
JBB: An Artblog!

❣ Chile in a Photography ❣
Not today Justin

$LAYYYTER
Cosmic Funnies
art blog(derogatory)

#extradirty
Xuebing Du

shark vs the universe

JVL
styofa doing anything
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
AnasAbdin

izzy's playlists!
h
almost home
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

Andulka
seen from Germany
seen from South Korea
seen from United States

seen from Spain

seen from Singapore
seen from United States
seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States

seen from Japan
seen from United States

seen from Japan

seen from Argentina

seen from India
seen from United Kingdom
seen from Spain
seen from United Kingdom
seen from Portugal

seen from United Kingdom
@cachos-e-crespos

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
📸: curlybeviee
@ashley_masse
Sisterhood👑
lara_mara_sheila

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Natural unity!

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
MÃE AFRICA DISSE.
Mulher, posso tocar? Menina olha como vai ficar! Cortar demais é radicalizar!
Nossa a escurinha apareceu ! Achando que o cabelo dela, É melhor que o meu !
Cacheado,crespo, e duro ! Mudei gostei e assumo !
Minha mãe África te educou! Cuidou quando o burguês Pálido ,te trocou pelo dinheiro.
A mãe África deu um jeito ! Te deu literalmente o peito… E VC em puro desprezo.. Usou depois disse - eu rejeito! A mãe África falou eu escutei, Amei! :
-FILHA ASSUME SEU CABELO!!!!!!
-Rodrigo Lopes -
A ditadura do cabelo liso
Nasceu menina Nasceu preta Nasceu com cabelo crespo
Faz coque Alisa Não deixa ver como ele é não
Relaxamento Deixa liso Cacho bonito é só nas pontas
Progressiva Promoção Cabelos padrão Alienação
Turbante? É macumbeira Volume? É desarrumada É deselegante É mal cuidada
Passa um creme nisso Não sai com ele armado Passa mais, menina Deixa esse cabelo encharcado
Milhares de meninas Pretas lindas Tem seus cabelos alisados Domados Relaxados Tratados com a química mais pesada
Preta, seu cabelo é lindo Bagunça, põe volume nisso!
Júlia sartori

