REEGAN DE'LUCA, son of hephaestus.
ââââââââââââ LUKE PASQUALINO? nĂŁo! Ă© apenas REEGAN DEâLUCA, ele Ă© filho de HEFESTO do chalĂ© 9 e tem 31 ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ele estĂĄ no NĂVEL III por estar no acampamento hĂĄ 20 ANOS, sabia? e se lĂĄ estiver certo, REEGIE Ă© bastante CORAJOSO mas tambĂ©m dizem que ele Ă© IMPACIENTE. mas vocĂȘ sabe como hefesto Ă©, sempre inventando fake news pra atrair audiĂȘncia.
HEADCANONS,
âââ Reegan descobriu que era filho de Hefesto apĂłs ser perseguido por um monstro dentro da escola e atĂ© chegar em casa. Quando contou a sua mĂŁe, ela nĂŁo pensou duas vezes em viajar para os Estados Unidos para apresentĂĄ-lo ao Acampamento Meio-Sangue.
âââ Nunca foi muito bom forjando armas, mas era bom em fazer modificaçÔes tecnolĂłgicas e criaçÔes prĂłprias que envolvia mecĂąnica e elĂ©trica.
âââ Ele descobriu sua habilidade de Mimetismo EpidĂ©rmico depois de um ano no Acampamento Meio-Sangue, apĂłs um momento de muito estresse, encostar em uma arma de bronze celestial e brilhar no mesmo tom. Sua primeira experiĂȘncia durou cerca de dois segundos antes que desmaiasse. Hoje em dia, Reegie consegue manter seu mimetismo por atĂ© dez minutos sem nenhum tipo de consequĂȘncia, ou atĂ© mais, ciente de que sofrerĂĄ depois.
âââ Ele desenvolveu a habilidade de reconhecer semideuses perdidos por onde vai, apesar de alguns chamarem apenas de sexto sentido. Isso durante o perĂodo que em estava servindo dentro das Forças de OperaçÔes Especiais. Ainda nesse perĂodo, enfrentou alguns monstros, mas conseguiu despistĂĄ-los ou matĂĄ-los sem nenhum tipo de problema maior.
âââ ApĂłs o acidente sofrido em ação, Reegan passou a viver com o braço esquerdo paralisado e com uma perda de audição considerĂĄvel do mesmo lado. Com muito esforço, ele conseguiu criar um mecanismo que fica acoplado ao seu lobo temporal esquerdo e desce em formas de fios grossos de bronze celestial pelo seu braço atĂ© a ponta dos dedos, ajudando-o a manter sua antiga movimentação.
âââ Seu perĂodo no Acampamento Meio-Sangue Ă© bem espaçado. Dos onze aos vinte anos ele passava as fĂ©rias de verĂŁo e de inverno no acampamento. ApĂłs os vinte anos ele saiu, ficou dez anos fora e voltou com o chamado do sr. D.
ARMA,
PISTOLA SEMIAUTOMĂTICA â portando uma Five-seveN com uma munição produzida especialmente pelo filho de Hefesto, alguns julgam sua escolha de arma como algo violento demais e atĂ© mesmo um ato cruel, mesmo para um semideus. a verdade Ă© que quando se trata de autodefesa, Reegan nĂŁo brinca em combate e prefere algo rĂĄpido como a pistola do que uma espada, que acaba levando a contato demais com as criaturas.
OCUPAĂĂO,
Instrutor de Simulação de Resgate.
PODER E HABILIDADES,
MIMETISMO EPIDĂRMICO â Ă© o poder de absorver qualquer forma de matĂ©ria ou energia com o contato fĂsico e adquirir suas propriedades, garantindo a Reegan a mesma durabilidade/resistĂȘncia do objeto absorvido por um tempo determinado.
Força sobre-humana e vigor sobre-humano.
BIOGRAFIA,
Inglaterra. 7112 quilĂŽmetros dos Estados Unidos da AmĂ©rica.Â
Entretanto, no rĂĄdio de sua mĂŁe, diariamente era possĂvel escutar aquela que ela chamava de a melhor do John Denver, Take Me Home, Country Roads.Â
Escutava a mĂșsica tĂŁo frequentemente que mesmo o seu sotaque, Ă s vezes, confundia-se com o norte-americano do cantor, quase caipira, como dizia de passagem seus colegas de classe. A verdade Ă© que apesar de suas dificuldades, Reegie nunca teve muitas dificuldades de fazer amigos. NĂŁo era exatamente carismĂĄtico, mas defendendo aqueles que precisavam de ajuda, estava sempre cercado de meninos e meninas. Dessa forma, apesar de nĂŁo ser exatamente popular, e sendo constantemente chamado de esquisitĂŁo, ele tinha seus bons momentos.
A vida era pacata na cidade pequena. Sua mĂŁe trabalhava todos os dias para mantĂȘ-los em um bom lugar na vida e Reegie tinha um bom contato com seus avĂłs, embora nĂŁo recebesse grandes respostas quando perguntava quem seu pai era, para onde ele havia ido. De sua mĂŁe, ouvia a mesma ladainha de sempre: seu pai Ă© um homem bom, mas ele nĂŁo pode ficar conosco porque tem muitas responsabilidades. Quando criança perguntava quais responsabilidades eram essas das quais ela falava, mas nunca obteve resposta. JĂĄ de seus avĂłs, quando o assunto era seu pai, obtinha apenas desprezo.
