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Peek a boo starter!Â
Digite happiness para ser encorajado por Sora depois de algum momento muito triste (up to 1)
Digite gimme that gimme that ice cream para que Sora pague um bolo de sorvete para o seu personagem (siah)
Digite automatic para ter Sora como sua carona e talvez tentar ensinĂĄ-la a dirigir, jĂĄ que ela nĂŁo faz ideia como isso acontece (hyejin)
Digite dumb dumb para um flashback onde Sora estå paralisada por causa do crush e só consegue se comunicar através de letras de Michael Jackson (hayoon)
Digite one of these nights RFA remix para trabalhar até tarde demais com Sora na organização (e aà a gente pode ir para baladinhas ou ter um momento emo, o lado velvet permite as duas coisas) (a hell lot of people)
Digite russian roulette para deixar Sora bem chateada, a ponto dela querer apontar uma arma para as heart b-b-beats do seu personagem (up to 1)
Digite lookie lookie ma supa lookie lookie lookie para fazer um flashback no primeiro dia da Sora na RFA (seun)Â
Digite grito de tarzan da seulgi para ir em um zoolĂłgico e passar o dia com Sora (jooheon)
Digite peek a boo para brincar de se esconder com Sora e resgatar memĂłrias de infĂąncia (eunbi)
E aperte o ⥠caso queira algum starter que não esteja listado.
trashdorole:
         â âââ  se aproveitar de vocĂȘ? anyo. pode atĂ© nĂŁo parecer, mas eu tenho algum resquĂcio de decĂȘncia, meu anjo. dizem que Ă© algo que nem todos podem ter, uh? quase uma raridade com tanta gente estĂșpida por aĂ. pergunto-me Ă s vezes se vale Ă pena desperdiçar algo tĂŁo raro com algumas pessoas, mas vocĂȘ Ă© uma daquelas que vale a pena ser decente.â mesmo que esteja destilando todo o charme adjunto a prepotĂȘncia aquela sentença, ele nĂŁo deixa de ser honesto para com outrem. sora ainda Ă© alguĂ©m que tem consideração, o respeito sendo algo tĂŁo raro e extraordinĂĄrio em seu vocabulĂĄrio. nĂŁo estĂĄ aĂ para agradar alguĂ©m em especĂfico para atuar de frente a ela ou a qualquer outra pessoa, pois por mais desbocado que possa ser aquele ao menos Ă© sincero com cada pronĂșncia. â âââ  satĂŁ amar vocĂȘ? uh. deixe-me pensar.â realmente estĂĄ pensativo quanto a hipĂłtese ao enxergar a si mesmo como um demĂŽnio, a resposta daquela indagação brincando em sua mente tĂŁo ardilosa.  â âââ nĂŁo acho que satĂŁ possa amar alguĂ©m, mas que ele se diverte Ă s suas custas? eu tenho certeza. vocĂȘ nĂŁo fez nada para merecer isso, noona? â apoia a mĂŁo direita sobre a mesa para sustentar o rosto, a expressĂŁo impecĂĄvel estĂĄ para analisar a natureza daquele sorriso a adornar os lĂĄbios alheios.  â âââ hĂĄ quem diga que nĂłs nunca somos provados com algo que nĂŁo somos capazes de suportar. jĂĄ estĂĄ prestes a desistir de um tormento que sequer começou? â embora esteja igualmente na defensiva ao respondĂȘ-la, o coreano nĂŁo deixa de articular aquilo em uma suavidade tĂŁo prĂłpria aos seus diĂĄlogos com a outra. â âââ  a verdade Ă© que o caos existe dentro de nĂłs mesmos, uh? nĂŁo hĂĄ porque culpar satĂŁ por suas supostas provaçÔes, meu anjo. ninguĂ©m estĂĄ obrigando vocĂȘ a enfrentĂĄ-las. vocĂȘ pode simplesmente desistir como os covardes o fazem. mas vocĂȘ sabe o que acontece? vocĂȘ perde o seu diferencial e torna-se como a maioria. â a naturalidade que estĂĄ para dizer aquilo sequer Ă© questionĂĄvel, pois a essĂȘncia rĂspida o impede de ser tĂŁo sensĂvel quanto almeja com certas declaraçÔes.  â âââ  ninguĂ©m irĂĄ obrigĂĄ-la a fazer algo que nĂŁo deseja, sora.â sopra adjunto a uma riso deleitoso ao averiguar a prĂłpria sentença, o olhar desinteressado divaga pelo estabelecimento atĂ© retornar em curiosidade para o contorno alheio.  â âââ sem mentiras? o meu sabor favorito Ă© menta. jĂĄ provou o quĂŁo refrescante pode ser? sei que muitos irĂŁo comparar a creme dental, mas um grande vai se foder a quem pensa isso. menta tem um sabor de infĂąncia e um ar de nostalgia tĂŁo bom quanto este seu sorriso bonito. â elogia desta vez sem resquĂcio algum de malĂcia ou persuasĂŁo; dizeres tĂŁo sinceros e verdadeiros ao poder diferenciar o primeiro sorriso do segundo. â âââ eu sei que vocĂȘ serĂĄ uma excelente mĂ©dica, meu anjo. Ă© por isso que hoje serĂĄ por minha conta, uh? preciso demonstrar a gratidĂŁo em nome dos civis por termos uma mĂ©dica tĂŁo bonita e talentosa zelando pelo bem-estar de seus pacientes e todo aquele marketing altruĂsta. â revirou os olhos em um riso divertido ao elogiĂĄ-la como costumava fazer quando adolescentes: genuinamente encantado.
