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@jxeward requested a starter!!
Sua procura pelo irmão mais velho estava começando a ficar cansativa e ela quase considerou que ele pudesse ter simplesmente ido embora ficar com a namorada, mas afastou o pensamento de lado assim que viu a silhueta de Joel no meio da multidão de pessoas na pista de dança. Ela imediatamente se apressou para alcança-lo, sem querer perdê-lo de vista novamente. Jogou os braços ao redor do irmão assim que estava perto o suficiente, um suspiro de alívio deixando os lábios. ❛ — Ainda bem que você está aqui! ❜ disse sincera enquanto apertava-o em um abraço que não durou muito tempo. ❛ — Pensei que tinha me deixado. ❜
@julietgrant requested a starter
❛ — Cadê meu presente? ❜ foi a primeira coisa que saíra dos lábios de Adeline ao ver Juliet chegando, carregava uma expressão séria em sua face, mas que logo se desfez em risadinhas e sorrisos na direção da mais velha. ❛ — I’m kidding, seja bem vinda aos meus dezoito anos, J! ❜ murmurou, batendo palminhas em animação. ❛ — But really, you bought me a gift, right? ❜
@oliviayoshida requested a starter!!
❛ — Esse vestido fica realmente lindo em você, Liv! ❜ Ade murmurou em aprovação, um sorrindo surgindo em seus lábios pintados ao que corria o olhar pelo corpo da amiga. ❛ — E realça a sua pele... Gosh, você tem uma pele tão boa! Eu mataria pra ter igual. ❜ assumiu um tom sério ao falar, mas logo caiu em uma risada. ❛ — Mas então, hoje é o grande dia? You know, que você vai confessar seu amor pelo meu irmão. Duvido ele não babar por você depois que te vir. ❜
@stveward requested a starter!!
❛ — Então... ❜ Adeline murmurou após se aproximar do irmão, que parecia observar o local de um canto afastado. ❛ — já gostou de algo que viu? ❜ ergueu as sobrancelhas sugestivamente antes de desviar o olhar para a boate cheia de gente, as quais a maioria ela nem se lembrava de convidar. ❛ — I can be your wingwoman if you want. ❜

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@nvllies requestad a starter!!
❛ — I’m so so so glad you came! ❜ a aniversariante exclamou assim que pousou seus olhos esverdeados em Nellie, a surpresa estampada em seu rosto ao que uma modelo internacional estava em sua festa de aniversário. Deus, suas amigas morreriam de inveja! ❛ — Quer beber alguma coisa? Comer? Tirar selfies com a aniversariante? Aproveite a oportunidade única antes de eu ficar famosa demais pra isso. ❜ brincou entre uma risadinha, demonstrando toda a sua animação.
jxeward:
Era difícil rebater àquele argumento de Steven ter podido trabalhar e ela não. Joel enxergava a situação de maneira bem nítida, com claras diferenças, mas tinha ideia de que transmitir isso para Adeline era praticamente impossível. Na opinião de Joel, a saúde mental de Steven pedia por uma intervenção assim; trabalhar – uma ocupação e a obrigação de interagir com outras pessoas – era favorável ao segundo Ward. Você nunca me entende. “Such a teenager”, pensou o irmão se contendo para não rolar os olhos. “Jesus Christ!” Ele murmurou quase por reflexo, aparentemente todos os irmãos tinham flagrado Genevieve saindo de casa às escondidas. Registrou, irônica e silenciosamente, que precisaria checar com Marcus e Vera também. As palavras seguintes da garota – que por pouco tempo teria dezessete anos, quase completando os dezoito – foram o golpe final para que ele perdesse as próprias. Parte do que ela dizia era verdadeiro em certo nível, porque além da bolsa de natação que foi recusada a ele, o fato de ter de cuidar dos irmãos o paralisou no tempo. Estava estagnado e jamais culparia os demais Ward com tamanha ênfase em seus fracassos, mas bem no fundo sabia que fazia sentido. “Ade!” Chamou antes de vê-la sair, abaixando a cabeça para fitar os próprios pés enquanto se sentia culpado pelos rumos que aquela conversa tomou. Joel se arrastou para a porta do quarto da irmã e, mesmo sem saber se ela conseguia escutá-lo lá de dentro, começou um monólogo, com o rosto na brecha lateral, a boca quase colada à madeira. “I’m sorry I made you feel like a burden. You’re not. You’re my everything, Addie. I’m just… afraid. You know, I lost our mom and it is so hard to deal with it ‘cause she was amazing, just like you. Mesmo nos dias atuais, ainda é difícil. A ideia de que talvez possa perder um de vocês me parece o maior pesadelo do mundo, é por isso que estou sempre em cima, e pra ajudar o pai, claro… porque sei que ele também não suportaria.” Joel escutou ruídos na casa, vindos justamente do quarto de Albert Ward. Parou de falar e suspirou. “Anyway… Espero que você possa me entender um dia. Porque eu te amo. Muito.” Ditas essas palavras, o Ward se afastou da porta e deixou a irmã lá dentro em sua privacidade. Foi para seu quarto matutar aquela conversa, jogado em sua cama, com os fones de ouvido plugados em uma música cuja letra e melodia sequer importavam. Ele não estava escutando de verdade.