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
COLORISMO: O QUE É?
Foto: Fernanda Pompemayer
A Pigmentocracia, ou o chamado Colorismo, é a descriminação por cor de pele. O termo foi cunhado em 1982, pela escritora e ativista negra Alice Walker, e ao contrário do racismo,no qual as pessoas identificam o sujeito como um pertencente a uma raça, no colorismo quanto mais pigmentada a cor de uma pessoa, maior a discriminação da sociedade para com ela.
Acontece com muita frequência em países que tiveram escravidão ou foram colonizados por países europeus. No caso do Brasil, que foi colonizado por europeus, trazendo indígenas e africanos, gerou-se uma mistura de várias etnias e cores de pele, resultando em uma grande miscigenação.
É importante antes de tudo, saber a diferença entre cor, raça, descriminação e racismo, como explicado AQUI.
Isso quer dizer que, ainda que uma pessoa seja reconhecida como negra ou afrodescendente, a tonalidade de sua pele será decisiva para o tratamento que a sociedade dará a ela. Aspectos fenotípicos como cabelo crespo, nariz arredondado ou largo, dentre outros aspectos físicos, que a nossa cultura associa à descendência africana, colaborariam para a discriminação.
É uma escala fragmentada em diversas tonalidades onde em suas extremidades estão as cores branca e negra. Ao longo de seu prolongamento, de um extremo para outro, há uma espécie de degradê com tons de cor e até mesmo diferentes fenótipos de rosto relativos a diferentes esteriótipos até se chegar a comparar com o padrão eurocêntrico.
A jovem Larisse Oliveira começou a estudar o colorismo quando se aceitou negra. Ela conta que sempre ouviu frases como “cabelo pixaim” ou “cabelo de Bombril” na escola, mas não relacionava com a cor de sua pele. “Independente da minha tonalidade de pele, devo me aceitar como negra e quebrar esse paradigma que é melhor ter a pele mais clara, ou a ideia de que é ruim ser negro”, conta Larisse.
No artigo “Relações Raciais no Ensino de Psicologia: Uma Experiência de Sensibilização”, a psicóloga e professora Marilda Castelar e a aluna Carolina Conceição de Oliveira Santos, debatem a importância de desde jovens entender que o preconceito está presente na nossa sociedade. “Entender como a Psicologia tratou historicamente o conceito de raça no Brasil foi imprescindível para compreender os momentos de silêncio e falta de sensibilidade de alguns profissionais para perceber o racismo enquanto fator de promoção de humilhação e sofrimento psíquico”.
A psicóloga Cláudia Basso afirma que é essencial haver um autoconhecimento por parte da pessoa para aceitação de quem ela é e com o intuito de saber lidar com os julgamentos da sociedade. “Seria prudente então, para redução desse dano emocional, ter uma atitude comunitária pela qual possa criar uma identificação em grupos de raça e cor, no intuito de perceber que não está sozinha nessa condição e que isso parte de um bombardeio social, cultural, mas que a afeta individualmente”, comenta Cláudia.
Larisse já sofreu várias situações de preconceito, assim como vários de seus parentes. “Percebi que eu era a “mulata exportação” a “típica brasileira”, como se isso fosse bom de alguma forma ou menos pior (racismo velado),mas as minhas primas que tinham a pele mais escura que a minha eram sempre chamadas de “macacas”. Ela espera pelo dia que ideia de discriminação será trabalhada de uma melhor forma, não sendo somente pessoal, mas como falha de um sistema excludente, que é o que sente viver atualmente.
O colorismo funciona como um sistema, no qual a branquitude permite a presença de sujeitos negros com identificação maior de traços físicos mais próximos do europeu, mas não os eleva ao mesmo patamar dos brancos. Como no Brasil, onde a cor negra remete à época da escravidão, sendo considerados descendentes dessa cultura antiga, ou até mesmo associados à pessoas de baixa renda e mal intencionadas, sendo que são apenas cidadãos normais que merecem seu espaço na sociedade assim como qualquer outra pessoa. Assim como conta Larisse, que percebe nitidamente essas características na sociedade. “Temos que estudar e saber de nossas origens e propagar as contribuições que o negro teve e tem para a sociedade, desconstruindo o preconceito todos os dias”.
Porém, não é exclusivo da interação brancos e negros, devido á existência de vários tons de pele, ele gera conflito na comunidade negra também. A tolerância do sujeito negro de pele clara pela branquitude (que privilegia, mas não o livra do racismo), pode criar uma rivalidade entre estes e os negros de pele escura, que têm que lutar por seus direitos sem qualquer tipo de vantagem. Surge então, um sentimento de injustiça que pode intensificar a falsa ideia de que as pessoas de pele clara não seriam negras, e desfrutam da mesma liberdade de locomover-se em todos os espaços como as pessoas brancas. Esse acesso e tolerância levam também muitas pessoas negras de pele mais clara a duvidar de sua negritude, enquanto as pessoas negras de pele escura passam a entender suas vivências mais desveladas do racismo como uma reafirmação e prova da originalidade de sua negritude.
Todo esse processo pode significar sofrimento na vida de uma pessoa, pois a própria não aceitação a coloca em uma situação de isolamento social. De acordo com Claúdia Basso, isso influencia sua saúde mental e vida, ao sentir qualquer tipo de julgamento. “Muitas relações afetivas estão fadadas a serem construídas na base da identificação de cor, pois assim fica mais fácil o convívio em sociedade, a qual não vê com bons olhos essa mistura “branco e preto”. Na medida do possível, é necessário abraçar suas diferenças, amenizando os efeitos do colorismo.