â âââ tem certeza que eu serei a Ășnica pessoa que ficarĂĄ molhado, sora?â arqueia a sobrancelha direita ao sorrir em provocativa a mais velha, as Ăris acompanham o tracejo dos lĂĄbios alheios por alguns instantes. â âââ de fato, eu cresci. vocĂȘ pode me chamar de satĂŁ e pedir para que eu seja mais misericordioso com vocĂȘ. quem sabe eu nĂŁo escuto as suas preces, uh? mas para ser honesto eu nĂŁo estou aqui por vocĂȘ, noona. nĂŁo seja tĂŁo convencida desta forma. pense pelo lado positivo: ao menos estou sendo sincero com vocĂȘ, noona. sem mentiras ou deboche. vocĂȘ pode simplesmente levantar e sair, mas algo me diz que vocĂȘ estĂĄ exatamente onde queria estar, uh? â
â Obrigada pela consideração, dongsaeng, vocĂȘ nĂŁo sabe o quĂŁo reconfortante é escutar que vocĂȘ serĂĄ decente comigo. Me faz ficar mais tranquila, de verdade. â Depois de tantos anos treinando, a garota se considerava o tipo de pessoa que podia enxergar alĂ©m da arrogĂąncia daquelas palavras, vendo a verdadeira intenção do rapaz ao proferi-las. Apesar de ser um tanto cega â um tanto apenas, jĂĄ que boa parte do vĂ©u de inocĂȘncia que repousava sobre sua visĂŁo havia sido arrancado de si â para mĂĄs intençÔes, conseguia ver as vontades antagonistas, as boas açÔes mascaradas com camadas de prepotĂȘncia para disfarçå-las e, assim, preservar a fama de mĂĄ pessoa perante o pĂșblico. Era melhor dessa forma, para Donghae, era uma boa coisa ser enxergado como um menino mal educado: assim, nĂŁo tirariam onda com a cara dele, como faziam na Ă©poca de escola, como fizeram com Sora ao demonstrar tamanha inocĂȘncia. O mundo era cruel demais para aqueles com bom coração. â O que eu fiz durante toda a minha vida que possa merecer uma resposta dessas, Donghae-yah? Eu fui uma boa menina a minha vida inteira, fiz minhas oraçÔes como mandava a BĂblia e, mesmo assim, Deus tirou de mim a minha mĂŁe e continuam a aparecer questĂ”es e mais questĂ”es, cada uma mais complicada do que a outra. Sem contar em todos os sapos que eu engoli para fazer as coisas da maneira mais correta. JĂĄ que ser uma menina que segue a moral cristĂŁ nĂŁo adiantou muita coisa, nĂŁo vejo problema em sair um pouco da linha que esperavam para mim, sabe? Talvez agora eu realmente mereça todo esse martĂrio para eu aprender, mas vou lidar com ele. E nĂŁo vou desistir, por que eu faria isso? Eu nĂŁo sou como a maioria e vocĂȘ sabe bem. â Era interessante a forma que, toda vez que falava com Donghae, um lado defensivo nascia em si, aflorando timidamente em seu coração. Começava a apontar os seus limites, deixando de ser a menina inocente e indefesa que um dia fora. Com as palavras do maior, cresceu o seu sorriso, se Ă© que aquilo era realmente possĂvel. â Sorvete de menta Ă© uma delĂcia! â Disse, quase soando como uma criança. Podia tentar de tudo, mas a curiosidade e inocĂȘncia em seu modo de olhar e agir sempre voltavam em alguma hora, dando as notas e os tons de cor do cerne da mais velha. â Quem chama sorvete de menta de pasta dental nem Ă© gente, Donghae, eles estĂŁo perdendo o melhor sabor de todos depois do de Matcha. Sorvete de chĂĄ verde Ă© uma delĂcia, sĂł Ă© meio amargo em comparação aos outros, atĂ© entendo a rejeição. â Queria dizer que nĂŁo julgava muito as opiniĂ”es alheias mas, bem, seria uma mentira. â Yah, eu deveria te ajudar! Eu comi tudo isso e ainda pedi sorvete, vocĂȘ nĂŁo deveria lidar com essa conta sozinho. â Disse, um pouco receosa de deixar toda a conta nas costas do mais novo. Apesar de ser um ato que considerava cavalheirismo, Sora nĂŁo achava tĂŁo aprazĂvel assim a sensação de ser carregada nas costas de outro alguĂ©m. Acabou esquecendo o desconforto logo apĂłs, rindo da piada descarada do mais novo. Como conseguia ser tĂŁo impuro com tĂŁo pouca idade? Via aquilo mais como uma brincadeira do que uma provocação sĂ©ria, afinal, teria que dar um corte maior caso considerasse aquilo uma investida de verdade. â NĂŁo preciso, vocĂȘ estĂĄ mais para duendezinho travesso do que