FINALIZADO.
@adclinw
ᴀᴅᴇʟɪɴᴇ'ꜱ ᴇɪɢʜᴛᴇᴇɴ ʙɪʀᴛʜᴅᴀʏ ᴘᴀʀᴛʏ
reply with 𝔀𝓪𝓻𝓭 𝓹𝓻𝓲𝓷𝓬𝓮𝓼𝓼 para um starter na festa. (up to 5)
ᴀᴅᴇʟɪɴᴇ ᴡᴀʀᴅ ɪꜱ ᴛᴜʀɴɪɴɢ ᴇɪɢʜᴛᴇᴇɴ!!

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julietgrant:
“Hum, com certeza não o drogadinho, ele vai apenas lhe trazer problemas” Aconselhou rapidamente, é claro que já tinha se envolvido com rapazes que gostavam de drogas, não foram as melhores experiências para falar a verdade, ela mesma não gostava daquele tipo de coisa considerando o quanto a mãe havia fodido com a vida dela por causa de drogas. E é claro que tinha limites com Adeline, não queria que a garota namorasse ninguém que pudesse trazer confusões ou corações partidos. “Eu não sei, talvez um rapaz fofo da cafeteria, ou o astro do clube de teatro… Okay, jogador de futebol tá ok, mas you know, jogadores de basquete também são bem bonitinhos sabia?” Tentou argumentar, não ligava realmente para qual atividade extracurricular o novo paquera de Ade faziam desde que tratasse a irmã de criação da maneira adequada, e ela sabia que a mais nova tinha conhecimento daquilo. Juliet concordou com a cabeça quando ouviu sobre o quão longe a garota havia ido com o tal rapaz e sentiu uma ponta de orgulho da garota não ter cedido a pressão do ensino médio ainda, além de que realmente queria chegar a conhece-lo antes da garota decidir ir até o fim. “Good. Você sabe que não sou das mais chatas com esse assunto, não posso falar muito, mas a sua primeira vez realmente precisa ser com alguém que confia, nós costumamos a nos apegar um pouco a essa primeira pessoa então é melhor que seja alguém que faça você se sentir confortável, não precisa ser o amor da sua vida, mas alguém que você pode olhar para trás e se sentir bem” Comentou, não sabia ao certo o quanto isso se aplicava a sua própria primeira vez, de fato se sentia confortável na época porém agora não era realmente uma lembrança querida. “E me avise quando sentir que está pronta, we can do it the right way. see if we can get you on pills and stuff”.
