo, ele estava estressado. Mas ela podia entender, se só pela faculdade e a dedicação ao ballet, Alice, por vezes, sentia-se estressada sem motivo algum, apenas pelo cansaço, imagina o amigo, que trabalhava e era responsável por diversas coisas dentro da sua área. Ainda estava no ballet aquela hora, de modo que ligou para casa e pediu que a empregada preparasse as guloseimas que Sebastian mais gostava, assim como seu suco predileto, bem gelado, enquanto ela rumava para a casa dos Cooper, para tomar um banho e se arrumar, escolhendo uma roupa confortável para o dia quente de Malibu. Depois de pronta, ela passou pela cozinha, agradecendo a Meredith por ter parado o que fazia para atender o seu pedido, pegando a pequena cesta que continha lanches, bolos e refresco para então, seguir adiante em seu caminho. Com o motorista dos Cooper, a menina foi até a empresa de Bash, mas ao chegar lá, acabou descobrindo que ele estava na obra que supervisionava e depois de muita insistência, conseguiu o endereço do lugar, para onde rumou. Ao descer do carro, dispensou o motorista que voltou para casa, enquanto ela adentrava a obra perguntando por Sebastian, que foi apontado mais adiante, observando sobre uma mesa um monte de papéis. —— Bash… — ela chamou, quando estava próxima o suficiente para ser ouvida, ignorando os olhares curiosos dos peões da obra, imaginando que raramente uma garota aparecesse assim por ali. ”
O engenheiro ergueu o olhar, assim como todos os outros homens do recinto, quando percebeu a aproximação de Alice. Ela deslizava com uma inocência e, ao mesmo tempo, elegância tão intrínseca a si, que Sebastian não pôde fazer nada além de deixar um sorriso deslizar de forma orgulhosa pelos lábios. Durante a infância dos dois, o nível de intimidade que tinham podia ser facilmente resumido às reuniões que suas famílias organizavam. Foi somente após a farsa, gloriosamente forjada durante o ensino médio de Alice, que se aproximaram de modo efetivo. Desde então, brincavam, “não havia força no universo capaz de separá-los”.
“O que você está fazendo aqui, Lice?” A surpresa dançou em sua voz quando ajeitou-se para dar a completa atenção à jovem. Seu movimento, curto e imperativo, serviu não apenas como um gesto de receptividade para Alice, mas também como um mudo aviso para os outros homens. “Não mantenham esse olhar possessivo sobre essa garota, senão irão se arrepender por isso”. Sebastian, naquele local, tinha uma posição privilegiada de chefe e de detentor do maior conhecimento, as pessoas lhe respeitavam não apenas pelo homem que era, mas também pelo profissional que trabalhava e supervisionava a obra. A prepotência lhe arrancava sorrisos de lado e queixos erguidos.
flashback;;
Izzy não ia negar ter visto Sebastian chegar naquela festa junto a Zachary, mas ela não queria contato. Estava sim, o evitando, na cara dura. No dia que passearam na praia, ela havia decidido desistir de tentar criar alguma intimidade com o rapaz, pois a forma como ele a estava tratando deixava claro que ele não queria. Na festa que foram juntos, ela optara por deixar aquilo um pouco de lado e mais uma vez se arrependera. Ela ficaria muito feliz se Sebastian explicasse o que sentia. Se lhe desse uma chance de fazer alguma coisa para resolver, mas já que ele não o fazia, Isabelle cansara de ser um saco de pancadas, como assim dissera antes. Ela queria ser feliz. Apenas.
Estava tudo indo nos conformes em seu plano de evitá-lo, porém quando seguiu até a cozinha teve uma surpresa não tão agradável. Sebastian estava ali e pela forma como a encarava, iria dizer alguma coisa. O encarou em silêncio apenas esperando.
Continuar lendo
Vontade não era algo que Sebastian sentia nos últimos dias. Enquanto observava seus amigos saindo, conversando e se divertindo, ele só conseguia ansiar pelo momento de estar de volta em casa, seguro sobre a própria zona de conforto. A festa de reencontro dos ex-alunos, por exemplo, havia sido um dos vários fracassos que vinha enfrentando recentemente, que se fazia perceptível desde sua ida forçada, até sua saída indiferente. Além disso, ainda tinha a briga com Isabelle, que lhe incomodava tanto pela fraqueza de palavras e argumentos da morena, quanto pelo desafio carregado em suas afirmações. O que ela queria dizer quando afirmou que as pessoas só dão valor as coisas quando perdem? A pergunta ficou em sua mente por algumas noites.
