𝑝𝑙𝑒𝑎𝑠𝑒 𝑎𝑙𝑙𝑜𝑤 𝑚𝑒 𝑡𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑟𝑜𝑑𝑢𝑐𝑒 𝑚𝑦𝑠𝑒𝑙𝑓 . . .
Alanis Syd LeFou. Módulo II. Tatuadora do Drizzy’s Tattoo Parlor.
22 anos.
Descendente do Gaston.
Perspicaz e impaciente.
Dormitório TBA.
Fã da cantora no-maj Avril Lavigne e da banda Green Day.
Provavelmente tem mais correntes do que roupas.
Hemofílica. Mas não pega leve com ela, ela vai te odiar.
Garotinha do papai.
HABILIDADE MÁGICA: Realidade artística. Alanis pode trazer para a realidade qualquer coisa artística: desenho, texto ou escultura. As criaturas poderão seguir as suas ordens, bem como pensar por si mesmas e até ir contra sua criadora. Elas podem viver por anos ou até quando ela se cansar e devolvê-las à sua fonte. Agora, imagine o orgulho que Gastou sentiu de Alanis quando ela disse que o que importava, realmente, eram as figuras dos livros!
Limitações: ela só pode dar vida ao que ela própria produz.
𝑝𝑙𝑒𝑎𝑠𝑒𝑑 𝑡𝑜 𝑚𝑒𝑒𝑡 𝑦𝑜𝑢, ℎ𝑜𝑝𝑒 𝑦𝑜𝑢 𝑔𝑢𝑒𝑠𝑠 𝑚𝑦 𝑛𝑎𝑚𝑒
Alanis não é forte, não é bruta, e pior, sequer é intimidadora. Não mete medo nem nos órfãos ladrões que roubam de pequenas mercearias da Cidade Baixa.
A mistura entre Gaston e uma das Bimbettes (a de vermelho) resultou numa das feições mais carismáticas e encantadoras que Storydom já viu, até mais marcantes que as de filhas legítimas de príncipes e princesas — é tarde para dizer que ela puxou o ego do pai? —, mas quem a conhece de verdade sabe que essa comparação termina nas aparências.
Não tem nada a ver com o pessoal de Cima e sente muito orgulho de ser de onde é.
É fã de onde vem, de ser quem é, e de tudo que isso envolve! Pode ser doído, com certeza, e miserável viver na Cidade Baixa, mas ela não trocaria a vida dela por nada. Exceto por, talvez, algumas cabeças numa bandeja de prata… Mas esse é assunto para depois!
Ao contrário do pai, Alanis não é bronca de graça. Nem deixou de ler só porque o pai acreditava que essa era a maior perda de tempo para uma mulher.
É boa em Maldições e Poções, mas especialmente na primeira.
Já tentou uma chance em lutas ilegais, mas o pai nunca permitiu, dizendo que não iria aturar uma filha perdedora — ela, porém, sempre interpretou como proteção paterna, algo que os olhos do vilão sempre transmitiram quando recitava aquelas palavras duras.
No entanto, está nos seus planos ser uma lutadora, e das boas, mesmo que a biologia não tenha sido muito generosa nessa parte ao ter lhe dado o gene da hemofilia*.
Não é difícil ver que ela não combina com o pai. Não só porque ele almeja Arthurian e ela está bem acomodada no Castigo, não; há mais diferenças do que isso. E é por tais motivos que é tão complicado entender o porquê dele a adorar tanto. Talvez por ser uma das filhas mais jovens, por ser especificamente frágil, ou por lembrar, apenas, uma paixão antiga dos seus dias de glória.
“Filhinha do papai” é um bom jeito de descrever, embora Gaston não goste de se reconhecer sendo esse pai babão, molenga, com brilho nos olhos. E é por isso que de tempos em tempos ele se torna muito rígido com Alanis, exigindo que ela se vista direito e se comporte feito mulher, e aí eles brigam. Mas depois que a tempestade acaba, pai e filha se aceitam.
A longo prazo, Syd não sabe como que vai ser, porque da mesma forma que Gaston a protege, ele também a isola.
Ela é praticamente, não, ela é literalmente proibida de namorar no Castigo, tudo porque o pai baixou a lei e promete acabar com qualquer um que quiser sair com ela. E quem seria suicida o suficiente para desafiar Gaston?
A menina nunca recebe flertes, e quando ela mesma vai atrás, vê as pessoas fugirem dela valendo-se das mais estúpidas desculpas, como se estivessem sendo perseguidos pelos próprios defensores da Távola Redonda.
Ela ainda não sabe o que fazer sobre isso, que medidas tomar, porque seu pai é irredutível quanto a essa questão, e ela, mais que ninguém, sabe que ele não está blefando.
*: um pequeno disclaimer sobre a “hemofilia” da Alanis. Sim, eu tô sabendo como é que funciona para uma mulher ser hemofílica, o pai precisa ser hemofílico também, coisa que o Gaston não é; por isso, me valho da licença poética para introduzir isso na personagem. Grata.
𝑡𝑟𝑖𝑣𝑖𝑎
Possui jaquetas personalizadas escrito Castigo em cores gritantes que brilham no escuro, mantém o visual de acordo com a cultura em que foi criada não importando a ocasião, e possui uma tatuagem na qual dedica uma flecha para cada membro da família. Cinco, ao total. (tw: menção a drogas) Foi difícil e precisou da ajuda das drogas da Malévola durante todo o processo, mas foi um sacrifício que ela quis fazer aos dezoito anos. (fim do tw)
No Módulo I ela usou os poderes para dar vida à centenas de mini dragões dentro da sala de aula do Jim Hawkins só porque estava entediada com a aula de Modernidade… E repetiu isso em uma aula ministrada pelo professor Milo. E depois numa de Hiccup. Não a julgue, foi um ano difícil! Hormônios, crushes incorrespondidos, bullying. Você não queria estar perto de uma jovem raivosa de dezoito anos.
Os mais atentos percebem que quando ela segura um livro, camufla a capa com uma edição da Princess Life ou do Jornal da Fada Madrinha, o verdadeiro assunto quase sempre sendo Maldições ou Poções.
Gosta de elogios, mas nunca quis uma reputação de CDF nas costas, então foi rápida em pedir para Merlin guardar enaltecimentos sobre sua inteligência para si mesmo antes que ele o fizesse e estragasse tudo, isso em seu primeiro ano — não que ele tivesse a pretensão de fazê-los, mas…
É razoavelmente popular na Academia pelos motivos errados e por ser a filha fracote do Gaston. A condição de hemofílica não permite que ela pratique esportes de impacto físico. Durante um tryout de Magibol para o time Rotten to the Core, levou uma bolada na cara e sangrou pelo nariz (levou um esporro enorme por isso). É claro que não é sua culpa, mas a diferença dela para os irmãos é gritante e faz com que ela se sinta inferior, pressionada a alcançar o nível deles.
Diferentemente do pai, a sua mãe, Claudette, a incentiva a ir justamente contra a hands-off law. Claudette é o completo oposto de Gaston, e até mesmo nos dias atuais é completamente apaixonada pelo homem. Para ele, ela foi um caso de diversão passageira; mas para ela, muito mais. Syd sente pela mãe adorá-lo tanto assim quando ele não se importa nem um pouco, mas ela se apresenta confortável com a situação.
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