SatĂŁ, sabia? Aish, vocĂȘ nĂŁo deveria dizer para a pessoa que te acompanhou nessa refeição que nĂŁo estĂĄ aqui por ela, mas, bem, pelo menos seguiu a sua promessa. Obrigada, dongsaeng, eu acho. â Achou muito estranha a colocação do mais novo mas apenas a aceitou calmamente, sem refletir muito sobre o assunto. Apesar de ter sido uma provocação com outro cunho, Sora nĂŁo poderia deixar aquilo passar em branco: a suavidade em suas palavras era acompanhada de honestidade, um traço marcante de qualquer conversa entre os antigos colegas de classe: â Me diga por que eu nĂŁo estaria aqui, Donghae? VocĂȘ Ă© meu precioso dongsaeng que cresceu mais do que deveria e sempre fala coisas divertidas, entĂŁo, Ă© de se esperar que eu goste de sua companhia. Honestamente? Ă claro que estou feliz exatamente onde eu estou, nĂŁo podia ser nem um pouco diferente.
â Ah! Eu ainda nĂŁo tomei sequer um gole do meu cafĂ©! O que vocĂȘ quer?!
Ah, Sowonie, vocĂȘ ainda nĂŁo tomou cafĂ©? SerĂĄ que entĂŁo eu posso tomar contigo? NĂŁo queria nada demais, Ă© sĂ©rio, sĂł aproveitar um pouquinho a sua companhia... se for possĂvel, Ăłbvio, eu posso esperar atĂ© mais tarde para falar com vocĂȘ se for o caso! SĂł nĂŁo quero atrapalhar, de verdade.Â

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trashdorole:
                    â âââ nĂŁo imaginei que fosse tĂŁo ingĂȘnua, uh? estĂĄ me confundindo com outra pessoa, sora. eu sou adepto da verdade e somente a verdade. deveria conhecer mais deste princĂpio agora que estĂĄ livre. â a verdade Ă© que ele nĂŁo tem preferĂȘncia quanto as nuanças de sora. qualquer que seja a essĂȘncia manifesta atravĂ©s da oratĂłria estĂĄ para entretĂȘ-lo, diverti-lo ao ponto de rir em combinatĂłria de escĂĄrnio e regozijo. â âââ o que posso fazer se a senhorita estĂĄ devorando todo o resto sozinha, uh? eu preciso tomar o partido das coisas se quiser que algo aconteça. â a extravagĂąncia verte daquela sentença tĂŁo simplĂłria, da qual ele tem quase certeza que ela saberĂĄ interpretĂĄ-lo e rejeitĂĄ-lo. embora tenha orgulho prĂłprio aquilo Ă© totalmente previsĂvel ao coreano.  â âââ entĂŁo vocĂȘ realmente planeja me jogar no rio han? esperava um programa um tanto quanto mais refinado, mas se os seus gostos sĂŁo tĂŁo peculiares assim por que nĂŁo? apenas tenha consciĂȘncia que irei puxĂĄ-la junto comigo. you know. a queda nunca Ă© solitĂĄria. â replica ao degustar do frango ele mesmo, afastando-se da mais velha ao sorrir em provocação. â âââ sorvete? huh. eu posso conseguir isso âpra vocĂȘ. o que eu nĂŁo posso fazer, afinal? sĂł nĂŁo me peça para ser menos abusado, porque certamente irei decepcionĂĄ-la com isso.â piscou em satisfação ao bebericar do prĂłprio soju, os lĂĄbios umedecidos com a lĂngua ao analisĂĄ-la. â âââ vocĂȘ estĂĄ pensando muito em sacrifĂcio. o que Ă© isso, sora? yah. tĂŁo simbolista. qual o significado do sorvete? seria vocĂȘ me dando um gelo? â
â Ă como todas as mĂșsicas de white aegyo, meu querido: uma garota tem que se proteger antes que os oppas do mal venham se aproveitar delas. No meu caso, sĂŁo dongsaengs enviados do SatanĂĄs, nĂŁo sei porquĂȘ. â Ao invĂ©s de gesticular com as mĂŁos, o que se mexia enquanto falava era o par de hashis, livres de comida mas repletos de momento. â Acho que o SatĂŁ me ama, o que me diz? â A garota sorriu leve, orgulhosa de sua prĂłpria brincadeira. Apesar do coisa ruim ser um nome poderoso em sua religiĂŁo, aos poucos ele perdia a sua importĂąncia para a garota: o inferno sĂŁo os outros, Sartre dizia. AtĂ© mesmo o filĂłsofo havia sido apresentado em um debate com o seu demĂŽnio da luxĂșria pessoal e, por onde olhava, ele nĂŁo parecia lhe deixar em paz. Talvez fosse a sua prĂłpria cabeça pregando peças, tĂŁo dependente de uma mentira que nĂŁo sabia mais operar em modo verdadeiro. â JĂĄ que vocĂȘ Ă© adepto da verdade, entĂŁo quero saber, sem mentiras... â Fez suspense, como se fosse perguntar algo muito sĂ©rio em seguida. â ... qual Ă© o seu sabor favorito de sorvete? â E sorriu, um