Que vocĂȘs nĂŁo finjam amar.
â Romanos 12:9a.  (via aprendizdepoeta)
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Que vocĂȘs nĂŁo finjam amar.
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Desde criança eu aprendi, que palavras enforcam.
EntĂŁo.. Que fique claro: Eu quero vocĂȘ e mais ninguĂ©m. VocĂȘ chegou de repente, e hoje eu nĂŁo consigo ficar longe de vocĂȘ, nem apenas um segundo. Engraçado, como em tĂŁo pouco tempo, vocĂȘ passou a me conhecer tanto, sabe certinho quando nĂŁo estou bem, sem ao menos eu precisar dizer algo⊠Eu quero o teu abraço em um dia ruim. Quero os teus carinhos Ă todo momento. Quero a sua gargalhada em uma tarde de domingo, vendo um filme ou fazendo guerrinhas de travesseiros. Quero os teus sorrisos enquanto me olha. Quero sentir seu cheiro impregnado na minha roupa. Seu colo pra me aquecer nos dias frios. Quero cada segundo com vocĂȘ. Eu te quero por inteiro, sĂł pra mim. Seria pedir muito, ter vocĂȘ sĂł pra mim e ser o motivo dos seus sorrisos?.. Ahh! se eu pudesse sair daqui e ir correndo atĂ© vocĂȘ nesse exato momento, juro que nĂŁo pensaria duas vezes. Sinto tanta vontade de vocĂȘ, de te ter em meus braços, cuidar de vocĂȘ. Ă impossĂvel nĂŁo sorrir quando me vem vocĂȘ na cabeça, imaginando cada momento do seu lado. Quero me reconciliar com vocĂȘ depois de uma briga. Quero vocĂȘ me falando coisas baixinho no meu ouvindo, enquanto me faz dormir.. Eu amo cada detalhe seu, cada pedacinho do seu ser maravilhoso. Enfim, eu amo vocĂȘ.
Sabrina B. (via allaxg)
Ă fĂĄcil ficar nu. Ă fĂĄcil dar e depois ir embora. DifĂcil Ă© despir o peito, confiar em alguĂ©m o bastante para ir atĂ© o fundo, contar sobre seus sonhos e medos, permitir que invadam seu espĂrito, desmembrem sua alma. Nada Ă© mais apavorante que a ideia de pertencer. Ă por isso que a maioria prefere ficar nu e ir embora.
Orquestrando. (via orquestrando)
NĂŁo conheci ela no jazz. A gente se conheceu numa viagem e, nĂŁo, ela nĂŁo era a menina frĂĄgil, desengonçada e de olhos assustados. Ela era mais velha que eu. Fodona. Me intimidava sem nem querer. Fazia eu me sentir bobo demais, novo demais. Tudo sem querer. Porque ela era doce. Absolutamente doce. Um sorriso aqui. Uma coincidĂȘncia forjada ali. Mais um sorriso. Uma mĂșsica que os dois gostavam. Uma conversa mais sincera. Uma mais tonta. Uma mais ĂĄcida. Pronto. Ela jĂĄ nĂŁo era toda aquela inacessibilidade e nem eu toda aquela insegurança. Ăramos sintonia pura, ao som de Alt-J, metendo o pĂ© na estrada. Quando percebi jĂĄ tava claro pra mim que jĂĄ tava claro pra ela que jĂĄ tava claro pra nĂłs dois. E na primeira oportunidade demos um perdido em todo mundo e fomos pra praia. Era noite. Um pouco frio. Pareciam quilĂŽmetros de areia atĂ© o mar. Mas o caminho foi leve e agradĂĄvel. Embalado por toda aquela excitação do romance de verĂŁo. Colocamos os pĂ©s na ĂĄgua e, como se tivĂ©ssemos atingido qualquer âlinha de chegadaâ, que nĂŁo tinha sido previamente combinada, nos olhamos e estĂĄvamos livres. Do abraço meio torto se fez nosso primeiro beijo. Meu maior pecado romĂąntico. Eu lembro de todo primeiro beijo apaixonado que dei na vida. De cada um. E o dela foi rĂĄpido, porque era bom e nĂŁo queria nem tomar o ar pra dar o segundo. A praia era imensa e absolutamente deserta. EntĂŁo nĂŁo demorou pros beijos ficarem mais hermĂ©ticos e os movimentos dos corpos mais coordenados. Em minutos transformamos aquele lugar pĂșblico em nosso universo privado e, tomando o mar e a areia como nossas quatro paredes, entramos telepaticamente em harmonia. Foi quando minha respiração ficou mais rara e minha mĂŁo mais pesada que ela arrepiou pela primeira vez. NĂŁo