❛ — I know that, já vi o suficiente das minhas vizinhas pra não querer acabar do mesmo jeito. ❜ murmurou, referindo-se ao fato de que as garotas de sua idade que se envolveram com os famosos drogadinhos do lugar acabaram grávidas e sem perspectiva de um futuro sequer. Adeline era inteligente o suficiente para saber que aquilo não era o tipo de coisa que queria para a sua vida, não acabaria morando em um barraco com vários filhos pra criar como a resto das garotas de seu bairro. ❛ — O único rapaz fofo da cafeteria acha que sou nova demais pra ele. E o astro do clube de teatro é gay. Jogadores de basquete são bonitos, mas a maioria só namora as líderes de torcida de basquete. Então não me sobra muita opção além do clichê jogador de futebol. ❜ deu de ombros ao argumentar, não querendo soar totalmente fútil, mas eram como as coisas funcionavam em sua escola. E como uma das garotas mais populares, precisava manter um padrão, o qual envolvia sair com garotos igualmente populares. ❛ — Eu sei, J. Don't need to worry, não vou dar o que tenho de mais importante pra qualquer um só porque ele quer, eu tenho que querer primeiro. E até agora não confiei em ninguém o suficiente por isso prefiro não arriscar, garotos do ensino médio são idiotas. Sim, ouvi dizer que o melhor é ter a primeira vez com o namorado, mas fica difícil quando Joel afasta todos os meus pretendentes. ❜ revirou os olhos ao relembrar o motivo pelo qual nunca havia tido um namorado fixo. ❛ — Yeah, I will. Não quero acabar pegando uma DST ou gravidez, deus que me livre... Mas, posso perguntar algo? Ahn, você sabe... dói muito? ❜
flzkvc:
“ — E vale a pena o esforço de negar?” a pergunta não veio como uma afirmação, mas porque sabia que a mesma não iria ligar muito se ele o fizesse. Já tinha aquele sorriso no rosto que, Felix desconfiava, se ele continuasse com aquilo apenas pioraria a situação. “ — Tenho certeza que já consegue feedback desses o suficiente dos seus colegas do ensino médio.” comentou, um arquear de sobrancelhas como se aquilo fosse para a lembrar que estava no colégio ainda. “ — Histórias como a da garota que quebrou uma lâmpada na toalha de rosto da outra, esse é um ramo competitivo.” era o relato que normalmente contava para alguém, para explicar o fato de não gostar muito daquele ambiente, já o repetira algumas vezes. “ — Não é questão de ensaio sensual ou não, Adeline, a questão é que você é de menor e preciso da autorização dos seus pais para fotografar sua cara ou posso até ser processado por isso.” estreitou os olhos, como se a desafiasse em o retrucar no que dizia. Era verdade, afinal, as modelos de menor tinham sempre de levar uma permissão dos progenitores para as agências, poderia simplesmente usar aquilo a seu favor. “ — Boa sorte com isso então.” soltou, com certo sarcasmo. “ — Há outros fotógrafos por aí, though.”
❛ — Not really. ❜ fingiu pensar um pouco antes de falar, meneando a cabeça para complementar a resposta. "É, você tem razão, não é atoa que me escolhem como rainha do baile de primavera todo o ano." seu tom era pomposo ao que comentava o fato, desconsiderando a forma como ele havia dito ensino médio com um dar de ombros. ❛ — Boo hoo, todo ramo é competitivo, Felix. Isso não me assusta, convivo com garotas que fariam muito pior por muito menos, não é como se fosse melhorar muito e posso me acostumar com isso. It's my dream after all, o que seriam de sonhos se ficássemos com medo demais para persegui-los por conta de circunstâncias como a competitividade? ❜ Ade não poupou palavras ao retrucar, quase parecendo madura demais para a sua idade, ou talvez porque já estivesse acostumada a explicar o ponto de vista para pessoas que diziam aquele mesmo discurso sempre que descobriam seus planos. ❛ — Whatever, você só está usando isso como desculpa, aposto que se eu fosse um garoto não estaria dando o discurso de menor de idade. ❜ revirou os olhos, mas sem poder dizer que estava surpresa. Estava cansada demais de toda a baboseira de idade e do modo como sempre pareciam tratá-la como criança para achar um argumento melhor. ❛ — Thanks. ❜ agradeceu, um sorriso genuíno nos lábios apesar do sarcasmo usado por ele. ❛ — Eu sei, já fiz um book para o meu portfólio. Estava te dando a chance de me fotografar antes de eu estar brilhando nas passarelas da Europa, mas já que não quer, não vou insistir. Tables will turn anyways. ❜
