𓂃ㅤ ̣̣̣𓎟𓎟̣̣̣𓎟𓎟̣̣̣𓎟𓎟 𖥔 𓎟𓎟̣̣̣𓎟𓎟̣̣̣𓎟𓎟̣̣̣ ̣̣̣ ꪫ ˳
(incluindo família, amigos, aparência e muito mais!)
— 𝗈 𝗊𝗎𝖾 𝗆𝖾 𝗅𝖾𝗏𝗈𝗎 𝖺 𝗍𝗈𝗆𝖺𝗋 𝖾𝗌𝗌𝖺 𝖽𝖾𝖼𝗂𝗌𝖺𝗈. ⭐️
Minha “vida antiga” não era ruim. Pra falar a verdade, financeiramente eu tava bem, algumas coisas já tinham dado certo... só que, por dentro, nada parecia suficiente.
eu vivia com aquela sensação chata de que havia algo faltando, mesmo que eu tivesse tudo.
com isso, vinham os sentimentos de culpa e ingratidão junto de uma sensação que eu não pertencia a aquela realidade. era um incômodo que eu considerava pequeno, mas aos poucos foi crescendo.
até que um dia eu simplesmente cansei. cansei de me sentir assim, de viver algo que parecia não ser meu. foi aí que a lei da suposição entrou na minha vida e tudo começou a mudar.
A primeira virada foi parar de ver minha vida revisada como um desejo distante. Eu assumi que ela já era minha, que aquilo tudo sempre me pertenceu. No começo não foi tão fácil, claro. Mas eu fui encaixando isso no meu dia a dia.
Comecei a pensar como meu “eu revisado” pensaria. Agir como ela agiria. E aos poucos, isso foi ficando natural. Usei alguns métodos só por diversão mesmo — o do Pinterest é meu favorito, porque me ajuda a visualizar e sentir de um jeito leve.
Eu parei de buscar e comecei a viver como se já fosse. E aí tudo começou a se alinhar de um jeito leve e natural.
O 3D "testou"? MUITO. (no sentido de, eu tinha muitos pensamentos que contrariaravam minha assuncao, e ao reagir a eles, o 3d refletiu.) Principalmente nos primeiros dias, quando eu ainda tava meio insegura. Às vezes parecia que tudo tava piorando. Mas eu lembrava: isso aqui é velho, já tá morrendo. Eu decidi parar de reagir.
Passei a tratar o 3D como se fosse uma lembrança, um eco do que já passou. Tipo: "legal, mas isso aí não tem mais nada a ver comigo". E isso me dava um poder enorme. Porque eu não deixava o externo me controlar mais.
Essa parte foi chave pra mim. Quando eu entendi de verdade o que era o sentir como se já tivesse, tudo mudou. Antes eu ficava esperando sinais, provas, validações externas... até perceber que isso só reforçava a ideia de que eu não tinha.
viver no final foi minha parte favorita. Eu comecei a me divertir com isso. Me perguntava o tempo todo: “O que a minha versão revisada estaria fazendo agora?” E eu fazia. Mesmo que fosse só um detalhe pequeno, eu incorporava isso no meu dia.
Me vestir de um jeito que me fazia sentir mais alinhada. Ouvir músicas que me conectavam com a vibe da minha nova realidade. Criar pastas no Pinterest com imagens que me faziam sentir: essa sou eu. Tudo isso foi me ajudando, mesmo que inconscientemente.
Hoje eu olho pra trás e parece que aquilo tudo foi um sonho. Lembro vagamente da antiga realidade. Porque agora eu sinto que essa vida sempre foi minha. Era só uma questão de eu acordar pra isso.
Não foi sobre “criar algo do zero”, mas sobre lembrar de quem eu sou. Assumir que tudo que eu imaginava não era fantasia — era memória de quem eu sempre fui.