um arrepio bom. Daqueles que abrem o caminho. Um arrepio incontrolĂĄvel. Agudo. FrenĂ©tico. Acompanhado duma imediata contorção de cada mĂșsculo do corpo e a recusa absoluta do meu toque. NĂŁo perguntei. NĂŁo era exatamente igual a outras situaçÔes que jĂĄ tinha vivido mas, tambĂ©m, nĂŁo exatamente diferente. Aquela reação podia ter milhares de motivos e sĂł me restava tirar a mĂŁo e respeitar, seja lĂĄ qual fosse o recado que ela tava me passando. NĂŁo paramos. E tudo chegou de novo ao mesmo lugar. Cheio de vontade, meio receoso mas, meio influenciado por ela, repeti o mesmo movimento de antes. Um pouco mais suave e devagar. A reação foi igual. Ainda mais intensa. Eu teria entendido o recado desta vez. Teria guardado minha mĂŁo boba bem longe das intimidades dela e voltado a curtir todos os outros prazeres daquele momento. Mas nĂŁo existiam mais prazeres. Eu olhei pro rosto dela e vi tudo, menos prazer. Parecia decepção. E medo. E raiva. E nojo. E mĂĄgoa. E milhares de outras coisas todas no mesmo rosto contraĂdo, que desviava constantemente o olhar. Pode parecer aqui, contando, que tudo aconteceu muito rĂĄpido mas, embora nossos flertes nĂŁo tenham durado mais do que dois dias, a gente tava tĂŁo disposto a viver aquilo que, juntos, era um amor e uma entrega sem idade. Os dois abertos um pro outro numa consciente e intensa ilusĂŁo. TĂnhamos atĂ© uma mĂșsica pra chamar de ânossaâ. EntĂŁo, dessa inusitada, mas tĂŁo natural, intimidade, perguntei se tinha alguma coisa que ela queria me contar. E sem nenhum rodeio. Sem preliminares ou frases de efeito que ajudam o interlocutor a se preparar pra algo que ele nĂŁo estĂĄ esperando, ela disse: âEu fui estupradaâ. Como agora, nĂŁo soube o que falar na Ă©poca. Minha reação foi um olhar de silĂȘncio absoluto e nĂŁo faço ideia quanto tempo demorei pra voltar. Aqui, neste texto, dois dias. O Ășltimo parĂĄgrafo foi escrito dois dias atrĂĄs. Porque, atĂ© hoje, nĂŁo sei exatamente como lidar com aquele momento. SĂŁo quase 50 mil estupros por ano no Brasil. Um a cada 11 minutos e, com vinte e tantos anos, eu ainda nĂŁo tinha ouvido esta frase da boca de qualquer mulher. O silĂȘncio foi interrompido por ânĂŁo transo hĂĄ dois anosâ e, quem sabe, um âdesculpaâ. NĂŁo tenho certeza sobre o desculpa. Espero que ela nĂŁo tenha dito isso. SĂł sei que nunca falei uma palavra sobre o assunto. Nem um âsinto muitoâ. NĂŁo que eu me lembre. Lembro sĂł destas duas frases dela e, quando minha memĂłria religa, jĂĄ estamos novamente nos beijando. Como disse, eu tinha vinte e tantos anos. Hoje tenho vinte e muitos. O que significa que sou um exemplar de homem que aprendeu muita coisa jĂĄ influenciado pela disponibilidade e efemeridade da internet. Inclusive sexo. NĂŁo posso reclamar da minha vida sexual ârealâ e de tudo que aprendi com ela, mas tambĂ©m nĂŁo posso negar que, muito antes dela começar, a Silvia Saint e o Rocco jĂĄ tinham me ensinado âtudo que eu tinha que saberâ. Passei, entĂŁo, a tomar os angustiantes arrepios dela como balizadores das minhas açÔes. Tava claro que ela nĂŁo queria que eu parasse. Tava claro que ela nĂŁo sabia como nĂŁo me parar. E tava ainda mais claro que eu nĂŁo fazia ideia de como lidar com aquilo. Segui com o cuidado e o despreparo da minha primeira vez. Mas com muito mais medo. Aos poucos, bem aos poucos mesmo (foi uma longa noite), enquanto as barreiras dela iam caindo, dentro de mim ia se formando uma angustia sem tamanho. Cada movimento que eu fazia, que claramente despertava nela o trauma do estupro, revelava em mim o meu prĂłprio estuprador. Era didaticamente clara a distinção entre carinho e violĂȘncia. Assustadora a naturalidade