riso aberto e que tinha a capacidade de iluminar toda uma sala. Momentos onde a sua inocĂȘncia se mostrava andavam um pouco em falta mas ainda existiam, mesmo que as circunstĂąncias teimassem em apagar a luz interna da universitĂĄria. â Em minha defesa, serei uma mĂ©dica muito requisitada e, por isso, preciso de energia para atender os meus pacientes. Sabia que dar a luz Ă© um baita de um trabalho? Como Ă© que vocĂȘ quer que eu atenda minhas pacientes se eu estou com fome e sem energia?! â Fingiu-se de profundamente ofendida e, para vingar-se, roubou um dos pedaços de comida que estavam dando sopa no prato alheio. â Sim, eu vou te jogar no Rio Han, mas eu nĂŁo vou cair com vocĂȘ, Ăłbvio. Pff, que histĂłria Ă© essa, a Ășnica pessoa a ficar molhada aqui vai ser vocĂȘ, tĂĄ bom? â Acabou por revirar os olhos, repousando os hashis quando terminou de comer. â Pedir para vocĂȘ ser menos abusado seria a mesma coisa que pedir para o SatĂŁ ser misericordioso. VocĂȘ cresceu, Donghae, ficou mais alto e mais abusado, nĂŁo acho que dĂȘ para mudar isso. â Ela deu de ombros, afinal, nĂŁo Ă© como se importasse tanto assim para as investidas tĂŁo idiotas do mais novo. â Aish, eu posso atĂ© estar te dando um gelo, mas Ă© um gelo doce como o sorvete. VocĂȘ ainda estĂĄ me vendo aqui, certo? Tem gente que nem isso. Pense pelo lado positivo, dongsaeng!
a starter for @castitas
A insensibilidade provinda dos Ășltimos acontecimentos nĂŁo era algo que havia iniciado prontamente; tinha todo um motivo, uma estrutura, um wombo-combo de merda e desastrosidade que, Ă© claro, tinha que acontecer com ele. Taehee jĂĄ tinha essa concepção de que muita bosta ia acontecer com ele. Era como se ele fosse uma privada: sĂł caĂa ali o que nĂŁo prestava, realmente. Vez ou outra tinha um aromatizador para amenizar ou um desinfetante para tirar as impurezas, mas sempre â sempre â haveria merda. Com a mĂŁo no queixo e a cara de doente eterna, o Jung fazia o incessante e irritante batucar com a ponta dos dĂgitos na madeira da mesa, sentindo o calor de seu chocolate quente no queixo e nĂŁo dando uma foda para tomĂĄ-lo. Era assim que ele se sentia ultimamente: sem vontade nem de fazer as coisas que mais gosta. Se arrependia um pouco de ter saĂdo da casa da mĂŁe por isso, porque com ela pelo menos teria a aventura de discutir, mas sozinho, em seu flat, sĂł precisaria da companhia de Hayoon para ficar mais confortĂĄvel. Mas aĂ que estava: ela nĂŁo podia ficar com ele cem por cento do tempo, o que era tristonho para ele, ao mesmo tempo que lhe dava liberdade para andar nu na casa nova sempre que quisesse. A sineta do estabelecimento tocar foi a deixa para que ele quase pulasse da cadeira, alarmado para ver se era quem esperava. E quando nĂŁo achou o rosto harmonioso de Sora, simplesmente voltou Ă mesma posição. Acontece que a presença sentida por trĂĄs, apesar de ter sido ignorada, era exatamente a dela. Ao perceber, tomou um susto e cobriu o peitoral instintivamente â apĂłs tremelicar por milĂ©simos de segundo, afinal ele realmente havia se assustado. âAigoo, desgraçada! VocĂȘ quer me matar? Eu quase perdi minhas prĂłteses.â Ajeitou a blusa como se com uma desculpa para fazer jus ao que havia dito, logo soltando seu sorrisinho â que ele tanto lutou para esconder. âAchei que ia me deixar aqui plantado, que nem um helianthus annuus bem bonitinho, eternamente.â Quando na verdade sĂł estava ali hĂĄ dez minutos â atrasado, por um acaso. âEu estudo, viu, menina?!â