frxzntear:
Riu com o comentário da Ward sobre chás. Sua memória não nutria nenhuma sobre Joel ser uma péssimo cozinheiro, até porque eram adolescentes na época e era uma idade na qual comida processada soava muito mais saborosa do que as caseiras. “Modéstia parte, meus chás são os melhores.” Trabalhar em uma cafeteria era um grande processo de aprendizagem culinária. Em primeiro lugar pois seu local de trabalho mexia principalmente com o modo antigo de se preparar chás e cafés, sem envolver máquinas. O processo era um pouco mais trabalhoso, claro, mas imensuravelmente recompensado pela satisfação dos clientes. O chá de gengibre – o melhor no auxílio de ressaca e para desintoxicar o corpo – estava finalmente pronto. Athena atentou-se em colocá-lo numa xícara e enfim entregar para Adeline no sofá. “I hope so,” respondeu, uma sobrancelha arqueada. “Qual foi o motivo dessa vez, digo, de beber tanto?” Secretamente ponderava se, naquela idade, o fígado da mais nova era saudável. A resposta era um provável não. Sentou-se ao seu lado; não estava mais com tanto sono quanto antes, mas suas pálpebras estavam um pouco pesadas. “Essas festas não podem terminar em horário útil, não? Começar às 17h e terminar às 22h.” A indagação foi mais uma brincadeira, um sorriso lateral brotando no rosto cansado da Wandler.
❛ — Thanks. ❜ a morena murmurou com um sorriso antes de pegar a xícara e levá-la aos lábios, sentindo o misto de doce e amargo do chá, do jeitinho que gostava. ❛ — I dunno, não tenho motivos pra beber… Eu só começo e depois fico animada demais pra parar, parece que o álcool me deixa muito mais dançante. ❜ contou-lhe ao que uma risadinha escapava por entre os lábios, como se houvesse dito um segredo inapropriado. ❛ — Que tipo de festas você anda frequentando, Thea? ❜ questionou com assombro, meneando a cabeça em negativa. ❛ — Só aniversário de criança começa e termina nesse horário. Boates não fecham antes das cinco da manhã. ❜ tomou mais um gole do chá, sentindo-se um pouco menos tonta de todo o álcool que havia ingerido. ❛ — Além do mais, é sábado, it’s time to paaaartey. ❜ cantarolou, mas fora interrompida por um bocejo que insistiu em lhe escapar. ❛ — Está tudo bem se eu dormir aqui hoje? Você pode mandar mensagem pro Joel avisando. Pretty please? Não posso voltar pra casa agora, ele provavelmente tá me esperando pra brigar comigo. ❜
jxeward:
“Oh, oh. Ok. Não vamos nem começar a falar sobre isso… você estar trabalhando.” Apontou para ela com o indicador. Era outro ponto com o qual não concordava de maneira nenhuma. “You’re young and full of dreams. Você precisa focar nos seus sonhos, Ade, na escola. Em tirar as melhores notas pra não acabar…” Como eu. Fechou os lábios para não terminar aquela frase, colocando as duas mãos nos quadris e olhando para outro local da sala com uma risada nervosa, odiando aquela discussão, mas não conseguindo sair dela. “O mundo é fodido lá fora, Ade.” Voltou a falar depois de ouvir a réplica, sem querer escapando o palavrão que tentava evitar na frente dos mais novos. Jogou na cara de Adeline o fato de não passarem tanto tempo juntos — ou algo do tipo, ele mal se lembrava agora que a ouvia inconformada. É uma puta hipocrisia. “Watch you language, Adeline.” Repreendeu-a como de costume sempre que houve uma palavra chula, arregalando os olhos em seguida para ela à menção de Genevieve, surpreso. Não pensou que ela faria uso dessa carta. “Hey, hey. Stop it, ok? Who even told you that? Você está sendo ridícula… Você não tem ideia do que eu faço por essa casa, do que eu abro mão por vocês… pra você estudar naquela escola, pra poder comprar todas essas roupas curtas e esses saltos desnecessários. Pra que você tenha a vida que ela sonhou pra você…” Mamãe. Estava falando sobre Beatrice e todos os sonhos que a mulher depositava na filha e segredava aos mais velhos.