Por isso, quando chegou a essa outra festa, novamente carregado por Zac, não fez o esforço de cumprimentar Isabelle, já que não via o sentido naquilo. Entretanto, quando ela entrou na cozinha e lhe encarou com um silêncio questionador, sentiu-se hesitante. O não entender lhe irritava, confundia, retardava os movimentos. Sebastian não gostava da incerteza de suas próprias ações, de suas palavras que soavam erradas antes mesmo de serem faladas. "O que foi?” Disse, por fim, porque já não havia mais sentido em manter o tenso silêncio entre os dois.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
“Se eu preparasse, elas não seriam espontâneas, Seb. Ótimo, pelo menos assim vai parar de olhar pra bunda daquela garota!” provocou, bagunçando seus cabelos e mostrando-lhe a foto “Viu só? Nem parece o vagabundo que é…”
“Eu nunca pareço um vagabundo, Margot. Na verdade, já me disseram que eu poderia trabalhar em uma firma de modelo, então não pense que essas suas frases jogadas vão, de algum modo, me afetar.” O queixo erguido fingia uma pose de prepotência e elegância que Sebastian não tinha. Em poucos segundos, a expressão séria desfez-se em um sorriso. “É impossível brincar ao seu lado, sempre acabo rindo.”
[flashback]
“Hã…várias?” disse tentando disfarçar que realmente Margot era a única. Por fim, suspirou. “Ela é demais, cara. Sério. E tirando o fato de que qualquer deslize o Zac vai pular no meu pescoço e que se meu irmão descobrir que nós dormimos eu vou ser um homem morto, as coisas estão indo bastante bem.”
O brado de orgulho pôde ser, possivelmente, ouvido há três quadras de distância, porém, Sebastian não conseguia se importar com o incômodo que seu grito causara nas pessoas que passavam ao redor. O seu cérebro concentrava toda a atenção e alegria no fato de que James havia finalmente dormido com Margot. “Cara! Eu não estou acreditando! Você dormiu com ela?” Jogou-se sobre o ombro do amigo, em um pulo de animação, que fez o outro se desequilibrar por alguns segundos. “Não estou acreditando mesmo e...Meu Deus! Como isso aconteceu? Eu realmente não consigo acreditar. James, rapaz...” Pausou, a malícia brincava em seus olhos. “Estou orgulhoso.”
[flashback]
A fala do amigo só serviu para deixar Zac ainda mais perplexado. Ele realmente não estava entendendo nada. “Dude, acho que eu tô mais confuso que você,” respondeu, acompanhando sua frase de uma fraca e desconfortável rissada. “Mas eu quero entender. Tipo, eu não curto ver você assim, claramente tem alguma coisa te incomodando.”
A mão trêmula acendeu o último cigarro que ainda tinha no bolso. Amassado, sujo, mas ainda um cigarro. Sebastian já não fumava com a frequência de seus anos da escola, marcados por longas festas com drogas e bebidas. Apesar de sentir falta da sensação de perder-se em luzes e corpos, já não carecia tanto de coisas que não fosse cigarro e cerveja. “Não é que algo específico me incomode, eu só...” Tragou o cigarro. Mexeu no cabelo. Um ritual que se repetiria diversas vezes durante a conversa e a falha tentativa de se expressar. “É como se nenhuma palavra conseguisse explicar exatamente como eu me sinto. Eu ia dizer que estou confuso, mas isso é quando alguém está sem qualquer orientação. Não estou confuso em relação aos meus pensamentos ou ações. É mais...” Dessa vez, sugou com mais força a plenitude que esperava vir do cigarro. Seus cabelos castanhos se confundiam em um emaranhado de fios. “Você deve me achar um louco.” Disse, por fim, já conformado com sua incapacidade de se expressar. “Ao mesmo tempo que pareço feliz e divertido, começo esses diálogos infelizes. Ao mesmo tempo que afirmo não gostar de Izzy, passo uma madrugada falando sobre nada com ela, ao mesmo tempo que penso uma coisa, faço outra completamente diferente. E o problema está justamente nessa minha contradição, porque eu já não sei o que sou eu. Desde a morte do meu pai, me imponho a tantos papéis, que já não sei quando estou atuando, quando estou me esforçando a ser alguma coisa e quando estou sendo eu.” As palavras saiam com uma fluidez que lhe apertava o coração. E lhe desnudava. “Eu sou o Sebastian divertido ou sou o que arrasta a tristeza dos outros? Já não sei, Zac. Eu realmente não sei.”
