when monsta x got kicked out of mcdonalds twice

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look at how he tries to hide how happy he is to win omg
Park Jimin, adorable since 1995
The hyungs who are scared of Jungkook, the muscle pig
Nem guarda-chuva que foi feito pra nos proteger da chuva, faz seu trabalho direito.. Imagine o coração, que foi âfeitoâ pra nos manter vivos.
Morgana Regina (via umdiafunda)

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âEu te quero, na medida do impossĂvel. Pega no meu queixo e diz que nĂŁo sou sĂł eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por vocĂȘ. Estou nas suas mĂŁos e isso nĂŁo Ă© uma metĂĄfora. Porque eu jĂĄ nĂŁo sei mais nada.â
Gabito Nunes. (via versificar)
Eu gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dele. Ă gente que nĂŁo carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que nĂŁo se leva tĂŁo a sĂ©rio, que Ă© franca na hora do sim e na hora do nĂŁo. Ă difĂcil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecĂȘ-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vĂĄrios amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de âpessoas especiaisâ, mas meu coração Ă© espaçoso e estĂĄ em condiçÔes de receber novos inquilinos.
Martha Medeiros. (via cuidei)
Restos do carnaval
Clarice Lispector
         NĂŁo, nĂŁo deste Ășltimo carnaval. Mas nĂŁo sei por que este me transportou para a minha infĂąncia e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um vĂ©u cobrindo a cabeça ia Ă igreja, atravessando a rua tĂŁo extremamente vazia que se segue ao carnaval. AtĂ© que viesse o outro ano. E quando a festa jĂĄ ia se aproximando, como explicar a agitação que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botĂŁo que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
         No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar atĂ© umas 11 horas da noite Ă porta do pĂ© de escada do sobrado onde morĂĄvamos, olhando ĂĄvida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava entĂŁo e economizava-as com avareza para durarem os trĂȘs dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, estĂĄ se tornando difĂcil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tĂŁo pouco Ă alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada jĂĄ me tornava uma menina feliz.
         E as mĂĄscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessĂĄrio porque vinha de encontro Ă minha mais profunda suspeita de que o rosto humano tambĂ©m fosse uma espĂ©cie de mĂĄscara. Ă porta do meu pĂ© de escada, se um mascarado falava comigo, eu de sĂșbito entrava no contato indispensĂĄvel com o meu mundo interior, que nĂŁo era feito sĂł de duendes e prĂncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistĂ©rio. AtĂ© meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
         NĂŁo me fantasiavam: no meio das preocupaçÔes com minha mĂŁe doente, ninguĂ©m em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma de minhas irmĂŁs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha entĂŁo a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante trĂȘs dias por ano. Nesses trĂȘs dias, ainda, minha irmĂŁ acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça - eu mal podia esperar pela saĂda de uma infĂąncia vulnerĂĄvel - e pintava minha boca de batom bem forte, passando tambĂ©m ruge nas minhas faces. EntĂŁo eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.
         Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que jå aprendera a pedir pouco. à que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com os quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
          Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga - talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, jå que sobrara papel - resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.
           AtĂ© os preparativos jĂĄ me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tĂŁo ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculĂĄvamos tudo, embaixo da fantasia usarĂamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estarĂamos de algum modo vestidas â Ă ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morrĂamos previamente de vergonha - mas ah! Deus nos ajudaria! nĂŁo choveria! Quando ao fato de minha fantasia sĂł existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.
           Mas por que exatamente aquele carnaval, o Ășnico de fantasia, teve que ser tĂŁo melancĂłlico? De manhĂŁ cedo no domingo eu jĂĄ estava de cabelos enrolados para que atĂ© de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos nĂŁo passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram trĂȘs horas da tarde: com cuidado para nĂŁo rasgar o papel, eu me vesti de rosa. Muitas coisas que me aconteceram tĂŁo piores que estas, eu jĂĄ perdoei. No entanto essa nĂŁo posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino Ă© irracional? Ă impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge - minha mĂŁe de sĂșbito piorou muito de saĂșde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remĂ©dio na farmĂĄcia. Fui correndo vestida de rosa - mas o rosto ainda nu nĂŁo tinha a mĂĄscara de moça que cobriria minha tĂŁo exposta vida infantil - fui correndo, correndo, perplexa, atĂŽnita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.
          Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmĂŁ me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histĂłrias que eu havia lido, sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; nĂŁo era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci atĂ© a rua e ali de pĂ© eu nĂŁo era uma flor, era um palhaço pensativo de lĂĄbios encarnados. Na minha fome de sentir ĂȘxtase, Ă s vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mĂŁe e de novo eu morria.
Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos jå lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

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E os versos que guardei vĂŁo parar na gaveta de futuros esquecimentos.
bc. (via longificar)
clichĂȘ de inverno
Eu diria que os clichĂȘs me atraem nos dias mais frios e insensatos. Esses dias mais frios me deixam vulnerĂĄvel. Palavras bonitas tornam-se lindas, qualquer coisa Ă© grande coisa.
Gosto de pessoas que conseguem me enxergar além do que eu pareço ser.
Desconhecido.  (via esclarecer)
VocĂȘ me chamou pra dançar aquele dia Mas eu nunca sei rodar Cada vez que eu girava parecia Que a minha perna sucumbia de agonia E cada passo que eu dava nessa dança Ia perdendo a esperança VocĂȘ sacou a minha esquizofrenia E maneirou na condução Toda vez que eu errava cĂȘ dizia Pra eu me soltar porque vocĂȘ me conduzia Mesmo sem jeito eu fui topando essa parada E no final achei tranquilo
SĂł sei dançar com vocĂȘ Isso Ă© o que o amor faz SĂł sei dançar com vocĂȘ Isso Ă© o que o amor faz.

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Demi interacting with fans during Two Pieces.