como a violĂȘncia estava cravada nos meus movimentos, e desesperadora a revelação, aos poucos, do que eu havia me tornado. No meu imaginĂĄrio, um estupro Ă© o momento onde o homem age o mais prĂłximo da sua irracionalidade sexual. Como nĂŁo existe ali uma relação de troca, em absoluto, ele simplesmente reproduz aquilo que ele quer, como ele quer, sem nenhuma consideração pela pessoa estuprada. Sendo assim, mesmo sem ela me contar, eu soube exatamente o que o estuprador tinha feito. Como o estuprador tinha feito. Porque eu tambĂ©m reproduzi algumas dessas mesmas açÔes. Em algum momento nos deitamos. Tinha chegado a hora. AtĂ© ali haviam sido apenas preliminares. Nos olhamos, mas nĂŁo conseguimos sair do olhar. NinguĂ©m ousava dar o primeiro passo. O som do mar nĂŁo nos trazia paz suficiente. Ela entĂŁo estendeu a mĂŁo, alcançou o celular, colocou um fone de ouvido em mim e um nela, e deu play na nossa mĂșsica. Enquanto transĂĄvamos, ela em cima e eu em baixo (isso nunca foi tĂŁo significativo), cheguei a pensar ânossa, eu to libertando elaâ. Que narciso engano. Foi sĂł reparar pra perceber que ela tava se libertando sozinha, e tinha simplesmente me permitido compartilhar desse momento. Talvez o prazer mais negado Ă todas as mulheres, das fisicamente mutiladas na Ăfrica Ă s psicologicamente mutiladas no ocidente, ela se permitiu gozar. Eu observei. E como se tudo aquilo jĂĄ nĂŁo fosse mĂĄgico o suficiente, exatamente no mesmo momento em que ela gozava, uma onda quente, que nĂŁo veio nenhum momento antes, e nĂŁo voltaria nenhum momento depois, lavou nĂłs dois. A gente gargalhava, meio desesperados, enquanto tentava salvar os celulares. Foi inacreditĂĄvel na hora, Ă© inacreditĂĄvel sempre que eu me lembro, e com certeza vai ser inacreditĂĄvel pra vocĂȘ que tĂĄ lendo. Mas foi isso. Sou cĂ©tico. Acredito mais no Carl Sagan que no Prem Baba. Mas foi isso. Seja IemanjĂĄ ou sĂł uma coincidĂȘncia muito, mas muito, certeira. A onda veio, e lavou nossas almas. Agora, por que eu tĂŽ contando essa histĂłria pra vocĂȘ? Porque alguns dias atrĂĄs saiu aquela pesquisa do Datafolha que revelou que uma em cada trĂȘs pessoas culpa a mulher pelo seu prĂłprio estupro. Um nĂșmero que ilustra e da argumentos pra algo que todo mundo jĂĄ sabia, mas escolhia ignorar. O que a pesquisa nĂŁo revelou Ă© que trĂȘs em cada trĂȘs de nĂłs carrega a cultura do estupro fundida na pele, no jeito de ser, no jeito de pensar. Todos nĂłs reproduzimos o estupro e consumimos o estupro. Nas capas de revista, nos Ăąngulos constrangedores das cĂąmeras de programas de auditĂłrio, no pornĂŽ de WhatsApp, no terror psicolĂłgico dos pais que nĂŁo dĂŁo liberdade pra filha, no terror psicolĂłgico dos pais que forçam as liberdades do filho. Estou contando essa histĂłria porque a gente precisa lembrar que nĂŁo basta nĂŁo estuprar. Isso Ă© meio Ăłbvio demais. O que nĂŁo tĂĄ Ăłbvio Ă© que pra acabar com os estupros precisamos questionar profundamente nossos modelos de relação. EvoluĂmos muito, mas a mulher ainda Ă© um pedaço de carne girando no forno de calçada da padaria. E o homem ainda Ă© o cachorro faminto que baba enquanto observa. NĂŁo sei tudo sobre cultura de estupro. NĂŁo sou exatamente a melhor pessoa pra ficar aqui te explicando o que fazer ou nĂŁo pra se empoderar sobre esta questĂŁo. Mas sei que quando ouvi esses nĂșmeros no jornal, de certa forma, eu tava ali e, admita, vocĂȘ sabe que tambĂ©m estĂĄ. EntĂŁo pare de se eximir da culpa, simplesmente por nunca ter efetivamente estuprado uma mulher, e se inclua na solução. Porque este texto demora em mĂ©dia sete minutos pra ser lido, e ainda te sobraram quatro antes do prĂłximo estupro.