❛ — É, não vamos começar a falar sobre como o Steven pôde trabalhar quando tinha a minha idade, mas se eu faço você não gosta. Really, what's your problem? I'm not a porcelain doll! ❜ o argumento deixara os lábios tão naturalmente, quase como se estivesse estado preso em sua garganta por todo esse tempo. ❛ — I know that! Estou focando na escola e em tirar notas boas, Joel, mas isso não tem nada a ver com os meus sonhos e o futuro que quero pra mim. Mas você não entenderia, não é? Você nunca me entende. ❜ meneou a cabeça, desviando o olhar para qualquer lugar que não fosse o rosto do mais velho. Não queria que ele visse a expressão de pesar em seu rosto, embora achasse difícil escondê-la. "Você não pode me proteger do mundo, Joel." completou a fala dele, desta vez as mãos cobriam o rosto em uma tentativa ainda maior de não deixar transparecer toda sua frustração. ❛ — I saw her leaving! Não é como se você fosse me contar sobre sua vida, mas sobre a minha você tem que ser o primeiro a saber sempre, não é? Ridícula? Eu estou sendo ridícula? Look at yourself! Está jogando na minha cara tudo o que faz pela gente, mas eu nunca pedi que fizesse nada disso, nunca pedi que desistisse dos seus sonhos pela gente, Joel! It's not my fault that mom died, it's not my fault that you were stuck here with us all these years and I'm so so so sorry for that, I wish I wasn't that much of a burden... ❜ lágrimas agora escorriam livremente pelas bochechas da garota, sentia a garganta fechar após ter dito todas as palavras que talvez estivessem presas dentro de si por todo esse tempo, assim como as dele também pareciam estar. No fim, não quis ficar para ver o estrago que aquilo causaria. ❛ — I'm sorry. ❜ disse em um sussurro quase inaudível antes de correr para o quarto.
Era a primeira vez de Steven em Los Angeles. Diferente dos colegas de sala, nunca teve grana para viajar, nem mesmo nas excursões da escola para lugares que marcaram a história dos Estados Unidos. A viagem para Washington D.C., por exemplo, fora exorbitantemente cara e o sonho de Steven em conhecer a Casa Branca fora interrompido por tudo o que acontecia com sua mãe na época. Considerava viajar um luxo dentro de seus recursos financeiros escassos e, só havia conseguido ir para Los Angeles, por causa das economias e rendimentos em uma conta digital conseguidos durante o período em que trabalhou no The Orange Province. Era a primeira vez, inclusive, que viajava de avião. Na ida, havia se entupido de dramin por causa do medo e da ansiedade. Mas, antes de embarcar em Los Angeles de volta para The O.P., Adeline exigira que ele filmasse como as nuvens se pareciam de cima. Enquanto uma pessoa pouco influenciável, irredutível, a irmã mais nova era seu calcanhar de Aquiles. Porque não havia nada no mundo que ele não fizesse por seus irmãos, por Ade em especial. Uma vez que eram mais próximos. De todos os irmãos, era com quem Steve tinha mais abertura para falar sobre qualquer coisa. E o laço parecia ter se estreitado ainda mais depois que a mais nova havia conseguido tirar o segundo filho dos Ward se sua zona cinza.
Ajeitou a alça da mochila em um ombro - a única que havia levado. E esperava a mala extra que fora obrigado a comprar em função das coisas que trazia de volta. Souvenirs ou presentes de Natal atrasados, algo um pouquinho mais sofisticado que os que dera na ceia dos Ward. Mas ainda dentro de seu orçamento. E, claro, várias coisas que Ade havia sugerido que gostaria de ganhar de presente de aniversário, dicas pouco sutis nas inúmeras directs no instagram e ligações que tinham trocado nas duas últimas semanas. Dissera mais de uma vez que não tinha necessidade que a mais nova fosse encontrar com ele no aeroporto, mas não podia negar que estava extremamente feliz que ela fizesse questão. “Sup, Baby Gangsta?” Gritou do outro lado da sala de desembarque ao reconhecer @adclinw. Assim que se aproximou ergueu a destra, esperando que a caçula completasse o high-five. “Sentiu tanta falta do seu irmão preferido que não aguentou esperar que ele chegasse em casa, ou tá sendo a mesma interesseira de sempre e veio ver o que ele trouxe pra você? Se for a segunda opção, a resposta é: nada.”