[flashback]
Garota? Que garota? A Margot?
“E há outra garota em sua vida que eu não esteja sabendo?” Perguntou com uma diversão que chegava até seus olhos castanhos.
don’t leave me hanging —zac&seb (flashback)
Havia algo errado entre eles, Zac podia notar aquilo com clareza. Não era das pessoas mais atentas, e frequentemente perdia sinais e não entendia as ações de outras pessoas quando as coisas não eram lhe ditas explicitamente, mas estava acostumado com Sebastian, o conhecia bem demais. Sabia que aquele comportamento não era normal. Nunca havia ignorado ligações de Zac antes, ainda mais depois de dez tentativas.
“Eu quero saber por que você tá me tratando assim, Seb,” respondeu com calma, enfiando as mãos nos bolsos, tentando fazê-las parar de tremer. Aquele era um território desconhecido por ambos, e Zac não sabia o que fazer. Claro, já haviam brigado muitas vezes antes, mas não conseguia se lembrar de nenhum momento em que fora tratado com tanta frieza pelo amigo. “Eu não gosto disso, okay? Você é meu melhor amigo, porra, e melhores amigos não ignoram dez ligações. Come on, só me fala o que eu fiz. Whatever it is, eu quero resolver,” suplicou. Zac não era muito do tipo sentimental, mas quando problemas assim apareciam especialmente com alguém com quem ele se importava extremamente, ele sentia necessidade de resolver. Não iria desistir até que Sebastian e ele estivessem entendidos.
"Não há nada para resolver, Zac. Estamos bem, se é isso que lhe preocupa tanto. Já pode voltar pra casa.” Disse friamente, ainda com a mão sobre a porta de casa, impedindo a entrada do seu melhor amigo. A frase de Isabelle escoava em seus ouvidos com uma pressão incômoda e, amargamente, lhe doía o coração. Não porque ele tivesse alguma paixão pela garota, fez questão de frisar em sua mente, mas pela decepção de não ser nem perto do bastante para ela. Qual era o problema em dizer sim para alguns beijos? Sebastian se questionava.
Em uma pose que desafiava o outro, Sebastian manteve-se de pé, esperando por qualquer reação que Zac pudesse tomar. Não era comum terem brigas como aquela, mas quando tinham, normalmente era Seb quem as perpetuava, em uma teimosia capaz de fazer até sua calma mãe perder a paciência. Não mudava de ideia até achar que sua raiva ou irritação perdurou tempo o bastante, o que costumava demorar a acontecer.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
[flashback]
Estava tão absorto naquilo que estava fazendo, música sendo uma das poucas coisas na qual o rapaz conseguia se concentrar totalmente, que demorou para processar que Sebastian estava falando alguma coisa. Parou de tocar o violão e virou sua atenção ao amigo, um pouco confuso, mas logo suas palavras começaram a fazer sentido, mesmo que tivesse perdido a fala inicial. Mas Zachary não soube como responder, aquilo parecia tão… complicado. “Então você realmente sente algo pela Izzy?” questionou, sabia que era a pergunta errada, sabia que não estava fazendo um bom papel ali, mas Zac sempre se expressara melhor através de músicas, tanto que incconscientemente começou a tocar os primeiros acordes de Do I Wanna Know.
“Eu...” Balbuciou em mais uma tentativa de explicar o que se passava em sua confusa mente, entretanto, ao escutar as palavras de Zachary, seu rosto se contraiu. “O que? Não, cara, não é disso que estou falando.” E, subitamente, Sebastian começou a se irritar, porque não conseguia explicar o que sentia, porque seu melhor amigo não estava compreendendo a linha que pensamento que seguia, porque estava cansado de se sentir confuso, porque...Suspirou, já não sabendo mais porque sentia-se irritado. “Esquece, não consigo explicar.”
“Mas é claro que eu sei onde estou! Aquela loja logo ali é a Macy’s e na próxima esquina tem um starbucks…”
“É, eu estou completamente perdida.”
“Não tem problema, eu posso te ajudar.” Afirmou, encantado com o tom de ruivo da moça. “Você é nova por aqui?”
“Smile!” Margot pediu, antes de disparar o flash.
Sebastian piscou os olhos, surpreso com a forte luz inesperada. “Ai! Margot!” Suspirou com indignação. “Você prepara as pessoas para isso, não chega só com essa luz na cara dos outros não! Acho que fiquei cego agora.”