Como foi transar com uma vĂtima de estupro. Lukasz Wierzbowski. (via estopins)

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Naquela noite minha intensĂŁo era sĂł ser simpĂĄtica e fofa, parecer uma boa pessoa, te impressionar. Mas vocĂȘ que me impressionou, fiquei te olhando e rindo igual uma boba. Algo deu errado, me apaixonei.
IlusÔes de Esther. (via adesejar)
A gente nunca sabe quando uma histĂłria vai se tornar inesquecĂvel⊠AtĂ© que ela se torna. NĂŁo sou o homem mais bonito, nem o mais inteligente ou rico. Sou simples, sempre fui. Mas se me perguntassem o que de mais valor hĂĄ no meu mundo, eu diria o nome da mulher que amo. Vou dizer uma coisa com toda a dor do mundo: Um dia todo mundo perde a fĂ© no amor. Ă triste, mas Ă© a verdade. E sabe por que isso acontece? Porque os seres humanos sĂŁo ingĂȘnuos. NĂłs acreditamos no amor que queremos acreditar. E por um certo tempo, isso se torna algo lindo, e realmente Ă©. O amor que uma criança sente e acredita Ă© um dos mais bonitos e sinceros do mundo. Mas o problema estĂĄ nas fantasias. EstĂĄ nos filmes, nos livros. EstĂĄ naquele casal extremamente lindo, que se encontrou em um deserto e se olhou pela primeira vez e pensou: âĂ o amor da minha vidaâ. NĂŁo estou dizendo que Ă© impossĂvel, mas acredito que o amor nĂŁo estĂĄ no primeiro olhar ou na primeira conversa, estĂĄ na segunda, terceira, quarta⊠dĂ©cima oitava, quem sabe? O amor aparece quando se acha que ele nĂŁo vai aparecer. O amor Ă© aquele convidado da festa que sempre se atrasa⊠Mas chega. A verdade Ă© que ninguĂ©m Ă© de ferro. DĂłi cair na ilusĂŁo e se levantar na fantasia. EntĂŁo a gente se cansa. EntĂŁo acordar sozinho se torna rotina. EntĂŁo ser uma pessoa fria quando se trata de sentimentos nĂŁo Ă© mais uma opção, mas sobrevivĂȘncia. E a vida jĂĄ nĂŁo Ă© mais vivida, ela Ă© apenas uma platĂ©ia que observa o tempo passar. A gente se engana com o argumento de que ser sozinho Ă© mais fĂĄcil, mais simples. Mas no fundo? A grande real? Ser sozinho uma hora pesa. E entĂŁo ver casais brigando se torna algo para ser invejado, vocĂȘ olha e pensa âPelo menos vocĂȘs tem alguĂ©m para brigarâ, isso Ă© insano, mas Ă© o efeito da solidĂŁo. EntĂŁo observar a felicidade alheia se torna uma tortura. EntĂŁo a gente jĂĄ nĂŁo sabe mais o que Ă© felicidade, nĂŁo sabe a sua cor, cheiro ou gosto. Felicidade se torna uma palavra, apenas uma palavra. E aĂ estĂĄ uma das coisas mais tristes da vida: Se conformar com a infelicidade. Se eu pudesse dar um conselho, qualquer um, eu diria: NĂŁo se conforme, com nada. NĂŁo desista da vida ou de viver. NĂŁo desista do amor ou de amar. NĂŁo desista, nĂŁo deixe de acreditar. E, se deixar, procure um motivo para acreditar novamente. Repito mais uma vez: NĂŁo sou o homem mais completo do mundo e estou longe de ser, mas amo uma mulher com todo o amor que existe em mim. E isso Ă© uma das coisas que eu mais tenho orgulho de dizer. Por que acreditar no amor quando tudo Ă© dor e decepção? Porque, quando menos se espera, alguĂ©m aparece. E eu nĂŁo estou dizendo de um simples alguĂ©m, mas âO alguĂ©mâ. E entĂŁo vocĂȘ percebe que uma risada pode se tornar viciante. EntĂŁo vocĂȘ sente uma sensação gostosa quando suas peles se tocam por acaso, sente um aperto no peito. E entĂŁo vocĂȘ sente, pela primeira vez, que Ă© possĂvel amar alguĂ©m que vai lhe amar com a mesma intensidade do seu amor. E vocĂȘ descobre que a felicidade tem a cor, cheiro e gosto dessa pessoa. A felicidade jĂĄ nĂŁo Ă© mais apenas uma palavra, mas um nome e sobrenome. A solidĂŁo, quando aparecer, pode ser dividida em partes iguais com alguĂ©m. Mas, entĂŁo, vocĂȘ percebe que nĂŁo hĂĄ como existir solidĂŁo quando o resultado de um mais um Ă© igual Ă dois. Ou seria trĂȘs? A gente nunca sabe quando o amor pode dar frutos⊠AtĂ© que seja preciso colher. E sabe o que vocĂȘ vai ter que pensar quando isso acontecer? âQuanto serĂĄ que custa um berço?â.