Adeline sempre fora uma garota cuja ambição extrapolava a do resto da família, era óbvio mesmo quando esta ainda era apenas uma criancinha brincando de ser modelo na sala de casa. Beatrice sempre havia gostado de embonecar a filha, era como se Adeline fosse sua própria versão da Barbie, ela dizia. E a mais nova nunca sequer reclamou, adorando o tempo que passava com a mãe, além do fato de começar a nutrir uma secreta paixão pelo mundo da moda e as passarelas. Ade sabia que se a mãe ainda estivesse viva, ela seria a pessoa que lhe daria mais apoio para seguir seu sonho e talvez fosse ficar até mais empolgada que ela própria com a possibilidade da filha virar uma modelo internacional. O pensamento causava-lhe um misto de felicidade e tristeza, que constantemente externava em forma de lágrimas na segurança de seu quarto, onde ninguém poderia ver que por detrás da fachada forte e segura da Ward, havia alguém que ainda estava de luto pela perda da mãe. Entretanto, ainda tinha seus irmãos e era muito grata por isso, mesmo que Joel constantemente estivesse em seu pé e Steven houvesse deixado o lar para fazer faculdade em Los Angels. Los Angeles! ela pensava animada toda vez que fazia skype com o irmão ou recebia as fotos no snapchat de todos os lugares que ele havia visitado, fazendo com que sua vontade de sair de Orange Province para conhecer novas cidades aumentasse ainda mais. Queria poder dizer que o visitaria toda vez que trocavam mensagens, mas sabia que aquilo estava fora de sua realidade e Joel jamais deixaria que viajasse sozinha para outra cidade, além do fato de ainda ser menor de idade. Mas ela sentia falta do segundo irmão mais velho, aquele com quem sempre podia contar para suas escapadas, mesmo que este não exatamente concordasse com a maioria delas.
Fora a saudade, além da curiosidade pelos presentes que lhe foram prometido, que a fizeram sair da escola mais cedo para ir até ao aeroporto buscar o irmão. Se é que ir de ônibus até lá fosse considerado "buscar", mas ela não se importava, estava eufórica demais com a vontade de ver o rosto que sempre parecia entediado do irmão novamente. Corria os olhos esverdeados pela sala de desembarque enquanto o esperava com uma placa que dizia My king queen and savior nas mãos. Estava inquieta, achando que todo garoto que saía da sala fosse ser o irmão. Havia passado alguns minutos desde que chegara até finalmente ver a silhueta familiar de Steven ao que ela balançou o cartaz para chamar-lhe a atenção, um enorme sorriso nos lábios pintados com o gloss. ❛ — Sup, brother gangsta. ❜ gritou de volta, sem ao menos se importar que poderiam estar parecendo dois loucos para as pessoas paradas ali, logo retribuindo o high five com animação. ❛ — A primeira opção, é claro. Senti taaaaaanto a sua falta, Steven, você não faz ideia. Joel não me deixa usar ele como cobaia para os meus truques de maquiagem e a pele dele não é tão boa quanto a sua, but don't tell him that. And don't be an asshole, I already know you bought me tons of gifts. ❜ Ade revirou os olhos antes de se jogar nos braços dele, apertando-o em um abraço cheio de saudades. ❛ — God, I missed you so much! ❜

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dahliaolsen:
“Oh, esse é o motivo de eu não ter conseguido entrar naquela festa… Você usou meu nome.” A encarou, séria. Mas não demorou muito para dar uma risada, sinalizando que estava apenas brincando. Esse tipo de situação nunca lhe ocorrera, mas já tinha ouvido falar de alguns casos parecidos, o que a fez acreditar que talvez esse tenha sido um dos motivos de aumentarem a rigidez dos seguranças. Ninguém gostava de lidar com ricos insatisfeitos, ainda mais quando estes eram barrados na festa em que foram convidados. “Quer beber alguma coisa?” Perguntou enquanto caminhava em direção ao bar. “Os drinks são de graça, então você pode beber à vontade.” Pegou o cardápio, entregando-o para a mais nova, logo depois, fez sinal para o bartender. “Um mojito, por favor.”