â Se eu tivesse feito vocĂȘ perder suas prĂłteses, juro que comprava novinhas para colocar no lugar. â A frase repleta de brincadeira nĂŁo teria sido falada por uma Soso de um ano atrĂĄs, deixando explĂcita a mudança da garota em um curto perĂodo de tempo. A menina religiosa e pouco aberta para palavras de humor parecia estar bem distante daquela nova garota, que agora carregava poucos traços de inocĂȘncia em comparação, afinal, Jiho havia roubado parte dela no dia de seu aniversĂĄrio. Mais uma memĂłria que se tornara ruim com o amargor do tĂ©rmino, mais uma data estragada por conta de um mal â quer dizer, pĂ©ssimo â entendido. â Eu estava tentando ficar bonita, oppa, passar as noites chorando deixam a minha pele ressecada e com olheiras. Imagina se eu saio assim na rua? VĂŁo me expulsar por denegrir a imagem da RFA. â Fazer piada da prĂłpria dor havia sido um mecanismo que copiara de outros, Taehee incluso em tal grupo: rir mesmo no meio da desgraça era algo que lhe apetecera, afinal, trazia leveza depois de ter tantas merdas acontecendo em sua vida de forma progressiva. Quando achava que as coisas iriam melhorar, Deus lhe dizia que nĂŁo, mandando-lhe mais provaçÔes que nĂŁo pareciam ter fim para o seu caminho. â Iâm a Iâm a babyface, Iâm a Iâm a babyface! Na verdade, nĂŁo sou, mas as pessoas precisam acreditar nisso. â Cantou a mĂșsica de WJSN no ritmo, uma de suas favoritas do grupo. â Estuda, Taehee? Que mentira, vocĂȘ enrola no dia antes da prova que eu sei. Seus amigos me contaram que vocĂȘ prefere jogar League of Legends ou Overwatch ao invĂ©s de estudar, sabia? Eu sei de tudo! â Finalmente sentou na frente do rapaz, sem muita culpa de ter atrasado tanto tempo assim. â Se eu jogasse eu seria main Mercy, meio Ăłbvio, nĂŁo Ă©? Mas eu nĂŁo jogo, eu sĂł vejo drama e sĂ©rie mesmo. Inclusive, vocĂȘ deveria estar jogando agora, o que te levou a sair e ver a luz do dia? EstĂĄ tudo bem com vocĂȘ? â Apesar de ter aprendido a conviver com o rapaz e responder suas provocaçÔes, Myung Sora se importava profundamente com Taehee e deixava tal fato explĂcito, seguindo os conselhos do prĂłprio coração. Mesmo estando profundamente machucada, nĂŁo deixava de lado o seu bom cerne, cuidando de todos que pareciam minimamente feridos, emocional ou fisicamente. â Ă sĂł dizer os nomes que eu bato em quem tentou fazer algo com vocĂȘ! Quer dizer, eu peço para o Jaesun bater, vocĂȘ sabe que das minhas mĂŁos sĂł saem cura. Ah, Ă© isso que vocĂȘ precisa? Do you need healing, Taehee-yah?
trashdorole:
       â   * Ë â Ë Ë nĂŁo vislumbra como conduta ofensiva a decisĂŁo alheia de ignorĂĄ-lo. cujo termo ressoa hiperbĂłlico demais para realmente interpretar como menosprezar. ele simplesmente desconsidera o assunto anterior para respondĂȘ-la, os lĂĄbios viperinos desdenham riso jocoso.  â âââ gostaria de dizer que Ă© a primeira vez para fazĂȘ-la se sentir especial, but you know. este Ă© o meu lugar favorito desde que Ă©ramos adolescentes, uh? â aproveitou-se do fato de estar sentado do lado dela para se aproximar, o frango preso ao hashi ao oferecer para ela.  â âââ mas aposto que vocĂȘ nĂŁo provou este aqui ainda, uh? eu pedi especialmente para vocĂȘ. â encara os lĂĄbios daquela em certo deleite, cujas Ăris retornam aos olhos angĂ©licos em seguida ao sorrir para ela. â âââ âcome on baby. eu sei que vocĂȘ vai gostar. â
â Nah, nĂŁo precisa mentir para mim. Se eu descobrir que estĂĄ mentindo, irei te jogar no Rio Han para ser comido pelos micro-organismos que ali vivem. â Apesar de ser uma brincadeira do outro, Sora estava na d e f e n s i v a. Depois de tantos meses sendo enganada, qualquer mentira branca se igualava a uma tragĂ©dia em seu diagnĂłstico. Talvez melhoraria seu estado em alguns meses, mas estava cedo demais para dizer tal coisa. â Especialmente para mim? EstĂĄ comendo isso mais do que eu, yah, eu vou mesmo te jogar no Rio Han. â Assim que percebeu a aproximação do mais novo, atentou-se. NĂŁo era burra e nem cega, ou seja, conseguia captar muito bem as intençÔes daquele abusado, afinal, jĂĄ era grandinha o suficiente para entrar naquele jogo e nĂŁo vacilar graças Ă s suas experiĂȘncias anteriores. â Sabe o que eu gostaria mesmo? Um pouco de sorvete e espaço pessoal, afinal, vocĂȘ estĂĄ perto demais de mim por causa de um pedaço de frango. Sabe como deve ser triste para ele ser morto e usado de desculpa para um momento desses? Honre o sacrifĂcio do bichinho e o coma sem ser um abusado, sabe, a memĂłria dele serĂĄ mais respeitada dessa forma.