“Ok, man. Pepperoni e havaina, vai ser” disse, logo depois repetindo o pedido para a pessoa no telefone. “Temos 40 minutos até ficar pronta”
“40 minutos são mais do que o suficiente para irmos até o mercado comprar as cervejas e voltar.” A tranquilidade fez o moreno repousar a mão dentro dos bolsos da calça jeans e levantar a cabeça para observar o céu, que já começava a escurecer, deixando algumas discretas estrelas em evidência. “Mas você nem me contou, como estão as coisas com a sua garota?”
[ FLASHBACK - SCHOOL TIME ]
“ —— Bash… Eles não são justos. Você não entende. Hoje ele apanha, amanhã ele vai atrás de você com os amigos dele e sabe-se lá o que pode te acontecer. A última coisa que eu quero é que algo do tipo aconteça com você. — teimou, decidida a não deixar que aquela situação fosse resolvida com punhos. Alice de fato desejava destruir a cara do ex com os próprios punhos, mas não era forte pra isso e nem era a favor da violência, o que tornava a ideia totalmente descartável. Estava prestes a dizer que se ele tivesse uma ideia melhor do que uma briga, ela estaria pronta para ouvir quando ele cortou o próprio discurso para dizer que tinha uma ideia. Alice o olhou arqueando as sobrancelhas —— E o que é? Se envolver brigas e possível morte, eu não estou de acordo. ”
Um sorriso torto começou a se dissolver pelos lábios do moreno, enquanto seus olhos castanhos brilhavam em uma diversão contida. “Talvez você não vá gostar tanto do que eu tenho a propor.” Deu de ombros, como se aquilo não fosse um real impedimento para ele. “Mas podemos dizer que é impossível você ter dormido com esse garoto, porque você teve sua primeira vez comigo. Agora. Atualmente.” Corrigiu-se, sabendo que sua proposta poderia parecer louca. “Digo isso já que não dá para fingir essas coisas e, tudo bem, o ponto não é esse, porque se fosse, não acho que eles parariam por uma frase minha. O ponto é que fingir um namoro comigo, pode parar esses boatos. Não faz tanto tempo assim que eu sai desse colégio, acho que meu nome ainda tem algum respeito.” Sugeriu, chegando, por fim, aonde ele queria com todo o seu discurso. Se as pessoas não iam se calar pelo bem, calariam-se pelo mal. Ninguém teria a coragem de xingar a nova namorada do tão amado Sebastian Chase. “E ai? O que diz?”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
[ flashback ]
“ —— Só que um dia, alguma dessas garotas que são suas por uma noite, pode acabar conseguindo ser pelas noites seguintes também. E eu não gosto dessa ideia. — negou com a cabeça, dando ênfase a sua frase —— O que? Eu gosto muito mais do velhinho do que essas piranhas que você fica babando em cima. — e dito isso, Alice se desvencilhou do braço do amigo, avançando rapidamente na direção do senhor que vendia o doce, o abordando para comprar um deles. ”
Sebastian se permitiu soltar uma alta risada com o comentário de Alice, entretanto, nada respondeu. Preferiu observá-la correr e escolher um dos algodões-doces que o velhinho carregava ao seu lado. Era realmente prazeroso estar ao lado da morena, até mesmo devido à tudo o que haviam passado juntos. Desde o falso namoro, passando pela morte de seu pai, até as saídas atuais. “Vou querer um também” disse por fim, com um pequeno sorriso no rosto, balançando a cabeça para não se perder em pensamentos.
[flashback]
Sabia da significância da música, mas depois da discussão que tiveram, achou melhor não comentar. Ao invés disso, optou por levar aquilo para um lado mais humoroso, “Damn, Seb, não sabia que era por mim que você ‘tá apaixonado, ‘tô lisonjeado,” disse, colocando a mão sobre o peito. “Pena que eu ‘tô com a Erika…” riu, logo voltando a concentrar-se no violão, começando a tocar a música pedida.
Sebastian se calou por alguns minutos, aproveitando o oportunidade de estar com o amigo, sentindo a música juntar-se com o clima, em uma forma de abraço suave. “Eu me sinto muito confuso, às vezes. Mas confuso também não é a palavra.” Pausou, procurando pela forma certa de expressar o que sentia. Não conseguiu. “As pessoas passam tanto tempo querendo deixar de dizer o que os outros dizem, mas no momento em que precisam falar por si mesmos, não conseguem se expressar. É o meu caso, pelo menos. Não sei te dizer como eu realmente me sinto, só que pareço ser bem contraditório.” Balançou a cabeça, procurando um apoio no olhar do amigo.