Adeline congelou por um momento ao ouvi-la falar sobre a festa, seus sentidos em alerta avisando-a que aquela seria uma boa hora para fingir demência e sair correndo dali, antes que a outra pudesse acusá-la e os seguranças voltassem para expulsá-la. Mas aquilo não foi necessário já que ela deixou claro que estava brincando, arrancando um suspiro de alívio da mais nova, o sorriso escondendo que havia estado surtando por dentro minutos atrás. ❛ — É claro! ❜ respondeu-lhe prontamente ao ouvir sobre a bebida, vasculhando a clutch para pegar a identidade falsa que lhe dava acesso as bebidas. ❛ — Oh ❜ o murmúrio deixou os lábios junto com as sobrancelhas que se erguiam em surpresa, mas um sorriso tão largo como o do gato de Chesire fora visto nos lábios de Ward assim que processou de que estava em um open bar. Maravilha. Correu os olhos rapidamente no cardápio que lhe fora entregue, fechando quase que no mesmo segundo ao virar para o bartender e dizer ❛ — Sex on the beach. ❜
Depois do término com Joel, Genevieve havia se afastado, mesmo que contra a vontade, de todos os outros Wards também. Não apenas porque, na época, ela estaria certa de que o ex teria contado aos irmãos o que ela havia feito — e sentia-se envergonhada, mesmo que não fosse admitir — mas também porque Gen não achava certo tentar manter qualquer tipo de relação com a família quando não era capaz de ficar no mesmo cômodo que o filho mais velho. Com tudo o que vinha acontecendo entre ela e Joel, tentou dizer a si mesma que não teria problemas ao menos tentar uma reaproximação. Ao menos era do que Harriet tentava se convencer ao se aproximar de Adeline após vê-la na praia. Estava caminhando, e teria que passar por ela de uma forma ou de outra, então decidiu ao menos ser educada. “ — Hey, Addie.” Ela forçou um sorriso, lembrando-se de como teria sido seu reencontro desastroso com Steven e torcendo para que aquele também não fosse pelo mesmo caminho. Tinha consciência de que os mais velhos seriam os mais difíceis. “ — Não te vejo há um tempão. Como está?”
@adclinw
❛ — Hey? ❜ a resposta acabara saindo mais como uma pergunta ao ver Genevieve lhe cumprimentar, a confusão perceptível no modo como franzia o cenho levemente na direção desta. Adeline costumava adorá-la quando ela ainda era namorada do irmão, sempre tentando chamar a atenção com cumprimentos quando a via na rua ou em qualquer outro lugar, porque ser notada por alguém como a Hudson, cuja beleza e o estilo lhe cantavam, era algo que a animava. Mas, com o término repentino dos dois, Ade se viu obrigada a afastar-se de Gen, embora sequer precisasse de qualquer esforço para isso visto que a outra garota parecia cumprir a tarefa de evitá-la com louvor. O que era bom, pois Ade não queria encontrá-la de novo depois que precisou de várias e várias semanas após o término para arrancar um sorriso de Joel, não sabia o que seria capaz de fazer ou falar. Entretanto, muito tempo havia se passado e agora estavam ali, num silêncio quase que desconfortável ao que a Ward a encarava por segundos que pareceram uma eternidade. ❛ — É, faz um tempo mesmo. Desde que você e Joel terminaram, para ser mais precisa. ❜ o comentário foi sutil ao que ela dava de ombros, mas havia certa mágoa escondida ali, tanto por ela quanto pelo irmão. "Eu 'tô bem e você? Ainda quebrando muitos corações por aí?" Adeline possuía um forte defeito; não exatamente pensava antes de falar, por isso quando se dera conta estava cuspindo as palavras que fluíam dos lábios tão naturalmente. Ela ao menos se deu ao trabalho de parecer culpada por tê-lo dito. ❛ — I'm sorry, I didn't mean to say that out lout. ❜