Apesar daquela pergunta ser claramente direcionada para ela, Sora preferiu ignorar completamente aquelas palavras ao invĂ©s de respondĂȘ-las. Ăs vezes era mais fĂĄcil passar por louca do que se comprometer e, bem, preferia passar batido e evitar mais aborrecimentos para si. â Ah, vocĂȘ jĂĄ provou o ramen daqui? â E, com isso, deu uma garfada generosa, enchendo a sua boca de comida. NĂŁo podia falar de boca cheia, certo? Rezou internamente para que a pessoa desconsiderasse o questionamento anterior e a permitisse fazer a pĂȘssega em paz, sem maiores dores de cabeça.
hvyunwoo:
     O trajeto de Incheon para Seoul nunca havia sido tão longo.
     Lembrava-se de ter visto o sol nascer através das janelas do trem noturno, do bater sequente de seu pé contra o assento da frente e do olhar impaciente da mulher de meia-idade sentada ao seu lado. Não a culpava. Se estivesse em seu lugar, também se incomodaria com a própria inquietação.
     Contudo, era uma tarefa ĂĄrdua manter a calma, quando dizer que a notĂcia recebida apenas hora antes fosse inesperada seria mero eufemismo. Era devastador e quase irreal, e nĂŁo foi muito tempo depois de receber a ligação que poderia ser visto de malas (precariamente) feitas, deixando a casa da famĂlia e despedindo-se sem muitas explicaçÔes. âĂ uma urgĂȘnciaâ ele diria, com o semblante vazio mas voz e mĂŁos trĂȘmulas, depois de depositar um rĂĄpido beijo sobre o topo da cabeça da mĂŁe e garantir-lhe de que nada de ruim estava acontecendo. Grande mentira. Apenas acontecia de nĂŁo possuir o tempo para prolongar-se em seus assuntos para a matriarca; em poucos o minutos, o Ășltimo trem estaria deixando a estação, e tinha de estar nele.
     Quando chega ao hospital, os raios de sol o aquecem. Sem uma Ășnica hora de sono para tornar toda aquela situação mais suportĂĄvel, havia visto muitos de seus colegas de associação naquela tarde com familiar melancolia, e entĂŁo lembrava-se do porquĂȘ de toda aquela familiaridade: a Ășltima vez que estivera envolto daquelas paredes brancas e frias fora no dia em que perderam Rika. Ă uma realização perturbadora a que se chega quando se encontra sozinho observando o corpo adormecido de Sora, atĂ© ver a movimentação e os olhos abrindo-se em prova mais pura de sua vitalidade, e sente como se houvesse respirado pela primeira vez em tempos. Entre todas as coisas, Myung Sora sĂł poderia ser mesmo uma peça Ășnica, na melhor das maneiras possĂveis. O sorriso e a alegria que transborda de seu ser nĂŁo parece condizente com o cenĂĄrio em que se encontra, e por isso, tenta conter o prĂłprio nĂł na garganta ao testemunhar aquela visĂŁo tĂŁo dualĂstica, nĂŁo desejando prejudicar sua positividade com os prĂłprios Ăąnimos baixos. Havia, inĂșmeras vezes, falsificado emoçÔes que nĂŁo lhe pertenciam; era disso, essencialmente, do que tratava-se seu ofĂcio. Porque, entĂŁo, naquele dado momento, nĂŁo deixar o choque e a melancolia que vinha carregando consigo por todo aquele trajeto nĂŁo transparecerem lhe parecia uma tarefa impossĂvel?â Em carne e osso, dongsaeng. â Garante, inclinando o corpo para frente sobre a cadeira que havia sido posta ao lado de sua maca. A destra envolve-se Ă mĂŁo da mais nova, apertando-a suavemente, como para confirmar-lhe a sentença que acabava de enunciar. Igualmente, desejava tocĂĄ-la pois queria relembrar-se de que podia, e diferentemente da Ășltima ocasiĂŁo em que estivera ali, Sora ainda estaria em carne e osso Ă sua frente por um longo, longo tempo. â Eu sinto muito. â As palavras escapam de sua boca naquele tom mĂłrbido do qual imediatamente se arrepende, e por um momento, pergunta-se se haviam sido ditas apenas em sua cabeça. Os lĂĄbios entĂŁo se curvam no melhor sorriso que seria capaz de realizar, e prossegue, procurando amenizar um pouco do peso de suas palavras prĂ©vias. â Eu⊠eu deveria ter te trazido um enorme buquĂȘ com um monte de flores bonitas. Sinto muito por isso. Aish, que pĂ©ssimo Romeo⊠Mas elas estarĂŁo aqui da prĂłxima vez que acordar. Ă uma promessa. â Â
