Ela me conhece tão bem.
Eu gosto dela e das coisas que me lembram ela. Eu escrevo, e ela adora ler.
Tem as próprias maneiras de ler o mundo, enxerga poesia nos detalhes cotidianos. Ela sempre me encontra nos seus poemas favoritos, e eu a encontro nos meus. Ela me visita nos pensamentos, e eu a escrevo sobre meus sentimentos em papéis.
Eu penso nela, lembro dela, quero ela.
Com os lábios juntos aos dela, sinto na língua o sabor do prazer dela —
esses sentimentos só existem quando meu corpo toca o dela.