Desprezo esse que normalmente era deixado de lado por sua mĂŁe, Ă medida em que ela voltava com o seu rĂĄdio e a famosa mĂșsica que movia seus passos.Â
Conforme os anos iam passando, recebia um pouco mais de informação. Foi numa viagem para os Estados Unidos que conheci seu pai, disse sua mĂŁe um dia, apĂłs ouvir notĂcias sobre o paĂs. Em seguida, lembra de ter visto certa melancolia em seus olhos. Algumas semanas depois, ela concluiu o pensamento: Ele me levou para ver uma de suas maiores criaçÔes. Mas nunca explicou que criação era essa.
A curiosidade crescia e crescia no peito de Reegie, sem nunca estabilizar. Causava certo rebuliço toda noite em que tudo estava quieto demais.
Até que o rebuliço deixou de tomar conta apenas da mente de Reegie. Estava na escola, quando viu algo que não soube explicar bem o que era. Mas certamente não era humana. Apesar de nada ter feito consigo, durante todo o dia e até sua casa foi seguido pela criatura. Sua mãe não estava em casa, então trancou as portas, as janelas e se escondeu em seu quarto, mas sempre que olhava pela frestinha na janela, conseguia ver a criatura lhe observando, lhe esperando.
Quando sua mĂŁe chegou, ficou aterrorizado. E se a criatura fizesse algo contra a mulher? Mas ela entrou na casa e fechou a porta antes mesmo da criatura poder segui-la. Ele nĂŁo pensou duas vezes antes de contar a ela sobre o que estava vendo, sendo recebido por uma expressĂŁo que misturava horror, decepção, tristeza e desespero. Mesmo assim, ela lhe abraçou. Por um momento, Reegie, em seus onze anos, achou que ela havia concluĂdo que estava louco, entretanto, repentinamente, a mulher começou a guardar algumas mudas de roupas suas em uma mochila. Pegue seus sapatos. Ela pediu e quando Reegan olhou nas mĂŁos da mulher, um revĂłlver brilhava contra a luz da casa.Â
Em silĂȘncio, pela porta dos fundos. Ela continuou a dizer e foi assim que seguiram. NĂŁo sabia o motivo, nĂŁo sabia do que fugiam, sua Ășnica certeza era a mĂŁo da mulher lhe guiando ruas abaixo atĂ© a casa de sua avĂł. LĂĄ ela explicou que iriam pegar o prĂłximo voo para os Estados Unidos e que ela estaria de volta em alguns dias. Ela. Apenas ela. Apesar de seus avĂłs nĂŁo terem lhe questionado, havia a mesma tristeza em seus olhos que sua mĂŁe exibia. Mesmo assim, foi o que fizeram.Â
No avião, a caminho dos Estados Unidos, sua mãe lhe explicou. Sobre o encontro com seu pai, sobre a natureza do homem, não, homem não, deus. Sobre como não estava seguro e sobre como existia um lugar seguro para crianças como ele. Sobre como a arma que carregava era indetectåvel pelos humanos, mas poderiam fazer estrago em monstros e sobre como ela havia sido presente de seu pai. Sobre como todas férias de verão ele iriam para esse lugar, esse tal Acampamento Meio-Sangue, apesar das saudades imensas que sua mãe iria sentir. Era melhor. E foi melhor.
No acampamento, aprendeu coisas sobre si que jamais desconfiaria. AtĂ© os vinte anos, havia vivido experiĂȘncias incrĂveis com pessoas tĂŁo incrĂveis quanto, mas tambĂ©m havia passado por maus bocados. Ataques de monstros eram diĂĄrios, certas vezes, e o risco de vida era frequente. Com vinte anos, jĂĄ havia passado da expectativa de vida da maioria dos semideuses gregos. Mesmo assim, com vinte anos, sentia saudades da vida normal e saiu sem olhar para trĂĄs. JĂĄ estava treinado, havia se estabelecido. Queria fazer uma vida fora do Acampamento Meio-Sangue e foi o que fez.
Pelos prĂłximos dez anos, um outro treinamento deu inĂcio. Reegie havia conseguido seu lugar no exĂ©rcito, nas Forças Especiais. Participava das mais diversas operaçÔes de resgate de refĂ©ns e gostava daquilo, porque dificilmente era perseguido nos ambientes em que era enfiado e porque conseguia ajudar outros semideuses que encontrava pelo caminho.Â
Numa missĂŁo especĂfica, contudo, algo deu errado. Sua mĂŁe recebeu uma ligação: Reegie havia sofrido um acidente. Por milagre, ou açÔes divinas de um certo deus grego, entre tudo o que poderia ter acontecido, Reegie sofreu apenas uma lesĂŁo cerebral leve, causando um quadro de paralisia em seu braço esquerdo, alĂ©m de uma breve perda de audição no ouvido do mesmo lado. Voltou para casa, com sua mĂŁe, onde sempre teve seu espaço, trabalhando horas e mais horas, dias, semanas e meses, atĂ© terminar sua maior criação: o mecanismo de bronze celestial descia de seu lobo temporal esquerdo, passando suas fiaçÔes e escorrendo-as pelo braço esquerdo atĂ© a ponta de seus dedos.Â
Havia conseguido reganhar seu movimento, embora a audição fosse um caso à parte. Na mesma noite, a ligação do sr. D o levou de volta para o Acampamento Meio-Sangue. Dessa vez, sem poder sair.