Mesmo com a progressiva perda dos efeitos daquele entorpecente, a jovem nĂŁo conseguia processar de forma correta o toque em sua mĂŁo por conta da falha de seus sentidos, que estavam encobertos por uma nuvem de neblina chamada soro fisiolĂłgico e outras substĂąncias. Era um tanto desesperador sentir o quĂŁo seu corpo estava sendo inibido por tal tratamento fĂsico, impedindo-a de ter uma resposta satisfatĂłria para o contato com o outro: queria apertĂĄ-lo entre seus dedos e garantir que nĂŁo iria perder a sua companhia, jamais. Enquanto piscava os olhos devagar, sentia levemente a palma pressionada na dela, como se fosse um convite para despertar do prĂłprio torpor causado de forma artificial e encarar a realidade, onde sua mĂŁo continuaria sendo segurada por aqueles que importavam. Ah, como era bom mirar alguĂ©m que nĂŁo teve quaisquer relaçÔes com os eventos anteriores, aqueles que quase causaram a sua morte. Pensar na arma apontada para si era como uma faca que cortava limites limpos, expandindo aos poucos a sua consciĂȘncia.
Depois que iniciou o seu processo, nĂŁo detinha mais tanto desejo de acordar assim.
Traumas eram difĂceis demais de serem silenciados de uma hora para a outra, tanto que as superaçÔes para tais incidentes poderiam demorar meses ou anos para acontecer. Via escrito em traços tristes o quĂŁo difĂcil era para Hyunwoo estar no hospital, o quĂŁo melancĂłlico era voltar para um espaço onde cultiva-se a maioria das memĂłrias ruins de alguĂ©m. Aquela jovem fazia medicina para ser a mudança naquele espectro, trazendo vida e felicidade para aqueles que cruzassem o seu caminho! Como poderia permitir-se deixar o outro naquele estado? O seu prĂłprio trauma falava mais alto, impedindo suas açÔes de serem tomadas com clareza e significado. O que poderia fazer por ele? Sora, entĂŁo, fez o que sabia fazer de melhor: sorriu no meio da tempestade, deixando que o seu melhor olhar carinhoso saĂsse de si.
â Estou muito feliz, oppa, porque vocĂȘ veio me ver. â A voz tranquila nĂŁo combinava com o interior levemente conturbado, que acordava aos poucos de uma paralisia forçada. â As flores nĂŁo iriam me fazer tĂŁo felizes quanto a sua presença, sabia? VocĂȘ nĂŁo precisa se culpar por nada, estĂĄ tudo bem. VocĂȘ Ă© um perfeito Romeu, com ou sem elas. E nĂŁo precisa prometer! Sua visita Ă© mais preciosa do que qualquer outra coisa. â E, mesmo sonolenta, Myung Sora ainda conseguia dizer palavras de encorajamento. Era a sua cerne, afinal: ajudar, mesmo que isso custasse um pouquinho da prĂłpria vitalidade. Trazida de volta para aquele mundo, conseguia finalmente sentir em totalidade o aperto contra sua mĂŁo, retribuindo com a fraca intensidade que era capaz de criar. â Eu estava com medo de ficar sozinha aqui, Hyunwoo-yah⊠â Em um estado normal, Soso privaria o rapaz de conhecer seus receios, afinal, nĂŁo achava justo que ele carregasse algo que nĂŁo lhe pertencia. O trauma, entĂŁo, falou mais alto, criando um sentimento inquietante em seu coração assim que teve uma faĂsca de memĂłria dos eventos passados. â Tive tanto medo, mas tanto medo de que me esquecessem aqui... Eu nĂŁo estou segura, nĂŁo estou, as enfermeiras nĂŁo vĂŁo me proteger. â Agora, a menina piscava com uma frequĂȘncia maior do que a normal, para afastar as primeiras evidĂȘncias de lĂĄgrimas em seus olhos. â Oppa... Oppa, eu nĂŁo estou segura, por favor, nĂŁo me deixa aqui sozinha.

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Minha vĂ©spera de Ano Novo? Ah, nĂŁo foi nada demais. SĂł assisti a queima de fogos com a Naga pela janela do apartamento. E vocĂȘ, passou com alguĂ©m especial?
Ah, nĂŁo... NĂŁo vamos comentar da minha vĂ©spera de ano novo, ela nĂŁo foi tĂŁo legal assim. Envolveu, hm, muito choro e besteiras, tanto que a minha bochecha estĂĄ mais inchada que o normal. NĂŁo que vocĂȘ precisa saber disso, Nari-ssi, nĂŁo quero te incomodar com essas bobagens! Quem Ă© Naga? Oh... vocĂȘ adotou mesmo o filhote que estava prometendo adotar?!
