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 Prancha SÃntese - Finalizada (finalmente, depois de tanto sufoco! deu pro gasto aceitável?)
Mapa Visual - Representação I / Alda Augusto
Mapa de Modelos Digitais - Prof. William
 - Via satélite/ via mapa
'Tatuagens Urbanas'Â - Museu de Artes e OfÃcios

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'Tatuagens Urbanas'Â - Museu de Artes e OfÃcios
certo?
Folehto explicativo da Exposição 'Tatuagens Urbanas' - Museu de Artes e OfÃcios
Exposição 'Tatuagens Urbanas' - Museu de Artes e OfÃcios - fim de semana dos dias 20/08 e 21/08 de 2011.
Desenhos 'referência' - Mapa 3
1 - Casa - ponto de partida do trajeto
2 - Viaduto da Av. Amazonas sobre Rio Arrudas / Av. Teresa Cristina
3 - Linha do metrô sobre Rua Conde Pereira Carneiro, estação Gameleira
4 - Praça Coração EucarÃstico

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Fotos Mapa 3
Imagem 1 - Esquina do encontro entre Rua Zurick - quarteirão em que se encontra minha casa - e Av. Amazonas
Imagem 2 - Vista do Rio Arrudas / Av. Teresa Cristina a partir do viaduto da Av. Amazonas - lado direito, sentido Contagem
Imagem 3 - FUNED - Fundação Ezequiel Dias, na esquina do encontro entre Av. Amazonas e Rua Conde Pereira Carneiro (virando à direita)
Imagem 4 - EXPOMINAS - Parque de Exposições Bolivar de Andrade, entrada alternativa pela Rua Conde Pereira Carneiro
Imagem 5 - Trecho da Rua Conde Pereira Carneiro sob linha do metrô, próximo à Estação Gameleira
Imagem 6 - Vista da Passarela da sobre Av. Presidente Juscelino Kubitscheck, a partir da esquina de encontro da Rua Conde Pereira Carneiro com a grande avenida
Imagem 7 - Pequena galeria com algumas lojas e academia na esquina do encontro das ruas Padre Pedro Evangelista e Dom Joaquim Silvério - esta última dando continuidade trajeto
Imagem 8 -Escola de idiomas Wizard, n° 541 da Rua Dom Joaquim Silvério
Imagem 9 - Portaria principal da PUC Minas - Coração EucarÃstico na rua Dom José Gaspar - Destino final do trajeto
Mapa 3 - Finalizado
Mapa 2 - Finalizado
Mapa 1 - Finalizado
Questões - por Rita Velloso - parte 4
O que você não entende nas coisas que vê ao longo do caminho, e entretanto, gostaria de entender?
Eu, sinceramente, não consigo compreender o fato de a Avenida Amazonas, uma das principais grandes vias de Belo Horizonte, senão a principal, possuir um aspecto tão sujo, feio e mal cuidado num trecho tão significativo para sua circulação: Cefet (Campus I e II), Colégio Salesiano, Fundação Ezequiel Dias (FUNED), Parque de Exposições (EXPOMINAS) e dois de seus viadutos são todos estruturas de extrema importância localizadas somente nesse trecho (um raio de poucos Km). Também acho de difÃcil entendimento o tráfego tão intenso que à s vezes toma conta do trecho; há sinalizações, desvios, tudo (de certa forma) claramente exposto, e ainda assim, ocorre a obstrução completa da avenida, transformando um trecho que normalmente é percorrido em 15 minutos, num trecho percorrido em 40 min. Acho válido dizer, também, que num intervalo onde há tantas instituições de ensino devia ser obrigatória a existência de ciclovias; não para o simples bem estar e divertimento dos moradores da redondeza, mas para a facilidade de deslocamento até essas instituições em prol dos estudantes, além de incentivo ao exercÃcio fÃsico e transporte alternativo e não-prejudicial ao ambiente.

