GWAK BYUNGHO, filho de psiquê.
HWANG HYUNJIN? não! é apenas GWAK BYUNGHO, ele é filho de PSIQUÊ do chalé 29 e tem 23 ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ele está no NÍVEL II por estar no acampamento há 9 ANOS, sabia? e se lá estiver certo, BLUE é bastante INTUITIVO mas também dizem que ele é PREGUIÇOSO. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
abaixo do read more, você vai encontrar a biografia do blue, informações sobre sua arma, seu poder e suas habilidades.
BIOGRAFIA,
Ilha de Jeju, província autônoma da Coreia do Sul. Aproximadamente 600 mil habitantes. Dia 19 de fevereiro de 2000.
A maternidade local, antes quieta e deserta, rompeu-se em um choro manhoso de criança. Na sala de parto, mãe e pai comemoravam aos suspiros o nascimento de uma criança saudável, com exceção do leve comprometimento da audição, que tinha puxado os olhinhos da mãe e a pintinha do pai. Havia alívio também da equipe médica, exaustos pelo parto longo, cansativo e perigoso. Todos reconheciam a gratidão pelo presentinho choroso que tinha, agora em documento, nome e sobrenome.
Para Byungho, a vida na Ilha de Jeju, apesar de suas peculiaridades, era tranquila. Curiosa, para dizer o mínimo. Não exatamente pacata, por ser um destino turístico extremamente conhecido entre os coreanos e outras nacionalidades, Jeju ainda tinha um quê de calmaria muito bem-vindo. Tanto Hyunsik quanto Sunhye, um biólogo marinho e a outra psicóloga, aproveitavam tudo o que a ilha tinha para oferecer: seja o mar ou psiquês para cuidar com carinho.
Sem grandes problemas, Byungho cresceu cercado de uma família carinhosa, gentil e trabalhadora, com amigos que cresceram junto dele desde o primeiro aninho na creche e detentor de um vasto conhecimento peculiar que ia tanto dos animais marinhos, à psicologia, até a cultura e história local. Também não foi um jovem rebelde, não tinha motivos para tal. Cumpria com suas obrigações e aproveitava-se muito bem, obrigado, dos seus direitos.
Contudo, com 10 anos, após seus pais perceberem que não respondia quando chamavam seu nome e frequentemente esbarrava em objetos, algo mudou. Síndrome de Usher, foi o nome dado pelo médico que o atendia. Uma doença hereditária caracterizada pela deficiência auditiva e perda progressiva da visão. As palavras ficaram guardadas. Hereditária? Seu pai perguntou surpreso, não fosse mais tarde, quando lembrou-se de seu pai deficiente auditivo e visual. Pronto, estava explicado.
Nessa mesma idade, Byungho começou a perceber como coisas estranhas estavam acontecendo. Por coisas estranhas, ele queria dizer que, num passe de mágica, conseguia ler os pensamentos das pessoas. Achou que estava ficando louco, não podia acreditar naquilo. Mesmo porque, lentamente, escutava e via menos. Mesmo assim, guardou seu segredo às sete chaves. O primeiro a descobrir foi um colega americano em sua escola, o único ocidental em uma escola inteira de sul-coreanos, quando, sem querer, respondeu em voz alta um pensamento alheio.
De início, não foi questionado, mas após um estranho ataque à escola em que estudavam, foi confrontado.
Uma história mirabolante se deu início.
Outro ocidental, um professor novo na escola, ofereceu aos pais de Byungho uma vaga em um acampamento de verão nos Estados Unidos para crianças especiais, como o amigo ocidental que ele possuía na escola, argumentando que Byungho era extremamente inteligente e habilidoso em muitos quesitos e nesse lugar poderia abrir espaço para que todas essas habilidades abrissem caminho. Demorou para que aceitassem, mas com 14 anos fez sua primeira visita. Imagine sua surpresa quando a verdade veio à tona.
O professor cadeirante repentinamente tinha pernas de cavalo e seu amigo pernas de bode. Além disso, apesar de ser filho de Hyunsik e Sunhye, Byungho também tinha uma outra mãe, grega, muito mais famosa — e poderosa, diga-se passagem. Psiquê era seu nome e ela havia procurado Quíron para conseguir sua ajuda. Apaixonada por um biólogo marinho, impressionada com a sabedoria de uma psicóloga e compadecida das tentativas frustrantes do casal de engravidar, Psiquê havia presenteado eles, em segredo, com o maior e mais significativo presente que alguém pode ter: uma alma. Um semideus.
Era onde Byungho se encaixava.De início, tudo parecia loucura. Estava certo de que enlouquecia aos poucos, mas conforme as semanas se passaram no acampamento de verão, coisas começaram a tomar sentido. O ataque à escola, sua loucura agora identificada como telepatia, um presente de sua mãe, sua dislexia e seu Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e as coisas inexplicáveis que podia ver de vez em quando. A partir daí, voltou ao Acampamento pelos próximos verões.
PODER E HABILIDADES,
PODERES: Telepatia — É o poder de ler, extrair, transmitir ou influenciar informações através da mente e dos pensamentos.Seu poder se manifestou inicialmente com a leitura de pensamentos simples, entretanto, como vem trabalhando-o, Byungho está descobrindo diversas formas de utilizá-lo, sendo capaz de acessar memórias, emoções e sonhos, de forma visual ou não. Além disso, com bastante esforço, Byungho perceber que é capaz de manipular essas três instâncias, tudo à custo de sofrimento físico, devido ao que seu poder demanda de seu corpo. Frequentemente, usa da telepatia para comunicação, devido à sua deficiência auditiva.
HABILIDADES: sentidos aguçados e reflexos sobre-humanos.
ARMA,
Sua arma é curiosa. Um leque branco que ganhou de Psiquê, decorado em tons fracos de prata e dourado, quando fechado, afia-se como uma adaga e pode ser usado para esfaquear seus oponentes. Quando aberto, cresce em uma lança ainda de mesmo tom. Byungho apelidou-a gentilmente de Psychí, ou ψυχή, em grego, que significa alma, carregando assim o nome de sua mãe grega por todos os lados.
( HEADCANONS! )
( CONEXÕES! )