Sei que fui um escroto no Ășltimo ano, mas, sinceramente, vocĂȘ foi uma das melhores coisas que me aconteceram e eu espero que nunca fique longe de mim â nem me deixe sozinho. Sou grato por tudo o que vocĂȘ fez por mim; infelizmente eu sou uma lĂĄstima para te apoiar quando precisa, da maneira como toda pessoal normal faria, mas juro que dou meu melhor sempre! Vamos continuar caminhando juntos, okay? NĂŁo quero perder vocĂȘ, senĂŁo SatanĂĄs vem me buscar.
She possesses an innocence so destructive, she put angels to shame.
zosraus (via halcyonwrites)
âThe Major Arcana Tarot cards form the foundation of the Tarot deck and consists of twenty-one numbered cards and one unnumbered card (the fool). They represent a path to spiritual self-awareness and depict the various stages we encounter as we search for greater meaning and understanding. In this way, they hold deeply meaningful lessons.â (source)
RFA as MAJOR ARCANA (two updates):
JUNG TAEHEE as THE MAGICIAN âł The Magician is associated with the planet, Mercury and carries with it skill, logic, and intellect. The number of the Magician is one, the number of beginnings. The Magician is the bridge between the world of the spirit and the world of humanity. Above the Magicianâs head is the symbol of eternity and around his waist is a snake biting its own tail, another symbol of eternity. The Magician Tarot card typically appears in a Tarot reading at a time in your life when you have the creative power and energy to create a new life cycle for yourself. You have the ability to take the power of the Universe and manifest your desires.
CHOI DAHYE as THE DEVIL âł The card of the Devil represents the hidden forces of negativity that constrain you and that trick you into thinking you are imprisoned by external forces ultimately out of your control. The Devil is an inner force within each of us. She represents our fears, addictions, and other harmful impulses. A sense of hopelessness can accompany the Devil. At the foot of the Devil stands a man and a woman, both chained to the Devil. They appear to be held here, against their will, but only closer observation, the chains around their necks are loose and could be easily removed. This symbolises that bondage to the Devil is ultimately a voluntary matter which consciousness can release.
this is for my secret santa...                          @codename-neoâ
WE ARE INFINITE AS THE UNIVERSE WE HOLD INSIDEÂ â the first part of your secret santa gift!Â
uma pequena grande mensagem ooc aqui embaixo:

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my secret santa is⊠  ⯠⚠⩠   ⯠⚠⩠ đđœđ đ đđŸđđđŸđđ (listen to the soundtrack)
âShe possesses an innocence so destructive, she put angels to shame.â
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     Siah mantinha o sorriso no rosto, abraçando e tirando fotos com criancinhas que se diziam suas fĂŁs, mas qualquer um que a olhasse com mais cuidado poderia perceber que a atriz estava quase surtando. Odiava altura, odiava coisas rĂĄpidas, odiava brinquedos radicais - e estava rodeada por tudo aquilo. JĂĄ era a terceira criança que pedia a companhia da Im para ir em algum dos brinquedos, mas dessa vez ela viu uma saĂda: outrx membrx da RFA ali, tĂŁo pertinho de si. NĂŁo demorou nrm cinco segundos e jĂĄ marchava em sua direção, de mĂŁos dadas com a criança. â â Hey! Que bom que te achei⊠O que acha de acompanhar essa coisinha fofinha na montanha russa, huh? â
â Ah, Siah, vocĂȘ Ă© a coisa fofinha, nĂŁo Ă©? Adoraria te fazer companhia na montanha russa. â Sora abriu um grande sorriso â um tanto travesso, cortesia de ter passado tempo demais com Taehee â para receber a garota, que trazia consigo uma criança pequena e de olhos curiosos. Pessoas mudavam pessoas e a convivĂȘncia com o mais alto era capaz de provar aquilo na prĂĄtica, jĂĄ que Sora, a que menos identificava traços e traços de personalidade, conseguia ver o desconforto da outra. Provocar um pouquinho sĂł tambĂ©m era um ato roubado do garoto, que sempre tirava com a cara da mais baixinha. â Eu acho que seria muito triste se eu fosse sozinha com ela, sabe, ela te pediu para acompanhĂĄ-la. Crianças tem almas muito puras e sĂŁo enviadas de Deus, a escolha de te ter como acompanhante deveria ser vista como o maior elogio de todos. â Com o rosto pacĂfico, continuou sua pequena e autĂȘntica ladainha, jĂĄ que acreditava piamente em tudo o que dizia. â Que tal irmos as trĂȘs juntas, huh? VocĂȘ nĂŁo quer... desapontar o coraçãozinho dela, nĂŁo Ă©? Vamos todas, Siah, vai ser divertido!