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Questões - por Rita Velloso - parte 3
O que você pensa sobre essa experiência? Ela lhe é (agradável, monótona, repetitiva, surpeendente, etc.) NOVA agora que você a faz prestando MUITA atenção?
Acho dessa experiência algo que devia ser uma atividade diária de todo transeunte da grande metrópole; experimentar o seu caminho, sentir, desenvolver certa sensibilidade quanto à s coisas que passam ao seu redor, quanto à quilo que chama sua atenção, refletir seus ‘por quês’.. Interromper já qualquer passeio em que se afunda na alienação de não viver a experiência urbana, passar despercebido por ela, distraÃdo por pensamentos banais, instrumentos banais. Em meus trajetos, já costumava prestar certa atenção nas pessoas, suas aglomerações ou mesmo individualidades; nos odores, variando com a temperatura, o trajeto, tudo isso do dia; algumas edificações que atraem mais minha atenção, vegetação (...), tudo isso apesar de ser vÃtima de grande dispersão, ou, colocando de outra maneira, da alienação.
Essa experiência tem se apresentado, até então, muito agradável pra mim, agora dedicando ainda mais minha atenção à atividade e trabalhando na sensibilidade à tudo e todo acontecimento ao longo do meu caminho.
Questões - por Rita Velloso - parte 2
Descreva, do ponto de vista do uso dos seus 5 sentidos, a experiência de atravessar seu percurso nos seguintes horários: dia, noite, dia-de-semana, fim-de-semana.
Dos mais diversos percursos que realizamos para chegar em destinos determinados, sejam alguns mais regulares, freqüentes, e outros pouco eventuais, a experiência de ‘viver’ esse percurso nunca é a mesma, as sensações nunca permanecem as mesmas; talvez se repitam com intensidades diferentes, mas nunca iguais.
Na ida à faculdade, percurso esse realizado por volta de 13hrs da tarde, apesar do horário pico de almoço, não há trânsito, não há caos no trafego, não há engavetamento; a luz do sol à pino no céu azul desses dias ilumina cada componente do cenário urbano e torna o ambiente mais bonito, mostra uma atmosfera que aparenta não estar tão poluÃda. Ainda assim, o ar seco da estação carregado de toda a fumaça das ruas à s vezes traz cheiros ruins, que se mesclam com o cheiro vindo das cozinhas em certos pontos do trajeto, o cheiro forte de ‘gente’, agravado pelo calor e transpiração, e enfim, o cheiro particular que já marca na memória o inÃcio da nova etapa na nova faculdade, o ‘meu’ cheiro da PUC. Nos fins de semana, no mesmo horário até o fim da tarde, não há horário de pico e, com uma presença ainda menor de automóveis na rua, todo o trajeto torna-se ainda mais prazeroso de ser percorrido.
Na volta para casa, percurso realizado entre 19hrs e 19:30hrs, tudo é muito intenso. Tráfego intenso, luzes piscando de todos os lados, buzinas, ônibus, caminhões, o murmúrio de bares e aglomerações de pessoas nas calçadas, fumaça, poluição, ondas de calor ou vento muito fortes. O caos é de tal tamanho que não se sabe pra que lado olhar, o que lhe chama mais atenção, qual pedacinho caótico lhe é marcante em meio a tantos outros, o que dirá através da janelinha de um ônibus abarrotado de gente. Em sábados ou domingos, não se experimenta caos como esse. As vias estão mais liberadas, não há trafego; é possÃvel sentir o vento que circula forte sem se incomodar com a poeira dos automóveis ou os ruÃdos fortes que fazem qualquer um querer instalar uma acústica de isolamento do lado externo. As luzes não piscam intensamente, e é possÃvel contar cada lâmpada agora. É possÃvel apreciar o caminho agora, sentir a experiência do caminho.
A experiência vivida de dentro de um carro, ou transporte público, logicamente, é bem diferente da experiência da caminhada até o destino. Porém, a gama de opções de trajetos que me cabem para chegar à PUC não é tão variada. Além disso, são todos trajetos muito ermos, em certas partes muito abandonados, e com uma onda muito grande de perigo, a abordagem e o assalto são coisas cotidiana ali. Infelizmente, uma caminhada muito agradável, prejudicada pela insegurança de seus transeuntes de realizá-la.