Allax Garcia. (via habitarei)
Amor Ă© querer fazer parte do outro, nĂŁo por obrigação ou posse, mas por amor. Ă quando vocĂȘ encontra um abrigo que nĂŁo Ă© teu corpo e passa 24 horas e meia pensando naquele alguĂ©m. Ă querer estar perto e junto, se longe e separados. Ă querer essa pessoa todos os dias e ficar triste por nĂŁo poder. Amar Ă© isso, vocĂȘ querer mais que tudo que essa pessoa seja feliz, mesmo que pra isso vocĂȘ tenha que abrir mĂŁo da sua prĂłpria felicidade.
Wesley Soares. (via versosadois)
Nem teus piores inimigos podem fazer tanto dano como seus prĂłprios pensamentos.
Buda. (via versosadois)
A dor Ă© um sentimento que machuca, arde, que nos faz lembrar de tudo de ruim que estĂĄ acontecendo ou aconteceu. PorĂ©m, o que nos falta lembrar Ă© que machuca pro nosso bem. Para passar conhecimento, amadurecimento. Afinal, nĂŁo da pra ser feliz sem sofrer antes, nĂŁo Ă©? Desfrute da vida, se ela der limĂ”es, faça a sua limonada! Se for boa, vocĂȘ sairĂĄ no lucro. Com os nossos sentimentos Ă© a mesma coisa.
Gabriela Mesquita. (via versosadois)

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Não é isolamento, é preguiça de me socializar com gente imbecil.
Sean Wilhelm. (via aprendizdepoeta)
VocĂȘ nĂŁo precisa trazer nada, sĂł vocĂȘ mesmo. VocĂȘ nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silĂȘncio. Juro como nĂŁo peço mais que o seu silĂȘncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de vocĂȘ.
Caio Fernando Abreu.   (via imensador)
NĂŁo gostava de ninguĂ©m naquela escola. Creio que eles sabiam disso. Devia ser por isso que nĂŁo simpatizavam comigo. NĂŁo gostava do jeito que eles caminhavam, de sua aparĂȘncia, do modo como falavam, mas tambĂ©m nĂŁo gostava dessas coisas em meu pai e minha mĂŁe. Continuava com a sensação de estar cercado por um grande espaço em branco, um vazio. Havia sempre uma sombra de nĂĄusea em meu estĂŽmago.
Charles Bukowski.   (via imensador)
Saudades
SĂł Sente Quem Ama. (via versosadois)
Para conseguir a paz interior e um coração leve, precisamos nos livrar de tudo o que nos causa angĂșstia, que nos reprime, que nos atrasa, precisamos no libertar de tudo que nos deixa pra baixo e para isso precisamos de fĂ© e auto conhecimento e nĂŁo deixar que o barulho que surge de fora, atormente o silĂȘncio de dentro.
Giulia S. (via versosadois)

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Vamos ser sinceros, existem coisas que nĂŁo adianta insistir e persistir no erro, na ilusĂŁo que serĂĄ diferente, pois sabemos que o resultado sempre serĂĄ o mesmo.
Giulia S. (via versosadois)
NĂŁo importa quantas vezes eu diga que vĂĄ te esquecer, se quando fecho os olhos, vocĂȘ Ă© a primeira pessoa a invadir meus pensamentos.
Garoto Flor. (via versosadois)